segunda-feira, 31 de março de 2014

ENCONTRO


ANODAI é a força da Lua, diluída no perfume que impregna os chakras da vida e da morte, ativando-os e 

fazendo com que a percepção e a sensibilidade do médium sejam ampliadas, promovendo a força centrífuga. Molhando os polegares no perfume, o médium fricciona suavemente seus chakras da vida e da morte, localizados entre os olhos e orelhas, mais conhecidos como "têmporas", depois abre o plexo e emite:

"ÓH SIMIROMBA MEU PAI! ME CONSAGRE E ME IONIZE DE TODO E QUALQUER MAL"

Com o uso por parte dos médiuns do ANODAY (SAL) e do ANODAI (PERFUME)forma-se o

cruzamento das forças do Sol e da Lua chamado ANODAÊ, processo de mediunização necessário aos médiuns para os trabalhos e sandays da Doutrina do Amanhecer. Após fazer sua preparação na Pira o médium deve ir até o Castelo do Silêncio e se ANODIZAR, promovendo o ANODAÊ junto às chaves do Sal e do Perfume, para depois de sua concentração estar apto à qualquer trabalho que se faça necessário. A chave do perfume supra negritada é a busca também da proteção de nossos trabalhos no sentido de evitar ou minimizar a força de impacto de nossas tristes vibrações para com nossos próprios irmãos de jornada que por vezes faz parte de nossas vidas, em aprendizado constante...


Tia Neiva em sua vida mediúnica no Vale do Amanhecer sempre esteve desde o início cercada por fragrâncias de Eucaliptos que circundavam a área do Templo-mãe, Rosas que eram suas flores preferidas e de um perfume antigo chamado "Maderas do Oriente", o qual ficou característico pelo uso nos Templos e seus Rituais.





"O ENCONTRO COM OS FAMILIARES DESENCARNADOS"


"Para que se entenda, uma das maiores dores, pelas quais passa um ser humano, é a perda de um parente ou de um ente querido.
É um dos momentos em que se sente a necessidade de buscar o lado espiritual da vida, ansiando por um “contato”, uma comunicação que possa tranquilizar os familiares e aplacar um pouco a grande saudade que se sente com a perda.
Em nossos atendimentos nos Templos do Amanhecer, diariamente encontramos pacientes angustiados por um contato. Mesmo médiuns, com anos de casa, ao depararem-se com a situação, ficam ansiosos, esperando uma resposta e por vezes questionando a Espiritualidade.
Por este motivo venho esclarecer sobre assunto.
Meus irmãos e irmãs, Salve Deus! Para que se possa obter uma comunicação com um familiar, existem fatores que devem ser considerados e inevitavelmente pesados na balança, antes de qualquer revolta:
As condições espirituais da pessoa desencarnada;
O merecimento dos envolvidos;
A afinidade do médium que realizará a comunicação, e,
Fundamentalmente a utilidade desta comunicação, pois tudo que provêm da Luz deve ser útil!
Abordemos separadamente cada um destes quesitos:
Um espírito ao desencarnar passa por um período de adaptação.
Um novo “corpo”, uma nova realidade. É outra vida! Existe uma consciência transcendental a ser despertada, as lembranças de outras vidas, de outros familiares... O nível de apego do ser, que deixou na vida física, é que vai determinar o tempo que durará este período de adaptação. Por isso, muitas vezes a comunicação torna-se prejudicial, pois faz com que o espírito reforce sentimentos e consequentes apegos, retardando seu processo de adaptação à realidade espiritual que agora vive. Existem aqueles que libertam-se das “amarras” físicas e emocionais rapidamente, mas é um processo que pode durar de horas a anos e anos.
Uma comunicação é uma dádiva dos céus! Por isto existe o fator “merecimento” envolvido. O merecimento tem que ser de ambas as partes. Do espírito, já liberado de seus apegos e verdadeiramente encaminhado no plano espiritual; e da pessoa que solicita esta comunicação... Quais as intensões? Existe pureza no pedido? A pessoa que pede a comunicação terá o merecimento de movimentar toda uma estrutura de proteção espiritual para trazer um espírito recém-desencarnado às condições necessárias de uma comunicação presencial? Quantos bônus (dos dois) serão necessários para tanto?...
Existe ainda a questão do preparo do médium. Não é fácil ter uma sintonia tão grande com um espírito que ainda não possui preparação para incorporar. O médium tem que ser muito puro ou muito experiente, para que, ao receber perguntas que somente aquele espírito pudesse responder, não turvar a sua mente com seus próprios pensamentos e acabar no descrédito. O médium precisa ter uma grande afinidade com o espírito para conseguir passar uma comunicação precisa.
Finalmente entra a questão da “utilidade”. Será que a comunicação será útil? Irá fazer com que a pessoa desperte para uma realidade espiritual, ou somente trará mais dúvidas? E o fator vaidade, não estará envolvido também? É preciso que uma movimentação espiritual desta grandeza possa ter uma aplicação útil e beneficie a ambos os lados. Lembremos sempre: Se é da Luz, é útil! Nada proveniente da Luz é inútil!
Por estes fatores é que, na maioria das vezes, ao pedir a comunicação com um parente, ou ser amado, nossos Mentores “dão notícias”. Contam como está a situação do espírito, mas muito raramente permitem a presença. Mesmo porque, em nossos Tronos, somente uma Entidade de Luz pode manifestar-se verbalmente. Em alguns Angicais acontecem excepcionalmente estas comunicações, mas sempre respeitando: condição, merecimento, afinidade e utilidade."
Salve Deus.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Levantamento de Forças

