SALVE DEUS! FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES. COMAM E BEBAM; A MESA ESTÁ POSTA! SALVE DEUS
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
FÉ, AÇÃO E LIBERDADE
Analisando a Epístola a Tiago, no Novo Testamento, podemos constatar alguns preceitos doutrinários. A bondade divina nos propicia a experiência de, enquanto em vida, sofrermos provocações e sugere como remédio contra essas mesmas provocações, a fé.
Afiança que a tais suscitações nos trás a perseverança e nos torna maduros ante a vida. Diz que o homem, enquanto encarnado nesse mundo de provas e expiações, busca encontrar ou adquirir a sabedoria.
Instrui-nos a conquistar essa tão cobiçada sabedoria com fé e sem dúvidas. Comenta a métrica doutrinária que o buscador que tiver dúvidas, comporta-se como as ondas do mar. Sem fé não há firmeza!
A carta faz advertências para os que empreendem a busca pela aparência, somente. O buscador pode se iludir com a beleza que se manifesta, afastando-se do objetivo proposto. Alude à lei da erva do campo, quando o sol faz murchar a beleza da rosa.
Cita, ainda, que as tentações e enganos que sofremos na nossa jornada são atraídos pelos nossos próprios pensamentos.
Afiança que a ação é mais importante do que o conhecimento e a sabedoria. Não havendo no ser a prática da ação fraternal e humanitária para com o semelhante, a busca termina com o ego, um gigante dilatado, agindo apenas impulsionado pelo intelecto, mirando-se, inutilmente, no espelho de Narciso que, como se sabe, apaixonou-se pela sua própria beleza, nascendo o Narcisismo.
O homem que usa só a erudição sem a experiência da ação retificadora, corre o risco de ficar tão pesado como as asas do albatroz, que cai e anda no convés do navio, quando ainda poderia estar voando.
A liberdade só é conquistada através da ação e da vivência, segundo um código doutrinário.
O apóstolo nos fala ainda da roupagem do rico e do pobre, usada pelas almas em suas manifestaçõesem vida. Ela serve tão-somente para se cumprir os desígnios do Supremo, pois todos nós temos o mesmo valor, independente da roupagem usada.
Na verdade, o ser encarnado vale pela sua ação, bondade e código de honra.
Afiança que a tais suscitações nos trás a perseverança e nos torna maduros ante a vida. Diz que o homem, enquanto encarnado nesse mundo de provas e expiações, busca encontrar ou adquirir a sabedoria.
Instrui-nos a conquistar essa tão cobiçada sabedoria com fé e sem dúvidas. Comenta a métrica doutrinária que o buscador que tiver dúvidas, comporta-se como as ondas do mar. Sem fé não há firmeza!
A carta faz advertências para os que empreendem a busca pela aparência, somente. O buscador pode se iludir com a beleza que se manifesta, afastando-se do objetivo proposto. Alude à lei da erva do campo, quando o sol faz murchar a beleza da rosa.
Cita, ainda, que as tentações e enganos que sofremos na nossa jornada são atraídos pelos nossos próprios pensamentos.
Afiança que a ação é mais importante do que o conhecimento e a sabedoria. Não havendo no ser a prática da ação fraternal e humanitária para com o semelhante, a busca termina com o ego, um gigante dilatado, agindo apenas impulsionado pelo intelecto, mirando-se, inutilmente, no espelho de Narciso que, como se sabe, apaixonou-se pela sua própria beleza, nascendo o Narcisismo.
O homem que usa só a erudição sem a experiência da ação retificadora, corre o risco de ficar tão pesado como as asas do albatroz, que cai e anda no convés do navio, quando ainda poderia estar voando.
A liberdade só é conquistada através da ação e da vivência, segundo um código doutrinário.
O apóstolo nos fala ainda da roupagem do rico e do pobre, usada pelas almas em suas manifestações
Na verdade, o ser encarnado vale pela sua ação, bondade e código de honra.
FÉ, AÇÃO E LIBERDADE
Analisando a Epístola a Tiago, no Novo Testamento, podemos constatar alguns preceitos doutrinários. A bondade divina nos propicia a experiência de, enquanto em vida, sofrermos provocações e sugere como remédio contra essas mesmas provocações, a fé.
