sábado, 14 de julho de 2012

Sexta-feira 13!

Blog de Espiritismo: É sexta-feira 13!: Hoje é sexta-feira 13. Dizem que é dia de "azar". E o que é o "azar"? É a propensão para acontecerem coisas desagradáveis. Todas as pessoas...

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O Universo conspirando à seu favor

Jorge ferreira -Amar como Jesus amou

Espiritos de Luz




Espiritos de Luz 

A partir da concentração molecular da matéria densa, podemos conceituar a vida, no âmbito do Mediunismo, em termos de vibração. Nesse sentido, a matéria sólida, os líquidos, os gases, o som, a luz, etc. são estados vibracionais.
Conforme o tipo do corpo de que o espírito é revestido, ele está sujeito àquela gama vibratória. Um espírito encarnado age através do corpo físico, um desencarnado do etérico, do astral ou do mental, de acordo com as vibrações desses planos. Ao atingir determinado grau evolutivo, sem compromissos nesses planos, o espírito adquire uma vibratilidade, cujo conceito mais apropriado, em termos de sentidos humanos, é a luz. Costumamos dizer, então, que o espírito é pura luz. A partir daí, conceituamos os Mentores e Guias, que assistem os terráqueos, em termos de Espíritos de Luz.
Espíritos de Luz seriam, então, os que já superaram a faixa reencarnatória em termos pessoais. Quando há reencarnação desses espíritos na Terra é, provavelmente, para o exercício de missões a serviço dos planos divinos e não em funções cármicas.
Naturalmente, os conceitos desses espíritos estão fora do alcance humano e sua acção, na Terra, deve obedecer a planos incompreensíveis para nós, encarnados.
Isso é relativamente fácil de verificar, no contacto com esses espíritos, qualquer que seja a modalidade de comunicação. Em nenhuma hipótese, eles invadem o campo de nosso livre arbítrio, ou nos levam a alguma decisão que contrarie nosso destino transcendental. Suas acções são inexoravelmente em termos de nossa evolução, da abertura para o espírito. Embora respeitem nossos valores, jamais criticando as coisas de nossas vidas, ou da vida em geral, eles procuram mostrar o caminho da realização através desses mesmos valores. Eles respeitam a nossa condição de espíritos encarnados. Castigos, punições, lições de moral, estão fora, completamente, das atitudes de um Espírito de Luz.
Ao contrário, um espírito da Terra, ainda que muito evoluído, pauta, sempre, sua acção em termos de aconselhamento, de vida moral, de formas de comportamento. Eles fazem questão de demonstrar seus poderes ou sua eficácia, e acabam, quase sempre, se tornando patronos. Os grupos dirigidos por espíritos da Terra acabam, sempre, por se preocupar com problemas sociais, dão demasiada ênfase à caridade material e à correcção das injustiças sociais.
Com isso, a vida mediúnica se horizontaliza, se impregna do transformismo da personalidade. O grupo assim orientado, se preocupa com as bases materiais da obra, com os resultados palpáveis, com estudos e conceituações doutrinárias. Em resumo, ele se humaniza, em vez de se divinizar.
Nesse caso, as acções e a orientação reflectem o nível social do grupo. A justiça praticada pode chegar, até mesmo, aos termos de punição, vingança e corrigendas de comportamento.
Nesses grupos, o ectoplasma circulante é impregnado dos fluídos do plano invisível, resultando daí uma divisão de forças, uma homogeneização em termos diluentes. O mundo invisível não produz energias, mas, ao contrário, se abastece de energia do plano físico. É por isso que o médium desses grupos se cansa, desanima e desiste.
Ao contrário, quando o grupo mediunico sintoniza com os Espíritos de Luz, ele recebe forças do outro plano e, com isso, não gasta suas energias fluídicas ou nervosas. Um médium, bem sintonizado com seu Mentor, pode operar horas a fio, e voltar a si em melhores condições físicas e psicológicas do que quando começou a trabalhar.
Para melhor compreensão dessas afirmações é preciso entender a diferença entre plano invisível e plano espiritual, objecto do subtítulo seguinte.