O EXÍLIO DO JAGUAR: Levantamento de Forças: Normalmente não publico as respostas, principalmente quando se referem a temas internos de nossa Doutrina, prefiro responder tudo por ...

quinta-feira, 20 de março de 2014

CABOCLOS



SALVE DEUS !

A “Vovozinha” atendia com sua voz tranquila ao paciente que vinha pela primeira vez. Em determinado momento dá passagem para um sofredor. A doutrina é realizada com precisão e o irmãozinho encaminhado, mas...
- AAAAIIIIIIIIIIIIOOOOOOOOOOOOOOOOOOOUUUUUUUUUUUU!!!
O Caboclo incorpora com um grande grito e literalmente esmurra o peito do Apará com tamanha violência que o paciente quase cai dos Tronos e dá um grito junto!
Vocês já imaginaram o trauma deste paciente? Será que ele vai acreditar que era uma Entidade de Luz que veio dar um passe?
Salve Deus! Meus irmãos e minhas irmãs! Um Preto Velho e mais ainda, uma Preta Velha, é ternura! Vem com “jeitinho”, falar brejeiro, com carinho vai conscientizando o paciente dos problemas espirituais que enfrenta... Fala de Deus, está sempre saudando “Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo”. O paciente de primeira vez vai ficar chocado! Às vezes tudo que o Preto Velho conseguiu quebrar (preconceitos, medos, etc) vai por água abaixo. Não foi isso que aprendemos!
O Apará tem controle da incorporação, pois é um médium consciente, isso é um ponto pacífico. Devemos esclarecer no Desenvolvimento que realmente a energia da incorporação do Caboclo é intensa. Que na maioria das vezes sente-se o ímpeto de gritar e liberar com toda força as três pancadas no peito, mas... aprendemos que nossa Doutrina prima pela elegância! Não tem gritaria de Caboclo, quem grita é o índio vivo na Sessão Branca! Lá o índio vem para falar, para gritar, para emitir seu magnético animal puro e levar a energia Iniciática que emitimos neste intercâmbio. É um índio vivo, sem a consciência de uma Entidade de Luz!
O Caboclo é uma roupagem de uma Entidade de Luz, e, portanto jamais viria para chocar um paciente, vem ajudar e não atrapalhar o trabalho de um Preto Velho. A intensidade da energia propõe, no subconsciente do Apará, a vontade de gritar para liberar esta forte projeção. Mas não é o Caboclo que grita, é o Apará! Todos nós sabemos que se você, Apará, “resolver” que não vai abrir a boca depois de incorporado, não sai nada! O Preto Velho não vai agarrar sua mandíbula e forçar que se mova. A mesma coisa é o Caboclo! O controle existe e é seu!
Existe sim a vontade, provocada pela energia que deseja se expandir, mas a Entidade respeita o paciente, suas possíveis crenças, medos e preconceitos...
Gritar não é um sinal de “força” da Entidade e tão pouco é um sinal de desequilíbrio (atenção Doutrinadores), é uma falha no desenvolvimento, que deveria ser alertada no tempo correto.
Algumas vezes os “branquinhos” observam um médium mais antigo gritando e consideram isso como o “correto”, por isso devem ser alertados sempre sobre o quê é certo e o quê são “vícios de incorporação” . Cabe aos comandantes dos grupos de desenvolvimento, alertar para tal facto.
Isto não é uma crítica, apenas um alerta!



