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Muitos médiuns
questionam a conduta, o comportamento e as atitudes de seus irmãos e irmãs de
Doutrina, questionando suas ações, verificando a incompatibilidade com os
ensinamentos que recebemos.
Alguns vão além do questionamento
e incorrem no julgamento, gerando pesadas e nocivas vibrações que acabam
atravancando a própria vida.
É compreensível que
quando nos encontramos com alguém que insiste em incomodar e até mesmo
atrapalhar nossa jornada, que nos rebelemos e acabemos desabafando contra
situações que nos prejudicam.
Porém é preciso sempre
recordar que é muito melhor encontrar seus cobradores de uniforme, do que na
figura de um vizinho, de um chefe ou de um familiar.
A simples presença
destas pessoas na Doutrina já indica que elas estão a caminho! Que embora os
conceitos de amor, humildade e tolerância possam parecer distantes de seus
comportamentos, o espírito delas clama pelas mudanças e a levaram a ingressar
nesta fraternidade.
Obviamente nem tudo é
cobrança e determinadas situações são geradas pela incompatibilidade de
personalidades. Mas ainda assim devemos ter a consciência da necessidade de
compreender. Não digo concordar! Apenas compreender. Procurar calçar os
sapatos do outro e tentar enxergar a vida pela ótica limitada daquele que
ainda não absorveu a essência de nossa Doutrina.
Não podemos mudar as
pessoas tentando faze-las enxergar “na marra” aquilo que nós um dia também
demoramos em compreender. “Abrir os olhos” é algo do tempo e da evolução de
cada um.
Permitir seu padrão
vibratório cair pela influência alheia não vale a pena! Como já afirmei: é
natural que nos incomodemos, que nos choquemos com a chegada da desarmonia
provocada... Mas não temos mais o direito de mergulhar nestas energias,
permitindo que elas ganhem força e formem uma corrente negativa.
A missão do Jaguar é
coletiva, mas é cumprida na Individualidade de cada um!
Liberte-se de uma vez
do julgamento! Chega de querer mudar o outro, prossiga modificando seu
interior e cumprindo a sua missão. Tenha a consciência de que, para a
Espiritualidade, o quê verdadeiramente interessa é que a missão esteja sendo
cumprida.
Pergunte sempre: minha
atitude vai resolver alguma coisa? Vai fazer bem para mim ou para os outros?
Se a resposta for “não”... Para que prosseguir com as mesmas atitudes? Perdoe
para ser perdoado, não é isso que sempre repetimos? Façamos valer nossas
palavras!
Kazagrande
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SALVE DEUS! FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES. COMAM E BEBAM; A MESA ESTÁ POSTA! SALVE DEUS
quinta-feira, 30 de maio de 2013
COBRADOR
APARÁ
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Mestre: Comecei agora
minhas aulas de Desenvolvimento, sou Apará. Tenho muitas perguntas sobre como
funciona minha mediunidade, poderia me esclarecer algo além das aulas?
Meu irmão, Salve Deus!
O Apará tem ao seu
dispor um canal direto de comunicação com nossos Mentores. Quando
mediunizado, entorpece seus sentidos físicos e entra em contato com a
Espiritualidade.
É o portador do Segundo Verbo, da Voz Direta!
É o médium cujas
energias se concentram no plexo solar, na região umbilical. A energia
ectoplasmática ativa o plexo solar acima da tônica normal, produzindo toda
uma série de fenômenos, que resultam neste contato direto com a
Espiritualidade.
O sangue afluindo com
maior pressão nessa região, empobrece a irrigação cerebral e, com isso,
amortece os principais sentidos. A força do plexo solar é transmitida aos
plexos vizinhos, proporcionando um espectro amplo de ligação com os chakras.
Quando chega ao Vale
do Amanhecer, o Apará apresenta incômodos na parte inferior do corpo,
principalmente no aparelho digestivo, rins, bexiga e outros órgãos
energizados pelo plexo solar e circunvizinhos.
É muito comum, também,
apresentarem incômodos na coluna.