 No Limiar do 3º. Milénio
MÁRIO SASSI, TRINO TUMUCHY


quinta-feira, 12 de julho de 2012

Incorporação e Consciência




                    INCORPORAÇÃO E CONSCIÊNCIA


 Hoje gostaria de abordar um assunto que muito incomoda, alguns ajanãs ou aparás, Médiuns de incorporação para os que não são da doutrina do amanhecer. Talvez não haja pessoa mais apta para falar sobre isso do que próprio médium de incorporação.  
Desde que me conheço como médium de incorporação, sempre fui muito consciente. Não me lembro de um momento, sequer, que tenha sido inconsciente. E, por causa disso, acreditava que não estava realmente incorporado, que o que dizia e fazia eram obras exclusivas de mim mesmo. E os Médiuns doutrinadores, por sua vez, não sabiam acrescentar muito coisa, quanto às minhas dúvidas. Isso me deixava com uma sensação de irrealizado.
Todavia, se a mente mantinha-se activa, sentia no corpo e nas mãos, principalmente, as emanações do preto-velho. Após uma incorporação, sentia as pernas pesadas, as costas curvadas e levava um bom tempo até voltar ao normal. Sem falar da sensação de bem-estar. Com o tempo, passei a ter intuições, pensamentos que sujem e que não são propriamente nosso, mas de nossos mentores. é preciso muita prática para discernir um do outro. Porém, nem sempre vêm essas intuições, ou elas vêm quando não estou incorporado.
Segundo Mário Sassi, saudoso trino Tumuchy,  a incorporação envolve o plexo esplênico  que, quando activado,  há uma maior fluência sanguínea na regialumbilical e aderência, diminuindo, assim, na região cerebral, razão pela perda da consciência. Todavia, no médium consciente tal fato não parece ocorrer. A consciência se mantém activa, acarretando dúvidas no médium Apará, o que o leva a questionar se ele realmente encontra-se incorporado.
No Vale do Amanhecer, uns são mais, outros são menos, mas todos são conscientes. Pode até haver momentos de inconsciência, mas não é a regra. Durante todo o tempo que pertenço à doutrina, nunca encontrei um médium totalmente inconsciente. Excepção feita a Tia Neiva.
Segundo Tia Neiva,  os fenómenos de alternância de espíritos de luz e sofredores nos tronos, ou na mesa evangélica, por exemplo, seriam praticamente impossível, se ocorressem com Médiuns inconscientes. Em carta, a própria mentora mãe esclarece: 
 "Não é justo, depois da incorporação ficar em dúvida. Será que incorporei? será que não foi só uma impressão minha? Isso é triste para os nossos mentores, que apressam para que saia tudo com precisão de espírito da verdade. Trata-se de um conjunto, de um ritmo de aparência, de encantos, de energia. Não podemos desfigurar esse este sentimento de amor. é o coroamento das virtudes. É muito mais cientifico  do que pensamos.  Quando solicitado uma incorporação, uma enorme e complexa força se faz em nós. Será bastante o cruzamento destas forças para a cura desobsessiva, quanto mais que sabemos da presença de caboclos e pretos velhos. Carta de Tia Neiva em 08.04.79.
Como a nossa Mãe Mentora ensina, só a presença dessas forças já são suficientes para se realizar a cura. Mesmo que o mentor não estivesse presente, o que não acontece, pois ele encontra-se sempre de prontidão ao lado de seu aparelho. Num simples trabalho, conforme ensinado por nossa Mãe, basta pedir ao paciente para elevar seu pensamento a suas dores, naquilo que veio buscar naquele trabalho de tronos, e, por intermédio de desdobramento as energias irão ao local mentalizado levando as forças que estão sendo manipuladas naquele momento. É um desdobramento como aqueles que Tia fazia. A diferença é que ela conservava a consciência e nós não. Já falei disso em outro texto.
