segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

NANDO CORDEL MÚSICA " A TERRA É UMA ESCOLA "

Subamos a la cumbre de la Misericordia


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Acabamos de cruzar el ecuador de la Cuaresma. Otros 20 días nos separan del Domingo de Ramos. Aún tenemos tiempo para "subir a la cumbre de la Misericordia", como nos propone el genial dibujante Fano: «Durante los cinco domingos de Cuaresma construiremos, sílaba a sílaba, la palabra Mi-se-ri-cor-dia», explica Fano, «preparemos las mochilas, vayamos ligeros de equipaje, dejemos lo que nos sobra y, mirando a la cumbre que es el amor de Dios, subamos juntos esta Cuaresma».
La propuesta era la siguiente:
El I Domingo de Cuaresma nos proponía fijarnos en la "MI": «Retirarme, quitar los MI, ayunar. No es ni MI fuerza, ni MI poder, ni MI tener, sino hacer tu voluntad».
El II Domingo de Cuaresma, la sílaba era "SE": Silencio y Escucha.
Este III Domingo de Cuaresma hemos llegado a "RI": Repara Incansablemente. Redime Inmerecidamente. Reconcilia Incondicionalmente.
El IV Domingo de Cuaresma nos espera "COR": Dios nos ama con todo su CORazón.
Y el V Domingo de Cuaresma, concluimos con "DIA": La ley está escrita en piedra, pero Jesús apunta los pecados en arena que se borra con el soplo de su Misericordia. Hoy es el DIA de tu liberación, déjate querer por Jesús. Conviértete y sé feliz.
Una propuesta sencilla para compartir en familia, en el colegio, en la parroquia... acompañada de esta preciosa canción. ¡Subamos juntos a la cumbre de la Misericordia!

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Doenças Espirituais

Todas as vezes que nosso corpo apresentar alguma doença, é sinal de que alguma coisa não está bem. A doença não é uma causa, é uma conseqüência proveniente das energias negativas que circulam por nossos organismos espiritual e material.







O controle das energias é feito através dos pensamentos e dos sentimentos. Possuímos energias que nos causam doenças porque somos indisciplinados mentalmente e emocionalmente.

No livro “Nos Domínios da Mediunidade”, André Luiz explica que assim como o corpo físico pode ingerir alimentos venenosos que lhe intoxicam os tecidos, também o organismo perispiritual absorve elementos que lhe degradam, com reflexos sobre as células materiais.

Recebemos energia vital que vem do cosmo, da alimentação, da respiração e da irradiação das outras pessoas e para elas imprimimos a energia gerada por nós mesmos. Assim, somos responsáveis por emitir boas ou más energias às outras pessoas.

A energia que irradiamos aos outros estará impregnada com nossa carga energética, isto é, carregada das energias de nossos pensamentos e de nossos sentimentos, é necessário que vigiemos o que pensamos e sentimos.

Podemos classificar as doenças em três tipos: físicas, espirituais e atraídas ou simbióticas.

1. As doenças físicas são distúrbios provocados por algum acidente, excesso de esforço ou exagero alimentar, entre outros, que fazem um ou mais órgãos não funcionarem como deveriam, criando uma indisposição orgânica.

2. As doenças espirituais são aquelas provenientes de nossas vibrações. O acúmulo de energias nocivas em nosso perispírito gera a auto-intoxicação fluídica. Quando estas energias descem para o organismo físico, criam um campo energético propício para a instalação de doenças que afetam todos os órgãos vitais, como coração, fígado, pulmões, estômago etc., arrastando um corolário de sofrimentos.

As energias nocivas que provocam as doenças espirituais podem ser oriundas de reencarnações anteriores, que se mantém no perispírito enfermo enquanto não são drenadas. Em cada reencarnação, já ao nascer ou até mesmo na vida intra-uterina, podemos trazer os efeitos das energias nocivas presentes em nosso perispírito, que se agravam à medida que acumulamos mais energia negativa na reencarnação atual. Enquanto persistirem as energias nocivas no perispírito, a cura não se completará.

3. Já as doenças atraídas ou simbióticas são aquelas que chegam por meio de uma sintonia com fluidos negativos. O que uma criatura colérica vibrando sempre maldades e pestilências pode atrair senão as mesmas coisas?

Essa atração gera uma simbiose energética que, pela via fluídica, causa a percepção da doença que está afetando o organismo do espírito que está imantado energeticamente na pessoa, provocando a sensação de que a doença está nela, pois passa a sentir todos os sintomas que o espírito sente. Então a pessoa vai ao médico e este nada encontra.

André Luiz afirma que se a mente encarnada não conseguiu ainda disciplinar e dominar suas emoções e alimenta paixões (ódio, inveja, idéias de vingança, uso de drogas), ela entrará em sintonia com os irmãos do plano espiritual, que emitirão fluidos maléficos para impregnar o perispírito do encarnado, intoxicando-o com essas emissões mentais, podendo levá-lo até à doença.

Surgimento das Doenças

A cada pensamento, emoção, sensação ou sentimento negativo, o perispírito imediatamente adquire uma forma mais densa e sua cor fica mais escura, por causa da absorção de energias nocivas. Durante os momentos de indisciplina, o homem mobiliza e atrai fluidos primários e grosseiros, os quais se convertem em um resíduo denso e tóxico.

Devido à densidade, estas energias nocivas não conseguem descer de imediato ao corpo físico e vão se acumulando no perispírito. Com o passar do tempo, as cargas energéticas nocivas que não forem dissolvidas ou não descerem ao corpo físico formam manchas e placas que aderem à superfície do perispírito, comprometendo seu funcionamento e se agravando quando a carga deletéria acumulada é aumentada com desatinos da existência atual.

Em seus tratados didáticos, a medicina explica que, no organismo do homem, desde seu nascimento físico, existem micróbios, bacilos, vírus e bactérias capazes de produzirem várias doenças humanas. Graças à quantidade ínfima de cada tipo de vida microscópica existente, eles não causam incômodos, doenças ou afecções mórbidas, pois ficam impedidos de terem uma proliferação além da “cota-mínima” que o corpo humano pode suportar sem adoecer.

No entanto, quando esses germes ultrapassam o limite de segurança biológica fixado pela sabedoria da natureza, motivados pela presença de energias nocivas no corpo físico, eles se proliferam e destroem os tecidos de seu próprio “hospedeiro”.

Partindo das estruturas energéticas do perispírito na direção do corpo, em ondas sucessivas, essas radiações nocivas criam áreas específicas nas quais podem se instalar ou se desenvolver as vidas microscópicas encarregadas de produzir os fenômenos compatíveis com os quadros das necessidades morais para o indivíduo.

Elas se alimentam destas energias nocivas que chegam ao físico, conseguindo se multiplicar mais rapidamente e, em conseqüência, causando as doenças. A recuperação do espírito enfermo só poderá ser conseguida mediante a eliminação da carga tóxica que está impregnada em seu perispírito.