Afiança que a tais suscitações nos trás a perseverança e nos torna maduros ante a vida. Diz que o homem, enquanto encarnado nesse mundo de provas e expiações, busca encontrar ou adquirir a sabedoria.
Instrui-nos a conquistar essa tão cobiçada sabedoria com fé e sem dúvidas. Comenta a métrica doutrinária que o buscador que tiver dúvidas, comporta-se como as ondas do mar. Sem fé não há firmeza!
A carta faz advertências para os que empreendem a busca pela aparência, somente. O buscador pode se iludir com a beleza que se manifesta, afastando-se do objetivo proposto. Alude à lei da erva do campo, quando o sol faz murchar a beleza da rosa.
Cita, ainda, que as tentações e enganos que sofremos na nossa jornada são atraídos pelos nossos próprios pensamentos.
Afiança que a ação é mais importante do que o conhecimento e a sabedoria. Não havendo no ser a prática da ação fraternal e humanitária para com o semelhante, a busca termina com o ego, um gigante dilatado, agindo apenas impulsionado pelo intelecto, mirando-se, inutilmente, no espelho de Narciso que, como se sabe, apaixonou-se pela sua própria beleza, nascendo o Narcisismo.
O homem que usa só a erudição sem a experiência da ação retificadora, corre o risco de ficar tão pesado como as asas do albatroz, que cai e anda no convés do navio, quando ainda poderia estar voando.
A liberdade só é conquistada através da ação e da vivência, segundo um código doutrinário.
O apóstolo nos fala ainda da roupagem do rico e do pobre, usada pelas almas em suas manifestaçõesem vida. Ela serve tão-somente para se cumprir os desígnios do Supremo, pois todos nós temos o mesmo valor, independente da roupagem usada.
Na verdade, o ser encarnado vale pela sua ação, bondade e código de honra.
Afiança que a tais suscitações nos trás a perseverança e nos torna maduros ante a vida. Diz que o homem, enquanto encarnado nesse mundo de provas e expiações, busca encontrar ou adquirir a sabedoria.
Instrui-nos a conquistar essa tão cobiçada sabedoria com fé e sem dúvidas. Comenta a métrica doutrinária que o buscador que tiver dúvidas, comporta-se como as ondas do mar. Sem fé não há firmeza!
A carta faz advertências para os que empreendem a busca pela aparência, somente. O buscador pode se iludir com a beleza que se manifesta, afastando-se do objetivo proposto. Alude à lei da erva do campo, quando o sol faz murchar a beleza da rosa.
Cita, ainda, que as tentações e enganos que sofremos na nossa jornada são atraídos pelos nossos próprios pensamentos.
Afiança que a ação é mais importante do que o conhecimento e a sabedoria. Não havendo no ser a prática da ação fraternal e humanitária para com o semelhante, a busca termina com o ego, um gigante dilatado, agindo apenas impulsionado pelo intelecto, mirando-se, inutilmente, no espelho de Narciso que, como se sabe, apaixonou-se pela sua própria beleza, nascendo o Narcisismo.
O homem que usa só a erudição sem a experiência da ação retificadora, corre o risco de ficar tão pesado como as asas do albatroz, que cai e anda no convés do navio, quando ainda poderia estar voando.
A liberdade só é conquistada através da ação e da vivência, segundo um código doutrinário.
O apóstolo nos fala ainda da roupagem do rico e do pobre, usada pelas almas em suas manifestações
Na verdade, o ser encarnado vale pela sua ação, bondade e código de honra.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Pura verdade
Pegue seu "sorriso"
E presenteie a quem nunca teve um.
Descubra uma "fonte"
E banhe quem vive na lama.
Use sua "valentia"
Para dar força e ânimo a quem não sabe lutar.
Tenha "esperança"
E viva em sua luz.
Descubra o "amor"
E passe a conhecer o mundo.
Pegue um "raio de sol"
E faça-o brilhar onde reina a escuridão.
Pegue uma "lágrima"
E ponha-a no rosto de quem nunca chorou.
Descubra a "vida"
E ensine-a a quem não sabe entendê-la.
Pegue sua "bondade"
E dê-a a quem não sabe dar!
Se um único homem chegar à plenitude do Amor,
Neutraliza o ódio de milhões."
