quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Jesus de amor - vale do amanhecer ( música e video)

A morte da permanência

Parto de um momento de muita dor, mas de forma alguma uma dor-revolta. Ao contrário uma dor-processo. Um processo natural e profundo daquilo que eu chamo transparecer.
Uso essa palavra no sentido de “aparecer total ou parcialmente através de”. Como os recifes de coral, transparecer sob a água límpida. Somos chamados a aparecer através da natureza da mente (conceito à frente melhor elaborado).
Dessa feita nossa palavrinha transparecer ganha o sentido de “fazer-se conhecida, revelar-se, manifestar-se”, permitindo o exercício do verbo transparentar, indicando o nosso real propósito de “tornar intelegível, aclarar, esclarecer”, o que não passa de uma grande confusão.
Essa confusão está estampada no nosso título, e, por incrível que pareça, não é a morte, mas sim a permanência. Aliás, a única coisa permanente que temos no nosso título é a morte.
Na natureza o ser humano é o único (animal, vegetal, mineral) a lutar, gastar suas energias por algo impossível de ser alcançado como a definitividade é.
Vamos ao ser humano:
Passamos a infância e juventude sendo educados. Achamos então um emprego e encontramos alguém com quem nos casarmos e termos filhos. Compramos uma casa, temos de ser be sucedidos e nossos negócios e lutamos por sonhos como os de possuir uma casa de férias ou um segundo carro. Planejamos nossa aposentadoria para curtirmos a vida na velhice. Durante tudo isso não esquecemos de educar nossos filhos, assim como nós fomos educados na infância e juventude, para que também possa ter e desejar empregos, casas, casamento e uma vida segura na aposentadoria.
Perceba, portanto, que viveremos de acordo como um planeta pré-ordenado que não difere muito de uma pessoa para outra. Com isto, o ritmo de nossas vidas é tão febril que não deixamos qualquer espaço de insegurança para que nos sintamos a todo tempo seguros, sabendo o que fizemos ontem, o que faremos amanhã e o que faremos daqui a dez anos.
Agora vejamos a natureza:
As células de nosso corpo se renovam a todo instante. O fruto morre para deixar uma semente capaz de gerar novos frutos. Uma estrela morre para nascer um planeta, etc.
É essa natureza que nos traz a 2ª metade do nosso título e a única coisa, como já anunciamos, realmente permanente que temos: a morte, impermanente, como ela e tudo mais é.
Por mais que teimamos em não considerá-la, é inequívoco como ela vai de encontro à permanência que tão desejamos. É impressionante a sua força para nos tirarmos dessa zona de conforto que teimamos em retro alimentá-la.
Afinal a morte é um selvagem fim de tudo que nos é familiar, inclusive daquilo que conhecemos como nós mesmos. Ou seja, que nós reconheceríamos sem nossos nomes, nossos companheiros, família, lar, emprego, amigos, títulos, cartões de crédito...
Assustador... Todo aquele arcabouço de coisas, bens, pessoas e propriedades fundamentais, a princípio, para nossa alvejada segurança se foi...
Feche os olhos um minuto e se permita perder tudo, tudo isso.
E agora? O que restou?
Talvez seja por esse desconforto que a morte nos apavora tanto. Sem estes sustentáculos todos, ficamos frente a frente conosco, um completo desconhecido, que sempre conviveu conosco, mas que nunca desejamos realmente encontrar.
É justamente para evitar este encontro que preenchemos nossas vidas de atividades incessantes e barulhos perturbantes. Assim, não corremos o risco da impermanência deste encontro.
Abafamos nosso medo secreto da impermanência, levando nossa vida de mais e mais bens, de mais e mais coisas, de mais e mais conforto, só para nos tornarmos escravos de tudo isso. Todo nosso tempo e energia se exaure, simplesmente, para manter as coisa. Nossa única meta na vida logo se torna manter tudo tão seguro e garantido quanto possível.
Ora, se planejamos a aposentadoria para curtirmos a vida na velhice, com os meninos já criados, significa que durante todo o tempo que se passou foi a vida que nos viveu, e não havendo escolha ou controle sobre ela.
Não é por menos que muitos aposentados têm sérios problemas, já que não sabem o que fazer consigo mesmos quando optam, pela primeira vez em suas vidas, viverem as suas vidas e não serem vividos por elas.
É desta constatação que surge o convite de desapego à segurança, de morte à permanência. Para tanto, temos que aceitar a morte, a impermanência.
A proposta não é abandonarmos nossos lares, botarmos uma mochila nas costas e andar em peregrinação pelo mundo. Se isto não é você, não há porque fazê-lo.