Assim, realizamos as curas, iluminamos o caminho e o coração daqueles que  nos procuram, estando o paciente perto ou longe. Somos a última esperança. Não sabemos as dores que carregam aqueles pacientes que se encontram sentados ali naqueles bancos: um pensando em suicídio; outro em homicídio; outro na família em desagregação, mas todos ansiosos por uma palavra de esperança e conforto. Então, o Apará com uma simples palavra de conforto devolve a esperança e a vida; transforma a noite escura daquela alma, em noite enluarada. Aquele paciente volta para casa esperançoso e reconfortado, com aquelas mensagens de amor do preto velho ainda guardada no coração e na mente. Um novo homem retorna para o lar e para a vida.
Ainda recordando Tia Neiva, a incorporação do médium do amanhecer é tão suave, bem diferente de outras doutrinas e religiões. Cada qual tem sua forma de incorporação. Não existe duas incorporações iguais. Até mesmo de uma incorporação para outra existe diferença dependendo do estado de mediunização do Apará e da concentração do doutrinador, pois este contribui ,e muito, no equilíbrio do trabalho.
Gostaria de ressalvar que o lugar de maior responsabilidade dentro do templo é nos tronos (não que os outros não o sejam também), mais o fato de haver comunicação exige muita responsabilidade tanto do doutrinador, como guardião daquele trabalho, como do próprio Apará, visto que tem consciência do que se passa. Uma comunicação tanto pode mudar para melhor a vida de um paciente, como mergulhá-lo de vez no desespero e na dor.
Devemos respeitar o livre arbítrio. Nada de interferir na individualidade do paciente, para que não assumimos responsabilidades que não nos cabe. Como diz Pai Seta Branca em uma de suas mensagens: comunicar sem participar
Nada de queremos ser profetas. Nosso aparelho não é completo, ou melhor dizendo, nossa incorporação não é completa. E até Tia Neiva, com toda a sua capacidade tinha medo dessas profecias, pois o futuro pode ser mudado, o carma recartilhado. Isso pode destruir um Apará, desmoralizá-lo. 
Como ilustração deixo aqui uma passagem relatada por Tia Neiva, tirada do livro Partida Evangélica, fascículo 1: "Certa ocasião veio da Inglaterra um famoso lorde. Ele vinha para saber o destino de seu filho recém-nascido. 
Ele foi atendido por um Mestre que estava de saída, com seus companheiros já aguardando numa celebre porteira, de onde cada um partiria na própria direcção.
Apesar da pressa demonstrada pelo Mestre o fidalgo insistiu e o Mestre lhe contou, sem amor, o que via no destino da criança. 
Disse ele que a criança teria um mau destino e deu todo o roteiro da vida dela, em tal tempo lhe acontecia isto, em tempo isso será assim, etc.
O fidalgo saiu dali louco, pois seu filho, que até então era sua alegria passou a ser a sua própria sentença. A partir de então o fidalgo nada mais fez do que sofrer a espera dos acontecimentos, durante toda sua vida. Porém nada aconteceu. O jovem foi feliz, casou-se e viveu normalmente.
O pai viveu sempre amargurado a espera dos maus acontecimentos.
Não é preciso te dizer, Neiva que as vibrações do fidalgo destruíram o apressado Mestre. Ninguém teve intenções de magoar alguém, porém, o pecado das palavras impensadas de um Mestre ou Clarividente (ou um Apará) são algo muito sério. Veja sempre em tua rente um fidalgo, um homem que sofreu as consequências do seu orgulho, porém nunca faças como o impulsivo Mestre, nunca participe com alguém. Serás antes de tudo como uma psicanalista. É bem melhor que as pessoas saiam de perto de ti te desacreditando do que desacreditando nelas mesmas.
Irmãos, somos a tábua de salvação, a última esperança, que todos que passem por nós, refiro-me aos aparás, que saiam com uma mensagem de amor, esperança e conforto em seu coração, confiantes na vida, e jamais desesperados e abatidos.

