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A Estrela de Nerhu ou ESTRELA SUBLIMAÇÃO é
fonte de energia da transição para uma nova era e, com a Estrela Candente e o
Turigano, forma a perfeita simetria que completou a triangulação de forças
dos Grandes Iniciados.
Traz toda uma nova energia espiritual, espíritos que formaram uma civilização
super avançada, e que, com o tempo, nos trarão grandes inovações. Foi ela
quem guiou os Magos do Oriente quando no nascimento de Jesus, o marco desta
era, o II Milénio.
Nerhu foi um grande sacerdote do Antigo Egito que conseguiu unir e cruzar
essas forças, em trabalho de grande precisão, no qual de purificavam e
reforçavam as forças dos sacerdotes do Templo de Karnak, onde está o Oráculo
de Amon-Rá, quando o nível de impregnação, pelas cargas negativas do povo que
se reunia ao redor do Templo, chegava a altos níveis.
Tia Neiva fez grande preparação para implantar este trabalho. Houve, até, uma
Estrela Candente especialmente montada, com a troca de lugares dos mestres e
ninfas, com os Ajanãs ocupando os esquifes e os Doutrinadores nos projetores
Lua e nos banquinhos, junto aos esquifes.
Agora, sua força se faz presente para nos guiar para o III Milénio, no
cruzamento das forças das Estrelas.
Regida pelos Grandes Arcanos, é um trabalho preciso e exige harmonia e
concentração de quem dele participa.
O Ministro Aganaro é o responsável por toda a harmonização e manipulação dos
raios das Estrelas e das pesadas cargas das Esmênias. O Ajanã que representa
o Ministro Eganaro deve ser Vancares, para ter condições de manipular as forças
do ritual, conduzindo os raios que chegam para seus projetores na medida
ideal e necessária ao perfeito cruzamento destas mesmas forças, operando
durante todo o ritual como um estabilizador de forças, distribuindo-as de
acordo com o potencial de cada um dos respectivos representantes das Estrelas
que estão projetando seus raios: Gairo, Agamor, Agero, Enuro, Nezaro e Riva.
Ali se faz presente o próprio Pai Seta Branca, manipulando o conjunto de
forças.
Junto ao Vancares atua o Cavaleiro da Lança Verde, o poder da mente,
direcionando e manipulando as forças em conjunção que vão atuar nos pacientes
e nos mestres e ninfas ali reunidos.
Por tudo isso, pelo elevado grau de forças envolvidas no trabalho, é exigida
a máxima concentração de todos os seus participantes.
Com seu ritual contido no Livro de Leis, as observações se dirigem às ninfas
que vão ser Esmênias, que representam as virgens que eram sacrificadas, cujos
gritos de pavor diante da morte liberavam a energia necessária para a
realização dos fenómenos que, à época, ocorriam. As ninfas se concentram no
Turigano, com seus mestres, e portando suas lanças. No momento em que o
trabalho é aberto, na Estrela Sublimação, também se abre o canal de força no
Turigano, e as forças de que elas serão portadoras começam a ser manipuladas
no Plano Espiritual. É um momento perigoso, pois são forças das quais não
temos a menor noção, e as ninfas e mestres devem manter-se concentrados e em
harmonia, evitando falar, movimentar-se e, principalmente, fumar.
Os Núbios eram um povo ao qual eram entregues, no Antigo Egito, diversas
tarefas de confiança, formando uma classe acima dos escravos. Trabalhavam nos
templos, nos palácios. No Templo de Karnak haviam cerimonias em que nove
Núbios carregavam um andor onde estava o Deus Velado, Amon-Rá, onde se
originou a denominação de Santo Nono.
As Esmênias Compõe o Santo Nono - cinco Ninfas Lua e quatro Ninfas Sol (5 + 4
= 9) -, e levam para a Estrela de Nerhu cargas negativas que não temos como
aferir. Sabemos, apenas, por Koatay 108, que são imensas e poderosas, tendo
as Esmênias toda a responsabilidade por sua condução.