E presenteie a quem nunca teve um.
Descubra uma "fonte"
E banhe quem vive na lama.
Use sua "valentia"
Para dar força e ânimo a quem não sabe lutar.
Tenha "esperança"
E viva em sua luz.
Descubra o "amor"
E passe a conhecer o mundo.
Pegue um "raio de sol"
E faça-o brilhar onde reina a escuridão.
Pegue uma "lágrima"
E ponha-a no rosto de quem nunca chorou.
Descubra a "vida"
E ensine-a a quem não sabe entendê-la.
Pegue sua "bondade"
E dê-a a quem não sabe dar!
Se um único homem chegar à plenitude do Amor,
Neutraliza o ódio de milhões."
(Gandhi)
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
O Caminho
Olá,
Diante do turbilhão de problemas e conflitos, aturdidos, receosos e a um passo do desequilíbrio, perguntamos a nós mesmos:
Diante do turbilhão de problemas e conflitos, aturdidos, receosos e a um passo do desequilíbrio, perguntamos a nós mesmos:
Que caminho seguir?
Qual a conduta a adoptar?
Certamente todo empreendimento deve ser precedido de uma planificação, de um roteiro de programa.
Sem esses factores, o comportamento faz-se anárquico, e o trabalho se dirige à desordem.
A experiência carnal é uma viagem que o espírito empreende com objectivos definidos pela Divindade, que a todos reserva a perfeição.
Como alcançá-la, e em quanto tempo, depende de cada viajor.
Assim, vários são os caminhos e cada indivíduo toma o que eleger, pela sua livre vontade.
Há caminhos que conduzem a despenhadeiros, a desertos, a pantanais, a regiões perigosas.
Outros são convidativos e repletos de distracções, prazeres, comodidades, armadilhas.
Uns levam à ruína demorada, que envilece e infelicita.
Vários dão acesso à glória transitória, ao poder arbitrário, às regalias que o túmulo interrompe.
A afirmação de Jesus, porém, não deixa dúvidas: "eu sou o caminho".
Portanto, a única opção para chegar-se a Deus.
/Se você se encontra diante de várias opções de caminhos, sem saber qual deles tomar, reflicta sobre a proposta de Jesus.
/Pense que o caminho que eleger agora, será decisivo para a conquista da sua felicidade ou infelicidade.
/Há caminhos aparentemente fáceis de percorrer, até que nos deparemos com os precipícios a que eles conduzem.
/E há os caminhos que, em princípio, nos parecem longos e cheios de espinhos, mas que nos levam a um lugar seguro, onde a esperança habita.
/Se optamos pelo caminho da corrupção, da vileza, do descaso, da indiferença, da injustiça, chegaremos facilmente ao vazio, ao desespero, ao tédio.
/Mas se tomamos o caminho da honestidade, da dignidade, da honradez, chegaremos, com segurança, ao porto da consciência tranquila.
Se elegemos o caminho da discórdia, da intriga, da incompreensão, da infidelidade, aportaremos no cais da solidão.
Mas se seguimos o caminho da amizade, da sinceridade, da lealdade, do perdão, conquistaremos o oásis de um coração pleno de afecto.
Lembremo-nos de que há caminhos e caminhos... E que, nem sempre, os que parecem mais curtos nos levam a destinos seguros e promissores, do ponto de vista espiritual.
Pense nisso!
Se você elegeu o caminho que conduz à felicidade e se encontra a ponto de desistir da luta, busque forças em Jesus, através da oração.
Se há obstáculos no trecho, peça a Deus que o ajude a superá-los.
Se os pés estão feridos e as mãos cansadas, rogue o amparo do alto, que nunca nos falta nas horas difíceis.
E, antes de pensar em tomar os caminhos aparentemente mais fáceis, lembre-se de que o Mestre falou a respeito da porta estreita, e prossiga sem esmorecimento...
Muita Paz.
sábado, 25 de setembro de 2010
Mensagem de Francisco de Assis
O Calvário do Mestre não se constituía tão somente de secura e aspereza...
Do monte pedregoso e triste jorravam fontes de água viva que dessedentaram a alma dos séculos.