Como conseqüência
direta desses males, ele sofre cronicamente de dores de cabeça, tonturas e
sintomas semelhantes.
Psicologicamente os
sintomas são de fobias, alucinações, insegurança, irritabilidade, emotividade
exagerada e até histeria.
A primeira medida, no
seu desenvolvimento, é fazê-lo sintonizar com o seu Mentor. Ele é a garantia
do equilíbrio do médium.
Convida-se o aspirante
a se concentrar, de olhos fechados, de pé, e a respirar profundamente.
Mediante a aplicação das mãos, da cabeça para baixo, sem o tocar, o
Doutrinador magnetiza o aparelho. Esse trabalho deve ser acompanhado de leve
hipnose, através de palavras repetidas. Pede-se ao médium que imagine seu
Mentor, e vai-se sugerindo sua presença, mediante chaves próprias.
Na maioria dos casos,
o médium incorpora na segunda ou na terceira aula. Se ele apresentar sintomas
de angústia, deverá continuar passando nos trabalhos durante o
desenvolvimento, para que sejam realizadas as passagens dos irmãozinhos.
Kazagrande
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domingo, 26 de maio de 2013
Mayanty
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MAYANTY
Mayanty – ou Mayante - é uma Casa Transitória, regida por Simiromba, de onde chega toda a força desobsessiva para os trabalhos do Templo. Significa amanhecer, clarear, alvorecer. Existiam sobre os panôs, no Templo, antenas metálicas - que o povo chama “chifrinhos” ou “morceguinhos” - na Parte Evangélica e na área dos Tronos que captavam a energia emitida por Mayanty e a espalhavam, como se fossem pulverizadores, fazendo com que ela chegassem até aos nossos irmãos, encarnados e desencarnados, que se encontram no Templo. É uma energia pura e muito clara, luminosa mesmo, que faz com que as trevas sejam rompidas, fazendo com que muitos que estão perdidos na escuridão passem a ver a Luz! O deslocamento de forças se faz na medida exata, necessária aos trabalhos. É projetada em cada médium nas morsas (cruzes) que trazem em seus braços, de acordo com a capacidade de cada um. Mayanty não tem ligação com a Pira. Ao fazer sua preparação, o médium faz sua ligação com a Corrente Mestra, que vem diretamente de Tapir. A força de Mayanty é complementar a essa. Enquanto Tapir é a energia geral, que alimenta os Sandays, a energia de Mayanty se desloca de acordo com a individualidade dos médiuns, ajudando-os na realização de cada trabalho. Na abertura dos trabalhos, quando se emite o Mantra de Mayanty, enquanto a energia da Corrente Mestra flui pela Pira, a energia vinda de Mayante se espalha através das antenas metálicas. "Naquela tarde, mais do que nunca, um misto de sonho e de realidade, uma coisa esquisita, parecia comprimir a minha cabeça. Saí caminhando, fui até o meu trono, no pico da serra. Visitei todos os pequenos grupos. Comecei a pensar que aquela coisa estranha fosse um aviso, uma mensagem de alguém do além, que estivesse me avisando. Sim, realmente, era uma mensagem, mais que uma mensagem! Recebi MAYANTE, o rico MANTRA DE ABERTURA, que também se afirmou em todo o meu ser, fazendo-me encontrar comigo mesma, harmonizando o meu Sol Interior. Porém, não ficou somente nesta tarde. Dali parti e fui decidir, com amor, a minha vida, no quadro sentimental, emocional. Parti dali. Fui, fisicamente, seguindo o meu destino, e fui decidida na continuação do meu sacerdócio, da minha missão!... Era 9 de novembro de 1959..." (Tia Neiva) "Já nos primeiros passos dentro da Doutrina, você passa a ter um “Mantra" ou seja, um conjunto de gestos, sons e atitudes que lhe permitem começar a se ligar com seu mundo espiritual. Você canta “Mayanty” e, ao fazer isso, você libera seu “fluido" ou "ectoplasma". Ele vai saindo de sua boca como se fosse uma nuvem invisível e essa fumacinha vai se juntando ao ectoplasma dos outros Médiuns e ao que