“Nossa tarefa é chegar a um equilíbrio, encontrar um caminho do meio, aprender a não nos estendermos, além do possível, em atividades e preocupações irrelevantes, e simplificar mais e mais as nossas vidas”.
Haverá mais tempo para tratar das coisas do espírito e do conhecimento da sua real natureza.
A primeira atitude é reconhecer que tudo é impermanente, a folha que cai, a luz que muda enquanto a leitura deste texto, as estação, a noite, o dia, o universo.
“Toda integração subatômica consiste na aniquilação das partículas originais e na criação de novas partículas subatômicas. O mundo subatômico é uma dança sem fim de criação e aniquilação, de matéria transformando-se em energia, e de energia transformando-se em massa. Formas transitórias faíscam dentro e fora da existência, engendrando uma realidade sem fim, para sempre novamente recriada”.
Com isto, o ser humano também é impermanente. Aquilo que foi presente, hoje é uma lembrança, é passado. Os sentimentos mudam a cada influência ... observe suas mudanças de humor.
A única coisa que realmente temos é o presente para praticarmos nossas mudanças. Então ... estendo o convite para a prática, para a aceitação da nossa morte, da morte da permanência.
A aceitação desta morte não deixa espaço para qualquer “padrão habitual”, trazendo: a tristeza pela preocupação da futilidade de seus antigos caminhos; e a alegria por causa da visão mais ampla que começa a aparecer.
 Partindo do dizer dos tibetanos que diz que “não se pode lavar a mesma mão suja duas vezes na mesma água corrente”, encarar a vida como algo corrente é tornar-se livre da idéia de apego, da visão distorcida de permanência.
Como rochedos na orla, deixemo-nos ser esculpidos pelas ondas da mudança, aprendamos com elas suavizando as formas mais rudes da nossa personalidade.
Como guerreiros, abandonemos a segurança da nossa falsa permanência e substituamos pelo destemor em campo transformador das dificuldades.
A segunda atitude, com o conhecimento da impermanência, é percebermos que não há independência, tudo é interdependente.
A onda do mar, isolada, não existe, é algo que se tornou temporariamente possível pelo vento e pela água. Nada tem existência inerente e própria. Cada identidade se compõe de um vórtice de diferentes influências.
Assim, nos encaremos como jóias brilhantes, com um número incontável de facetas, mas também encaremos o outro como outra jóia. Cada jóia reflete em si mesma toda outra jóia do conjunto e é, de fato, una somente com todas as demais.
Esta interdependência implica em sermos responsáveis por nós mesmos, por todos e cada um, no universo inteiro.
A terceira atitude consiste em buscar a verdade. Se tudo é efêmero, o que é verdadeiro? Há alguma coisa por trás das aparências, por trás desta grande confusão?
Façamos um novo silêncio! Se lembre da criança que você era antes de receber seu primeiro não, tente se lembrar de você, aquele você que foi deixado para traz.
Para os budistas temos a natureza da mente, para alguns a essência, para outros a verdade fundamental, não importa o rótulo. O importante é o contato com a nossa essência mais profunda, abrir-se para o nosso vasto potencial, nossa consciência perfeita, presente, sensível e vazia, desnuda e desperta.
Abrir-se para aquilo que lhe coloca o sorriso no rosto, as lembranças em que a alegria imperou por que você entrou em contato, mesmo que de forma breve, com você. Aquela atividade, aquela leitura, aquela briga, aquele apaziguamento que mostrou, sem qualquer tipo de máscara ou maquiagem, o ser ainda não tolhido e não reprimido durante anos de experiências.
Não há motivos para melindres, somos todos essencialmente perfeitos, todo conteúdo a surgir somente será aquele apto a ser ouvido, nada apressado, nada assustador.
O temor que o silêncio e a quietude trazem para um mundo dedicado à distração afasta, na maioria das vezes, a simplicidade, mas somos capazes de enxergar além de toda a ilusão da complexidade da sociedade atual, tornando este contato conosco mesmo algo bem simples.
Assim, nos transmutando, nos “revoltando”, cada passo voltado para o nosso interior nos tornará aptos a perceber que a nossa verdade está próxima demais para não ser reconhecida, é profunda demais para não adiarmos mais um dia, é fácil demais para não acessá-la e maravilhosa demais para jamais querermos esquecê-la.
Por tanto, está aberto o convite: RISE, ou seja, ascenda, levante-se, eleve-se, ergua-se, nasça.
Gabriel Carballo Martinez

