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Posted: 13 Oct 2016 07:06 AM PDT
Em seu livro “Mistério da história”,
Raoul Auclair nos indica o que ele chama de o mistério, o arcano do número
153, como meditava Santo Agostinho. Trata-se do número de peixes
cuidadosamente contados por São João em seu relato sobre a segunda pesca
milagrosa.
De fato, 153 é a extensão do número
triangular 17, que ocupa o primeiro lugar na sequência de números absolutos
que são os números primos. Então, este número aparece como um indicador
sagrado, por excelência.
Assim, descobrimos que o número 153
se refere, exatamente, ao número de dias que decorreram entre a primeira
aparição da Senhora do Rosário em Fátima e a última, ocorrida em 13 de
outubro de 1917. E, mais: cada Ave Maria, na língua latina da Igreja, tem 153
letras, e o próprio Rosário tem 153 Ave-Marias.
Raoul Auclair releva, ainda, alguns
outros fatos que destacam o número 153, como uma assinatura da Senhora do
Rosário, sobre os acontecimentos de Fátima.
Abade Richard
No jornal L’Homme Nouveau (O Homem novo) – janeiro de 1963
E também em:
mariedenazareth.com
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor
é convosco.
Bendita sois Vós entre as mulheres, bendito é o fruto de Vosso ventre, Jesus. Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
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representa o número 153 em relação ao Rosário apareceu
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SALVE DEUS! FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES. COMAM E BEBAM; A MESA ESTÁ POSTA! SALVE DEUS
terça-feira, 29 de agosto de 2017
153
indulgências
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Posted: 11 Oct 2016 07:13 PM PDT
Muitas pessoas escreveram sobre o
poder espiritual do Santo Rosário, mas talvez algo pouco conhecido é a graça
da indulgência que é possível ganhar com esta devoção mariana que, segundo a
tradição, foi dada pela própria Mãe de Deus.
São João Paulo II em sua Carta
Apostólica Rosarium Virginis Mariae (Rosário da Virgem Maria, 37) assinalou
que “para fomentar esta projeção eclesiástica do Rosário, a Igreja quis
enriquecê-lo com santas indulgências para quem o recita com as devidas
disposições”.
A respeito, a Concessão 17 da
Enchiridion Indulgentiarum (Manual de Indulgências) da Penitenciária
Apostólica do Vaticano, indica que “confere-se uma indulgência plenária se o
Terço for rezado em uma igreja ou em um oratório público ou em família, em
uma comunidade religiosa ou em piedosa associação”.
Do mesmo modo, a indulgência é
concedida ao fiel que “se une devotamente à recitação dessa mesma devoção
quando é feita pelo Supremo Pontífice e é transmitida através da televisão ou
do rádio. Em outras circunstâncias ganha a indulgência parcial”.
Em seguida, explica que, “se a obra,
enriquecida com a indulgência plenária, se pode dividir ajustadamente em
partes (como o Rosário de Nossa Senhora em dezenas), quem por motivo razoável
não terminou a obra por inteiro, pode ganhar a indulgência parcial pela parte
que fez”.
Nesse sentido, destaca que no caso
da oração vocal “deve acrescentar a devota meditação dos mistérios” e que na
oração pública, “os mistérios devem ser meditados conforme o costume aprovado
no local; mas na recitação privada, basta que o fiel acrescente à oração
vocal a meditação dos mistérios”.
Como se sabe, só é possível ganhar uma
indulgência plenária por dia (exceto em perigo de morte). É possível obtê-la
se cumprir as devidas disposições que a Igreja pede, ou seja, a confissão
sacramental, a comunhão eucarística e as orações pelas intenções do Papa. Se
desejar, a indulgência pode-se ganhar a indulgência para um falecido.
Sobre
o objeto do Rosário
Por outro lado, o Beato Paulo VI
estabeleceu em sua Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina (Doutrina
das indulgências, Norma 17), que “aos fiéis que utilizam religiosamente um objeto
de piedade (crucifixo, cruz, terço, escapulário, medalha), validamente
abençoado por um padre, concede-se indulgência parcial”.