Embora o pecador já arrependido esteja disposto a uma reação construtiva no sentido de se purificar, ele não pode se subtrair dos imperativos da Lei de Causa e Efeito. Para cada atitude corresponde um efeito de idêntica expressão, impondo uma retificação de aprimoramento na mesma proporção, ou seja, a pessoa tem que dispender um esforço para repor as energias positivas da mesma maneira que dispende esforços para produzir as energias negativas que se acumulam em seu perispírito.

Eliminando as energias tóxicas

Assim, como decorrência de tal determinismo, o corpo físico que veste agora ou outro, em reencarnação futura, terá de ser justamente o dreno ou a válvula de escape para expurgar os fluidos deletérios que o intoxicam e impedem de firmar sua marcha na estrada da evolução.

Durante a purificação perispiritual, as toxinas psíquicas convergem para os tecidos, para os órgãos ou regiões do corpo, provocando disfunções orgânicas que conhecemos como doença.

Quando o espírito não consegue expurgar todo o conteúdo venenoso de seu perispírito durante a existência física, ele desperta no além sobrecarregado de energia primária, densa e hostil. Em tal caso, devido à própria “lei dos pesos específicos”, ele pode cair nas zonas umbralinas pantanosas, onde é submetido à terapêutica obrigatória de purgação no lodo absorvente.

Assim, pouco a pouco vai se libertando das excrescências, nódoas, venenos e “crostas fluídicas” que nasceram em seu tecido perispiritual por efeito de seus atos de indisciplina vividos na matéria. Os charcos pantanosos do umbral inferior são do mesmo nível vibratório das manchas e placas, por isso servem para drenar essas energias nocivas.

Embora sofram muito nesses locais, isso os alivia da carga tóxica acumulada na Terra, assim como seu psiquismo enfermo, depois de sofrer pela dor cruciante, desperta e se corrige para viver existências futuras mais educativas ou menos animalizadas.

Os espíritos socorristas só retiram dos charcos purgatoriais os pecadores que já estão em condições de uma permanência suportável nos postos e colônias de recuperação perispiritual adjacentes à crosta terrestre. Cada um tem certo limite que pode agüentar em meio a estes charcos, então eles são resgatados mesmo que ainda não tenham expurgado todas as placas, reencarnando em corpos onde permanecerão expurgando e drenando essas energias através das doenças que se manifestarão no corpo físico.

Ajuda da medicina

A doutrina espírita não prega o conformismo, por isso é lícito procurar a medicina terrena, que pode aliviar muito e curar onde for permitido. Se a misericórdia divina colocou os medicamentos ao nosso alcance é porque podemos e devemos utilizá-los para combater as energias nocivas que migraram do perispírito para o corpo físico, mas não devemos esquecer que os medicamentos alopáticos combatem somente os efeitos da doença.

Isto quer dizer que, quando as doenças estão presentes no corpo físico, devemos combatê-la, buscar alívio. Muitas vezes, estas doenças exigem tratamentos prolongados, outras vezes necessitamos até de cirurgia, mas tudo faz parte da “Lei de Causa e Efeito”, que tenta despertar para uma reforma moral através deste processo doloroso.

Qualquer medida profilática em relação às doenças tem que se iniciar na conduta mental, exteriorizando-se na ação moral que reflete o velho conceito latino: Mente sã, corpo são (mens sana in corpore sano). Estados de indisciplina são os maiores responsáveis pela convocação de energias primárias e daninhas que adoecem o homem pelas reações de seu perispírito contra o corpo físico.

Sentimentos como orgulho, avareza, ciúme, vaidade, inveja, calúnia, ódio, vingança, luxúria, cólera, maledicência, intolerância, hipocrisia, amargura, tristeza, amor-próprio ofendido, fanatismo religioso, bem como as conseqüências nefastas das paixões ilícitas ou dos vícios perniciosos, são também geradores das energias nocivas.

Ou seja, a causa das doenças está na própria leviandade no trato com a vida. Analisando criteriosamente o comportamento, ver-se-á que os males que atormentam as pessoas persistirão enquanto não forem destruídas as causas.

Portanto, soluções superficiais são enganosas. É preciso lutar contra todas as aflições, mas jamais de forma milagrosa. Procuremos sempre pensar e agir dentro dos ensinamentos cristãos, a fim de alcançarmos a cura integral.

Navio Negreiro



A Terra para alguns assemelha-se a um “navio negreiro” transportando em seu seio os escravos do egoísmo em noite tempestuosa.

Suspensa no espaço, essa nau segue seu curso através dos oceanos da galáxia.

Na intimidade da nau, carga viva se deblatera ante as marés transformadoras, que balançam o navio para que o despertamento das almas se dê através das lutas redentoras.

Choro e ranger de dentes ecoam por todo orbe como despertadores benditos para que os surdos do espírito possam acordar das paixões que os acrisolam.

Grande parte da mole humana prefere se manter no porão da nau terrena, não obstante, Jesus, o Timoneiro de Deus, venha acenando com seu astrolábio amoroso ofertando a rota renovadora do Evangelho.

Os escravos desses tempos não são coagidos pela força exterior através do braço do mais forte.

A senzala está localizada na intimidade do coração humano.

O tronco em que o homem se compraz é o do orgulho.

O espírito escravizado não tem correntes a prender-lhe pés e mãos, impedindo-o de ganhar a liberdade, pois é dentro de si que a luta abolicionista acontece.

As chagas que ferem a alma são abertas pela ignorância humana acerca do sentido verdadeiro da vida.

As chibatadas que vergastam e dilaceram o corpo físico, em forma de enfermidades, não são castigos impingidos pelo “Senhor do Engenho”, mas o resultado da semeadura realizada em tempos transatos.

Os tempos escravagistas da modernidade revelam a cultura hedonista, que escraviza mais e mais as mentes incautas.

O pelourinho de hoje é o sexo desenfreado e a cultura exagerada ao corpo, pois que a criatura humana se expõe voluntariamente de todas as formas possíveis.

Jesus, o abolicionista das nossas almas, nos pede esforço próprio para a libertação anelada e necessária.

O legado do Cristo: A cada um será dado conforme as suas obras – revela que o homem se liberta ou se escraviza às paixões que cultiva, por escolha própria.

Bendito seja o Consolador Prometido, que nos afasta da sanha da culpa perante a vida, para nos outorgar o archote da responsabilidade pela Doutrina dos Espíritos.

A Terra é a nau bendita que transporta os filhos de Deus em processo evolutivo.

Para alguns a vida na Terra é cativeiro, para outros é portal libertador.

Não somos cativos da vida, somos escravos das escolhas realizadas.

Já estivemos em outras naus planetárias, já navegamos em outros oceanos escolares.