Alegrias e decepções

                     Olá amigos/meus irmão...

Hoje saiu-me da mente este texto que tenho gosto em partilhar aqui:

"A vida neste mundo é feita de alegrias e de decepções. A sabedoria do Oriente ensina-nos que só se desilude quem se ilude, que o ideal é não nos apegarmos a nada desta vida. Jesus ensinou que os tesouros que perduram, para a eternidade, são as conquistas espirituais da alma, o amor que damos e recebemos. O amor por alguém, por uma causa ou ideal, por Deus, por todas almas do Universo, enfim, por algo que seja superior a nós mesmos, e a ação que por isso encetarmos, não só nos fará acumular um tesouro incorruptível, para a eternidade, mas é a única via para alcançar o máximo de felicidade possível na Terra. Mesmo não vivendo nós em nenhum mar de rosas. Que eu e todos os meus familiares e amigos, e toda a humanidade, todas as almas do Universo, a partir de hoje e para sempre, comecem a rumar à felicidade eterna. A vida eterna, sem a felicidade eterna, seria o suplício eterno. Mas eu creio, de todo o meu coração, que Deus, a Inteligência Suprema, Causa primeira de todas coisas, autor das leis da natureza, que tudo regulam, é o Amor e a Bondade, amor esse de que nós, espíritos imortais aprendizes, ainda não conseguimos abranger a extensão."

SALVE DEUS...

Pense nisso!

O auto-conhecimento

      O auto-conhecimento é ferramenta suficiente para que saibamos quais são as causas dos absurdos que fazemos?

      Num tópico, que não consigo mais encontrar, o amigo Vinicius disse: Acredito que a resposta ao "como fazer", que o amigo lconforjr tanto questiona, está no auto-conhecimento.

      Conf: olá, Vinicius, se o amigo acredita que a resposta está no auto-conhecimento, com certeza é porq já comprovou isso. Assim, vou lhe fazer a mesma pergunta que fiz a outro amigo nosso: vc, meu amigo, já encontrou, por meio de seu auto-conhecimento, a resposta a esta pergunta que é fundamental para que se entenda a doutrina: “qual é a causa de um ser bom e outro ser mau?”.

      Se já encontrou, por favor, diga onde, que todos nós precisamos conhecê-la! Pois, se não a conhecermos, jamais vamos entender a doutrina e nem a vida! E esse conhecimento é muito importante para todos nós, pois tudo na vida gira em torno do bem e do mal; tudo que construímos e destruímos, os ensinamentos da codificação e das escrituras, as doutrinas religiosas, as alegrias e os sofrimentos, a felicidade e a infelicidade, o aperfeiçoamento moral etc, giram em torno deles, concorda?

