segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A Intuição



Quando nos preparamos para reencarnar existe todo um planejamento. Em conjunto com nosso Mentor avaliamos nossos possíveis encontros e reencontros, nossas possibilidades materiais, nossas capacidades intelectuais, nossa futura família... Ou seja: traçamos nosso “melhor destino”. É como se nos preparássemos para uma viagem e verificássemos quais os pontos a ser visitados e que cabem em nosso orçamento.

Ao encarnarmos nossa personalidade não possui tais lembranças. Chega ao mundo físico sem o roteiro desta viagem, mas conta com um “guia turístico” (nosso Mentor) e com o “mapa guardado no bolso” (a Intuição).

Sempre que estamos em momentos decisivos de nossa vida “sentimos” que devemos tomar determinadas ações, dizer certas coisas, nos aproximar ou afastar de determinadas pessoas. Sentimos por vezes acima da razão apresentada pelos fatos concretos. Sentimos um “caminho natural” que se apresenta, mas que nem sempre é o quê queremos seguir naquele momento. Esse “sentir” é a voz do seu espírito que está “olhando o mapa”.

Em nossa vida nós sofremos pelos nossos “quereres”. Sofremos por não seguir o caminho que naturalmente se apresenta em nossas jornadas. Pois quando traçamos o planejamento de nossa encarnação, sempre é incluído um tópico: felicidade! Podemos cumprir nossas metas kármicas, realizar nossos reajustes e ainda sermos felizes! Ninguém vem a este plano somente para sofrer e ser infeliz, nem o mais endividado dos espíritos.

Encarnados, nos rendemos às facilidades, aos desejos e aos devaneios, demonstrando claramente a fragilidade de nossas propostas virtuosas quando esperando a oportunidade da reencarnação.

Meus irmãos e irmãs, Salve Deus! Nossa vida não precisa ser complicada. Basta seguir o caminho que naturalmente se apresenta e nossa intuição somente irá confirmar o quê estamos fazendo. Nossos “quereres” complicam tudo! Somos muito mais que esta personalidade transitória. Temos um espírito dotado da experiência de muitas vidas!

Sempre que chegam os momentos decisivos, nossa intuição se apresenta. Aprenda a respeitar sua intuição. Aprenda a escutar primeiramente a voz do seu espírito. Recorde as técnicas de mediunização, e não se assombre se sua intuição “lhe disser” algo muito diferente do que você gostaria de fazer. Para ter a segurança necessária e realizar as mudanças que você já sabe serem necessárias, faça uma oração! Invoque seus Mentores e sentindo a Luz presente consulte novamente sua intuição. Ela não irá lhe enganar, pois é a voz de seu próprio espírito. E fique de olhos nos “sinais”.


Kazagrande

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