E as flores que desabrochavam no entendimento do ladrão e na angústia das mulheres de Jerusalém atravessaram o tempo, transformando-se em frutos abençoados de alegria no celeiro das nações.
Colhe as rosas do caminho no espinheiro dos testemunhos...
Entesoura as moedas invisíveis do amor no templo do coração...
Retempera o ânimo varonil, em contacto com o rocio divino da gratidão e da bondade!...
Entretanto, não te detenhas. Caminha!...
É necessário ascender.
Indispensável o roteiro da elevação, com o sacrifício pessoal por norma de todos os instantes.
Lembra-te, Ele era sozinho! Sozinho anunciou e sozinho sofreu. Mas erguido, em plena solidão, no madeiro doloroso por devotamento à humanidade, converteu-se em Eterna Ressurreição.
Não temos outra directriz senão a de sempre:
Descer auxiliando para subir com a exaltação do Senhor.
Dar tudo para receber com abundância.
Nada pedir para nosso Eu exclusivista, a fim de que possamos encontrar o glorioso NÓS da vida imortal.
Ser a concórdia para a separação.
Ser luz para as sombras, fraternidade para a destruição, ternura para o ódio, humildade para o orgulho, bênção para a maldição…
Ama sempre.
É pela graça do amor que o Mestre persiste connosco, os mendigos dos milénios derramando a claridade sublime do perdão celeste onde criamos o inferno do mal e do sofrimento.
Quando o silêncio se fizer mais pesado ao redor de teus passos, aguça os ouvidos e escuta.
A voz Dele ressoará de novo na acústica de tua alma e as grandes palavras, que os séculos não apagaram, voltarão mais nítidas ao círculo de tua esperança, para que as tuas feridas se convertam em rosas e para que o teu cansaço se transubstancie em triunfo.
O rebanho aflito e atormentado clama por refúgio e segurança.
Que será da antiga Jerusalém humana sem o bordão providencial do pastor que espreita os movimentos do céu para a defesa do aprisco?
É necessário que o lume da cruz se reacenda, que o clarão da verdade fulgure novamente, que os rumos da libertação decisiva sejam traçados.
A inteligência sem amor é o génio infernal que arrasta os povos de agora às correntes escuras e terrificantes do abismo.
O cérebro sublimado não encontra socorro no coração embrutecido.
A cultura transviada da época em que jornadeamos, relegada à aflição ameaça todos os serviços da Boa Nova, em seus mais íntimos fundamentos.
Pavorosas ruínas fumegarão, por certo, sobre os palácios faustosos da humana grandeza, carente de humanidade, e o vento frio da desilusão soprará, de rijo, sobre os castelos mortos da dominação que, desvairada, se exibe sem cogitar dos interesses imperecíveis e supremos do espírito.
É imprescindível a ascensão.
A luz verdadeira procede do mais alto e só aquele que se instala no plano superior ainda mesmo coberto de chagas e roído de vermes, pode, com razão, aclarar a senda redentora que as gerações enganadas esqueceram. Refaz as energias exauridas e volta ao lar de nossa comunhão e de nossos pensamentos.
O trabalhador fiel persevera na luta santificante até o fim.
O farol no oceano irado é sempre uma estrela em solidão. Ilumina a estrada, buscando a lâmpada do Mestre que jamais nos faltou.
Avança... Avancemos...
Cristo em nós, connosco, por nós e em nosso favor é o Cristianismo que precisamos reviver à frente das tempestades, de cujas trevas nascerá o esplendor do Terceiro Milénio.
Certamente, o apostolado é tudo. A tarefa transcende o quadro de nossa compreensão.
Não exijamos esclarecimentos.
Procuremos servir.
Cabe-nos apenas obedecer até que a glória Dele se entronize para sempre na alma flagelada do mundo.
Segue, pois, o amargurado caminho da paixão pelo bem divino, confiando-te ao suor incessante pela vitória final.
O Evangelho é o nosso Código Eterno.
Jesus é o nosso Mestre Imperecível.
Agora é ainda a noite que se rasga em trovões e sombras, amedrontando, vergastando, torturando, destruindo...
Todavia, Cristo reina e amanhã contemplaremos o celeste despertar
Do monte pedregoso e triste jorravam fontes de água viva que dessedentaram a alma dos séculos.
