SALVE DEUS! FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES. COMAM E BEBAM; A MESA ESTÁ POSTA! SALVE DEUS
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Solidariedade
Simão, o Zelote, foi um discípulo diferente de todos os outros, mesmo diante da personalidade inquieta de Judas Iscariotes, que muitos escritores espiritualistas têm como um político sagaz e premeditador.
A verdade não era essa. A intenção de Judas era colocar Jesus como alvo de todas as atenções do mundo, para salvar efetivamente as criaturas, mas por meios que a consciência reta não aceitaria. Além disso, os planos do Evangelho estavam organizados pela consciência divina, e o amor seria a disposição poderosa do avanço espiritual, e não a violência, não o comércio, não as exigências.
Simão, o cananita, é que pertencia ao partido político nacionalista, idealizado por Judas, o galileu. Ele era uma das frentes de entusiasmo contra o jogo dos romanos. Era revoltado por ver seu povo carregando um peso exorbitante de tributos que iam para os cofres da águia impiedosa. Ainda mais, os romanos se classificavam como uma raça superior, pela posição que desfrutavam no reino que lhes pertencia pela força.
Simão não pensava muito em religião, porque nela notava algumas sombras perigosas de escravidão, e ele se debatia com todas as forças pela liberdade. O clima desse homem de que vamos falar era mesclado ao interesse pela pátria livre e de revolta diante da subjugação por um povo ganancioso e perverso, egoísta e fanático, guiado por ordens que partiam de um cérebro talvez manietado pelas presas da neurose irreversível.
Mentalizando a paz e o trabalho honesto para seu povo, o discípulo não sabia o que fazer, a não ser se reunir com homens com o mesmo ideal. Todavia, a revolta, mesmo aquela cheia de direitos, se perde para tornar-se companheira da intolerância, começando a usar as armas da violência, enfraquecendo as bases principais da Solidariedade. E foi o que aconteceu!
Seu partido passou da defesa para o crime, da liberdade dos galileus para a imposição dos seus próprios patrícios que não comungavam com eles na mesclagem do ódio com a defesa. E Simão viu frustrado todo o seu ideal. Não era isso que ele queria. Varão portador de descomunal energia para o que desse e viesse, não concordava em destruir para defender-se. A coragem em sua mente dava para ser percebida nas feições, sem que a dúvida se intrometesse.
E eis que, em uma manhã ensolarada, meio triste com os acontecimentos, procurou um ancião curtidor que se dava ao trabalho na margem destampada de um córrego onde as aguas cantavam as harmonias da criação. O curtidor solfejava um hino que aprendera com seus ancestrais, portadores dessa preciosidade melódica da convicção dos retirantes judeus, na época em que saíram da casa de servidão do antigo Egito, pela força e coragem de Moisés, o filho das águas e instrumento de Deus para a libertação de um povo.
Simão saudou-o, prestimoso, e Jonas-bem-Sabel, com reverência, respondeu, alegre: Jovem, quais os sopros que te trazem aqui, no ambiente de trabalho de um velho sem préstimo? Vamos assentar e, se quiseres, podes nos dar o prazer de compartilhar conosco da ceia que a hora anuncia.
Apontou a mão malcheirosa para um tosco banco e se desfaz de um roto avental, à beira de um tanque onde o asseio se dava. E logo iniciou a conversação. O velho, ciente das ocorrências com o Zelote, passou a dar-lhe notícias do Messias, que ele próprio vira pregando às margens do Lago da Galileia. Contou para o jovem político todos os fenômenos a que assistira e aqueles dos quais ouvira falar por pessoas idôneas.
O velho impressionou bastante a Simão, o cananita, que naquela mesma tarde procurou o Nazareno que, junto à multidão que o cercava, convidou-o para o seu partido de amor, aquele que não vinga, que não oprime, que não fere, que não julga, que não vende, que não mata. E, na mesma hora, Simão conseguiu segurar as mãos de Jesus, que sentiu lágrimas quentes molharem os seus dedos de luz.
