Quem é um Ministro?
O Ministro é uma Entidade de altíssima hierarquia, cuja assistência foi conquistada para nós, por Tia Neiva, ao recebermos a Consagração de Adjunto Koatay 108.
Diferente dos nossos mentores na linha dos Pretos Velhos ou Princesas, que atuam nos acompanhando em todos os momentos, o Ministro atua pela Lei Maior da Razão. Atende ao seu chamado de acordo com sua real sintonia.
Ao fazer uma prece, uma harmonização e sua emissão, você realmente tem que estar totalmente mediunizado, em total harmonia e devidamente concentrado na necessidade das forças que pode receber, para manipular em favor do próximo, ou até mesmo em seu favor. Somente atingindo este estado de concentração praticamente impecável, é que se “chega” até o Ministro!
Dispomos de nossas forças, alcançamos nosso Cavaleiro quando emitimos com – 0 –, recebemos a assistência de nossa Princesa, ou do Preto Velho, mas com o Ministro a conversa é diferente! Tem que merecer chegar até ele! Estar realmente em condições de ser recebido para dispor das forças que ele pode lhe enviar.
O próprio nome já diz “ministro”. Imagine o quanto de respaldo você necessita para poder chegar a falar com um Ministro do Governo, por exemplo!
Como Jaguares, Centuriões, médiuns preparados, temos todo o gabarito necessário que nos habilita chegar até esta Entidade, porém, existe um protocolo a ser atendido. Tem que ter um forte motivo e estar realmente em condições de “falar” com ele.
Ao realizar um trabalho onde se necessita da força decrescente do Ministro, tudo está em suas mãos! Mas sem sintonia, sem concentração, sem mediunização, não vai chegar até lá!
Ao receber a Consagração, onde se adquire o direto de invocar o Ministro pelo nome, e mais do que isso, de emitir como Adjunto usando o nome de seu Ministro, o mestre tem que estar consciente do tamanho desta responsabilidade! É preferível esperar para receber esta grandeza, do que ir em busca não estando apto a manipular.
Como já escrevi anteriormente: A Lei do Ministro é a Razão! Ele não tem tempo para perder com você! Tia Neiva, como Koatay 108, obteve este mérito para nós, agora somos nós que temos por fazer merecer, por avinhar esta Consagração valiosíssima.
Basta que você deixe de emitir, para que seu Ministro se afaste! Mesmo sem se afastar da Doutrina, se deixamos de lado nossa emissão e os trabalhos onde é necessária aquela força, não há porque o Ministro permanecer de honra e guarda de um Mestre que não utiliza o quê lhe é dado para dispor.
Ao retomar seus trabalhos, sua emissão, estando verdadeiramente consciente da necessidade destas energias, outro Ministro lhe é designado, usando a mesma roupagem e nome, pois o primeiro que recebeu já está acompanhado outro que verdadeiramente está necessitando e merecendo.
Não tem nenhuma outra conseqüência grave. Apenas perdemos um valioso tempo, que teremos que recuperar e fazer por merecer a nova assistência, sabendo conservar e respeitar toda grandeza depositada em nossas mãos.
Mestre, e as Ninfas? Não tem Ministro?
O Ministro que rege a Ninfa é o Ministro do seu Mestre! É a ele que ela se refere ao emitir “levando os poderes de seu mestre”. Muitas vezes é a Ninfa que mantém o Ministro “original” próximo do Mestre que recebeu a Consagração, evitando, por sua dedicação e amor, que ele se afaste.
As Princesas de Falange Missionária estão no patamar hierárquico correspondente a um Ministro.
Kazagrande
O teu sacerdócio é o teu Oráculo! Quando você entra para um Adjunto, você deposita sua herança transcendental nas mãos de um Ministro, que passa a lhe reger. Não deve ser tão fácil você tomar daquele Ministro o que você depositou e dar a outro Ministro. Alguma coisa não fica boa naquela contagem. O Ministro gastou muito com você ou você gastou muito, confiado no seu Ministro. Você se esquece. Porém, o Ministro não!
Tia Neiva, em 17 de maio de 1984
Um Adjunto é um Sétimo Raio de seu Ministro.