“Além disso, se o objeto de piedade
foi bento pelo Soberano Pontífice ou por um bispo, os fiéis que
religiosamente o usam podem também obter a indulgência plenária no dia da
festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, ajuntando, porém, a profissão de fé
sob uma forma legitima”.
Com relação a este assunto, o Pe.
Jhon Phalen, Csc, grande propagador da devoção do Santo Rosário em Família,
advertiu que usar com devoção um objeto de piedade significa rezar.
“Eu acredito que carregar uma cruz
ou até o Rosário é como uma profissão de fé. Mas o Rosário em si, mais do que
o objeto concreto, é a oração. Então deverá rezá-lo”, esclareceu o sacerdote.
“De outra forma pode parecer que há muita fé no objeto e não em Deus… o
objeto nos ajuda a nos comunicarmos, relacionarmos com Deus”, acrescentou.
Portanto, não basta carregar o
Rosário no pescoço, no bolso ou a bolsa para ganhar a indulgência parcial,
mas deve ser usado na oração, para nos aproximar mais de Deus na própria
vida.
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é possível ganhar indulgências com o Santo Rosário? apareceu
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a ferida no ombro de Cristo
Foram dois grandes
santos em espírito de oração e dolorosamente dedicados a uma chaga da Paixão
de Cristo
O que o místico medieval São
Bernardo de Claraval e o moderno monge São Padre Pio têm em comum?
Bem, ambos são santos e compartilham
a recompensa eterna que Deus preparou para eles. Mas, além disso, os
dois tiveram uma devoção sincera a uma chaga de Cristo.
SÃO BERNARDO DE CLARAVAL, um abade francês e místico que ajudou a renovar a Ordem de
Cister, no século 12, relatou uma conversa que tivera com o Senhor que ficou
registrada nas Atas do convento de Claraval. Ele orou, perguntando a Jesus
qual tinha sido o seu maior sofrimento não registrado pelos homens; e o
Senhor lhe respondeu:
“Eu tinha uma ferida no ombro, em
que havia carregado a Cruz, e esta ferida era mais dolorosa que as outras. Os
homens não fazem menção dela, porque lhes é desconhecida. Honrai-a, pois, e
Eu vos concederei tudo o que me pedirdes por sua virtude. Todos aqueles que a
venerarem, obterão a remissão dos seus pecados veniais e graças eficazes para
alcançar o perdão dos pecados mortais que tiverem cometido”.
SÃO PIO DE PIETRELCINA, frade Capuchinho, padre e místico, morreu em 1968. Padre
Pio era conhecido como um confessor e um homem santo que há mais de 50 anos
manifestava as chagas de Cristo (os estigmas) em suas mãos e pés.
Em um livro publicado em língua
italiana pelo convento de São Pio, intitulado Il Papa e Il Frate, o
autor Stefano Campanella informou que o futuro São Pio tinha tido uma
conversa muito interessante com Karol Wojtyla, o futuro Papa São João Paulo
II.
De acordo com Campanella, Padre
Wojtyla perguntou ao Padre Pio qual de seus ferimentos causou mais dor. Padre
Wojtyla esperava que Padre Pio fosse dizer que era sua ferida no peito; mas
em vez disso Padre Pio respondeu: “É o meu ferimento no ombro, que ninguém
conhece e nunca foi curado ou tratado”.
Em 2008, 40 anos após a morte de
Padre Pio, o autor Frank Rega escreveu sobre Padre Pio:
Uma vez em Padra [sic] tinha
confiado ao irmão Modestino Fucci, agora o
porteiro no convento de Padre Pio em San Giovanni Rotondo, Itália,que suas
maiores dores ocorreram quando ele mudou de veste. Irmão Modestino, como
Padre Wojtyla, pensou que o Padre Pio estava se referindo às dores do
ferimento no peito. Então, no dia 04 de fevereiro de 1971, foi
atribuído ao irmão Modestino a tarefa de fazer um inventário de todos os
itens do falecido padre na cela do convento, e também os seus pertences nos
arquivos. Naquele dia, ele descobriu que em uma das vestes do Padre Pio tinha
um círculo de mancha de sangue na área do ombro direito.