Simão pôs os seus pés as margens do Lago de Genesaré, descendo de um pequeno barco em companhia do velho curtidor. Ao entrarem em Betsaida, o curtidor tomou outra direção e lhe desejou felicidades. Daí a pouco, o impetuoso cananita se aproximou do grande rancho dos pescadores, onde um lugar o esperava no seio da comunidade em Cristo.
João levantou-se suavemente, obedecendo ao sinal de Jesus, e fez sentida oração. Nos céus, faiscavam milhões de estrelas, como respondendo à sua súplica fervorosa. Ao término do pedido do apóstolo, ergueu-se com desembaraço o cananita e perguntou, com ansiedade:
Mestre! Por favor, queira nos orientar sobre o que vem a ser Solidariedade. Quero crer que a Solidariedade não se arrefece em nenhuma condição. Apesar disso, a que eu alimentava junto a companheiros dos mesmos ideais enfraqueceu, quando eles começaram a mudar de rota. Parece que se apagou em mim aquela chama pela causa que antes abraçara, a da liberdade de uma pátria a que tanto devemos, por ser o nosso berço.
Jesus ouviu pacientemente a dissertação de Simão e argumentou, com simplicidade: Simão! Simão! A Solidariedade é princípio divino no coração humano. Ela é uma argamassa de natureza superior que somente se ajusta em pilares da mesma formação. Se queres saber, a tua Solidariedade não se acabou, pelo que vemos está mudando de direção, assim como mudou o alvo no qual concentraste a tua atenção.
A política do mundo tem seus valores para aqueles que com ela se afinam. No entanto, sua área é restrita, e sua defesa é gananciosa e egoística. O partido que ora tomaste como emblema da tua vida se alicerça em leis mais elevadas. Ele não tem limites para fazer o bem, nem barreiras que demarcam tempo e espaço para servir.
É tão diverso dos outros que se empenha mais em favorecer os próprios adversários e, em vez de ofensa, perdão; no lugar do ódio, amor. A Solidariedade que buscas, que chamas de verdadeira, pode ser bem diferente da que antes idealizavas, porque ela, na verdade, encontrando o mesmo clima, se unifica.
Porém, em caso nenhum, deves exigir que ela não seja revestida da usura. Podes é afastar-te, depois de usares a tolerância, para onde melhor te acomodares, ampliando, cada vez mais, tua ação benfeitora. Nunca deves desistir definitivamente de solidarizar-te com o movimento de que participaste e que tanto esforço exigiu em prol do bem-estar comum.
Separa com critério as atitudes valorosas dos companheiros. Nunca um homem é inteiramente ruim, nem um grupo que se forma defendendo um ideal. Aproveita, pois, o que é bom e distancia-te do que achas imprestável. Se um teu inimigo está fazendo o bem no lugar que escolheu para viver, é justo desmerecê-lo, somente porque a presença dele não te agrada?
Jesus calou-se por instantes e deixou que os companheiros se demorasse nas meditações, buscando algo mais nas suas próprias deduções espirituais. E veio em socorro, trazendo novos reforços educativos:
Meu filho, acho uma nobreza em teu caráter a procura da Solidariedade. Podes notar, pelos benefícios que traz, que ela representa raios insofismáveis do amor. Quem ajuda por caridade é o homem que o futuro espera, é a alma querendo se tornar anjo, para que o mal fique só na história do mundo. Sabes, porventura, o que nos une neste instante e o que vai nos unir eternamente? É a Solidariedade de princípios, porque as bênçãos do Nosso Pai Celestial, nos convoca para tal.
Quando as pessoas que alvejaste com a tua Solidariedade falharem naquilo que antes mostravam como meta, não sejas como barco sem remador, entregando-te às ondas sem rumo, e não duvides da bondade de Deus que, por vezes, está te experimentando, para que possas assumir postos elevados na disseminação das verdades espirituais.
Quando isso acontecer contigo, renova a confiança e busca a frente, sem que o atrás te chame a atenção nos teus princípios. Ainda existe uma Solidariedade mais importante: é aquela que deves ter ao Senhor de todas as coisas, que mora fora de dentro de ti.