Tia Neiva, 1º de maio de 1985
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SALVE DEUS! FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES. COMAM E BEBAM; A MESA ESTÁ POSTA! SALVE DEUS
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Ministro
A Corrente Mestre
Um dos passos mais importantes em nossa vivência doutrinária foi a conquista da Corrente Mestre. Com ela obtivemos o gabarito dos Trabalhos Iniciáticos, afirmando assim o real motivo de nossa Iniciação. Sem ela, não seria necessário que realizássemos a Iniciação Dharmo Oxinto. A Corrente Mestre requer manutenção com compromisso, seriedade, respeito e não admite fantasias. É uma força precisa que atende de acordo com a real necessidade e responsabilidade afirmada por todo um Corpo Mediúnico. É muito melhor manter um Templo Evangélico, um Pronto Socorro, do que assumir o compromisso da Corrente Mestre sem condições de cumprir fielmente. Para ter o direito de invocar a Corrente Mestre, um Templo deve ter em funcionamento os Trabalhos Oficiais, nas quartas, sábados e domingos, com a disponibilidade de uma escala de Três comandantes para o Radar e com funcionamento garantido da Mesa Evangélica. A sustentação da Corrente é mantida pelo funcionamento da Mesa Evangélica. A Corrente Mestre é a força extra cósmica de Tapir, que se projeta e chega através da Pira, e se estabelece em cada Sanday ou setor de trabalho, de acordo com suas efetivas necessidades. Ela flui da Pira até o Pai Seta Branca, volta, passa pela Pira, e vai até à porta do Templo, retornando à Pira, formando uma trança luminosa, oscilante como um pêndulo. Dispõe de 108 Mantras (diferentes dos 108 Mantras de Koatay 108) para serem usados na Lei do Auxílio. Em todos os trabalhos no Templo é manipulada e projetada, atuando cruzada com outras forças, mas seu volume é sempre maior, principalmente nos dias de Trabalho Oficial. Nos Retiros ela se faz presente, também, sendo renovada e reforçada em cada Intercâmbio. Ao emitir a Chave de Abertura, os comandantes a invocam com maior ou menor intensidade, dependendo das condições da Presidência do Trabalho, dos médiuns e da sua real necessidade. Emitindo suas vibrações de Luz, a Corrente Mestre atende a todos que estão presentes – médiuns, pacientes e até mesmo os visitantes. A presença da Corrente Mestre permite a realização dos Trabalhos Iniciáticos, mas estes podem ou não ser realizados, o mais importante é que a sustentação, através da Mesa Evangélica e da sintonia dos Mestres Escalados para o Radar, seja mantida! Invocar a Corrente Mestre sem dispor das condições reais para mantê-la tem um preço a ser pago por todos os médiuns que se comprometeram com sua manutenção. Por isso, esta decisão, de solicitar a autorização para invocá-la e mantê-la, deve ser pedida em consonância com todo o Corpo Mediúnico, que compreende assim o quanto de responsabilidade está envolvida. A Corrente Mestre não é a conquista de um novo patamar apenas, é sim a afirmação do compromisso missionário de todo um povo envolvido em mantê-la, respeitá-la ou... pagar por ela! No encerramento, a Corrente Mestre distribui para os médiuns presentes no Ritual, os bônus conquistados pelos Trabalhos realizados. Kazagrande |
sábado, 7 de abril de 2012
O Interoceptível