A bússola libertadora é o evangelho, e é preciso seguir a direção apontada para o amor.

A escravidão é voluntária, a caridade é a chave que escancara as portas da senzala emocional onde grande multidão se acrisola.

Já raiou a liberdade no horizonte das nossas vidas, mas para contemplá-la e vivenciá-la é preciso amar.

Allan Kardec é o abolicionista da razão, pois O Livro dos Espíritos é a grande carta de alforria.

A morte morreu, o medo não escraviza mais, a imortalidade é a verdadeira expressão da liberdade para o espírito imortal.

Já raiou a nova aurora para os nossos corações, mas urge que trabalhemos na construção da liberdade interior.

Renovemos, pois, as nossas esperanças sem descanso, a obra precisa ser realizada.
O Senhor das nossas vidas é Jesus.

Segue conosco, Compassivo Timoneiro, e acalma o mar bravio das nossas imperfeições.

Diante das dores que nos fazem soçobrar, pede ao mar da nossa ignorância que se acalme, a fim de caminharmos sob as águas turbulentas, como o fez Pedro.

Acalma a ventania das paixões que nos envilecem egoisticamente.

Misericórdia, Timoneiro de Deus, pois desejamos abandonar o porão das trevas humanas para estar contigo sob as estrelas da esperança, no convés da nau do Seu Evangelho Redentor.


SALVE DEUS

A viagem de um menino




Noutro dia fiz interessante viagem. Não precisei levar malas, sacolas ou bolsas. Isto embaraça o bom aproveitamento daqueles momentos em que saímos do rotineiro para o incomum. Assim, sem pagar o bilhete entrei numa nave muito especial e fui levado pelas emoções ao encontro dos encontros que me aguardavam. E eram tantos! Passado – Presente e Futuro. Com cada um deles travei sérios debates. Ao Passado pedi que me deixasse seguir livre de suas interferências muitas vezes pertinazes que chegam a atormentar-me. Ao Presente falei com galhardia mostrando-me mestre na arte de aprender e ensinar e ao Futuro disse que ele me aguardasse, pois o encontraria em melhores condições.

Foi assim que de conversas em conversas resolvi sentar-me num platô que se erguia bem próximo da linha do horizonte que se expande sempre que para ela caminhamos como a nos indicar o infinito. Era hora de meditar, reavaliar, reconsiderar fatos, circunstâncias e escolhas. Ah essas escolhas! Como nos tornam presos a elas! Contudo, necessitamos fazê-las. Assim Deus permite. E, por falar em Deus, tentei ir ao Seu encontro. Foi bem difícil, mas vislumbrei, lá ao fundo, bem ao fundo, uma luz ainda embaçada e permeada por névoa esbranquiçada. Era como um Sol que se põe ou chega, ainda devagar, dúbio, tremulante, sem os arroubos da hora maior do dia. Entre eu e Deus existiam várias ruelas, vilas, penhascos, abismos, planícies. Havia ladeiras, escarpas, montanhas, lagos, mares, rios, auroras e um sem-fim de coisas que ainda não conheço ou decodifico com os conhecimentos que possuo. Mas, ao ver-me, saudou-me com alegria. Senti que Ele me disse:

– Que bom que veio. Fique!

Eu O olhei e não consegui saber se o que acabara de ouvir era concreto ou não passava de mais uma ilusão dos meus devaneios de menino. Se aquele convite era pra valer e o que deveria fazer para seguir tal orientação.

– Orientação, não. Pedido. Insistente pedido! Disse-me Ele ainda uma vez.

Insistente Pedido... Coisa bonita de se ouvir. Deus insistindo para que eu fique com Ele. Sou ainda tão menino que apenas sei falar as coisas de menino!

– Só se deixa ser menino quem assim o deseja! De fato é hora de crescer!

De novo Ele falou comigo. Será que já está na hora de deixar os caminhõezinhos, as pazinhas que se usam nas areias na praia, os skates que me levam célere aos inevitáveis tombos, repetidos tombos? Será que o menino que ainda existe é um menino tardio que insiste em brincar de pião na praça, bolinhas de gude, lambiscos sorrateiros nos bolos de chocolates, postos às mesas para os festins que ainda não começaram? Amontoados de beijos na menina travessa que me olha de soslaio e sorri feito Eva picada pelo veneno da cobra?

– O que vem depois do menino é o moço!

Ele me falou de novo. O moço! Que interessante deve ser sentir-se como moço. Estudante, palestrante, divagador, comentador, cheio de anseios pelo futuro, cheio de sonhos, de Platão – Sócrates – Aristóteles - Descartes – Marx – Freud – Young, Voltaire, Espinosa, o Sábio de Aquino, da Cantuária e o de Hipona... Hipátia da Alexandria, mulher cientista, a primeira! Há tantos que pensaram entusiasmados e que costumam entusiasmar mentes juvenis. Mas, cuidado! Há jovens que preferem caminhos estranhos, viagens confusas que juram ser venturosas. Há jovens que não se prezam, não se cuidam, não se amam e se buscam com avidez, expondo-se uns aos outros para outros. Todos! E criam rescaldos que alimentam abutres!

– Depois do jovem virá o adulto!

Aquela voz insistia e eu a ouvia. O adulto. Ah, que bom deve ser aparentar um comendador, barão, conde, visconde, marquês, duque... Epa! Não temos mais monarquia aqui. Mas temos outros degraus. Que bom deve ser costurar matérias-primas, juntá-las, uni-las, dar-lhes formas, conteúdos, justas aplicações. Que bom deve ser comercializá-las. Que bom deve ser consertar dentes, corpos, construir prédios – defender, acusar, arbitrar!...

– Depois do adulto vem a senectude!

Ah, velhice! Quanta sabedoria... Será? O que deve pensar um idoso enquanto caminha lento pela praia, praça, jardins... Enquanto viaja também pela viagem que fiz ou como Einstein que viajou pleno e feliz ao lado da luz, para melhor conhecê-la e senti-la! Um dia a morte vai chegar, deve pensar ele. Estarei pronto para ela? Deve se perguntar. Ah, qual nada! Depois da morte vem a vida, outra vida, muitas vidas e lá vou eu de novo do menino para o jovem, do jovem para o adulto e de novo para o velho, morrendo, renascendo. Isto não tem fim!

Olhei para Deus que insistia em brilhar dentro de mim e falei para Ele:

– Obrigado por nos fazer assim. Meninos, jovens, adultos, velhos – Meninos, jovens, adultos, velhos...

– Que sejam estes momentos enredos definitivos para deixar que Eu me faça em você, por você!

Respondeu-me Deus. 