PRECES


 PRECES


Em três momentos do dia - 12, 15 e 20 horas - , onde quer que estejamos, entramos em sintonia com as forças que emanam do Oráculo de Simiromba, através da Amacê da Estrela Candente. . São as Horas do Jaguar, nas quais trabalhamos para nós mesmos, emitindo a chave: “O SENHOR TEM O SEU TEMPLO EM MEU ÍNTIMO! NENHUM PODER É DEMASIADO AO PODER DINÂMICO DO MEU ESPÍRITO. O AMOR E A CHAMA BRANCA DA VIDA RESIDEM EM MIM! SALVE DEUS!”. Pode ser seguida pela Prece de Simiromba, com grande efeito benéfico para nós mesmos ou para quem mentalizarmos, pois, nesse momento, se deslocam as forças do Mundo Encantado dos Himalaias, junto com as de Olorum e Obatalá.
A contagem, a hierarquia, a classificação dos mestres faz-se em função de sua capacidade na manipulação dos Raios dos Oráculos e das forças cabalísticas. Não temos, na Espiritualidade, qualquer posição por prestígio ou favor. Tudo nos é concedido na Lei Divina, que dá a cada um de acordo com o seu merecimento. E esse merecimento é medido pelo amor, pela dedicação do médium, por sua humildade e por sua tolerância, dentro da perfeita conduta doutrinária, à caridade, trabalhando com sua consciência e conhecimento das Leis deste Amanhecer.
Salve Deus!

segunda-feira, 17 de março de 2014

PRÍNCIPES MAYAS...VALE DO AMANHECER

Ingestão de ÁGUA APÓS OS 60 ANOS

Assunto: Ingestão de ÁGUA APÓS OS 60 ANOS (OBRIGATÓRIO LER)


Amigos, toca a meter água (ATENÇÃO, EU DISSE “ÁGUA” !).
 Leiam e sigam os conselhos abaixo. 
Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:
-Quais as causas que mais fazem pessoas com mais de 60 ANOS terem confusão mental?

Alguns arriscam: "Tumor na cabeça". 
Eu digo: "Não".
Outros apostam: "Mal de Alzheimer". 
Respondo, novamente: "Não". 
A cada negativa a turma espanta-se.

E ficam ainda mais boquiabertos quando enumero os três responsáveis mais comuns: 
- diabetes descontrolado;
- infecção urinária;
- a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os familiares mais velhos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é.
Constantemente, sem sentir sede, deixamos de tomar líquidos.
Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.
A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo.
Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.

Insisto: não é brincadeira.
A partir dos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo.
Isso faz parte do processo natural de envelhecimento.
Portanto, menor reserva hídrica..
Mas há outro
complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água,
Pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:
Pessoas com
 mais de 60 anos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo.
Mesmo que a pessoa seja saudável, fica prejudicado o desempenho
Das reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:
O primeiro é para os MAIORES DE 60 ANOS:

Tornem voluntário o hábito de beber líquidos.
Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite.
Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi,
Laranja e tangerina, também funcionam.

O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro.
Lembrem-se disso!

Meu segundo alerta é para os familiares:
Ofereçam constantemente líquidos aos familiares com mais de 60 anos.
Ao mesmo tempo, fiquem atentos.
Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro,
Ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção.
É quase certo que sejam sintomas decorrentes de  desidratação.
"Líquido neles e rápido para um serviço médico".

Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Gostou?
Então divulgue.
Seus amigos que estão perto, ou ultrapassam os 60,  merecem saber.

 
Cuidados Médicos, depois dos 60 anos.

 

 

 



quarta-feira, 12 de março de 2014

CONDESSA DE NATARRY

Salve Deus !