O Interoceptível é o fator de equilíbrio do ser humano e, especialmente, do médium. A energia chega pelos dois chakras - o da Vida e o da Morte, situados em nossas têmporas direita e esquerda, respectivamente, e é dosada pelo Interoceptível, que liga esses dois chakras aos demais chakras e aos centros nervosos, sendo mesclada à corrente mediúnica. O Interoceptível deve manter as forças do Jeovah Branco - a Vida - e do Jeovah Negro - a Morte - em perfeito equilíbrio, como um líquido dentro de um tubo de nível. Jeovah Branco é o poder da Magia de Nosso Senhor Jesus Cristo, voltado para o Bem, para o auxílio, em qualquer nível, de nossos irmãos encarnados e desencarnados, que se manifesta no médium equilibrado e dentro da correta conduta doutrinária. Jeovah Negro é o poder das Trevas, da Morte, que se manifesta envolvendo todo o potencial do médium, levando-o a desatinos e ações maléficas, propiciando desastres que podem comprometer não só aquela reencarnação, mas, também, determinando o leilão (*) daquele espírito ou até mesmo sua desintegração (*). Pela má conduta e pelos maus pensamentos, a força de equilíbrio do Interoceptível se desfaz, levando aquele espírito a de transformar em eficiente instrumento das Trevas pela discórdia e desarmonia que gera ao seu redor. Quando estamos com padrão elevado, dentro da conduta doutrinária, trabalhando com amor, a Linha da Vida está atuante. Se deixamos nos levar pelos maus pensamentos e vibrações, fazendo julgamentos e saindo de uma conduta correta, a Linha da Vida se desequilibra, aumentando o nível da energia proveniente do Jeovah Negro - o chakra da Morte. Quando o médium se ioniza com o perfume, molhando esses dois chakras com os dedos, na realidade está ampliando a capacidade de recepção desses vórtices, ao mesmo tempo protegendo-os. Após molhar os chakras, abre os braços e emite: “Ó, Simiromba, meu Pai, me consagre e me ionize de todo e qualquer mal!” § “Todos somos livres para obter a força do equilíbrio da razão, insinuando, à vezes, um falso comportamento, logo acusado pelo seu INTEROCEPTÍVEL. Sim, o Interoceptível é a linha de comando da vida e da morte! Se o Homem, em toda a sua estrutura, pudesse pensar somente para envolver os grandes espíritos... Nada, ninguém está só. Cada criatura recebe de acordo com aquilo que dá. Devemos ter a mente sempre segura. A mente enferma produz o constante desequilíbrio. Não constrói. Acontece, então, a desagregação das células do Interoceptível, afetando o corpo físico, porque o corpo espiritual é quem organiza e mantém o corpo humano. Contém as idéias, diretrizes, a estrutura, as funções biológicas e psicológicas dos vivos. É incrível as coisas que se desagregam em virtude da mente conturbada. Este fenômeno de manter a individualidade - a conservação ou reprodução da alma - depende da disposição afetiva, caráter, gostos, inclinações elevadas com amor e raciocínio.” (Tia Neiva, s/d) § “Sim, filho, o desenvolvido recebe sua emissão. Emissão é um canal na linha horizontal, que capta as forças que atravessam o neutrom. O médium desenvolvido é responsável por dois canais de emissão que se cruzam e estão ligados em seu Interoceptível, formado o seu equilíbrio na conduta doutrinária.(...) Sim, o Interoceptível é como uma balança, cujo fiel é nossa cabeça. Pesando só terra, entra em desequilíbrio!” (Tia Neiva, 8.4.79) § “O corpo físico é ornamentado pela herança transcendental, que é o charme. Quando fazemos consagrações estamos justamente buscando nossas heranças. (...) Quero lembrar-lhe que nem toda força que se desagrega é tudo de bom, como acontece em nossos plexos. Existem em nós forças em pontos vitais que quando se desagregam é tudo de mal! Lembre-se do interoceptível e as forças incríveis que se desagregam quando nós nos desequilibramos. Nem preciso explicar: é tudo de mal!” (Tia Neiva, 3.6.84) |
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Manipulação das Energias
O Mestre Jaguar: Aula de Tia Neiva - A Manipulação das Energias na ...: Salve Deus, Certa vez o Nestor me deu uma foto de nossa mãe Tia Neiva, que na época, poucas pessoas possuíam. Essa foi tirada pelo saudoso ...