A atmosfera do ambiente palpitou de emoção. Somente se escutava dentro da igreja, em um ritmo de plena disciplina, o respirar daqueles homens de Deus. O Cristo tomou novamente a palavra:
Meu amigo! Que Deus te abençoe nos teus princípios de união dos que se encontram perseguidos e pela defesa de uma pátria na qual nascente. Contudo, não te esqueças de saber até que ponto a assistência é benefício e até que ponto a ajuda é conivência. Temos que nos preparar para a grande viagem da ascensão.
Se encontrarmos carruagem, melhor, vamos a ela. Se nos faltar essa condução, usaremos os pés sem esmorecer, por motivo nenhum.
Estamos aqui nos preparando para nos solidarizarmos com o bem que estiver sendo praticado em qualquer parte do mundo, e no meio de qualquer seita ou partido, reforçando o amor de Deus a todas as criaturas. E, nesse trabalho em que a universalidade é o lema, anunciemos as nossas concepções das leis do Criador, que se eternizam com o amor puro.
Passaram-se alguns minutos. Jesus, olhando para todos os presentes, levantou-se com elegância, fixando o olhar em Simão, que se aproximou sorrindo.
As portas se abriram. O velho curtidor foi chegando em busca de Simão e teve a felicidade de falar frente a frente com o famoso Nazareno. Beijou as suas delicadas mãos e pronunciou, com emotividade:
Graças a Deus! Graças a Deus!
A verdade não era essa. A intenção de Judas era colocar Jesus como alvo de todas as atenções do mundo, para salvar efetivamente as criaturas, mas por meios que a consciência reta não aceitaria. Além disso, os planos do Evangelho estavam organizados pela consciência divina, e o amor seria a disposição poderosa do avanço espiritual, e não a violência, não o comércio, não as exigências.
Simão, o cananita, é que pertencia ao partido político nacionalista, idealizado por Judas, o galileu. Ele era uma das frentes de entusiasmo contra o jogo dos romanos. Era revoltado por ver seu povo carregando um peso exorbitante de tributos que iam para os cofres da águia impiedosa. Ainda mais, os romanos se classificavam como uma raça superior, pela posição que desfrutavam no reino que lhes pertencia pela força.
Simão não pensava muito em religião, porque nela notava algumas sombras perigosas de escravidão, e ele se debatia com todas as forças pela liberdade. O clima desse homem de que vamos falar era mesclado ao interesse pela pátria livre e de revolta diante da subjugação por um povo ganancioso e perverso, egoísta e fanático, guiado por ordens que partiam de um cérebro talvez manietado pelas presas da neurose irreversível.
Mentalizando a paz e o trabalho honesto para seu povo, o discípulo não sabia o que fazer, a não ser se reunir com homens com o mesmo ideal. Todavia, a revolta, mesmo aquela cheia de direitos, se perde para tornar-se companheira da intolerância, começando a usar as armas da violência, enfraquecendo as bases principais da Solidariedade. E foi o que aconteceu!
Seu partido passou da defesa para o crime, da liberdade dos galileus para a imposição dos seus próprios patrícios que não comungavam com eles na mesclagem do ódio com a defesa. E Simão viu frustrado todo o seu ideal. Não era isso que ele queria. Varão portador de descomunal energia para o que desse e viesse, não concordava em destruir para defender-se. A coragem em sua mente dava para ser percebida nas feições, sem que a dúvida se intrometesse.
E eis que, em uma manhã ensolarada, meio triste com os acontecimentos, procurou um ancião curtidor que se dava ao trabalho na margem destampada de um córrego onde as aguas cantavam as harmonias da criação. O curtidor solfejava um hino que aprendera com seus ancestrais, portadores dessa preciosidade melódica da convicção dos retirantes judeus, na época em que saíram da casa de servidão do antigo Egito, pela força e coragem de Moisés, o filho das águas e instrumento de Deus para a libertação de um povo.