Por isso é feita a corrente magnética, entre o Turigano e a Estrela
Sublimação, que geram um campo magnético que impede a dispersão de
irmãozinhos inluz que, conduzidos pelas Esmênias, podem querer escapar dali,
bem como impedem que alguma Esmênia, tomada pelo pânico, deixe o cortejo.
Quando chegam ao portão, são impedidas de entrar por não contarem com
qualquer proteção. Vêm, então, as Niatras, mensageiras de Nerhu, que
controlam as forças de desintegração da Estrela, e pedem que o representante
do Cavaleiro da Lança Vermelha dê proteção ao Santo Nono, que, então, podem
entrar no recinto.
As Samaritanas, no início do trabalho, trocam a posição do perfume e do sal,
ficando este à esquerda, para permitir que o Regente Arakém use o perfume
para fazer a Cruz de Ansanta nas costas do Vancares. Depois que o cortejo
passar, com o Regente Tumuchy conduzindo o Vancares, trocam-se as posições,
ficando o sal à esquerda e o perfume à direita das Samaritanas.
O trabalho precisa de duas missionárias Dharman Oxinto, que se sentam à
esquerda do projetor do Tumuchy. Quando sai o cortejo para levar a morsa ao
Vancares, após a emissão da Yuricy, a 1ª ninfa à esquerda do projetor se
coloca, junto com a Yuricy, atrás da corte, sendo seguida pela outra Yuricy,
que é acompanhada pelo Padrinho do Comandante. A Dharman Oxinto passa pelo
projetor do Vancares e pára, voltando-se para o projetor, aguardando a
preparação do Ajanã. Colocada a morsa e feito o canto do Ajanã, o cortejo
prossegue, e a Dharman Oxinto continua na corte, junto com a Yuricy, até que
retorne com o Mestre representante do Tumuchy que levou o Vancares a seu
projetor.
Quando o Santo Nono entra, a 2ª ninfa Dharman Oxinto se desloca, junto com a
outra Yuricy, até onde estão as Samaritanas, onde pega a bandeja com as
taças, e a Yuricy pega o vinho, para servir aos componentes do Santo Nono,
após estes terem se anodizado com sal e perfume. A Dharman Oxinto pega a
bandeja com duas taças, e a Yuricy coloca o vinho nas taças. A Dharman Oxinto
leva a bandeja, num gesto simples e ritualístico, à altura do plexo, junto ao
corpo, e, elevando a bandeja, serve ao casal. Terminando de servir aos sete
pares, Dharman Oxinto e Yuricy retornam aos seus lugares.
Após se servirem do vinho, as Esmênias são conduzidas aos esquifes, onde
fazem suas emissões em conjunto e se deitam, ficando seus mestres atrás, de
pé. Principalmente as ninfas Lua, que não estão acostumadas a deitar no
esquife, devem ser orientadas para que se deitem com os braços estendidos
para a frente, com as mãos espalmadas sobre o esquife, a testa encostada, de
frente, na sua superfície.
Outra atenção deve ser dada pelo mestre que, no projetor de Araken, faz a
Contagem: ali, esse trabalho é direcionado para o resíduo de cargas que
possam ter ficado da Mesa Evangélica, e não deve ser pedida, inicialmente, a
mentalização de pessoas, locais, governo, etc. O princípio da Contagem deve
estar voltado para a desimpregnação de cargas negativas dos médiuns, algum
resíduo que possa restar da Mesa Evangélica, e, depois, então, deve o mestre
representante de Arakem puxar as diversas forças da Contagem (das matas, das
águas, etc.) para a recuperação daqueles que participaram do trabalho.
O poder da Estrela de Nerhu é tão grandioso que, com o tempo e o avinhamento,
irá permitir fenómenos de materialização e aparição de espíritos de outras
dimensões, por ação do Oráculo de Agamor, que recebe e manipula as forças dos
três Oráculos - de Simiromba, de Olorum e de Obatalá - e faz seu cruzamento,
resultando em um conjunto de forças especiais e de caráter específico,
destinadas a ir enfraquecendo a proteção do neutrom, de modo a permitir que
seja feita muito lentamente a conjunção de dois planos - o visível e o
invisível -, de acordo com a capacidade de controle dos fenómenos,
desenvolvida pelos Jaguares do Amanhecer.

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