Todo mundo erra
Você, certamente, já ouviu ou falou a frase: "todo mundo erra!". Essa afirmativa está correta, porque a terra é um planeta de provas e expiações, o que quer dizer que neste mundo não há ninguém perfeito. A perfeição é uma meta que todos nós alcançaremos um dia, mas não pode ser encontrada no atual estágio evolutivo da humanidade terrestre. Não é outra a razão porque todos ainda cometemos erros, embora muitas vezes tentando acertar. Tudo isso é fácil de entender, dirão alguns. E mais fácil ainda é tentar justificar as próprias faltas com a desculpa da imperfeição. Admitir, portanto, que cometemos falhas mais vezes do que gostaríamos, não é difícil. Também não é difícil tolerar os escorregões dos nossos afetos. No entanto, se você admite que "todo mundo erra", porque é tão difícil relevar as imperfeições alheias? Porque é tão fácil justificar os próprios erros e tão difícil aceitá-los nos outros? Se quebramos um copo, por exemplo, logo nos desculpamos dizendo que foi sem querer, e pode ter sido mesmo. Mas, se é outra pessoa que o faz, já achamos uma maneira de criticar, dizendo que é descuidada ou não prestou a devida atenção no que estava fazendo. Se a esposa não conseguiu servir o almoço na hora que deveria, é porque ficou de conversa fiada com alguma amiga. Mas quando você é o esposo e não dá conta de entregar um serviço no prazo, é porque é um homem muito atarefado. Quando o marido chega em casa nervoso e irritado, é porque está sobrecarregado de problemas, mas não desculpa se a esposa está impaciente por ter passado o dia todo ouvindo choro de criança e atendendo as tarefas da casa. Se você é a esposa e tem seus motivos para justificar a falta de atenção com os filhos, em determinado momento, pense que seu esposo também tem suas razões para justificar uma falta qualquer. Se você é filho e acha que está certo agindo desta ou daquela maneira, entenda seus pais, pois eles também encontrarão motivos para justificar seus deslizes. O que geralmente ocorre, é que não paramos para ouvir as pessoas que transitam em nossa estrada. O que é mais comum, é criticar sem saber dos motivos que as levaram a se equivocar. Se temos sempre uma desculpa para nossas faltas, devemos convir que os outros também as têm. Se assim é, por que tanta inquietação com as ações que julgamos erradas nos outros? Não tenho a intenção de fazer apologia ou defender o desculpismo, mas, simplesmente, chamar a atenção para o fato de que todos estamos sujeitos a dar um passo em falso. E por isso devemos, no mínimo, entender quando isso acontece. Se todo mundo erra, temos mais motivos para a tolerância e o perdão. E se ninguém é perfeito, mais razão para entender as imperfeições alheias. Ou será que só nós temos o direito a tropeçar? A terra é uma escola de aperfeiçoamento da humanidade. As pessoas que aqui estagiam, estão se preparando para conquistar mundos mais adiantados, universidades mais avançadas. Por essa razão, vale à pena prestar atenção no seu aproveitamento pessoal, e deixar aos outros o dever de cuidar dos próprios atos. Pois a cada vez que deixamos o corpo físico, pela desencarnação, uma nova avaliação é feita e todos, sem exceção, receberemos conforme nossas obras. |
O “irmãozinho” nos Tronos
Vamos parar para analisar “espiritualmente” um trabalho de Tronos? Imaginemos um trabalho perfeito: Você chega ao Templo, faz sua preparação, trabalha na Mesa Evangélica e vai com sua parceira(o) para o Castelo do Silêncio, ou para um outro local tranqüilo, dentro do Templo, caso onde esteja não tenha o Castelo. Harmoniza-se por alguns instantes, faz uma prece, e coloca-se verdadeiramente a disposição de servir, para cumprir uma missão! Então, dirigem-se para o Comandante dos Tronos, registra sua presença e pede a permissão, pois jamais se ingressa em um trabalho sem registrar sua presença com o Comandante, e obter sua permissão. Ele representa o Comando Espiritual, quem está ali não é o Médium, que você pode gostar ou não, é sua individualidade, é o representante da Espiritualidade. Ingressa na área de trabalho com toda elegância, com o máximo de cuidado para não esbarrar em ninguém, movimentando-se