Simão saudou-o, prestimoso, e Jonas-bem-Sabel, com reverência, respondeu, alegre: Jovem, quais os sopros que te trazem aqui, no ambiente de trabalho de um velho sem préstimo? Vamos assentar e, se quiseres, podes nos dar o prazer de compartilhar conosco da ceia que a hora anuncia.
Apontou a mão malcheirosa para um tosco banco e se desfaz de um roto avental, à beira de um tanque onde o asseio se dava. E logo iniciou a conversação. O velho, ciente das ocorrências com o Zelote, passou a dar-lhe notícias do Messias, que ele próprio vira pregando às margens do Lago da Galileia. Contou para o jovem político todos os fenômenos a que assistira e aqueles dos quais ouvira falar por pessoas idôneas.
O velho impressionou bastante a Simão, o cananita, que naquela mesma tarde procurou o Nazareno que, junto à multidão que o cercava, convidou-o para o seu partido de amor, aquele que não vinga, que não oprime, que não fere, que não julga, que não vende, que não mata. E, na mesma hora, Simão conseguiu segurar as mãos de Jesus, que sentiu lágrimas quentes molharem os seus dedos de luz.
Simão pôs os seus pés as margens do Lago de Genesaré, descendo de um pequeno barco em companhia do velho curtidor. Ao entrarem em Betsaida, o curtidor tomou outra direção e lhe desejou felicidades. Daí a pouco, o impetuoso cananita se aproximou do grande rancho dos pescadores, onde um lugar o esperava no seio da comunidade em Cristo.
João levantou-se suavemente, obedecendo ao sinal de Jesus, e fez sentida oração. Nos céus, faiscavam milhões de estrelas, como respondendo à sua súplica fervorosa. Ao término do pedido do apóstolo, ergueu-se com desembaraço o cananita e perguntou, com ansiedade:
Mestre! Por favor, queira nos orientar sobre o que vem a ser Solidariedade. Quero crer que a Solidariedade não se arrefece em nenhuma condição. Apesar disso, a que eu alimentava junto a companheiros dos mesmos ideais enfraqueceu, quando eles começaram a mudar de rota. Parece que se apagou em mim aquela chama pela causa que antes abraçara, a da liberdade de uma pátria a que tanto devemos, por ser o nosso berço.
Jesus ouviu pacientemente a dissertação de Simão e argumentou, com simplicidade: Simão! Simão! A Solidariedade é princípio divino no coração humano. Ela é uma argamassa de natureza superior que somente se ajusta em pilares da mesma formação. Se queres saber, a tua Solidariedade não se acabou, pelo que vemos está mudando de direção, assim como mudou o alvo no qual concentraste a tua atenção.
A política do mundo tem seus valores para aqueles que com ela se afinam. No entanto, sua área é restrita, e sua defesa é gananciosa e egoística. O partido que ora tomaste como emblema da tua vida se alicerça em leis mais elevadas. Ele não tem limites para fazer o bem, nem barreiras que demarcam tempo e espaço para servir.
É tão diverso dos outros que se empenha mais em favorecer os próprios adversários e, em vez de ofensa, perdão; no lugar do ódio, amor. A Solidariedade que buscas, que chamas de verdadeira, pode ser bem diferente da que antes idealizavas, porque ela, na verdade, encontrando o mesmo clima, se unifica.
Porém, em caso nenhum, deves exigir que ela não seja revestida da usura. Podes é afastar-te, depois de usares a tolerância, para onde melhor te acomodares, ampliando, cada vez mais, tua ação benfeitora. Nunca deves desistir definitivamente de solidarizar-te com o movimento de que participaste e que tanto esforço exigiu em prol do bem-estar comum.
Separa com critério as atitudes valorosas dos companheiros. Nunca um homem é inteiramente ruim, nem um grupo que se forma defendendo um ideal. Aproveita, pois, o que é bom e distancia-te do que achas imprestável. Se um teu inimigo está fazendo o bem no lugar que escolheu para viver, é justo desmerecê-lo, somente porque a presença dele não te agrada?