Já era hora de voltar. Retornei à minha casa comum no mundo comum e vi que ele é tão pequeno, tão ainda confuso e jurei para mim que em breve o deixaria e visitaria outros mundos. Deixaria de ser menino, passaria rápido pelo jovem, aproveitando seu vigor e me aninharia no adulto, mesmo tendo apenas poucos anos. Ser adulto é questão do Espírito, não do corpo. Olhei lá na frente, num futuro distante, procurando o velho e não o encontrei. Vi o jovem qual Príncipe do grande Reino de Deus. Então entendi Sua insistência por mim. Noutra viagem eu de novo O vi. Era claro, brilhava feito mil sóis e eu me entendi com Ele, para sempre, sem ser menino, jovem ou adulto, muito menos velho. Um ser perene transmutando ora numa forma, ora noutra, num constante crescer. Num constante ser bom, ser belo, ser puro, ser cristo!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Oi Jesus, eu sou o Zé

Yo me pregunto


Hoy es viernes y contemplando a Cristo en la Cruz, reflexionando sobre los días previos, yo me pregunto qué habría hecho. ¿Negar? ¿Silencio cómplice? ¿Huir? ¿Mirar impotente? ¿Alzar la voz? ¿Defender hiriendo a Malco y dejar que Jesús obre el milagro? ¿Simplemente llorar y esperar?
No lo sé, no estuve allí. Estoy aquí y ahora. Mi momento es el actual y mi lugar allí donde vivo, un lugar inmenso al habitar también las redes sociales. Éste es el momento de la historia del hombre en el que el Señor quiso que yo estuviera. Esa es la realidad, la actuación, la opción, son sólo mías; el libre albedrío para señorear de manera absoluta nuestras decisiones.
La realidad histórica de mi país, de mi ciudad, es muy similar a circunstancias ya vividas por generaciones anteriores. La diferencia, que no es poca, es que la tecnología, internet, las redes sociales, nos acercan las injusticias, las humillaciones, el arrinconamiento, unas veces abierto y otras sutil, de lo cristiano, de los cristianos. La historia parece ser cíclica, como para dejar patente el empecinamiento del hombre en sus propios errores; el maligno montado en una noria. Sin embargo, en esos ciclos repetitivos de la historia yo prefiero ver oportunidades, precisamente para que la humanidad como tal, y el pueblo de Dios en concreto, enmende actitudes, corrija errores, desate estructuras, elimine injusticias, afiance conceptos, y pueda avanzar en la construcción del Reino.
Yo no soy de callar. El silencio me parece cómplice. Creo que son momentos de visibilidad. Hacerse visible con normalidad y con la alegría que debe desprender nuestra fe. Callar es no defender a los débiles, a los agraviados. Callar es no corregir al que yerra. Callar es claudicar ante la injusticia.
Visibilidad en nuestra vida diaria, con nuestra propia vida y con la palabra. Visibilidad optimista, alegre, confiada, acogedora, armoniosa, pacífica y contundente.
Hoy, viernes de Cuaresma, orando a los pies de la Cruz, yo me pregunto qué hago. Y, a los pies de la Cruz, elijo no callar, pero tampoco herir a Malco. Soy más de Jeremy Irons en La Misión, Custodia en mano, que de empuñar las armas. Pero callar, jamás.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

ALMA GÊMEA música espírita

O EMPLACAMENTO DO APARÁ


Sim, meus irmãos! Como é difícil sentir-se digno de ser um receptáculo da majestade divina! A consciência que tanto os protege na incorporação, também fomenta a dúvida e aumenta ainda mais a já tão grande responsabilidade.

Visando trazer um pouco mais de esclarecimento para este tão extenso tema, volto a tecer alguns comentários sobre o desenvolvimento do Apará.

É preciso todo o carinho e segurança ao tratar com estes médiuns responsáveis pela Voz Direta. Principalmente com os Ajanãs, que por sua condição masculina e predisposição natural a liderança, sentem-se inicialmente confusos com sua tão distinta participação em nossa Doutrina.

O Doutrinador tem a função de comando, de dirigir e expandir seu espírito científico, mas o Ajanã foi poupado da responsabilidade dos comandos para carregar em suas costas unicamente a missão que lhe é confiada. Não necessitando se imiscuir em outros problemas. Deve ter a tranqüilidade de não precisar preocupar-se com todo o restante, vai ao templo apenas para transmitir as mensagens do céu e ser o portador do equilíbrio vindo da espiritualidade Maior. Por isso o grande risco de desarmonizar um Ajanã, que Tia tanto recomendava.

Suas dúvidas, quase todas decorrentes de sua responsabilidade e consciência, por vezes atrasam seu desenvolvimento, e mesmo depois de emplacados ainda sentem certo receio de ir aos Tronos. Não por não confiarem em suas Entidades, mas sim por muitas vezes não se considerarem dignos ou capazes de tão grandiosa missão.

Para que um Ajanã seja formado e desenvolva verdadeiramente todo o seu potencial, é preciso muito carinho, compreensão e segurança dos Instrutores. Explicar claramente que o primeiro passo é sempre dele, que a Entidade o respeita profundamente e jamais irá tomar uma posição agressiva fazendo com que ele incorpore! Só vai incorporar se quiser, se sentir seguro. Os movimentos, as primeiras saudações e palavras, são claramente inspiradas e saem pela vontade do Apará.

Incentivar o médium a soltar a voz é fundamental! Nem que seja para repetir durante toda a incorporação no desenvolvimento apenas “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”. A energia do aparelho deve ser liberada para que possa ser manipulada.

Muitos médiuns de incorporação, ainda em desenvolvimento, se calam por ouvir somente em sua cabeça a mesma frase. Mas isso é parte do desenvolvimento! A Entidade o inspira a repetir constantemente a mesma frase ou saudação para que emita a energia que está acumulada e precisa ser manipulada. É isso! Sim, é necessário que o aparelho fale! Jamais um Instrutor pode questionar porque a Entidade só diz a mesma coisa, isso faz parte do processo. A energia emitida é trabalhada pela Entidade em favor do próprio aspirante.

Dizer o nome da Entidade, no início, por vezes também é fator de preocupação desnecessária. Normalmente o primeiro nome que vem na cabeça é o nome projetado pela Entidade. Lembremos que a entidade se apresenta em uma roupagem, e o nome pertence a esta roupagem que ela está usando. Muitos espíritos que se apresentam como Pretos Velhos, nunca tiveram uma encarnação como escravos. São mentores de luz que “vestem” esta roupagem, característica de nossa Corrente, para se apresentarem em conformidade com nossa leis. Portanto não há nenhum dano se você disser o “nome errado”. Seu mentor já superou há muito tempo a fase da “mágoa”. Ele estará a sua disposição, e se necessário, outro nome virá mais tarde, às vezes somente na hora do emplacamento é que vem um nome diferente, e por vezes com o mesmo tônus energético.