Nessa mesma noite, o irmão Modestino
pediu em oração ao Padre Pio que esclarecesse sobre o significado da camisa
manchada de sangue. Ele pediu ao Padre para dar-lhe um sinal se Cristo
realmente teve um ferimento no ombro. Em seguida foi dormir, despertando 1
hora da manhã com uma terrível, angustiante dor em seu ombro, como se tivesse
sido cortado com uma faca até o osso do seu ombro. Ele sentiu que iria morrer
de dor se continuasse, mas durou apenas um curto período de tempo. Em
seguida, a sala se encheu com o aroma de um perfume celestial de flores – o
sinal da presença espiritual de Padre Pio – e ele ouviu uma voz dizendo:
“Isso é o que eu tinha que sofrer!”
São Bernardo de Claraval, depois de
receber a mensagem de Cristo sobre a dor que experimentou em seu ombro,
procurou promover devoção ao ferimento no ombro de Cristo, e escreveu esta
oração:
Oração à Chaga do ombro de
Cristo
Ó bom Jesus, Senhor e Redentor meu,
que carregastes a pesada Cruz de todos os pecados do mundo e também os meus,
pelos méritos da Chaga e dor que tal Cruz rasgou no vosso Ombro, eu Vos peço,
humildemente, o arrependimento e perdão de todas as minhas culpas e a graça
de morrer sem pecado. E lembrando o auxílio que Vos deu Simão Cireneu, aliviando
o peso da vossa Cruz, peço-Vos ainda, em virtude da Chaga do vosso Ombro, que
foi a primeira e a mais escondida do vosso sacrifício redentor, que susciteis
no mundo muitas almas vítimas, a continuarem nelas a vossa Paixão e, pela
generosidade do seu holocausto, suportado com amor heróico, resgagem muitos
peadores, salvem muitos moribundos, e atraiam sobre a Terra uma chuva de
Caridade e Pureza. Amém.
Fonte: Aleteia
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Bernardo de Claraval e a ferida no ombro de Cristo apareceu
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Não dê um smartphone ao seu filho
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Ainda escreverei muito mais sobre o
que aprendi, mas, por enquanto, gostaria de fazer aos pais um breve apelo,
que praticamente todos os palestrantes fizeram e eu faço questão de repetir: não dê um
smartphone ao seu filho.
Parece loucura imaginar que, uma
década atrás, smartphones eram incomuns. Muitas pessoas sequer tinham um
celular em mãos. Agora, de acordo com a premiada jornalista e escritora Nancy
Jo Sales — autora de American Girls: Social Media and the Secret
Lives of Teenagers —, praticamente todas as
interações sociais (e sexuais) dos adolescentes foram canalizadas para os
pequenos e frenéticos aparelhos que eles carregam consigo para onde quer que
vão. Isso tem feito crescerem ocyberbullying, o consumo e a
produção de pornografia e até mesmo o suicídio e a exploração sexual entre
jovens. Adolescentes — e crianças — são puxados para dentro das redes
sociais, do Facebook ao Instagram, do Snapchat a outra meia dúzia de
aplicativos desconhecidos, onde as interações e os conteúdos são selecionados
apenas pelas crianças que os acessam, livres de qualquer supervisão dos pais
ou adultos.
Os adolescentes sabem que isso está
tornando as suas vidas miseráveis. As meninas com quem conversou a jornalista
Nancy Sales também lhe contaram isso. Mas elas também revelaram não ter
saída. Como hoje a maior parte da vida das pessoas se passa online,
optar por sair é como escolher o isolamento voluntário. As “moedas de troca”
geralmente envolvem imagens de nudez, sexo explícito ou “selfies” — e, cada vez
mais, também isso deixou de ser opcional.