Jesus calou-se por instantes e deixou que os companheiros se demorasse nas meditações, buscando algo mais nas suas próprias deduções espirituais. E veio em socorro, trazendo novos reforços educativos:
Meu filho, acho uma nobreza em teu caráter a procura da Solidariedade. Podes notar, pelos benefícios que traz, que ela representa raios insofismáveis do amor. Quem ajuda por caridade é o homem que o futuro espera, é a alma querendo se tornar anjo, para que o mal fique só na história do mundo. Sabes, porventura, o que nos une neste instante e o que vai nos unir eternamente? É a Solidariedade de princípios, porque as bênçãos do Nosso Pai Celestial, nos convoca para tal.
Quando as pessoas que alvejaste com a tua Solidariedade falharem naquilo que antes mostravam como meta, não sejas como barco sem remador, entregando-te às ondas sem rumo, e não duvides da bondade de Deus que, por vezes, está te experimentando, para que possas assumir postos elevados na disseminação das verdades espirituais.
Quando isso acontecer contigo, renova a confiança e busca a frente, sem que o atrás te chame a atenção nos teus princípios. Ainda existe uma Solidariedade mais importante: é aquela que deves ter ao Senhor de todas as coisas, que mora fora de dentro de ti.
A atmosfera do ambiente palpitou de emoção. Somente se escutava dentro da igreja, em um ritmo de plena disciplina, o respirar daqueles homens de Deus. O Cristo tomou novamente a palavra:
Meu amigo! Que Deus te abençoe nos teus princípios de união dos que se encontram perseguidos e pela defesa de uma pátria na qual nascente. Contudo, não te esqueças de saber até que ponto a assistência é benefício e até que ponto a ajuda é conivência. Temos que nos preparar para a grande viagem da ascensão.
Se encontrarmos carruagem, melhor, vamos a ela. Se nos faltar essa condução, usaremos os pés sem esmorecer, por motivo nenhum.
Estamos aqui nos preparando para nos solidarizarmos com o bem que estiver sendo praticado em qualquer parte do mundo, e no meio de qualquer seita ou partido, reforçando o amor de Deus a todas as criaturas. E, nesse trabalho em que a universalidade é o lema, anunciemos as nossas concepções das leis do Criador, que se eternizam com o amor puro.
Passaram-se alguns minutos. Jesus, olhando para todos os presentes, levantou-se com elegância, fixando o olhar em Simão, que se aproximou sorrindo.
As portas se abriram. O velho curtidor foi chegando em busca de Simão e teve a felicidade de falar frente a frente com o famoso Nazareno. Beijou as suas delicadas mãos e pronunciou, com emotividade:
Graças a Deus! Graças a Deus!
terça-feira, 24 de maio de 2016
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Se manter na paz, ajuda a todos
Dizia a nosso amigo (escriba, Thiago) sobre o amor e admiração que sentimos por cada um de vocês. Foi tamanha a emoção, que ele nos pediu para dividir essa fala com todos, pois se tratava de algo que não deveria ser guardado.
Eu dizia da admiração que sentimos por cada um de vocês, principalmente, vocês, Mestres encarnados nessa nação brasileira. Vocês que passaram e passam por um momento de desafios, de dúvidas, mas que continuam a jornada com o Coração ao alto, auxiliando na estabilização do campo energético coletivo.
Dizia a ele que estávamos, Kuthumi, Saint Germain e Eu em conversa, nos Reinos Ascensos, e falávamos da capacidade de vocês, que estão se mantendo em paz, nessa época. A nossa emoção é tão grande que é como se nos colocássemos a chorar de alegria e admiração pelo que fazem.
Meus Filhos, existe um plano maior, muito maior do que concebem, e essa plano se desenrola à medida que as energias de equilíbrio e Amor irradiam de seu plano terrestre. Então, aqueles que se mantém em paz, sempre buscando ir adiante, são os que abrem os caminhos, são os que permitem que o plano se desenrole.
Eu explicava sobre isso e nosso amigo, então, pediu permissão para anotar que, é como se as etapas fossem sendo implementadas, à medida que um maior número de pessoas simplesmente permanece em paz, continuam seus afazeres, continuam a espalhar Amor e carinho. Estas são as pessoas responsáveis por tudo o que ocorre. Vocês compreendem, Meus Amados e Admiráveis Irmãos? Vocês compreendem essas palavras? À medida que vocês ancoram a capacidade de se manter ao Centro de seu Coração, em meio às turbulências, novos processos dessa grande história são escritos.