As primeiras mensagens são realmente difíceis! Parecem vagas, um tanto superficiais, e muitas vezes acabam novamente gerando dúvidas no Apará. A missão do Instrutor é esclarecer que isso também faz parte do processo natural de desenvolvimento. Seria maravilhoso poder incorporar e já sair dando aquelas maravilhosas mensagens que lemos nas cartas de Tia Neiva, ou ouvimos em gravações. Mas tudo isso é um processo de confiança e entrega. A Entidade, além de usar sua energia para realização do trabalho, também tem eu adaptar-se a sua mente, aos seus conhecimentos, para inspirar as mensagens de acordo com sua possibilidade inicial. Caso chegasse aos seus ouvidos uma mensagem com palavras eruditas e desconhecidas para você, será que teria coragem de falar o que você não conhece? Não questionaria se aquilo não é interferência? Pois bem, sabendo disso, as Entidades usam palavras que provem de sua mente. Isso inicialmente, pois com o tempo, com a sua segurança e confiança, passará a receber mensagens cada vez mais elaboradas e que só serão compreendidas pelo próprio paciente e pelo Doutrinador.

Resumindo... Solte a voz, libere-se dos preconceitos, medos e orgulhos! Quando estiver desenvolvendo não tenha medo de nada, erre se necessário for, mas não deixe de seguir a intuição. Caso fale alguma saudação que não seja condizente, ou dê o nome de uma entidade que soe estranho demais para nossa Corrente, receberá a orientação para que na próxima vez também atente para este pequeno detalhe. Está em desenvolvimento e são naturais as confusões até mesmo sobre a energia que está presente. Um Preto Velho batendo no peito igual ao Caboclo... Sim, os dois, Preto Velho e Caboclo estão ali presentes e o médium em desenvolvimento capta as duas vibrações e ainda não consegue separá-las, então acontece.

Para maior conforto ainda... Observe o desenvolvimento de um Doutrinador: Quantas vezes têm que repetir o passe magnético para que acertem? E quantos ainda acabam errando justamente na hora do emplacamento? O Apará também tem suas dificuldades e vai errar no principio como qualquer aspirante.

domingo, 21 de fevereiro de 2016

A caridade - Música Espírita

CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA



CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, ao vosso Coração Imaculado nos consagramos, em ato de entrega total ao Senhor. Por Vós seremos levados a Cristo. Por Ele e com Ele seremos levados ao Pai. Caminharemos à luz da fé e faremos tudo para que o mundo creia que Jesus Cristo é o Enviado do Pai. Com Ele queremos levar o Amor e a Salvação até aos confins do mundo. Sob a proteção do vosso Coração Imaculado seremos um só povo com Cristo. Seremos testemunhas da Sua ressurreição. Por Ele seremos levados ao Pai, para glória da Santíssima Trindade, a Quem adoramos, louvamos e bendizemos. Amém.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

BEM AVENTURADOS OS MANSOS E PACIFICADORES

Olá a todos!


Neste mês de fevereiro tenho a oportunidade
e o prazer de conduzir o "Estudo Mensal"

O tema deste mês
segue o estudo das bem aventuranças
e também chamado por muitos
como: O sermão do Monte.

O Cristo nos conclama neste espaço específico de seu discurso
a aplicação total da educação
Ensina nos O Cristo a importância da moderação, do respeito, do bom trato, da doçura,
da fraternidade...

O Cristo prega o amor e exemplifica com toda a sua sublimidade

A Doutrina Espírita na vós dos espíritos,
Nos reforça este ensinamento do Cristo.

Fala nos da importância dos valores espirituais
Não nos isentando da nossa responsabilidade para com a vida terrena

Nos ensinam a submissão a lei de amor e caridade
A Confiar na Providência Divina

Com esta oportunidade
Quero se possível for

Conduzir este estudo com dedicação e responsabilidade que me é devida

Aos participantes deste estudo:

Meus mais sinceros votos de carinho e incentivo 
Para que todos possamos praticar
a humildade para com Deus e a caridade para com o próximo 
e consecutivamente ante valiosos ensinos,o respeito a nós mesmos.

Agradeço A todos

Que o Cristo nos ilumine
e os Bons Espíritos nos amparem

Graças a Deus !

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Causa e Efeito



Lei da Retribuição

Quem semeia vento colhe tempestade.
Quem semeia felicidade colhe alegria.

Ao escolher um ou outro caminho, você cria o futuro, que começa aqui e agora.

Você já deve ter perguntado: “Por que isso está acontecendo comigo?”
A resposta nem sempre fica evidente. É provável que vasculhar na memória algumas de suas atitudes ajude a descobrir o motivo.

A cada instante fazemos escolhas que determinam nosso destino.

Assim preconiza a lei da causa e efeito, segundo a qual a felicidade está na sabedoria de fazer espontaneamente aos outros o que desejamos para nós.

É o resultado das ações dos homens e de suas consequências.

Na escola, como na vida, aprendemos que para cada ação existe uma reação igual e contrária.
Toma lá, dá cá.

Para o bem ou para mal, nossas atitudes retornam de maneira implacável e às vezes em diferentes contextos.

Nada do que se deve ao Universo fica sem ser pago.

Há que se ter uma disciplina ferrenha para ficar atento a nossas ações e reações, pois muito de nosso jeito previsível reflete condicionamentos arraigados.
Por conta deles, acionamos respostas automáticas.

Ao sofrer um insulto, por exemplo, é bem provável que você se ofenda.
Mas, lembre, o contrário também é possível.

Atitudes que parecem impensadas influenciam a energia ao nosso redor e, por extensão, o futuro.
Conscientize-se de seus atos.

Tente entender quais serão as consequências da sua escolha e se ela trará felicidade tanto para si quanto para os outros envolvidos.

Perceba a linguagem do corpo. Um nó na garganta ou um aperto no coração podem ser o sinal do Universo para seguir outro caminho.

Meditar é uma saída melhor do que pagar o débito com uma boa dose de sofrimento.
É como lavar roupa em um rio: a cada mergulho, saem algumas manchas.

Dar nova expressão à experiência aparentemente negativa é outra maneira de quitar as dívidas.

Procure reconhecer as causas do ocorrido, assimilar a mensagem e torná-la útil a seus semelhantes.
Assim, você usa a semente de oportunidade e ata essa semente a seu propósito de vida.

Observe as escolhas que fará e tenha noção delas. Diariamente e a todo momento, leve em conta que se preparar para o futuro significa se conscientizar do presente.

Procure sempre estar atento às consequências de sua escolha e se trará satisfação e felicidade a você e a todos que sejam afetados por ela.

Oriente-se pelas mensagens manifestadas por seu corpo,  principalmente o coração.

Sensações de vertigem e cansaço indicam que o caminho está errado. Sensações de conforto e prazer indicam que a escolha é abençoada.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

16 SINAIS



DE QUE VOCÊ TEM HABILIDADES DE CURA ESCONDIDAS

Todo mundo tem o potencial de ser o que quiser e influenciar o mundo da maneira que deseja. Não há como negar que cada pessoa tem certos atributos que foram alimentados mais do que outros. Se feito de propósito ou inconscientemente, é importante que sejamos capazes de diagnosticar os nossos pontos fortes e atender às nossas fraquezas.