      Vinicius: Se nós não soubermos quais falhas dentro de nós precisamos corrigir, quem irá saber?

      Conf: mas, meu jovem, como vamos evitar de cair e recair nas mesmas falhas ou causas que nos levaram a cometer já tantos erros, se nem mesmo sabemos quais são elas? Afinal, Vinicius, quais são, para vc, as causas que fazem que uns sejam bons e que outros sejam maus? Já usou seu auto-conhecimento para conhecê-las? Se já as conhece, por favor, nos ensine quais são para que, conhecendo-as, possamos evitar de cair e tornar a cair nelas!!

      Vinicius:... a correção, compete a cada um de nós. Vou dar um exemplo. Fulano X tem o vício da bebida. De que forma ele conseguirá se livrar desse vício? A única forma de se livrar completamente, é entender a causa do vício...

      Conf: como já sabemos, muitos só sabem ensinar “o que fazer”, mas absolutamente ninguém e nada sabe ensinar o “como fazer”. Assim, do mesmo modo que muitos, vc apenas ensina “o que fazer”: entender a causa de seus vícios... Mas, meu amigo, “como fazer” isso? “Como fazer” para entender a causa de sermos viciados na bebida, nos jogos de azar, na pedofilia, nas drogas, nos estupros?

      “Como fazer” para entender as causas que nos fazem ser maus, egoístas, orgulhosos, criminosos, cobiçosos, ambiciosos, de praticarmos tantos atos imorais, de termos pensamentos, sentimentos e desejos maus e, em consequência, de escolhermos  tantas vezes fazer o mau, em vez de escolher fazer o bem?!

      Meu amigo, vc sabe a causa de vc ser egoísta, ou cheio de pensamentos e procedimentos bixos ou maus? Se vc sabe, porq vc ainda possui imperfeições, se pode se desfazer delas? Porq é que vc, eu, e bilhões de irmãos, estamos habitando um mundo de sofrimentos desesperadores?

      Vinicius:... e isso apenas o Fulano X irá saber, ao olhar para dentro de si, analisar o seu passado e descobrir em que momento esse vício tomou conta, e se foi causado por uma decepção amorosa, por conflitos familiares, por problemas profissionais, mil possibilidades. Ele não tem outro meio de descobrir as respostas se não for dessa forma. A partir daí, ele terá novos meios de se livrar, pois o seu auto-conhecimento o proporcionará a libertação. É ensinamento comum de todos os grandes mestres: conheça a verdade e ela te libertará.

      Conf: meu amigo, vc, pelo seu auto-conhecimento, já consegue analisar seu passado, um passado que pode vir de milhões de anos atrás, desde os nossos mais remotos ancestrais e das causas que lhes deram origem? Qdo muito, nós conseguimos, se nossa memória for “infalível”, analisar nosso passado nesta mesma encarnação!

      Ninguém possui a capacidade de penetrar nos segredos de nossas vidas anteriores, sobretudo se, como a doutrina afirma, Deus  faz que comecemos uma nova vida esquecidos de nosso passado!

      Vou lhe dar um exemplo do que lhe disse: aquele homem que sempre está embriagado, sempre agressivo e iniciando conflitos, acaba de matar um outro homem. Todos que o conhecem pensarão ou dirão: “ele é assim mesmo, sempre se envolvendo em conflitos, sempre embriagado e agressivo; precisa ir para a cadeia pois lá é o lugar em que ele deve estar para não mais cometer os absurdos que sempre está cometendo!”...  Pronto... o julgamento está feito!! Mas, na verdade, esse é apenas um falso julgamento, pois ninguém  conhece as causas verdadeiras de ele ser assim! Quem é que tem a capacidade ou faculdade, o poder, de penetrar no passado, nesses milhões de anos ou séculos que já se passaram? Quem é que conhece as causas de esse homem estar sempre embriagado, agressivo e tão desequilibrado mentalmente, ao ponto de matar um semelhante e enfrentar o julgamento de Deus e o julgamento dos homens?