E as flores que desabrochavam no entendimento do ladrão e na angústia das mulheres de Jerusalém atravessaram o tempo, transformando-se em frutos abençoados de alegria no celeiro das nações.
Colhe as rosas do caminho no espinheiro dos testemunhos...
Entesoura as moedas invisíveis do amor no templo do coração...
Retempera o ânimo varonil, em contacto com o rocio divino da gratidão e da bondade!...
Entretanto, não te detenhas. Caminha!...
É necessário ascender.
Indispensável o roteiro da elevação, com o sacrifício pessoal por norma de todos os instantes.
Lembra-te, Ele era sozinho! Sozinho anunciou e sozinho sofreu. Mas erguido, em plena solidão, no madeiro doloroso por devotamento à humanidade, converteu-se em Eterna Ressurreição.
Não temos outra directriz senão a de sempre:
Descer auxiliando para subir com a exaltação do Senhor.
Dar tudo para receber com abundância.
Nada pedir para nosso Eu exclusivista, a fim de que possamos encontrar o glorioso NÓS da vida imortal.
Ser a concórdia para a separação.
Ser luz para as sombras, fraternidade para a destruição, ternura para o ódio, humildade para o orgulho, bênção para a maldição…
Ama sempre.
É pela graça do amor que o Mestre persiste connosco, os mendigos dos milénios derramando a claridade sublime do perdão celeste onde criamos o inferno do mal e do sofrimento.
Quando o silêncio se fizer mais pesado ao redor de teus passos, aguça os ouvidos e escuta.
A voz Dele ressoará de novo na acústica de tua alma e as grandes palavras, que os séculos não apagaram, voltarão mais nítidas ao círculo de tua esperança, para que as tuas feridas se convertam em rosas e para que o teu cansaço se transubstancie em triunfo.
O rebanho aflito e atormentado clama por refúgio e segurança.
Que será da antiga Jerusalém humana sem o bordão providencial do pastor que espreita os movimentos do céu para a defesa do aprisco?
É necessário que o lume da cruz se reacenda, que o clarão da verdade fulgure novamente, que os rumos da libertação decisiva sejam traçados.
A inteligência sem amor é o génio infernal que arrasta os povos de agora às correntes escuras e terrificantes do abismo.
O cérebro sublimado não encontra socorro no coração embrutecido.
A cultura transviada da época em que jornadeamos, relegada à aflição ameaça todos os serviços da Boa Nova, em seus mais íntimos fundamentos.
Pavorosas ruínas fumegarão, por certo, sobre os palácios faustosos da humana grandeza, carente de humanidade, e o vento frio da desilusão soprará, de rijo, sobre os castelos mortos da dominação que, desvairada, se exibe sem cogitar dos interesses imperecíveis e supremos do espírito.
É imprescindível a ascensão.
A luz verdadeira procede do mais alto e só aquele que se instala no plano superior ainda mesmo coberto de chagas e roído de vermes, pode, com razão, aclarar a senda redentora que as gerações enganadas esqueceram. Refaz as energias exauridas e volta ao lar de nossa comunhão e de nossos pensamentos.
O trabalhador fiel persevera na luta santificante até o fim.
O farol no oceano irado é sempre uma estrela em solidão. Ilumina a estrada, buscando a lâmpada do Mestre que jamais nos faltou.
Avança... Avancemos...
Cristo em nós, connosco, por nós e em nosso favor é o Cristianismo que precisamos reviver à frente das tempestades, de cujas trevas nascerá o esplendor do Terceiro Milénio.
Certamente, o apostolado é tudo. A tarefa transcende o quadro de nossa compreensão.
Não exijamos esclarecimentos.
Procuremos servir.
Cabe-nos apenas obedecer até que a glória Dele se entronize para sempre na alma flagelada do mundo.
Segue, pois, o amargurado caminho da paixão pelo bem divino, confiando-te ao suor incessante pela vitória final.
O Evangelho é o nosso Código Eterno.
Jesus é o nosso Mestre Imperecível.
Agora é ainda a noite que se rasga em trovões e sombras, amedrontando, vergastando, torturando, destruindo...
Todavia, Cristo reina e amanhã contemplaremos o celeste despertar
Salve Deus
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