Curandeiros estão presentes em todas as sociedades e nunca são procurados até que as circunstâncias nos obriguem. Esta falta de foco deixou potenciais curandeiros em um estado de não reconhecimento. Precisamos de curandeiros mais do que nunca. Abaixo está uma lista de características comuns aos curandeiros. Examine-se e veja se você se encaixa!

1. Frequentemente te dizem que estar perto de você é tranquilizador


2. Você e as pessoas em estreita proximidade física à você raramente ficam doentes.


3. Você está constantemente pensando em como melhorar a vida das pessoas.


4. Você provavelmente foi diagnosticados com transtornos de ansiedade, pânico ou humor.


5. Você é altamente empático, a tal ponto que perturba a sua vida social.


6. Você tem uma história familiar de curadores. Seus antecessores podem ter sido médicos, terapeutas, assistentes médicos, manifestantes humanitários, veterinários ou orientadores. Qualquer coisa que ajudasse a condição humana.


7. Você anda em espaços públicos com borboletas no estômago e sentidos aguçados.


8. Você tem jeito com os animais. Eles reagem a você com mais calma ou apenas ficam felizes em vê-lo.


9. Estranhos derramam suas vidas para você sem aviso prévio.


10. Você é ótimo em massagens, mesmo que nunca tenha tido orientação para isso.


11. Você sente dor no pescoço e ombro muitas vezes.


12. Você deleita-se quando está do lado de fora.


13. Você é atraído por cristais e interessado em suas propriedades.


14. Você é interessado em ciências espirituais: Reiki, cura energética, xamanismo, acupuntura, entre outros.


15. Seu alto nível de consciência significa que você é sensível a certos alimentos e bebidas. Você pode muitas vezes ter dores de cabeça ou problemas digestivos.


16. Você às vezes sente calafrios aleatórios, calor irradiando de seu núcleo, ou as palmas das mãos formigando e pulsando.


Os principais elementos de um curandeiro se resumem à alta sensibilidade em vários comprimentos de onda, a capacidade de manifestar as energias, o sentimento altamente enfática e um desejo de ajudar aqueles que o rodeiam. Não existe uma teoria ou caminho para desenvolver esses sentimentos. Você terá que examinar onde está na vida e atacar como seus recursos permitem. Felizmente, não é preciso muito para fazer a bola rolar em termos de cura. Tudo no universo se esforça para ser saudável e feliz, só precisamos ser lembrados disso.

¿Cómo lo llevas?

Carne
Qué ¿Cómo lo llevas? Viernes después de Ceniza. Apenas acabamos de comenzar a caminar hacia la Pascua y ya es viernes, el primero de esta cuaresma. Ya sabéis, hoy nada de carne.
Sí, parece una tontería hoy en día eso de la carne. De acuerdo; o no. Pero por qué no le dotamos de sentido. Realmente la obediencia en sí misma puede ser parte del camino de la propia libertad, y curiosamente la primera lectura de hoy nos habla de abrir las prisiones; significativo que las adjetive. No todas las prisiones, ni cualquier prisión: “Abrir las prisiones injustas…” Pues quizás sea buen momento para abrir el cepo de nuestro corazón y combinar ese acto que en nuestro mundo actual nos puede parecer superfluo con algo más. Prescindir de la carne y algo más. Así se lo enseñamos en casa a nuestras hijas; así tratamos de vivirlo en familia. Abstinencia y entrega. Del desierto iniciado el miércoles, desierto compartido, a la entrega.
¿Por qué no intentamos que ese “algo más” sea nuestro ofrecimiento como meros instrumentos? Sí, simples instrumentos. Dejar que Dios nos use, nos utilice. Una buena opción podría ser dejar que el Señor nos use para amar. Que otros sientan hoy el amor de Dios a través de nosotros mismos, de nuestras manos, de nuestro tiempo, de nuestra escucha, de nuestra sonrisa, de nuestra compañía, de nuestro consejo o nuestro silencio, de nuestro abrazo, de nuestra comprensión aunque ni entendamos, de nuestra mirada. Que otros sientan hoy que son importantes para el Señor porque lo son para nosotros. Y con alegría. Si el miércoles se nos reconocía por la ceniza en la frente, que hoy se nos reconozca por la sonrisa, la luz de la mirada y, sobre todo, por ser cauce de Amor.
Yo completaré mi día habitual con el Vía Crucis en mi parroquia y a las 20:30h celebraremos una “cena del hambre”.  Luego, pero muy luego; después, pero mucho después, ya iré pensando en aquello que pueda cambiar, que deba ir cambiando. Hoy prefiero dejarme para el último lugar. Vuelta al silencio, al desierto...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Espelho Mental



"6. O espírito que se comunica por um médium transmite diretamente seu pensamento, ou esse pensamento tem por intermediário o espírito encarnado do médium?

É o espírito do médium que o interpreta, porque está ligado ao corpo que serve para falar, e é preciso um laço entre vós e os espíritos estranhos que se comunicam, como é necessário um fio elétrico para transmitir uma notícia ao longe, e no fim do fio uma pessoa inteligente a recebe e a transmite". (L.M. - Cap. XIX, Segunda Parte, item 223)  







Os Espíritos foram claros ao dizer que o espírito do médium é o intérprete de seus pensamentos.

Sendo intérprete dos pensamentos dos espíritos comunicantes, é natural que a mensagem transmitida contenha algo do médium, assim como o espelho que reflete uma imagem o faça de acordo com as suas possibilidades.

Um espelho embaçado ou partido evidentemente refletirá imagem com tais distorções, embora o objeto refletido se mantenha íntegro.

O espelho mental do médium, portanto, é de fundamental importância no processo das comunicações intelectuais.

Semelhante às águas de um lago, o médium necessita zelar pela sua serenidade mental, para que a mensagem dos espíritos se reflita com a fidelidade possível.

É importante que o medianeiro, principalmente nas horas que antecedem uma reunião mediúnica, se preserve de abalos emocionais, de conversas desgastantes, de leituras exaustivas, de programas televisivos ou radiofônicos.

O ideal seria que o médium, preparando-se para uma tarefa, pudesse ouvir alguma música suave, de preferência orquestrada.

É lógico que a preparação maior do médium deve acontecer no dia-a-dia; mas, como sobre a Terra ninguém consegue fugir às lutas, poucas horas em que ele consiga se isolar dos problemas serão de grande valia para que os espíritos não encontrem tantos obstáculos mentais...