já existe no Templo. Ao mesmo tempo sua "aura" vai ficando mais clara e a "parede" do seu Perispírito se torna mais límpida, mais transparente. Seus "chakras" começam a acordar e você vai recebendo de volta a mesma quantidade de fluído que você está emitindo. Só que o fluído que volta é mais sutil, cheio de vibrações positivas. Ele atravessa seus "Chakras" e se comunica com seus plexos nervosos. (Plexos são feixes de nervos – lugares onde os nervos se cruzam). O maior "plexo" fica situado na região do estômago, entre este e o peito. Nele você recebe e emite a maior carga de ectoplasma e é por isso que os Mestres recomendam que você ande com as mãos cruzadas às costas (mantendo esta atitude até a Elevação de Espadas, quando passa a dispor do Cruzamento de forças Evangélico-Iniciática). Com isso você expõe mais o plexo solar, esse que fica acima do estômago. Outra parte do ectoplasma, que está sendo recebido, penetra pelo alto da cabeça, pelo “Chakra" coronário. Na verdade isso pode acontecer com todos seus “Chakras" e, por conseguinte, com todos seus "plexos". Aos poucos, você sente o resultado dessa complexa operação Mediúnica, e você começa a se sentir diferente. Sua mente clareia, você percebe em si mesmo uma excitação tranqüila, uma energia nova, uma certa leveza, uma espécie de alegria. Na verdade, o que você sente é difícil de ser reproduzido aqui, uma vez que a experiência é só sua de acordo com você mesmo e com mais ninguém. Essa é a experiência do princípio de comunicação de seu espírito, com você mesmo! Daqui por diante você a cada dia aperfeiçoa mais sua capacidade de Mediunização. Com o tempo e a repetição ela se torna automática, rápida. A partir da Mediunização, você tem pouca coisa a se preocupar, em termos de trabalho mediúnico. Você estando Mediunizado os Mentores e os Guias executam o trabalho por seu intermédio e vão lhe creditando os "bônus horas", isto é, os créditos espirituais que vão saldar suas "dívidas" desta ou de outras encarnações. (Trino Tumuchy) "No dia 9 de novembro de 1959, recebi o primeiro mantra – Mayante. Minha cabeça se encheu de sons, e apareceu um lindo general, da época da queda da Bastilha, dizendo chamar-se Claudionor de Plance Ferrate e que, após me contar sua história, ditou a letra da melodia que eu estava ouvindo, a que chamou Mayante, o mantra de abertura dos nossos trabalhos." (Tia Neiva – Anotações Diversas) MANTRA MAYANTY Mayanty, Mayanty, Do Astral Superior Tu que és refúgio De enfermeiros do Senhor. Sopro Divino do Senhor, Prana, ó, prana, tu em favor, Sei que atendes onde hasteias A bandeira rósea do Amor... Aqui neste Templo hasteamos A bandeira rósea do Astral, Velhos marcianos ingressados No Pronto Socorro Universal. Mayanty, querida Mayanty, Que o Senhor nos concedeu, Guarda, querida Mayanty, Tudo o que for em favor meu!... |
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Mestres e Ninfas
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“Mestres ensinando
Mestres..”. Pai Seta Branca
Mestre
O uso do tratamento de
Mestre em nossa Doutrina refere-se à necessidade de constante aprendizado e
ensinamento. O Mestre é aquele que compreende que sempre existe mais por
aprender e que compartilha o conhecimento já adquirido.
Para nós não é aquele
que é um “professor”, mas sim aquele que compreende a necessidade de viver
sua vida mediúnica voltando-se ao constante aprendizado e repasse dos
conhecimentos adquiridos, aprendendo e ensinando a cada dia, tornando-se mais
tolerante, mais amigo, mais humilde... Esta é a figura do Mestre que devemos
buscar representar.
Ao realizarmos nossa
Iniciação, registramos nosso nome no Grande Livro dos Iniciados dos Himalaias
e somos considerados como “Pequenos Mestres”. Aquele que está a caminho do
mestrado, que um dia chegará a este patamar.