de forma a não chamar a atenção. Fazem o cruzamento, sentam-se por mais alguns instantes. Cada um faz mais uma oração, reafirma seu compromisso, e realizam a ionização. A Entidade é convidada, identificada “em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo”. Hum? Sim, não importa quem seja o aparelho, poderia ser Tia Neiva! Sua obrigação, como Doutrinador(a), é de dar a segurança que o Apará precisa para trabalhar, e ele só obterá esta certeza, ao sentir a Entidade respondendo em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, além de outros fatores mais avançados e que não cabem comentar agora. A Entidade dá uma breve mensagem ao Doutrinador (a) – breve! Têm pacientes ansiosos, e por vezes angustiados, esperando a oportunidade. No fim do trabalho, se ainda necessitar, poderá falar tranquilamente com a Entidade. Depois da mensagem, pede permissão para atender os pacientes, afinal, pode acontecer que o Apará não esteja em condições, e sequer saiba disso. A Entidade com todo carinho irá autorizar, ou não. Então, por fim, depois de todo esse ritual, de todos estes cuidados, estaremos prontos para, discretamente, avisar o Comandante para enviar o primeiro paciente. Basta um pequeno gesto. A mão erguida, sinalizando que está pronto, é o quê basta, o Comandante deve estar atento, essa é a obrigação dele. Bem, chegou o primeiro paciente. O atendimento começa, o Doutrinador(a), elegantemente postado, recebe o paciente, e o orienta como se posicionar, como colocar as mãos, identifica a Entidade para o paciente, e pede que ele diga seu nome e idade. A Entidade dá um passe inicial, localiza as mãos do paciente e começa sua mensagem. Salve Deus! Hora da atenção total do Doutrinador(a). Pois aquela mensagem pode ser a que você precisa ouvir! Posso afirmar com segurança que, todas as vezes que nos dedicamos com nossa total sintonia a um trabalho de Tronos, vamos receber alguém que irá relatar uma situação parecida com a nossa, e ouvir a mensagem que precisamos sem nada ter perguntado. Então, durante a mensagem o Apará sente a voz do Preto Velho ir ficando mais distante, e sabe que é hora de dar uma passagem, mesmo que ainda não sinta nenhuma forte vibração. Atento, o Doutrinador(a) identifica o momento, solicita ao paciente para afastar as mãos e realiza seu trabalho: Puxada, Doutrina e Elevação. Mas para onde vai aquele espírito? Nesta hora é que finalmente chegamos onde eu queria falar desde o principio! Você recebeu um paciente, normalmente um desconhecido. O recebeu, com educação, elegância. A Entidade fala das coisas boas, que tudo pode melhorar, que o quê busca pode sim ser alcançado e, então, no meio da conversa, chega nosso paciente invisível. Aquele, que não conhecemos, não vemos, nada sabemos e provavelmente nunca saberemos nesta vida. Nosso paciente espiritual chega por vezes muito pior que o paciente físico. O sofrimento no plano etérico é muito mais intenso do que no plano físico. As emoções são mais fortes e não se pode dissimular a sua própria verdade. O espírito fica onde merece, onde semeou durante sua vida física. Chega sofrido, com dores, com revolta, preso as teias que ele mesmo teceu, sujo, maltrapilho, com fome, com sede, sem carinho, sem amor. Recebe uma Doutrina feita com todo o amor do coração daquele doutrinador(a). Um Doutrinador(a) mediunizado, sente exatamente qual a classe que espírito que está ali, e sua doutrina flui de forma espontânea, sem formas fixas, apenas dentro de nosso padrão Crístico. O espírito recebe aquela doutrina, ouve, mas acima de tudo, sente que aquele que está ali se preocupa com ele, quer que ele tenha uma oportunidade de ir para um lugar melhor. Pede por ele, reza por ele. Talvez seja sua única chance de perdoar... De se perdoar! A Doutrina com amor atinge ao mais embrutecido coração. Ele sentirá que deve ao menos tentar, ele vai acreditar e partir! Um facho de luz lhe dá a passagem. Aquele espírito será bem recebido, esclarecido e se realmente estiver disposto a buscar reabilitar-se, terá a oportunidade. Depois de vagar, sabe-se lá por quanto tempo. Por passar por situações terríveis. É resgatado! Sabe quanto este espírito vai esquecer daqueles dois, Doutrinador e Apará, que o receberam naquele Trono? NUNCA! Ele vai se curar, aprender, se reabilitar e trabalhar muito, para poder ter a oportunidade de recebê-los quando vocês chegarem lá! Vai querer muito poder dizer “Obrigado!. Você é responsável pelo meu resgate!”