      Vinicius disse: Amigo lconfrj, gostaria de perguntar por quê você não considera o auto-conhecimento como ferramenta suficiente do "como fazer", pois já o vi questionar a mesma coisa e os amigos que lhe respondem sempre dão uma resposta na mesma linha, que é a do auto-conhecimento, mas para ti não parece ser a resposta certa ou então incompleta. Questionar é sempre válido, e são questionamentos que nos levam adiante, e se há muitas pessoas que possuem a resposta pra isso, baseado em estudos da doutrina, é porque então há uma base verdadeira no que dizem.

      Conf: exato, meu amigo, é sempre conveniente questionar, mas vou responder a pergunta q vc fez acima com outra pergunta: porq vc acha que o auto-entendimento é uma ferramenta  suficiente, conveniente, para aprendermos o "como fazer"? Vc mesmo, seu auto-conhecimento já lhe fez compreender como fazer para deixar de ser egoísta ou orgulhoso?

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Missão do Homem inteligente na Terra

                     Muitas vezes se ouve "Qual será a minha missão, sei que tenho algo para fazer na Terra, mas o que é?"  ???

Todos trazemos como missão o nosso melhoramento, crescimento espiritual e contributo Aqueles que nos rodeiam, aplicado com correção e responsabilidade os atributos de que Deus nos investiu  para mais uma jornada terrena.

A inteligência é concedida ao homem como mecanismo evolutivo...


"A inteligência é rica em méritos para o futuro, mas com a condição de ser bem empregada. Se todos os homens bem dotados se servissem dela segundo os desígnios de Deus, a tarefa dos Espíritos seria fácil, ao fazerem progredir a humanidade. Muitos, infelizmente, a transformaram em instrumento de orgulho e de perdição para si mesmos. O homem abusa de sua inteligência, como de todas as suas faculdades, mas não lhe faltam lições, advertindo-o de que uma poderosa mão pode retirar-lhe o que ela mesma lhe deu."   (E.S.E. Cap. VII; II, item 13)


Do Livro dos Espíritos II - Cap. 4 – PRINCÍPIO VITAL - III "Inteligência e Instinto"

Q.  - A inteligência é um atributo do princípio vital?  ???
R. — Não; pois as plantas vivem e não pensam, tendo apenas a vida orgânica. A inteligência e a matéria são independentes, pois um corpo pode viver sem inteligência; mas a inteligência não pode manifestar-se senão por meio dos órgãos materiais: somente a união com o espírito dá a inteligência à matéria animalizada.

"Comentário de Allan Kardec: A inteligência é uma faculdade especial, própria de certas classes de seres orgânicos, aos quais dá, com o pensamento, a vontade de agir, a consciência de sua existência e de sua individualidade, assim como os meios de estabelecer relações com o mundo exterior e de prover às suas necessidades."

"Não vos orgulheis por aquilo que sabeis, porque esse saber tem limites bem estreitos, no mundo que habitais. Mesmo supondo que sejais uma das sumidades desse globo, não tendes nenhuma razão para vos envaidecer. Se Deus, nos seus desígnios, vos fez nascer num meio onde pudestes desenvolver a vossa inteligência, foi por querer que a usásseis em benefício de todos. Porque é uma missão que Ele vos dá, pondo em vossas mãos o instrumento com o qual podeis desenvolver, ao vosso redor, as inteligências retardatárias e conduzi-las a Deus."    (E.S.E. Cap. VII - II - item 13)

"À medida que a responsabilidade se lhe apossou do espírito, iluminou-se a consciência do homem.(...)"