Versos e Prosas - Meu Aledá
Roberto Roque

Deus, os levou...

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Vibrações




Existe em nosso meio uma grande preocupação em relação às vibrações que recebemos, principalmente as negativas, e, infelizmente, nem sempre em relação às vibrações que emitimos.

Mesmo sendo Jaguares, Mestres e Ninfas que dispõem de um plexo iniciático, nos preocupamos pelo que podemos estar recebendo... Ficamos pensando se o “outro” está nos vibrando, inveja, ciúme, maldade, incompreensão e mesmo se não tem uma “macumba” em nossa direção.

Sim, as vibrações existem e nos afetam, porém existem formas de anular por completo qualquer vibração negativa, que possa tentar nos atingir, e como médiuns preparados, temos a obrigação de saber como agir, e principalmente não se preocupar, o quê geraria uma “retribuição” injusta da carga que poderíamos receber.

Vamos analisar um pouco sobre nosso dia a dia... Estamos sujeitos a toda sorte de incompreensões, por parte daqueles que não podem perscrutar nossos sentimentos e conhecer nossas reais intenções. A inveja pelos nossos sucessos, ou o julgamento pelos nossos fracassos, geram uma vibração negativa a nós direcionada. Porém, nada, absolutamente NADA, pode nos atingir se nosso padrão vibratório se mantém em um nível superior à vibração emitida. Por isso, a grande preocupação não deve residir em saber se “está sendo vibrado” e sim, em manter-se bem! Em como está vibrando.

Ao preocupar-se ou considerar que possa estar sendo vibrada, imediatamente seu padrão entra em baixa, permitindo que se houver alguma energia negativa próxima, ela possa penetrar em seu plexo.

Pensar que alguém lhe vibra, faz com que, mesmo inconscientemente você também acabe por vibrar na pessoa. Baixando seu padrão e gerando um ciclo vicioso que só poderá ser rompido pelo reajuste.

E pode ainda acontecer pior, pois se a pessoa a quem pensamos estar vibrando em nós, não fez, ou fez inconscientemente, você emitirá uma energia que pode prejudicá-la gerando uma necessidade de reajuste! Mais importante ainda é considerar o poder que temos em nosso plexo, podemos causar um grande mal, pois nossa resposta, pelas forças que constantemente manipulamos, será sempre desproporcional, desmedidamente superior.

Dias atrás escrevi sobre o Interoceptível e também uma mensagem de Pai João, nestes textos podemos encontrar um pouco da grande responsabilidade que temos em manter nosso padrão elevado, para nossa própria proteção e para a proteção dos outros.

Obviamente somos bombardeados todos os dias por situações vibracionais instáveis e desestabilizadoras. Olhamos e Tv e assistimos notícias de catástrofes, desgraças, corrupção... Ficamos com raiva no trânsito; iramo-nos com vizinhos que nos incomodam ou são incompreensivos; nos estressamos com companheiros de trabalho; até mesmo no lar experimentamos a prova da intolerância.

Todas estas situações possuem fatores energéticos que nos derrubam, que derrubam nosso padrão vibratório.

Porém, há uma forma de transformar todas estas energias. De anular o negativo e emitir o positivo: Amor!!!

Sim, o Amor pode mudar a tudo e a todos! Não precisamos imaginar situações cinematográficas de grandes personalidades da história que mudaram o mundo com o Amor. Podemos em nosso dia a dia, mudar toda a nossa história com a sua aplicação.

Abrace as pessoas! Passe a elas um pouco do muito que já recebeu nesta Doutrina. Não abrace como quem vai embora, mas como quem chega a sua vida com uma boa notícia.

Sorria! Sorria ao receber as pessoas, ao cruzar os olhares pelas ruas... Sem maldade, sem malícia. Sorria um sorriso fraterno, acolhedor, que fará a pessoa sorrir também para o próximo que encontrar.

Expresse seu amor na família! Quantas vezes é difícil dizer “eu te amo” aos pais, aos filhos, a sua companheira(o), mas encontramos facilidade de xingar quem nos dá uma fechada no trânsito, ou que nos empurra no ônibus lotado.

Praticar o Amor assim, sem a absurda vergonha de demonstrar o que sente em função de todo Amor já recebido de nossos Mentores. Revestiremos assim nosso plexo com toda a proteção que precisamos. Semearemos mais boas vibrações do que qualquer quantidade negativa que possa tentar nos atingir.

O Amor traz naturalmente a Humildade, a Tolerância, as máximas do Evangelho de Nosso Senhor Jesus que tanto pregamos em nossa missão.

O Amor nos faz invulneráveis! Até mesmo nosso karma pode ser aliviado pela nossa conduta semeando o Amor.

Semeando o Amor, modificaremos toda a vibração ao nosso redor, começaremos a auxiliar verdadeiramente a mudar o mundo, a prepará-lo para a tão propalada Nova Era. Melhoramos nossa vida!

Salve Deus!
Já passamos do tempo de brincar!

Kazagrande