. Pare para pensar em quantos amigos como este você tem a oportunidade de encontrar. Com sincera gratidão, lhe esperando para mostrar que valeu a pena! Ao mesmo tempo também é hora de refletir como tudo pode ser muito ruim se não realizamos o trabalho como se deve. Mas falemos sobre isso em outra ocasião. Depois de atender a todos os pacientes, terminado o trabalho, normalmente não há mais nada para falar. Estando em sintonia, com certeza teremos ouvido tudo que precisávamos e a mensagem da Entidade só irá confirmar aquilo que intimamente já sentimos. Agora sim, podemos tomar um cafezinho. |
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Água, Sal e Perfume do Templo
A única “receita” que nossas Entidades passam é Água Fluídica! A água fluídica, ou fluidificada, é um “remédio” preparado pela Espiritualidade especificamente para o paciente ou para você: médium! No caso do paciente, o Preto Velho ao recomendá-la estará alertando os Mentores responsáveis para prepará-la no momento em que o paciente for buscar. Um direcionamento energético, específico para aquela finalidade, é realizado e a água torna-se contendedora de fluídos que visam aquele caso, seja para Cura, reequilíbrio, harmonia, tranqüilidade ou vitalidade. Dentro do Templo a água recebe a energia adequada e transforma-se no “remédio” necessário, dispensando assim qualquer outro tipo de “receita” como chás, velas, ou determinados tipos de “lendas”. Usei o termo lendas para dar continuidade a um tema bastante delicado: Sal e Perfume! Infelizmente alguns médiuns entendem que podem levar “algo mais” e além da água, carregam para suas casas sal e perfume do Templo. Com isso vão se formando lendas que muitas vezes conduzem ao temerário fanatismo: “sal da Cura para isso”, “sal do Randy para aquilo”, “perfume da Pira”, “perfume do Castelo do Silêncio”... Cada um com uma indicação para um tipo de dor ou aflição! Salve Deus! A única “receita” que nossas Entidades passam é Água Fluídica! O Sal e o Perfume têm uma finalidade específica dentro do Templo, como veremos mais abaixo, e são para o Templo! Para os médiuns realizarem seus Rituais e mediunizarem-se. Não levamos para casa e tão pouco uma Entidade vai sair com esta recomendação! Assim como a própria água pode ser fluidificada em seu Aledá, o sal e perfume podem (e devem) estar presentes neste seu cantinho de orações e ali receberem a emanação necessária para a finalidade a eles destinada. O Sal terá a impregnação das forças do Sol, é o Anoday. Seu uso acelera a circulação sanguínea ativando seus canais de recepção e emissão de energia (chackras). Um pouquinho (uma pitadinha) de sal é colocado na boca e seu mantra é: Ó, SIMIROMBA, MEU PAI! CONCEDA-ME A GRAÇA DESTE ANODAÊ, DE HUMILDADE, TOLERÂNCIA E AMOR, QUE IRÁ IMPREGNAR TODO O MEU SER! EM NOME DO PAI, DO FILHO E DO ESPÍRITO, SALVE DEUS! O Perfume (madeira do Oriente) trará a impregnação das forças da Lua, o Anodai. Seu uso ativa especificamente a sensibilidade do médium às forças espirituais. Molhamos as pontas dos dedos e levamos diretamente à fronte, enquanto mentalizamos ou dizemos o mantra: Ó, SIMIROMBA, MEU PAI! ME CONSAGRE E ME IONIZE DE TODO E QUALQUER MAL! Obs.: Não tem “rituais exóticos” para isso! Nada de fazer cruzamento de mãos, direita sobre esquerda, ou vice versa, e muito menos fazer “chifrinhos” (usar os polegares e esticar os outros dedos para o alto igual a um alce). Não existem “antenas” no uso do perfume. O Sal e o Perfume não são “levados do Templo”, são "para o Templo"! Do Templo levamos apenas a água fluídica. No seu Aledá você mesmo pode colocar estes produtos e eles estarão impregnados com a sua energia e de seus Mentores, para uso nos momentos de suas orações. O médium faz seu Anodaê ou Anodização servindo-se do sal e do perfume. Kazagrande |
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