Ninfa Vera Maria , aponara do Adj.Aralton,Mestre Renato Deorce e
Ninfa Lucia Helena , aponara  do Adj.Javero , Mestre Renato Christo ,representantes da Condessa de Natatarry, do Templo de Pedrta Azul,Domingos Martins,ES

A história da Condessa de Natanry, ou Condessatarry,
 começa antes do episódio da Queda da Bastilha, marco
da Revolução Francesa, entre o fim do século XVIII e início do
século XIX. Revolucionários que não concordavam com o regime
monarquista na França entravam nas casas dos nobres,
cometiam atrocidades, assassinavam as pessoas, marcavam
essas casas com cruzes de sangue.
Segundo relatos, Tia Neiva dizia que a Condessa era
uma mulher rica, poderosa, altiva e era muito influente na
sociedade francesa da época, porém seu marido foi acusado,
antes da tomada do poder, de fazer parte desse movimento
revolucionário. A condessa assistiu ao julgamento de seu marido
e mesmo com todo o seu poder e influência, o mesmo foi condenado
à morte, apesar de ser inocente. A partir deste dia, por causa
dessa injustiça, ela mudou seu comportamento e começou a
participar de todos os julgamentos que aconteciam naquela época,
lutando para que a justiça sempre prevalecesse.
No astral superior, quando um espírito se desvia do
roteiro traçado para a sua vida na Terra, existe um julgamento,
chamado de Leilão, que ocorre quando os mentores daquele
espírito, em conjunto com altas entidades, julgam se devem ou
não desencarná-lo, pois aquela conduta desviada pode acarretar
ainda mais desatinos ao seu carma. Quando a Condessa
desencarnou, a espiritualidade a colocou junto aos Leilões. Ela
ainda se veste de preto devido ao seu papel de “testemunha dos
tempos”, como também por ter sido viúva de um homem
injustiçado. Hoje é uma entidade de altíssima hierarquia e teve
várias encarnações junto aos Jaguares.
No ano de 1982, por determinação de Pai Seta Branca,
Tia Neiva iniciou o trabalho de Julgamento. Preparou, então, a
representante da Condessa Natanry, na qualidade de testemunha
dos tempos vividos pelos Jaguares, figura que tornou-se
obrigatória nos Julgamentos e Aramês, perante a qual os
prisioneiros e prisioneiras devem passar e prestarem reverência
antes de retirarem suas atacas e exês, pois representa o espírito
da justiça zelando pelo cobrado e pelo cobrador. A primeira Ninfa
preparada para representar a Condessa foi Teresinha Bastos,
que assumiu esse papel nos primeiros rituais.
Hoje, a Ninfa Normanda Zelaya é a responsável pelas
representantes da Condessa, conduz a escala e é quem presta
todas as orientações necessárias.
Ser representante da Condessa Natanry é ter o
compromisso de zelar pela sua conduta e equilíbrio perante o
corpo mediúnico, tornando-se um referencial positivo para seus
irmãos e irmãs da Doutrina do Amanhecer. Importante lembrar
que as representantes não são uma falange missionária
específica, podendo pertencer a qualquer outra falange.



CHAKRAS

Já nos primeiros passos dentro da Doutrina, você passa a ter um “Mantra" ou seja, um conjunto de gestos, sons e atitudes que lhe permitem começar a se ligar com seu mundo espiritual. Você canta “Mayanty” e, ao fazer isso, você libera seu “fluido" ou "ectoplasma". Ele vai saindo de sua boca como se fosse uma nuvem invisível e essa fumacinha vai se juntando ao ectoplasma dos outros Médiuns e ao que já existe no Templo.
Ao mesmo tempo sua "aura" vai ficando mais clara e a "parede" do seu Perispírito se torna mais límpida, mais transparente. Seus "chakras" começam a acordar e você vai recebendo de volta a mesma quantidade de fluído que você está emitindo. Só que o fluído que volta é mais sutil, cheio de vibrações positivas.
Ele atravessa seus "Chakras" e se comunica com seus plexos nervosos. (Plexos são feixes de nervos – lugares onde os nervos se cruzam).
O maior "plexo" fica situado na região do estômago, entre este e o peito. Nele você recebe e emite a maior carga de ectoplasma e é por isso que os Mestres recomendam que você ande com as mãos cruzadas às costas (mantendo esta atitude até a Elevação de Espadas, quando passa a dispor do Cruzamento de forças Evangélico-Iniciática). Com isso você expõe mais o plexo solar, esse que fica acima do estômago. Outra parte do ectoplasma, que está sendo recebido, penetra pelo alto da cabeça, pelo “Chakra" coronário. Na verdade isso pode acontecer com todos seus “Chakras" e, por conseguinte, com todos seus "plexos".
Aos poucos, você sente o resultado dessa complexa operação Mediúnica, e você começa a se sentir diferente. Sua mente clareia, você percebe em si mesmo uma excitação tranqüila, uma energia nova, uma certa leveza, uma espécie de alegria.
Na verdade, o que você sente é difícil de ser reproduzido aqui, uma vez que a experiência é só sua de acordo com você mesmo e com mais ninguém.
Essa é a experiência do princípio de comunicação de seu espírito, com você mesmo!
Daqui por diante você a cada dia aperfeiçoa mais sua capacidade de Mediunização. Com o tempo e a repetição ela se torna automática, rápida.
A partir da Mediunização, você tem pouca coisa a se preocupar, em termos de trabalho mediúnico. Você estando Mediunizado os Mentores e os Guias executam o trabalho por seu intermédio e vão lhe creditando os "bônus horas", isto é, os créditos espirituais que vão saldar suas "dívidas" desta ou de outras encarnações.
Salve Deus.