Compararíamos, ainda, a mente do médium a uma janela do tipo veneziana. Não raro, os nossos pensamentos conseguem alcançá-lo somente através de algumas poucas frestas... E devemos nos contentar com essa reduzida possibilidade, como igualmente o médium.

Muitos medianeiros manifestam a sua contrariedade por não lograrem resultados mais positivos com as suas faculdades; ora, se eles não nos oferecem melhores condições de trabalho, com que direito esperariam mais de nossa parte?!...

Diremos mesmo, sem qualquer preocupação com a modéstia, que nós, os desencarnados, até temos feito muito, em face das condições de trabalho que nos são oferecidos.

Às vezes, para conseguirmos escrever algumas linhas por dia através de um médium psicógrafo, precisamos postar-nos junto a ele quase que dia inteiro, à espera que encontre tempo para nós e nos ofereça sintonia.

Os confrades espíritas reclamam da pequena produção de romances mediúnicos, mas onde estarão os médiuns que, além de predisposição natural para Literatura, tenham paciência suficiente para recebê-los?!...

Para muitos espíritos, tem sido desanimadora a tarefa de tutelar um médium.

Além destes obstáculos apontados por nós, existem aqueles outros que se encarregam de criar os espíritos interessados em conturbar o intercâmbio positivo entre os dois mundos.

A facilidade com que os médiuns refletem os pensamentos dos espíritos infelizes é impressionante! Acontece, inclusive, que pelas "frestas da veneziana" a que nos referimos o médium, oscilando na sintonia, capte ao mesmo tempo, ideias que lhe são sugeridas pelos espíritos amigos e ideias que lhe vêm dos espíritos perturbadores. Por isto, numa mensagem podemos encontrar um pensamento de grande conteúdo filosófico e outro constituído de banalidades.

Para entendermos melhor o fenômeno a que acabamos de nos referir, recorramos à imagem do rádio em que uma emissora vê-se "invadida" por outra em sua própria frequência...

A frequência mental em que o médium procura manter-se em sintonia, estável em suas emoções, tem significado fundamental na mediunidade.

Como percebemos, o assunto é complexo, mas não devemos nos entregar ao desalento.

A mente vige na base de tudo, e, se queremos êxito em nossos empreendimentos, busquemos o equilíbrio.

Só de os médiuns tomarem consciência do que expomos será de grande proveito, porque, assim, poderão manter-se vigilantes e aprender a "selecionar" as ideias que captam.

Creiam que nós, espíritos comunicantes, também estamos sujeitos a essas oscilações mentais e não é igualmente sem grande esforço que conseguimos sustentar a sintonia na transmissão que desejamos.







Livro: Somos Todos Médiuns, Capítulo 18, por Carlos A. Bacelli/Odilon Fernandes.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

O BÔNUS-HORA


Muitas vezes falamos de Bônus e não temos uma noção precisa do quê se trata. Tia Neiva esclareceu que é uma “moeda espiritual”, que permite ao recebedor gozar de benefícios espirituais. No plano físico também se pode atenuar uma cobrança com os bônus acumulados, em função de trabalhos espirituais, e “negociados” pelo nosso Mentor.

Dessa forma podemos considerar os Bônus como o nosso tesouro, a única riqueza que conseguimos acumular em depósitos celestiais.

Obviamente não se pode considerar como um pagamento, pois não depende apenas de um trabalho realizado, um bônus só é conquistado quando a energia doada é entregue com amor e consciência.

Quem recebe os bônus na verdade é o seu Mentor, pelo trabalho que realiza sob o nosso intermédio. Sendo um Espírito de Luz, deposita fielmente a parte que nos cabe de acordo com nossa verdadeira vibração no trabalho. Quando necessitamos passar por uma cobrança mais “pesada”, nosso Mentor pode, através de nossos bônus conquistados, aliviar sua intensidade, resgatando aquele débito pelo amor que já demonstramos.

Os bônus são pequenas células de energia vital que vão se desagregando de um para o outro, fortalecendo nosso Sol Interior, rejuvenescendo nossas células.

 “Quero deixar bem esclarecida a Vida além do mundo físico. Fui levada por Humarram, há muitos anos, para ver o quadro de uma enorme família que chegava da Terra. Interessante aquele grupo que viera por força de um desencarne em massa. Todos se organizaram: chegaram ricos e logo compraram suas mansões.

Perguntei a Humarram:

- Onde conseguiram dinheiro?

- Conseguiram na luz dos seus bônus! – respondeu meu mestre.

- E o que fizeram para ganhar bônus?

- Fizeram amigos na Lei do Auxílio, respeitosamente tiveram suas consagrações ou sacramentos; com respeito e amor ajudaram os outros; tiveram tolerância com seus vizinhos e demais comportamentos que não fizeram sofrer os outros’’

Tia Neiva, em 11 de setembro de 1.984
**************

 “…Notando que a senhora Laura entristecera subitamente ao recordar o marido, modifiquei o rumo da palestra, interrogando:

- Que me diz do bônus-hora? Trata-se de algum metal amoedado?

Minha interlocutora perdeu o aspecto cismativo, a que se recolhera, e replicou, atenciosa:

- Não é propriamente moeda, mas ficha de serviço individual, funcionando como valor aquisitivo.

- Aquisitivo? – perguntei abruptamente.

- Explico-me – respondeu a bondosa senhora -; em “Nosso Lar” a produção de vestuário e alimentação elementares pertence a todos em comum. Há serviços centrais de distribuição na Governadoria e departamentos do mesmo trabalho nos Ministérios. O celeiro fundamental é propriedade coletiva.

Ante meu gesto silencioso de espanto, acentuou:

- Todos cooperam no engrandecimento do patrimônio comum e dele vivem. Os que trabalham, porém, adquirem direitos justos. Cada habitante de “Nosso Lar” recebe provisões de pão e roupa, no que se refere ao estritamente necessário; mas os que se esforçam na obtenção do bônus-hora conseguem certas prerrogativas na comunidade social.

O espírito que ainda não trabalha, poderá ser abrigado aqui; no entanto, os que cooperem podem ter casa própria.

O ocioso vestirá, sem dúvida; mas o operário dedicado vestirá o que melhor lhe pareça; compreendeu?

Os inativos podem permanecer nos campos de repouso, ou nos parques de tratamento, favorecidos pela intercessão de amigos; entretanto, as almas operosas conquistam o bônus-hora e podem gozar a companhia de irmãos queridos, nos lugares consagrados ao entretenimento, ou o contacto de orientadores sábios, nas diversas escolas dos Ministérios em geral.

Precisamos conhecer o preço de cada nota de melhoria e elevação. Cada um de nós, os que trabalhamos, deve dar, no mínimo, oito horas de serviço útil, nas vinte e quatro de que o dia se constitui. “….