Ao realizarmos a
Consagração de Elevação de Espadas, adquirimos o “Mestrado” a nível físico.
Passamos a ter o direito de participar do trabalho de Estrela Candente, que
requer grande precisão e concentração. Porém para sermos Mestres,
espiritualmente falando, a jornada é muito mais longa! Depende de nossa
conduta nos três planos.
Dessa forma, o
tratamento de Mestre explica-se como um incentivo a condição que se deve
adquirir ao longo de sua jornada mediúnica.
“A função de um
mestre, como perito da Doutrina do Amanhecer, é cuidar de si mesmo, sem
vaidade de se achar pronto e completo, procurando aprender com amor e ensinar
com humildade, usando a tolerância para ouvir e para explicar cada fato novo
que a Espiritualidade traz ao seu alcance das mais variadas formas, tanto
durante seu trabalho no Templo, como nos fatos corriqueiros do dia-a-dia de
sua vida material.”
Ninfas
Na mitologia grega,
Ninfa deriva de “nimphe”, que significa "botão de rosa", dentre
outros significados.
O tratamento foi
escolhido por Pai Seta Branca, ao comparar as Ninfas às rosas de seu jardim.
Uma forma de
demonstrar claramente como nossas médiuns devem ser tratadas: Com respeito,
ternura e admiração pela sua condição.
A Ninfa representa a
suavidade da Doutrina, são poupadas dos comandos dos trabalhos para que
harmonizem o ambiente, e semeiem com suas melodias o equilíbrio exigido a
cada passo.
Kazagrande
Se não houver respeito
ou se desrespeitar uma ninfa, é como desrespeitar toda a guarda de Pai João,
é tê-lo no seu calcanhar, o que não é bom, porque eles não nos castigam,
porém nos deixam à mercê de nossos carmas!
Tia Neiva em 13 de
setembro de 1984
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Ser Jaguar já deve bastar
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Nós jaguares devemos
pensar muito em nossa própria evolução, antes de qualquer tentativa de sair
por aí “evoluindo os outros”.
Tratando-se de
comandantes, adjuntos, trinos, esse cuidado deve ser ainda maior, porquanto
existe no mundo um conceito soberano de “força” para todas as criaturas que
se encontram nas disputas para a obtenção dos títulos de progresso.
Essa “força”
permanecerá até que os homens compreendam a necessidade do evangelho (“Amor,
Humildade e Tolerância”) em seus corações, trabalhando por sua realização
plena.
Aqueles que dispõem do
poder terreno, nas administrações, presidências, diretorias, com exceções é
claro, muitas vezes, aceitam apenas os postulados que a “força” proporciona
ou os princípios com que a mesma concorda. Cegam-se, temporariamente, pelos
véus da vaidade e fantasia que a “força” lhes proporciona, porém devem ficar
livres nas suas experiências.
Dia virá em que
brilharão, sobre a Terra os eternos direitos da verdade e do bem, anulando
essa “força” transitória.
Jesus não teve a
preocupação de converter ao Evangelho os Pilatos e os Antipas de seu tempo.
Ser Jaguar já nos deve
bastar!
Kazagrande
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terça-feira, 21 de maio de 2013
O QUE É KUNDALINI?
terça-feira, 14 de maio de 2013
Lei Áurea
A promulgação da Lei Áurea
foi da mais alta
importância, por tratar-se
Jesus determina que
a Terra do Cruzeiro se povoasse de
raças humildes do planeta, buscando a colaboração dos povos sofredores das
regiões africanas; aproximou Portugal
daquelas raças sofredoras, sem violências de qualquer natureza.
O homem branco da
Europa, prejudicado por uma educação espiritual condenável e deficiente,
procura eximir-se
aos trabalhos pesados da agricultura, alegando o pretexto dos climas
considerados perniciosos. Humilham os seus
irmãos em face ao comércio escravo.