Os pais são incapazes de controlar
esse novo mundo dos adolescentes. Em muitos casos, eles sequer conseguem
penetrar o seu interior. É por isso que um pai ficou tão perplexo quando sua
filha se enforcou depois de um adolescente cruelmente publicar um vídeo seu
tomando banho no Snapchat — aquela tinha sido, na verdade, a primeira vez em
que o pai, desolado, ouviu falar de “Snapchat”. Para os pais que desejam
resgatar os seus filhos da “selva da Internet” ou poupá-los do sofrimento que
está devastando milhões de pessoas, há algumas alternativas. Diálogo honesto
e conversas francas. Fiscalização atenta do uso das redes sociais. Programas
especiais e filtros de Internet em todos os aparelhos de tecnologia.
Mas, por hoje, eu gostaria de
indicar apenas uma coisa: não dê um smartphone ao seu filho.
Esse conselho tem me tornado
bastante impopular em alguns ambientes. Um dia desses, durante apresentação
em uma escola, um adolescente me cumprimentou com sarcasmo: “Então você é
aquele que disse aos meus pais que eu não deveria ter um celular”. Mas isso é
essencial. As crianças e a maior parte dos adolescentes não precisam de um
celular com acesso à Internet. Eles não precisam de acesso ininterrupto aos
sites de mídia social que os submetem mais à influência de seus colegas que à
de seus pais. Eles não precisam da pressão social que
inevitavelmente —inevitavelmente — advém da entrada em um mundo com novos
padrões e novas “moedas de troca”. E, acima de tudo, eles não devem
ter acesso a toda a pornografia que a web pode oferecer, a todo
esse material sujo criando novos e destrutivos modelos de comportamento —
modelos com os quais toda a juventude, para além dos Estados Unidos, está
começando a se conformar, seja por pressão, por violência ou por escolha
própria.
Escutei dezenas de histórias nesse
fim de semana, de pais que se surpreenderam encontrando os seus filhos
assistindo a pornografia pesada em seus smartphones. Crianças com idade menor
que a média de primeira exposição a pornografia, que costumava ser 11 anos.
Agora são 9. Essas crianças, em alguns breves momentos de espanto e terror,
têm roubada a sua inocência. Seus mundos mudam por completo naquele momento.
Elas não podem “desver” o que viram. Elas sequer deveriam ter acesso a isso,
para começo de história.
Por isso, não coloque
um smartphone na mão do seu filho.
Eu entendo que os adolescentes
tendem mais a precisar realmente de um celular. Meus pais me compraram um
telefone celular quando eu tirei a carteira de habilitação — não para que eu
interagisse com meus amigos e entrasse na Internet, mas para que eles
entrassem em contato comigo e eu tivesse um meio de me comunicar quando
estivesse fora, essas coisas. Meus primeiros celulares não tinham acesso à
Internet, e eu não perdi nada com isso. Confesso que às vezes gostaria que
meu telefone atual também não tivesse Internet, porque eu sou culpado,
juntamente com esta geração, de desperdiçar tempo no meu telefone quando
poderia estar fazendo alguma coisa (qualquer coisa, na verdade) mais
produtiva. Mas, quando adolescentes precisam de um telefone, mesmo assim eles
não precisam de um telefone com acesso à Internet. Um telefone que lhes
permita fazer ligações e mandar mensagens é bom o suficiente. Eles não
precisam estar constantemente conectados às redes sociais, não precisam de
Snapchat (um aplicativo que pode arruinar vidas em questão de segundos) e
eles definitivamente não devem ter acesso à pornografia selvagem com a qual
quase inevitavelmente irão se deparar.
Não dê aos produtores pornográficos
o acesso que eles tanto procuram aos seus filhos. Eles sabem que crianças e
adolescentes são mais propensos a encontrar pornografia em seus celulares, e
é por isso que eles fizeram um esforço gigantesco nos últimos anos para criar
material pornô que pudesse ser visto e transmitido via aparelhos móveis. Eles
sabem como chegar aos seus filhos: por meio de um smartphone.
Não
dê um ao seu filho.
Fonte: LifeSiteNews.com | Tradução: Equipe Christo
Nihil Praeponere
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A PÁTRIA NASCENTE
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segunda-feira, 28 de agosto de 2017
Curiosidades! Cerveja
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