Chico Xavier em “Nosso Lar”
Kazagrande

O Interoceptível



Muito se fala sobre interoceptível, mas poucas vezes encontrei algum médium que realmente tenha compreendido do que se trata. Estes dias um leitor observou o termo postado em uma carta de Tia Neiva, que acompanhou o primeiro texto sobre as emissões, e questionou-me sobre o assunto. De modo que creio que é o momento de desmistificar a palavra e traduzi-la para a compreensão da maioria.

Interoceptível é um mecanismo bio-espiritual de equilíbrio de forças. Está complicado?

Vamos simplificar mais então!

Primeiro é necessário entender a diferença entre energias e forças, termos distintos, mas muitas vezes empregados como sinônimos.

As forças nos chegam ao abrirmos nosso canal de emissão. Chega pura da espiritualidade, cabendo a nós, ao unir-la a nossa mediunidade, transmutá-la em energia positiva. A força é neutra, não tem uma carga positiva ou negativa, por isso usei o termo “pura”.

Ao emitirmos, partimos em busca das forças para realização dos trabalhos.

O médium passa por todos estes preparos e se envolve em toda uma ritualística, para que possa colocar-se em condições elevadas de padrão vibratório, e assim transformar estas forças em energia positiva, apropriadas para a Cura Desobsessiva.

Assim entendemos que Energia, na verdade, é a força já em condições de realizar Trabalho.

Interoceptível é um centro de equilíbrio de forças que serão revertidas em energia. É o mecanismo através do qual as forças que recebemos por meio de nossos chackras “da Vida e da Morte” serão equilibradas e convertidas em energia positiva ou, negativa...

As forças nos chegam pelos dois chakras - o da Vida e o da Morte (Jeovah Branco - a Vida - e do Jeovah Negro - a Morte), situados em nossas têmporas direita e esquerda, respectivamente, passando pelo Interoceptível, onde são equacionadas de forma que possam servir ao Trabalho Mediúnico. Veja que estou abordando a questão sob um aspecto claramente mediúnico, e sob a visão de nossa Doutrina, que não se restringe aos famosos “7 chackras”.

O Interoceptível deve manter estas forças em perfeito equilíbrio.

Quando recebemos as forças, elas estão em um estado natural de neutralidade, e a função do Interoceptível, além de manter este equilíbrio, é permitir que sejam aproveitadas positivamente.

Nosso padrão vibratório é que determina como estas forças serão transmutadas em energia. Se estamos mediunizados, e verdadeiramente concentrados na realização da caridade desinteressada, a energia será positiva e útil à cura desobsessiva.

Do contrário, se estamos dispersos, ou envoltos pelos pensamentos do dia a dia, ou por alguma negatividade do padrão, as forças se convergem para o lado negativo, liberando uma energia prejudicial a nós mesmos e a todos que nos cercam.

Ao perder a concentração no trabalho que executa, o poder de equilíbrio do Interoceptível se anula. Por isso tantos detalhes a serem considerados durante um trabalho espiritual. Todos com uma função de também contribuir para a necessária atenção do médium.

Assim, como o Trino Tumuchy nos ensinava, o Interoceptível é o volante do equilíbrio do ser humano.

Nossa energia é emitida na forma de ectoplasma, resultante do agregar das forças espirituais com nosso magnético animal.

Se ao nos dedicarmos ao trabalho estamos com pensamentos negativos, desanimados, sujos, quando realizar a evocação, entramos em desequilíbrio, por deixar de contar com o eficiente mecanismo do interoceptível.

A recepção, no interoceptível, é controlada pela curvatura das mãos. Os dois braços levantados funcionam como dois guias que jogam o feixe de energia para dentro de nós. Se, recebendo esta força toda, tivermos pensamentos contrários, nossa alma vagando por aí, entramos em desequilíbrio e não poderemos conseguir as coisas. Salve Deus!

Como trabalhamos com o lado emocional e intelectual, mesmo estando ligados a nossa individualidade, seu Interoceptível estabelece o equilíbrio de seu pensamento.

Porém o seu interoceptível passa pela sua coluna, pelo seu coração, pelo seu estômago, etc., produzindo, aí, o aspecto emocional, e ele precisa trabalhar dentro de emoções equilibradas.

Assim, se você tem um aborrecimento qualquer, você tem que racionalizar, utilizando sua cabeça. Não espere que as condições do mundo melhorem. Ao contrário, você deve é se preparar para emoções cada vez maiores e mais intensas.

A manutenção da ordem da sua alma é um problema de conscientização. O Jaguar, hoje, não pode mais permitir os desatinos de sua alma, os pensamentos ruins, leviandades, para evitar o desequilíbrio do seu Sol Interior.

Bem, sobre Sol Interior, Ectolítero e Ectolítrio escreveremos em outro texto.

Cabe ainda acrescentar que na ionização, molhamos os dois chakras receptores com os dedos ampliando a capacidade de recepção e ao mesmo tempo protegendo-os.

Kazagrande

Todos somos livres para obter a força do equilíbrio da razão, insinuando, à vezes, um falso comportamento, logo acusado pelo seu INTEROCEPTÍVEL.

Sim, o Interoceptível é a linha de comando da vida e da morte!

Se o Homem, em toda a sua estrutura, pudesse pesar somente para envolver os grandes espíritos... Nada, ninguém está só. Cada criatura recebe de acordo com aquilo que dá. Devemos ter a mente sempre segura. A mente enferma produz o constante desequilíbrio. Não constrói. Acontece, então, a desagregação das células do Interoceptível, afetando o corpo físico, porque o corpo espiritual é quem organiza e mantém o corpo humano. Contém as idéias, diretrizes, a estrutura, as funções biológicas e psicológicas dos vivos.

É incrível as coisas que se desagregam em virtude da mente conturbada. Este fenômeno de manter a individualidade - a conservação ou reprodução da alma - depende da disposição afetiva, caráter, gostos, inclinações elevadas com amor e raciocínio.
Tia Neiva, sem data



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Sim, filho, o desenvolvido recebe sua emissão.

Emissão é um canal na linha horizontal, que capta as forças que atravessam o neutrom.

O médium desenvolvido é responsável por dois canais de emissão que se cruzam e estão ligados em seu Interoceptível, formado o seu equilíbrio na conduta doutrinária.

...

Sim, o Interoceptível é como uma balança, cujo fiel é nossa cabeça. Pesando só terra, entra em desequilíbrio!

Tia Neiva, em 8 de abril 1979



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O corpo físico é ornamentado pela herança transcendental, que é o charme.

Quando fazemos consagrações estamos justamente buscando nossas heranças.

...

Quero lembrar-lhe que nem toda força que se desagrega é tudo de bom, como acontece em nossos plexos.

Existem em nós forças em pontos vitais que quando se desagregam é tudo de mal!

Lembre-se do interoceptível e as forças incríveis que se desagregam quando nós nos desequilibramos. Nem preciso explicar: é tudo de mal!  
               
Tia Neiva, em 06 de junho de 1984