Se vocês se mostram capazes de permanecer em paz com o que foi revelado, então, isso significa que mais pode vir a ser mostrado, porque esse é um processo pacífico, onde ninguém quer gerar caos, ninguém quer gerar medo. Então, são vocês que permitem o desenrolar dos acontecimentos.
E basta que um se mantenha em paz em seu meio, que ele chama a atenção de muitos que dizem: “Ora, se ele é capaz, por que estou a me desesperar?”
Vocês compreendem? Vocês mostram que é possível! Simples assim. Então, o processo se desenrola.
Por essa razão, aqui, nos Reinos de Luz, nós simplesmente nos emocionamos de ver o que fazem. E, nessa hora, nós descemos a os abraçar com nossa energia, porque ficamos tão admirados com essa capacidade, que não é possível não descer a os abraçar com o Amor que vocês criam em nossos Corações.
Eu os agradeço, Meus Irmãos, por simplesmente serem capazes de permanecer em paz.
Mestre Jesus
A Lua Cheia do dia 21 de maio
A luz entrante em seu Chakra Coronário nas próximas horas irá aumentar nos próximos dias até a Lua Cheia do dia 21, indo até 25 de Maio. As almas afins sentirão um vínculo mais forte do que nunca.As almas serenas encontrarão sua paz e as almas desenfreadas mostrarão seus dentes e ferimentos.
Permitam que tudo flua. Não se deixem abalar.
Olhem para dentro, localizem unicamente sua Paz interior.
O resto é um temporal de luz. Que impulsiona as próprias sombras e as dos outros para serem acolhidas.
O Chakra Coronário adquire uma nova função: a Interconexão com seus Corpos Cósmicos.
Esta palavra pode soar estranha, mas é verdade, a partir do o Chacra 11 – o Chacra da Consciência Angélica – ao Chacra Estrela da Alma, acontece a união com os corpos sutis.
Do Chacra da Consciência Estelar em diante há a união com outras Dimensões ao nível do Cosmos, a fusão com outros planos estelares e realidades intraterrenas.
A união dos corpos sutis com a memória estelar abre-lhes ainda mais a Consciência Multidimensional.
Permite-lhe viajar pelo AKASHA e compreender a razão de cada Plano de consciência e como manifestar a realidade, em sua consciência física.
A ENERGIA ENTRANTE É E SERÁ MUITO FÍSICA e irá descer para os seus outros Chacras interconectando-os para receber a consciência e a Paz de outros Planos de Consciência. Ou seja, o conjunto de memórias, lugares, experiências, tempos, vidas, costumes, de muitas vidas e muitos Planos, não só o de Gaia.
Por isso, produz movimentos e reações nas realidades para que terminem de ajustar as graduações pessoais.
Quando a energia nos próximos dias chegar ao Chakra Estrela de Gaia, será concluído um dos períodos mais intensos da Ascensão desde o eclipse de abril durante o Wesak.
Consequentemente começará um dos períodos mais ativos na materialização – causa e consequência – será um contínuo “não parar” sequer por um minuto no seu dia-a-dia, para que resolvam infinitas situações pendentes e as liberem de forma acelerada.
Amado ser de luz, é tempo de máxima criatividade, de máxima ilusão ou de máxima alegria.
Assim será, por isso encerrem seus passados e materializem seu presente de maneira bem ativa.
É uma oportunidade única de sentir, de vibrar e de abrir as novas escolhas de seu ser, que estão lá para ele, e você vai ver.
Não façam escolhas nestes dias, só constatem, reconheçam e saibam o que escolher.
As escolhas pessoais se farão pela magia do coração, não pelo planejamento. Essa é a verdadeira realidade.
Reconhecer e CAMINHAR
Não planejem, escutem o autêntico Chamado interno com esta conexão de Chacras através das funções do Chacra Coronário e seus novos Corpos Energéticos mais ativos do que antes.