Salve Deus meus irmãos...  CHAKRAS  Já nos primeiros passos dentro da Doutrina, você passa a ter um “Mantra" ou seja, um conjunto de gestos, sons e atitudes que lhe permitem começar a se ligar com seu mundo espiritual. Você canta “Mayanty” e, ao fazer isso, você libera seu “fluido" ou "ectoplasma". Ele vai saindo de sua boca como se fosse uma nuvem invisível e essa fumacinha vai se juntando ao ectoplasma dos outros Médiuns e ao que já existe no Templo.  Ao mesmo tempo sua "aura" vai ficando mais clara e a "parede" do seu Perispírito se torna mais límpida, mais transparente. Seus "chakras" começam a acordar e você vai recebendo de volta a mesma quantidade de fluído que você está emitindo. Só que o fluído que volta é mais sutil, cheio de vibrações positivas.  Ele atravessa seus "Chakras" e se comunica com seus plexos nervosos. (Plexos são feixes de nervos – lugares onde os nervos se cruzam).  O maior "plexo" fica situado na região do estômago, entre este e o peito. Nele você recebe e emite a maior carga de ectoplasma e é por isso que os Mestres recomendam que você ande com as mãos cruzadas às costas (mantendo esta atitude até a Elevação de Espadas, quando passa a dispor do Cruzamento de forças Evangélico-Iniciática). Com isso você expõe mais o plexo solar, esse que fica acima do estômago. Outra parte do ectoplasma, que está sendo recebido, penetra pelo alto da cabeça, pelo “Chakra" coronário. Na verdade isso pode acontecer com todos seus “Chakras" e, por conseguinte, com todos seus "plexos".  Aos poucos, você sente o resultado dessa complexa operação Mediúnica, e você começa a se sentir diferente. Sua mente clareia, você percebe em si mesmo uma excitação tranqüila, uma energia nova, uma certa leveza, uma espécie de alegria.  Na verdade, o que você sente é difícil de ser reproduzido aqui, uma vez que a experiência é só sua de acordo com você mesmo e com mais ninguém.  Essa é a experiência do princípio de comunicação de seu espírito, com você mesmo!  Daqui por diante você a cada dia aperfeiçoa mais sua capacidade de Mediunização. Com o tempo e a repetição ela se torna automática, rápida.  A partir da Mediunização, você tem pouca coisa a se preocupar, em termos de trabalho mediúnico. Você estando Mediunizado os Mentores e os Guias executam o trabalho por seu intermédio e vão lhe creditando os "bônus horas", isto é, os créditos espirituais que vão saldar suas "dívidas" desta ou de outras encarnações.  Salve Deus.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Curta-metragem "O preconceito cega"


Lacordaire

Acordai, meus irmãos, meus amigos! Que a voz dos espíritos comova os vossos corações. Praticai a generosidade e a caridade, sem ostentação, isto é, fazei o bem com humildade; que cada um de vós destrua, pouco a pouco, os altares que erguestes ao orgulho; em uma palavra, sede verdadeiros cristãos e alcançareis o reino da verdade. Não duvideis mais da bondade de Deus, agora que o Senhor dela vos oferece tantas provas.