(...)"Faminto de elucidações adequadas quanto ao próprio caminho, ergue as antenas mentais para as estrelas, recolhendo os valores do Espírito que lhe consubstanciam o patrimônio de revelações do Céu, através dos tempos.(...)"

(...)"Estabelecido, porém, o princípio de justiça e aflorando a mentação incessante, o homem começou a examinar em si mesmo o efeito das próprias ações, de modo a crescer, conscientemente, para a sua destinação de filho de Deus, herdeiro e colaborador da Sua Obra Divina. (...)"

(...)"A inteligência humana entendeu a grandeza do Universo e compreendeu a própria humildade, reconhecendo em suas entranhas a ideia inalienável de Deus."     (André Luiz, livro "Evolução em Dois Mundos")

Observemos atentamente as nossas faculdades morais, intelectuais e físicas e lembremos que nada nos foi dado por acaso, tudo tem um objetivo providencial, desta forma não desperdicemos os nossos talentos nem as oportunidades de cada dia na Terra.


SALVE DEUS

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Grupo AME - Acreditar

Constante Renovação


Nossa Doutrina é maravilhosamente dinâmica em todos os aspectos!

Este fim de semana foi muito especial: Na sexta-feira a noite uma energia fantástica envolveu a todos para a Troca de Rosas e cheguei a sentir o perfume de Nossa Mãe no momento da Contagem.

No sábado nosso Curso de Conhecimentos Doutrinários, maneira como denominamos nossas aulas semanais para o aculturamento do médium, apresentou tantas participações que não dava vontade de terminar a aula.

Domingo o Desenvolvimento trouxe dois novos emplacados, completando mais sete novos médiuns nos últimos trinta dias. E depois a Benção do Ministro trazendo mensagens de Luz, Amor e União. Após os trabalhos a energia ainda permitiu um jantar para celebrar o aniversário de uma Ninfa.

Sentado na cabeceira de uma mesa que parecia interminável, eu observava um por um... Suas faces felizes, rindo, falando de Doutrina, questionando e brincando de maneira saudável. Olhei um por um e, depois de comer é claro, me aproximei para sentir de cada um o olhar de carinho e tentar retribuir um pouco do muito de recebo.

Como se não bastasse, ontem, nem o feriado e uma “ameaça de chuva” que tornava a cama ainda mais convidativa, impediu que nos reuníssemos no Templo para pequenos reparos e preparativos para a Festa Cigana iminente.

Aos poucos foram todos chegando e deixando sua cota de energia para a parte física do Templo. Em cada detalhe um pouco de cada um! Obrigado meus irmãos e irmãs, sou um Adjunto feliz!

Nosso Templo está em constante renovação! Muitos médiuns chegam e seguem seus caminhos depois. Praticamente todos os brasileiros passam uma temporada e um dia terão que retornar para suas famílias. Aos poucos novos bolivianos foram formando a sustentabilidade futura, e hoje tenho certeza da continuidade da missão quando chegar a minha vez de retornar à terra natal.

Quando comecei a missão por aqui, um Adjunto me disse: Meu irmão, a missão é bonita. O começo será difícil, pois todos querem mais já de cara. Não se contentam ou não entendem a pequena semente ainda nas mãos, requerendo toda atenção e trabalho para que possa transformar-se em uma planta. Quando começa a nascer, aparecem os cobradores... Aqueles que vêm somente para misturar suas desarmonias pessoais com a Doutrina. Alguns dos que você mais acreditar irão partir, outros lhe decepcionar... E depois que as máscaras caem, que se afastam os que vieram apenas semear suas intrigas e fazer suas cobranças, aparecem os que vieram para ajudar de verdade.

Eu ouvi tudo isso sem concordar! Minha “síndrome de Poliana” sempre procura estar ativa quando se trata de Doutrina. Mas hoje vejo que ele estava certo, e com as bençãos de Deus, os que desejam apenas ajudar chegaram!


Kazagrande