Mas, os que
praticaram o
nefando comércio sofrerão, igualmente, o mesmo martírio, nos dias do
futuro,
quando forem também vendidos e flagelados em identidade de circunstâncias. Não
podemos esquecer que existe o instituto imortal da justiça divina, onde cada qual
receberá de conformidade com os seus atos.
Humberto de Campos
(Espírito) descreve as
sucessivas provações que se abateram sobre Portugal e sua gente, que desse modo
expiavam a dor imposta aos africanos escravizados, e por fim
observa:
“Os filhos da África
foram
humilhados e abatidos, no solo onde floresciam as suas bênçãos renovadoras e
santificantes; o Senhor, porém,
lhes sustentou o coração oprimido, iluminando o calvário dos seus indizíveis
padecimentos com seu inesgotável amor.
Através das linhas
tortuosas dos homens, realizou Jesus os
seus grandes e benditos objetivos, porque os negros das
costas africanas foram uma das pedras angulares do monumento evangélico do
Coração do Mundo.
Sobre os seus ombros
flagelados, carrearam-se quase todos os elementos materiais para a organização
física do Brasil e, do manancial de humildade de seus
corações resignados e tristes, nasceram lições comovedoras, imunizando todos os
espíritos contra os excessos do imperialismo e do orgulho injustificáveis das
outras nações do planeta, dotando-se a alma
brasileira dos mais belos sentimentos de fraternidade, de ternura e de perdão.”
Princesa Isabel na
decretação da chamada Lei Áurea, revoga
em 13 de maio de 1888
a legislação que permitia até então a existência da
escravidão em nosso país.
Em abril de 1988, um
mês antes da comemoração do primeiro centenário da Abolição da escravatura no
Brasil, o Jornal “O
Imortal” publicou a entrevista com Mãe Izabel (espírito) que acompanhada de
Bezerra de Menezes apresenta-se através
da médium Irene Carvalho, de Brasília, DF.
“Diletos irmãos,
Abençoe-nos Jesus em Sua
Luz.
O momento é de
profunda reflexão. Neste instante, ainda ouço o
clamor do negro escravo, que mesmo depois de liberto chorava suas dores, sem ter
para onde ir. Reporto-me a esses
dias com muita emoção.
Ao assinar a Lei
Áurea, a minha mão foi
conduzida por outra mão mais forte. Uma enorme força
brotou dentro de mim e mesmo que eu quisesse não poderia retroceder. Foi um
momento de enorme emoção e eu chorei.
O Brasil é sem dúvida
um país de grandes dimensões e haverá lugares para todos, se houver,
realmente, uma compreensão maior por parte daqueles que o governam. Dirijo-me a eles, em
especial, afirmando que a palavra
empenhada recebe na Espiritualidade o selo dos grandes compromissos, severamente
inadiáveis. Que ninguém se iluda, pois a cobrança dos débitos será sempre
feita.
Que a semeadura do
Evangelho chegue também aos
corações dos políticos e atinja as crianças que percorrem as ruas dos grandes
centros em busca do pão e da verdade, escravas da fome e do vício. Para elas a única
verdade é fugir do abandono. Alimentá-las não é o suficiente, mas sim
possibilitar-lhes um mundo melhor. Uma vida equilibrada para os escravos dos
novos tempos só será possível
numa sociedade voltada para o bem e a fraternidade.
Quem não recebe amor
não o pode dar a outrem. Os que fecham os olhos a essa dura realidade, de
adultos e crianças subjugados a condições subumanas, e especialmente os
que se comprazem na existência de tal condição, por fazer dela sua base de lucro
e promoção pessoal, estes, sem dúvida,
podem ser considerados os novos feitores, como os de
outrora...
Mãos à obra,
brasileiros. Que o anjo Ismael
continue a proteger essa terra gigantesca, que dia a dia se
destaca das demais, convergindo tantas atenções e atraindo múltiplas famílias
estrangeiras que jamais a deixam.
Que o 13 de maio seja
lembrado como uma data simbólica, que nos desperte
para as mais nobres realizações de libertação do ser humano e não como um grito
de angústia. Dia há de chegar em que todos na Terra se abraçarão como
irmãos.
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