Vimos preparar os caminhos para que as profecias se realizem. Quando o Senhor vos der uma manifestação mais evidente da sua bondade, que o enviado celeste encontre em vós uma grande família; que os vossos corações, brandos e humildes, sejam dignos de ouvir a palavra divina que ele virá vos trazer; que o eleito só encontre em seu caminho as palmas deixadas pelo vosso retorno ao bem e à caridade, então vosso mundo se tornará o paraíso terrestre. (Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo VII item 11)


Jean-Baptist-Henri Dominique Lacordaire nasceu em 12 de maio de 1802 em Recey-sur-Ource, situada na região da Borgonha, França. Seu pai, médico da marinha francesa, desencarnou quando ele e seus três irmãos ainda eram bem pequenos. Por conta disso, sua mãe teve de ir para a cidade em busca do sustento da família.

Criado num ambiente tranquilo e distanciado dos acontecimentos tumultuosos daquela época, naquela região, desde tenra idade, o menino manifestava uma inteligência incomum. Com facilidade na oratória e por sua eloqüência, destacava-se perante os colegas de classe, impressionando até seus professores. Estudou no Liceu e mais tarde abraçou a escola de Direito em Dijon.

De espírito inquieto, em 1823 passa a atuar como advogado estagiário na cidade de Paris. No ano seguinte, aos 22 anos de idade, num arroubo d’alma, resolve largar tudo e entra para o seminário na Catedral de Notre Dame, como se intimamente percebesse a tarefa a que veio realizar aqui na Terra. Em 22 de setembro de 1827, é ordenado padre e, dando continuidade aos seus estudos, trabalha também como professor no Liceu Henri-IV, em Paris.

Com sua ação proeminente em seu círculo religioso, é apresentado a Lamennais e torna-se seu discípulo e amigo. Além disso, passa a escrever artigos no diário católico L’Avenir. Juntos defenderam a liberdade religiosa, a liberdade de ensino e a dissociação da Igreja ao Estado. Lacordaire realizou diversas conferências, em busca de uma nova mentalidade, nos lugares por onde passava.

Suas preleções, na Ordem dos Pregadores Dominicianos, surtiram um efeito muito grande, dividindo opiniões dentro e fora do clero católico. Apoiado pela opinião pública e contrariando os interesses tradicionalistas, num ato de coragem e fé, sustentou seus ideais até o fim.

Aos poucos foi conquistando a confiança de muitos, inclusive dos seus próprios confrades de ideal cristão. Em 1843 funda o primeiro convento da Ordem na França e, na expansão de suas atividades, sempre visando o conceito de liberdade de expressão, em 1848, lança um novo jornal, o L’Ere nouvelle (A Nova Era). Envereda também pela política como deputado, na ala esquerda da Assembléia Constituinte.

Três anos mais tarde, em 1851, após uma golpe de estado, deixa a carreira política. Entretanto, não abre mão de sua vivacidade no trato com as questões públicas e sociais. De forma inteligente troca o cenário político pelo educacional, onde passa a se dedicar plenamente à formação educacional da juventude, aceitando, em 1852, estar à frente da direção de um colégio em Oullins, localizado nos arredores da cidade de Lyon.

Um fato curioso sela a vidad deste nobre seareiro do Cristo com as manifestações espíritias. Em uma carta particular endereçada à Sra. Swetchine, em 29 de junho de 1853, ele interroga à sua destinatária se ela já vira ou ouvira falar das mesas girantes. Pois que ele já tivera contato e até mesmo se comunicado com os espíritos através dos fenômenos das mesas.

Nessa mesma carta, ele ainda revela que nutria a certeza de que, por essa forma, Deus queria proporcionar ao homem o desenvolvimento das forças espirituais e materiais. Ou seja, Lacordaire atesta a certeza do mundo espiritual e suas relações com o mundo físico. Esses relatos foram selecionados por Kardec e publicados na Revista Espírita do mês de fevereiro de 1867, no artigo intitulado Lacordaire e as Mesas Girantes.

Eleito com 21 votos, no dia 2 de fevereiro de 1860, torna-se membro da Academia Francesa. Uma das maiores honras concedidas por seu país, a coroar sua trajetória pela vida física. Permaneceu neste cargo durante pouco tempo, pois que os sinais do corpo, através da lentidão dos movimentos, já atestavam que não teria condições de permanecer por muito tempo encarnado na Terra.