Eles vão mostrar-lhes a verdadeira Paz de seu ser.
Quando interconectarem-se com Eles (Corpos Energéticos), não só sentirão a Unidade dentro de seu coração unificado, mas gradualmente terão mais conexão entre todos os seus sentidos, incluindo suas memórias e seus esclarecimentos de vida, propósitos e caminhos de experiência.
Somente respire e deixe que isso aconteça, a Energia entrante fará claramente o resto, de maneira gradual e de forma suave para cada um, na sua velocidade de consciência.
Não depende de vocês, é o seu ser interior, que se abre para recebê-La e honrá-La, e vocês assumem o compromisso da alma, com Gaia integrando-A em seu devido tempo.
Despeço-me com Amor,
Permitam que tudo flua. Não se deixem abalar.
Olhem para dentro, localizem unicamente sua Paz interior.
O resto é um temporal de luz. Que impulsiona as próprias sombras e as dos outros para serem acolhidas.
O Chakra Coronário adquire uma nova função: a Interconexão com seus Corpos Cósmicos.
Esta palavra pode soar estranha, mas é verdade, a partir do o Chacra 11 – o Chacra da Consciência Angélica – ao Chacra Estrela da Alma, acontece a união com os corpos sutis.
Do Chacra da Consciência Estelar em diante há a união com outras Dimensões ao nível do Cosmos, a fusão com outros planos estelares e realidades intraterrenas.
A união dos corpos sutis com a memória estelar abre-lhes ainda mais a Consciência Multidimensional.
Permite-lhe viajar pelo AKASHA e compreender a razão de cada Plano de consciência e como manifestar a realidade, em sua consciência física.
A ENERGIA ENTRANTE É E SERÁ MUITO FÍSICA e irá descer para os seus outros Chacras interconectando-os para receber a consciência e a Paz de outros Planos de Consciência. Ou seja, o conjunto de memórias, lugares, experiências, tempos, vidas, costumes, de muitas vidas e muitos Planos, não só o de Gaia.
Por isso, produz movimentos e reações nas realidades para que terminem de ajustar as graduações pessoais.
Quando a energia nos próximos dias chegar ao Chakra Estrela de Gaia, será concluído um dos períodos mais intensos da Ascensão desde o eclipse de abril durante o Wesak.
Consequentemente começará um dos períodos mais ativos na materialização – causa e consequência – será um contínuo “não parar” sequer por um minuto no seu dia-a-dia, para que resolvam infinitas situações pendentes e as liberem de forma acelerada.
Amado ser de luz, é tempo de máxima criatividade, de máxima ilusão ou de máxima alegria.
Assim será, por isso encerrem seus passados e materializem seu presente de maneira bem ativa.
É uma oportunidade única de sentir, de vibrar e de abrir as novas escolhas de seu ser, que estão lá para ele, e você vai ver.
Não façam escolhas nestes dias, só constatem, reconheçam e saibam o que escolher.
As escolhas pessoais se farão pela magia do coração, não pelo planejamento. Essa é a verdadeira realidade.
Reconhecer e CAMINHAR
Não planejem, escutem o autêntico Chamado interno com esta conexão de Chacras através das funções do Chacra Coronário e seus novos Corpos Energéticos mais ativos do que antes.
Eles vão mostrar-lhes a verdadeira Paz de seu ser.
Quando interconectarem-se com Eles (Corpos Energéticos), não só sentirão a Unidade dentro de seu coração unificado, mas gradualmente terão mais conexão entre todos os seus sentidos, incluindo suas memórias e seus esclarecimentos de vida, propósitos e caminhos de experiência.
Somente respire e deixe que isso aconteça, a Energia entrante fará claramente o resto, de maneira gradual e de forma suave para cada um, na sua velocidade de consciência.
Não depende de vocês, é o seu ser interior, que se abre para recebê-La e honrá-La, e vocês assumem o compromisso da alma, com Gaia integrando-A em seu devido tempo.
Despeço-me com Amor,
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