Ao rezar uma missa é acometido por um derrame cerebral que o impossibilita de dar continuidade às suas atividades. Meses depois, em 21 de novembro de 1861, retorna à pátria espiritual. “Pensar é mover-se no infinito”, se expressou numa de suas inúmeras frases, assim como também perante à vida. Coragem, ousadia e persistência são marcas características desse Espírito.

Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo” encontramos três mensagens suas: O bem e o mal sofrer (capítulo V item 18), O orgulho e a humildade (capítulo VII item 11), e o Desprendimento dos bens terrenos (capitulo XVI item 14). Interessante observarmos que, traçando um paralelo dessas três comunicações, verificaremos que ele nos concita a um patamar de liberdade de pensamento muito mais amplo do que estamos acostumados a realizar.

Faz citações à fé, à perseverança e à submissão à vontade de Deus ante os enfrentamentos e as dores humanas. Concita-nos também à prática da caridade e humildade, para não repetirmos velhos comportamentos farisaicos. Mostra-nos a transitoriedade dos bens da Terra, apontando os males que o sentimento de apego e posse acarretam quando não conseguimos nos desprender dessas amarras e, ainda, nos faz entrever as alegrias e glórias da vida espiritual. Enfim, sustentar essas afirmativas é um ato de coragem.

Allan Kardec também publica mensagens e instruções espirituais de Lacordaire na Revista Espírita com os seguintes títulos: Instrução Moral (março 1862); A Chave do Céu (agosto 1865); Respeito devido às Crenças Passadas (março 1867) e os Messias do espiritismo (fevereiro 1868).

Texto de Carlos Cunha - Revista de Estudos Espíritas – CELD

quinta-feira, 6 de março de 2014

Aprendendo a Pensar




Meus irmãos e minhas irmãs,
Salve Deus!

Uma das máximas de Tia Neiva que mais tempo levei para verdadeiramente assimilar é a que hoje mais repito: “seu padrão vibratório é a sua sentença”.

Incansavelmente sigo buscando maneiras de explanar como é possível ser feliz, ainda neste terceiro plano, quando compreendemos o processo natural da reciprocidade das energias pela nossa capacidade vibracional.

Nossa alma, nossa psique, emite ondas vibracionais, por meio de nossos pensamentos, e recebe na mesma intensidade e frequência, como se fosse um aparelho de rádio sintonizado em uma determinada estação. Nossos pensamentos são estas ondas vibracionais, emitidas em uma frequência positiva, negativa ou neutra. São nossos pensamentos que determinam a “estação” em que estamos sintonizados e que “tipo de música vamos ouvir”.

Imagine que cada pessoa é um aparelho de rádio, recebendo as transmissões na sua sintonia pessoal, e que também cada uma é uma estação emissora, emitindo (vibrando) em favor de alguém, em alguma sintonia específica.

A emissão vibracional é extremamente sutil! A velocidade de nossos pensamentos ultrapassa a da luz, pois são instantâneos. E o poder vibracional é dinâmico, chegando a todos que pensamos, se estes estiverem “na sintonia adequada”.

Agora lembremos que tudo isso não se passa apenas com os humanos encarnados, é uma lei universal a qual todos os espíritos estão sujeitos: sejam encarnados, desencarnados sofredores ou Espíritos de Luz.

Unimos nossas vibrações em uma frequência positiva, atraindo e permitindo o auxilio de nossos Mentores, trazendo mais harmonia, felicidade e realização pessoal; ou nos unimos aos sofredores encarnados e desencarnados, ainda presos em suas invejas, ciúmes, apegos e tristezas...

Estando em equilíbrio, escolhendo nossos pensamentos, podemos verdadeiramente mudar nossas vidas!

Tia Neiva nos tranquilizava ao afirmar que não deviríamos nos preocupar com a quantidade de pensamentos que passam por nossas cabeças, pois temos milhares de pensamentos inúteis e alguns bastante perigosos, e só precisamos nos preocupar em não dar força a eles. Não permitir que o quê não nos faz bem prolifere em nossas mentes! Mudar de canal, de frequência, de sintonia assim que nos damos conta de que nossa mente está divagando na inutilidade.

Não podemos controlar todos nossos pensamentos, mas podemos escolher quais deles emitirão uma vibração, e o nível em que estará esta vibração.

Nossos pensamentos determinam nosso padrão vibratório, e não nossas atitudes. É fácil deixar de praticar maldades, mas é preciso deixar de pensar em maldades, deixar de dar forças aos pensamentos negativos que tentam nos invadir.

Encontraremos pessoas mais equilibradas em nossas vidas, ao buscarmos mais equilíbrio!

Entraremos na mesma frequência de outros seres, encarnados e desencarnados e deles receberemos o mesmo nível de transmissão. Por isso “quando tudo está bem, nada falta”, e “quando está ruim, vai de mal a pior”. Nossos pensamentos nos conduzem a pessoas com a mesma frequência vibracional que nós.

Semelhante atrai semelhante. Rejeitamos ou absorvemos os pensamentos de acordo com nosso mundo interno. Estando positivos, assimilamos pensamentos positivos, de prosperidade, alegria. Estando negativos, nossa mente torna-se receptiva às vibrações negativas e assimila pensamentos de medos, tristeza, raiva, inquietação.

Meus irmãos e minhas irmãs, somos Jaguares! Médiuns preparados com um plexo Iniciático dotado de um poder imenso! Nossos pensamentos, nossas vibrações, são potencializadas, multiplicadas exponencialmente. Por isso nosso poder ao vibrar positivamente é infinitamente maior; e, por outro lado, nosso padrão negativo nos leva tão rapidamente ao desespero e ao caos.

Não somos mais crianças inocentes! Temos que parar de criticar, de vibrar negativamente entre nós mesmos e potencializemos tudo o quê for positivo. Pois, o que é negativo deve ser imediatamente descartado. Este é o motivo porque me calo quando vejo coisas tristes acontecendo: jamais alimento o quê não irá me fazer bem!

Lembremos das três perguntas que sempre procuro manter vivas: O quê vou fazer, falar ou pensar, irá resolver a situação? O quê vou fazer, falar ou pensar, irá me fazer bem? O quê vou fazer, falar ou pensar, irá fazer bem par alguém?

Salve Deus!


Kazagrande

PRECE DO PÃO

O Momento de Luz de hoje traz uma oração feita por Meimei, no livro “A Luz da Oração” que nos clama pela extinção da fome.

Em uma sociedade consumista, ainda é alarmante perceber que não nos preocupamos com o fato de que muito não tem, ao menos, o “pão nosso de cada dia”.
Que tal nos sensibilizarmos e orarmos juntos.


  • Senhor !

Entre aqueles que te pedem proteção, estou eu também, servo humilde a quem mandaste extinguir o flagelo da fome.
Partilhando o movimento daqueles que te servem, fiz hoje igualmente o meu giro. Vi-me freqüentemente detido, em lares faustosos, cooperando nas alegrias da mesa farta, mas vi pobres mulheres que me estendiam, debalde, as mãos !...
Vi crianças esquálidas que me olhavam ansiosas, como se estivessem fitando um tesouro perdido.
Encontrei homens tristes, transpirando suor, que me contemplavam agoniados, rogando em silêncio para que lhes socorresse os filhinhos largados ao extremo infortúnio...
Escutei doentes que não precisavam tanto de remédio, mas de mim, para que pudessem atender ao estômago torturado !...
Vi a penúria cansada de pranto e reparei, em muitos corações desvalidos, mudo desespero por minha causa.
Entretanto, Senhor, quase sempre estou encarcerada por aquelas mesmas criaturas que te dizem honrar.
Falam em teu nome, confortadas e distraídas na moldura do supérfluo, esquecendo que caminhaste no mundo, sem reter uma pedra em que repousar a cabeça.
Elogiam-Te a bondade e exaltam-Te a glória, sem perceberem junto delas, seus próprios irmãos fatigados e desnutridos.
E, muitas vezes, depois de formosas dissertações em torno de teus ensinos, aprisionam-me em gavetas e armários, quando não me trancam sob a tela colorida de vitrines custosas ou no recinto escuro dos armazéns.
Ensina-lhes, Senhor, nas lições da caridade, a dividir-me por amor, para que eu não seja motivo à delinqüência.
E, se possível, multiplica-me, por misericórdia, outra vez, a fim de que eu possa aliviar todos os famintos da Terra, porque um dia, Senhor, quando ensinavas o homem a orar, incluíste-me entre as necessidades mais justas da vida, suplicando também a Deus:
“O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.”

pelo Espírito Meimei - Do livro: A Luz da Oração, Médium: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos.