SALVE DEUS! FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES. COMAM E BEBAM; A MESA ESTÁ POSTA! SALVE DEUS
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Precisamos Sorrir Mais!
“Cada um contribua, segundo propôs em seu coração; não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama o que dá com alegria.” (2ª Epístola de Paulo aos Coríntios, cap. 9, vers. 7)
É notório, que em várias casas espíritas, muitos dos seus dirigentes e trabalhadores, a título de manter a seriedade doutrinária no ambiente espírita, esquecem-se do bom humor; da simpatia, do calor humano etc., como se o modo carrancudo de se mostrar fosse sinônimo de seriedade, disciplina e respeito doutrinário, como se a atividade desenvolvida em uma casa espírita solicitasse um ambiente de pessimismo, dor e sofrimento.
Entendemos, que ao contrário, o ambiente de uma casa espírita por ser justamente um oásis de bênçãos espirituais, onde vamos renovar nossas energias trocando as malsãs pelas vitalizantes cheias de saúde, deve ser desfrutado como um momento de renovação e crescimento moral espiritual que a todos beneficia, pois, é verdadeiramente uma usina jorrando um manancial incalculável de benesses que nos envolve e nos faz sentir uma paz interior e um bem-estar que não encontramos em outros ambientes.
Precisamos estar atentos ao fato de que, muitos que procuram um centro espírita quase sempre está com dificuldades, ou encontra-se desanimado, e busca um amparo, um lenitivo para suas angústias interiores, pois, está de alguma forma necessitado e sofrendo.
Mesmo que não tenha sido o sofrimento o motivo de seu comparecimento a nossas casas espíritas e sim, o fato de desejar apenas conhecer a doutrina espírita, nossa responsabilidade não diminui, pois se não veio movido pelo sofrimento, vem em busca de esclarecimentos para as dúvidas que o atormentam como: a finalidade de sua criação, seu destino, o que lhe acontecerá depois da morte etc., dúvidas estas, que só a doutrina espírita é capaz de nos esclarecer. Mas, se estivermos com uma postura sisuda, de mau humor, fechados, desatentos e sem a luz cativante de um sorriso, estaremos contribuindo para influenciá-lo de forma negativa, decepcionando-o ou em muitos casos, até mesmo piorando a sua situação. Aliás, a sisudez pode denotar antipatia, impaciência e arrogância.
Esse comportamento milenar mantido pelo atavismo judaico-cristão de um passado que precisa ser esquecido, associado com a ideia equivocada de que o sofrimento é enobrecedor, está errado e completamente ultrapassado e, quem assim procede, optando pelo comportamento sisudo em detrimento do natural sorriso do cristão feliz, precisa urgentemente estudar a doutrina que consola esclarecendo e esclarece consolando, nos dando motivos de alegria e contentamento que deve ser transmitido, de forma natural, a tantos quantos ainda não descobriram o quanto é bom ser Espírita.
Por essa razão, somos defensores da teoria de que jamais devemos esquecer do mais belo modo de se dizer seja muito-bem-vindo a quem adentra os portais das nossas instituições espíritas, que é o sorriso espontâneo que demonstra o quanto a doutrina espírita nos conforta e alegra pois, nada mais contagiante e animador do que ser recebido com um sorriso e com o calor humano onde quer que cheguemos pela primeira vez, maneira essa, que nos transforma e faz bem.
O homem não é uma máquina sem sentimentos. Somos sim, todos nós seres humanos, carentes de afeto, particularmente, enquanto encarnados e o papel do espiritismo é esclarecer e consolar. Temos, dessa forma, o compromisso de nos empenhar no trabalho de transformar o mundo para melhor à medida de nossas forças e possibilidades como co-criadores que somos em incessante caminhada para a luz.
O otimismo atrai coisas boas, alegres e ao mesmo tempo, a sisudez atrai negatividade, tristeza etc. Sorrir sempre nos propicia saúde e nos rejuvenescem as células biológicas, proporcionando a quem sorrir muito mais equilíbrio emocional e paz de espírito, contagiando e modificando para melhor o ambiente em que se movimenta.
É sabido por todos, que a casa espírita detém um papel de fundamental importância na vida da comunidade em que está inserida, como fonte irradiadora da luz celestial e somos todos nós, os tarefeiros, que as representamos com nossa postura, as lâmpadas a irradiar em todas as direções essas nobres energias.
O sorriso no rosto de cada tarefeiro espírita representa a luz da mensagem espírita acesa, iluminando o ambiente de nossas instituições. Quanto mais sorrisos mais claridade e paz, pois sisudez nunca foi sinónimo de seriedade ou de fidelidade doutrinária e jamais será sinal de evolução espiritual.
Os sorrisos são luzes em nossas faces a atrair amigos e felicidade.
É notório, que em várias casas espíritas, muitos dos seus dirigentes e trabalhadores, a título de manter a seriedade doutrinária no ambiente espírita, esquecem-se do bom humor; da simpatia, do calor humano etc., como se o modo carrancudo de se mostrar fosse sinônimo de seriedade, disciplina e respeito doutrinário, como se a atividade desenvolvida em uma casa espírita solicitasse um ambiente de pessimismo, dor e sofrimento.
Entendemos, que ao contrário, o ambiente de uma casa espírita por ser justamente um oásis de bênçãos espirituais, onde vamos renovar nossas energias trocando as malsãs pelas vitalizantes cheias de saúde, deve ser desfrutado como um momento de renovação e crescimento moral espiritual que a todos beneficia, pois, é verdadeiramente uma usina jorrando um manancial incalculável de benesses que nos envolve e nos faz sentir uma paz interior e um bem-estar que não encontramos em outros ambientes.
Precisamos estar atentos ao fato de que, muitos que procuram um centro espírita quase sempre está com dificuldades, ou encontra-se desanimado, e busca um amparo, um lenitivo para suas angústias interiores, pois, está de alguma forma necessitado e sofrendo.
Mesmo que não tenha sido o sofrimento o motivo de seu comparecimento a nossas casas espíritas e sim, o fato de desejar apenas conhecer a doutrina espírita, nossa responsabilidade não diminui, pois se não veio movido pelo sofrimento, vem em busca de esclarecimentos para as dúvidas que o atormentam como: a finalidade de sua criação, seu destino, o que lhe acontecerá depois da morte etc., dúvidas estas, que só a doutrina espírita é capaz de nos esclarecer. Mas, se estivermos com uma postura sisuda, de mau humor, fechados, desatentos e sem a luz cativante de um sorriso, estaremos contribuindo para influenciá-lo de forma negativa, decepcionando-o ou em muitos casos, até mesmo piorando a sua situação. Aliás, a sisudez pode denotar antipatia, impaciência e arrogância.
Esse comportamento milenar mantido pelo atavismo judaico-cristão de um passado que precisa ser esquecido, associado com a ideia equivocada de que o sofrimento é enobrecedor, está errado e completamente ultrapassado e, quem assim procede, optando pelo comportamento sisudo em detrimento do natural sorriso do cristão feliz, precisa urgentemente estudar a doutrina que consola esclarecendo e esclarece consolando, nos dando motivos de alegria e contentamento que deve ser transmitido, de forma natural, a tantos quantos ainda não descobriram o quanto é bom ser Espírita.
Por essa razão, somos defensores da teoria de que jamais devemos esquecer do mais belo modo de se dizer seja muito-bem-vindo a quem adentra os portais das nossas instituições espíritas, que é o sorriso espontâneo que demonstra o quanto a doutrina espírita nos conforta e alegra pois, nada mais contagiante e animador do que ser recebido com um sorriso e com o calor humano onde quer que cheguemos pela primeira vez, maneira essa, que nos transforma e faz bem.
O homem não é uma máquina sem sentimentos. Somos sim, todos nós seres humanos, carentes de afeto, particularmente, enquanto encarnados e o papel do espiritismo é esclarecer e consolar. Temos, dessa forma, o compromisso de nos empenhar no trabalho de transformar o mundo para melhor à medida de nossas forças e possibilidades como co-criadores que somos em incessante caminhada para a luz.
O otimismo atrai coisas boas, alegres e ao mesmo tempo, a sisudez atrai negatividade, tristeza etc. Sorrir sempre nos propicia saúde e nos rejuvenescem as células biológicas, proporcionando a quem sorrir muito mais equilíbrio emocional e paz de espírito, contagiando e modificando para melhor o ambiente em que se movimenta.
É sabido por todos, que a casa espírita detém um papel de fundamental importância na vida da comunidade em que está inserida, como fonte irradiadora da luz celestial e somos todos nós, os tarefeiros, que as representamos com nossa postura, as lâmpadas a irradiar em todas as direções essas nobres energias.
O sorriso no rosto de cada tarefeiro espírita representa a luz da mensagem espírita acesa, iluminando o ambiente de nossas instituições. Quanto mais sorrisos mais claridade e paz, pois sisudez nunca foi sinónimo de seriedade ou de fidelidade doutrinária e jamais será sinal de evolução espiritual.
Os sorrisos são luzes em nossas faces a atrair amigos e felicidade.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
A Técnica de Correção dos Destinos
Por uma lei inexorável, os pontos mais vitais do plano divino, encontram-se protegidos por uma lei de amor e sabedoria, que encaminha todos os filhos e filhas do pai celestial a uma vida de felicidade. É fato que todos os caminhos levam a Deus, mas uns são mais bonitos e tranquilos e outros mais tortuosos. Uma pessoa que queira progredir muito rapidamente, pode escolher uma dolorosa expiação ou simplesmente cumprir uma missão com disciplina, praticando a caridade diariamente com seus recursos disponíveis.
Uma palavra de educação, tem valor inestimável. As pessoas devem ser educadas com brandura, se quisermos que estas realmente confiem em nós e assimilem a lição.
A caridade deve começar dentro de casa, sejamos compreensivos para sermos compreendidos. Existem basicamente dois tipos de amor, o amor cor de vinho, que é aquele que sentimos, por pessoas com as quais temos grande afinidade e o amor transparente como a água, chamado caridade, que devemos ter até mesmo com os inimigos, conforme recomenda o Evangelho Segundo o Espiritismo. Amor apaixonado e fraterno, sentimos por poucas pessoas, mas a caridade, deve ser estendida a todas as criaturas, desde o animal, passando pelo pobre que pede auxílio, à pessoa que erra, o político falho e a toda a sociedade que precisa de ensino moral, ético e religioso para que possa corrigir-se e avançar.
Leitura recomendada:
O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec
A Lei de Deus - Pietro Ubaldi
Uma palavra de educação, tem valor inestimável. As pessoas devem ser educadas com brandura, se quisermos que estas realmente confiem em nós e assimilem a lição.
A caridade deve começar dentro de casa, sejamos compreensivos para sermos compreendidos. Existem basicamente dois tipos de amor, o amor cor de vinho, que é aquele que sentimos, por pessoas com as quais temos grande afinidade e o amor transparente como a água, chamado caridade, que devemos ter até mesmo com os inimigos, conforme recomenda o Evangelho Segundo o Espiritismo. Amor apaixonado e fraterno, sentimos por poucas pessoas, mas a caridade, deve ser estendida a todas as criaturas, desde o animal, passando pelo pobre que pede auxílio, à pessoa que erra, o político falho e a toda a sociedade que precisa de ensino moral, ético e religioso para que possa corrigir-se e avançar.
Leitura recomendada:
O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec
A Lei de Deus - Pietro Ubaldi
Ordem da vida!
Caminha para frente
Eis a ordem da vida.
Para isso, porém
É preciso, te movas.
Medo de auxiliar
Não ajuda a ninguém.
Rompe antigas amarras,
Alija o lastro inútil.
Eleva-te, trabalha,
Age, semeia e cria.
Servir constantemente
É avançar para Deus.
Pelo Espírito Emmanuel: Do livro: Momentos de Paz, Médium: Francisco Cândido Xavier.
Eis a ordem da vida.
Para isso, porém
É preciso, te movas.
Medo de auxiliar
Não ajuda a ninguém.
Rompe antigas amarras,
Alija o lastro inútil.
Eleva-te, trabalha,
Age, semeia e cria.
Servir constantemente
É avançar para Deus.
Pelo Espírito Emmanuel: Do livro: Momentos de Paz, Médium: Francisco Cândido Xavier.
Oração e Trabalho
Olá,
Conta-se que no deserto de Tebaida vivia um velho monge que costumava dar sábios conselhos a todos que o buscassem com essa finalidade.
Um dia, aos primeiros alvores da manhã, vindo de país longínquo, bateu á humilde casa de sua moradia, um frade moço e forte que lhe disse:
- Irmão, venho lhe pedir para que, em nome de Deus, me ensine a fugir das tentações.
O venerável monge olhou-o com tranqüilidade e falou com doçura:
- Outro pedido lhe farei. Ajude-me um pouco hoje e amanhã lhe ensinarei, pela graça de Deus, o que deseja. E assim ficou combinado.
Os primeiros raios de sol surgiam no infinito, quando os dois se entregaram ao trabalho de amainar a terra. O monge cantava e o frade o acompanhava.
Quando o sol quente anunciava o meio do dia, ambos fizeram uma pausa. Tomaram uma refeição frugal e saborosa, para logo mais voltarem para a lida.
Quando os últimos raios do sol se despediam, na linha do horizonte, os dois deixaram o eito e voltaram para casa.
A mesa singela oferecia o repasto para o corpo e ambos jantaram juntos.
Terminada a refeição, fizeram um pequeno passeio por entre o arvoredo, ouvindo a algazarra da passarada que buscava lugar seguro para o repouso entre a folhagem.
Em seguida, se recolheram e oraram juntos. Estudaram as escrituras e deitaram-se, depois, para dormir.
Pela manhã, o monge perguntou ao seu hóspede:
- Meu irmão, você ainda quer saber como afastar as tentações?
- Não, respondeu o frade. Já aprendi o bastante, mestre.
E, beijando respeitosamente as mãos do monge, partiu.
Tinha obtido o remédio para afastar todas as tentações: a oração e o trabalho. Essas duas forças se constituem no antídoto eficaz contra as quedas do ser humano.
Jesus-Cristo, com Seu exemplo maior, dignificou o trabalho com o próprio exemplo. Seu ministério foi, sobretudo, de ação e movimento.
Levantava-se com o dia e devotava-se ao bem dos semelhantes pela noite a dentro.
Médico - não descansava no auxílio efetivo aos doentes.
Professor - não se fatigava repetindo as lições.
Juiz - exemplificava a imparcialidade e a tolerância.
Benfeitor - espalhou, sem cessar, as bênçãos do amor infinito.
Sábio - colocou a ciência do bem ao alcance de todos.
Advogado - defendeu os interesses dos fracos e dos humildes.
Trabalhador divino - serviu a todos, sem reclamação e sem recompensa.
Serviu-se da oração para buscar a sintonia com o pai, durante toda a sua vida.
O exemplo do Cristo é sublime e contagiante. Tanto é assim, que os apóstolos abandonaram o comodismo para sair em campo e fazer o que o Mestre fizera: trabalhar e orar.
Portanto, trabalho e oração. Eis o remédio contra as tentações.
Você sabia que, na Roma imperial, no ano de 71 antes da era cristã, foram crucificados trinta mil escravos, na Via Ápia?
A falta dos condenados era aspirar ao trabalho digno eem liberdade.
Com Jesus , no entanto, nova época surgiu para toda a humanidade.
Muita Paz
Conta-se que no deserto de Tebaida vivia um velho monge que costumava dar sábios conselhos a todos que o buscassem com essa finalidade.
Um dia, aos primeiros alvores da manhã, vindo de país longínquo, bateu á humilde casa de sua moradia, um frade moço e forte que lhe disse:
- Irmão, venho lhe pedir para que, em nome de Deus, me ensine a fugir das tentações.
O venerável monge olhou-o com tranqüilidade e falou com doçura:
- Outro pedido lhe farei. Ajude-me um pouco hoje e amanhã lhe ensinarei, pela graça de Deus, o que deseja. E assim ficou combinado.
Os primeiros raios de sol surgiam no infinito, quando os dois se entregaram ao trabalho de amainar a terra. O monge cantava e o frade o acompanhava.
Quando o sol quente anunciava o meio do dia, ambos fizeram uma pausa. Tomaram uma refeição frugal e saborosa, para logo mais voltarem para a lida.
Quando os últimos raios do sol se despediam, na linha do horizonte, os dois deixaram o eito e voltaram para casa.
A mesa singela oferecia o repasto para o corpo e ambos jantaram juntos.
Terminada a refeição, fizeram um pequeno passeio por entre o arvoredo, ouvindo a algazarra da passarada que buscava lugar seguro para o repouso entre a folhagem.
Em seguida, se recolheram e oraram juntos. Estudaram as escrituras e deitaram-se, depois, para dormir.
Pela manhã, o monge perguntou ao seu hóspede:
- Meu irmão, você ainda quer saber como afastar as tentações?
- Não, respondeu o frade. Já aprendi o bastante, mestre.
E, beijando respeitosamente as mãos do monge, partiu.
Tinha obtido o remédio para afastar todas as tentações: a oração e o trabalho. Essas duas forças se constituem no antídoto eficaz contra as quedas do ser humano.
Jesus-Cristo, com Seu exemplo maior, dignificou o trabalho com o próprio exemplo. Seu ministério foi, sobretudo, de ação e movimento.
Levantava-se com o dia e devotava-se ao bem dos semelhantes pela noite a dentro.
Médico - não descansava no auxílio efetivo aos doentes.
Professor - não se fatigava repetindo as lições.
Juiz - exemplificava a imparcialidade e a tolerância.
Benfeitor - espalhou, sem cessar, as bênçãos do amor infinito.
Sábio - colocou a ciência do bem ao alcance de todos.
Advogado - defendeu os interesses dos fracos e dos humildes.
Trabalhador divino - serviu a todos, sem reclamação e sem recompensa.
Serviu-se da oração para buscar a sintonia com o pai, durante toda a sua vida.
O exemplo do Cristo é sublime e contagiante. Tanto é assim, que os apóstolos abandonaram o comodismo para sair em campo e fazer o que o Mestre fizera: trabalhar e orar.
Portanto, trabalho e oração. Eis o remédio contra as tentações.
Você sabia que, na Roma imperial, no ano de 71 antes da era cristã, foram crucificados trinta mil escravos, na Via Ápia?
A falta dos condenados era aspirar ao trabalho digno e
Com Jesus
Muita Paz
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Edificar o amor espiritualizado
O amor espiritualizado é fruto da dedicação e do esforço constante da criatura em educar a si mesma, dominando seu orgulho e egoísmo ferozes, nas regras libertadoras do Evangelho de Jesus, para poder amar sem se preocupar em ser amada. Na floresta imensa das imperfeições e defeitos, a lavoura abençoada do amor não poderá nascer sem proteção e cultivo constante na terra do coração.
O amor espiritualizado começará a surgir com o desenvolvimento das sementes das virtudes: a humildade, a bondade, a paciência, o perdão, a tolerância, a indulgência, a ternura, a delicadeza, o entendimento e o respeito.
Sem os tesouros da fé sincera, guardada no cérebro e no coração, essas plantas divinas não germinarão no canteiro sublime da alma.
Não basta ficar esperando pelo amor do companheiro ou da companheira: o importante é aprender a amar sem exigência, a fim de materializá-lo no dia-a-dia da convivência conjugal. Os cônjuges devem promover entre si estes tesouros da felicidade, como nos escreve o autor de “Nosso Lar”:
“O homem encarnado saberá, mais tarde, que a conversação amiga, o gesto afetuoso, a bondade recíproca, a confiança mútua, a luz da compreensão, o interesse fraternal — patrimónios que se derivam naturalmente do amor profundo — constituem sólidos alimentos para a vida em si.”
(“Nosso Lar” — André Luiz / F. C. Xavier)
Nos cônjuges que procuram sinceramente espiritualizar-se, inobstante o envelhecimento lhes diminua progressivamente a atividade sexual fisiológica, o intercâmbio entre suas almas alcançará níveis cada vez mais altos de espiritualidade, sustentando e multiplicando a alegria, a simpatia e o entendimento. É a sexualidade em sua expressão espiritual, como nos ensina o Instrutor de André Luiz:
“Entre os casais mais espiritualizados, o carinho e a confiança, a dedicação e o entendimento mútuos permanecem muito acima da união física, reduzida, entre eles, a realização transitória.”
(“Nosso Lar” — André Luiz / F. C. Xavier)
A manifestação sexual evolui com o ser. O sexo não se acabará por causa da espiritualização das criaturas, mas, sim, os cônjuges deixarão as vibrações grosseiras pelas vibrações sutis e harmoniosas, intensificando o contato das almas, conquistando novos níveis superiores de vida, em busca da Espiritualidade Maior, ficando a união física como expressão passageira, embora ativa, mas sem ser a fonte maior de suas alegrias. Entre os cônjuges na velhice corpórea, quando há o crescimento dos valores espirituais, poderá haver maior coeficiente de prazer sutil da alma, maior alegria no coração e
maior simpatia nas vibrações espirituais do que entre cônjuges recém-casados que também muito se amam, mas ainda não aperfeiçoaram a harmonização recíproca.
O amor é todo espiritual e não está escravizado a qualquer tipo de desejo. O Espírito André Luiz define com profundidade:
“Amar não é desejar. Ë compreender sempre, dar de si mesmo, renunciar aos próprios caprichos e sacrificar-se para que a luz divina do verdadeiro amor resplandeça.”
(“Agenda Cristã” — André Luiz / F. C. Xavier) O amor espiritualizado começará a surgir com o desenvolvimento das sementes das virtudes: a humildade, a bondade, a paciência, o perdão, a tolerância, a indulgência, a ternura, a delicadeza, o entendimento e o respeito.
Sem os tesouros da fé sincera, guardada no cérebro e no coração, essas plantas divinas não germinarão no canteiro sublime da alma.
Não basta ficar esperando pelo amor do companheiro ou da companheira: o importante é aprender a amar sem exigência, a fim de materializá-lo no dia-a-dia da convivência conjugal. Os cônjuges devem promover entre si estes tesouros da felicidade, como nos escreve o autor de “Nosso Lar”:
“O homem encarnado saberá, mais tarde, que a conversação amiga, o gesto afetuoso, a bondade recíproca, a confiança mútua, a luz da compreensão, o interesse fraternal — patrimónios que se derivam naturalmente do amor profundo — constituem sólidos alimentos para a vida em si.”
(“Nosso Lar” — André Luiz / F. C. Xavier)
Nos cônjuges que procuram sinceramente espiritualizar-se, inobstante o envelhecimento lhes diminua progressivamente a atividade sexual fisiológica, o intercâmbio entre suas almas alcançará níveis cada vez mais altos de espiritualidade, sustentando e multiplicando a alegria, a simpatia e o entendimento. É a sexualidade em sua expressão espiritual, como nos ensina o Instrutor de André Luiz:
“Entre os casais mais espiritualizados, o carinho e a confiança, a dedicação e o entendimento mútuos permanecem muito acima da união física, reduzida, entre eles, a realização transitória.”
(“Nosso Lar” — André Luiz / F. C. Xavier)
A manifestação sexual evolui com o ser. O sexo não se acabará por causa da espiritualização das criaturas, mas, sim, os cônjuges deixarão as vibrações grosseiras pelas vibrações sutis e harmoniosas, intensificando o contato das almas, conquistando novos níveis superiores de vida, em busca da Espiritualidade Maior, ficando a união física como expressão passageira, embora ativa, mas sem ser a fonte maior de suas alegrias. Entre os cônjuges na velhice corpórea, quando há o crescimento dos valores espirituais, poderá haver maior coeficiente de prazer sutil da alma, maior alegria no coração e
maior simpatia nas vibrações espirituais do que entre cônjuges recém-casados que também muito se amam, mas ainda não aperfeiçoaram a harmonização recíproca.
O amor é todo espiritual e não está escravizado a qualquer tipo de desejo. O Espírito André Luiz define com profundidade:
“Amar não é desejar. Ë compreender sempre, dar de si mesmo, renunciar aos próprios caprichos e sacrificar-se para que a luz divina do verdadeiro amor resplandeça.”
Na Terra, dificilmente as pessoas acreditam no amor espiritualizado, pois julgam-no uma ilusão, uma fantasia, uma coisa irreal. Somente vamos sentir profundamente sua falta quando estivermos no Mundo Espiritual. Cônjuges que não se amam verdadeiramente na vida física não se reencontrarão pela união afetiva na Vida Espiritual, mas os que se amam com as profundas vibrações espirituais estarão unidos sempre, em qualquer lugar, para realizações sempre mais elevadas e maravilhosas, dentro da Lei de Evolução, em busca, cada vez mais, das sublimes irradiações do Amor Universal.
sALVE dEUS
Muita paz
VIVER MELHOR!
Todos queremos ser felizes, viver melhor.
Entretanto, ouçamos a experiência.
A felicidade não é um tapete mágico. Ela nasce do bem que
você espalhe, não daqueles que se acumulam inutilmente.
Tanto isto é verdade que a alegria é a única doação que você
pode fazer sem possuir nenhuma.
Você pode estar em dificuldade e suprimir muitas dificuldades
dos outros.
Conquanto às vezes sem qualquer consolação, você dispõe
de imensos recursos para reconfortar e reerguer os irmãos em
prova ou desvalimento.
A receita de vida melhor será sempre melhorar-nos, através
da melhora que venhamos a realizar para os outros.
A vida é dom de Deus em todos.
E quem serve só pra si não serve para os objetivos da vida,
porque viver é participar, progredir, elevar, integrar-se.
Se aspiramos a viver melhor, escolhamos o lugar de servir na
causa do bem de todos.
Para isso, não precisa você condicionar-se a alheios pontos de
vista...
Engaje-se na fileira de servidores que se lhe afine com as aptidões.
Aliste-se em qualquer serviço no bem comum.
É tão importante colaborar na higiene do seu bairro ou na
construção de uma escola, quanto auxiliar a uma criança necessitada
ou prestar apoio a um doente.
Procure a Paz, garantindo a Paz onde esteja.
Viva em segurança, cooperando na segurança dos outros.
Aprendamos a entregar o melhor de nós à vida que nos rodeia
e a vida nos fará receber o melhor dela própria.
Seja feliz, fazendo os outros felizes.
Saia de você mesmo ao encontro dos outros, mas não resmungue,
nem se queixe contra ninguém. E os outros nos farão
encontrar Deus.[/u]
Não julgue que semelhante instrução seja assunto unicamente
para você que ainda se acha na Terra. Se você acredita que os
chamados mortos estão em paz gratuita, engano seu, porque os
mortos se quiserem paz que aprendam a sair de si mesmos e a
servirem também.
Salve Deus
Entretanto, ouçamos a experiência.
A felicidade não é um tapete mágico. Ela nasce do bem que
você espalhe, não daqueles que se acumulam inutilmente.
Tanto isto é verdade que a alegria é a única doação que você
pode fazer sem possuir nenhuma.
Você pode estar em dificuldade e suprimir muitas dificuldades
dos outros.
Conquanto às vezes sem qualquer consolação, você dispõe
de imensos recursos para reconfortar e reerguer os irmãos em
prova ou desvalimento.
A receita de vida melhor será sempre melhorar-nos, através
da melhora que venhamos a realizar para os outros.
A vida é dom de Deus em todos.
E quem serve só pra si não serve para os objetivos da vida,
porque viver é participar, progredir, elevar, integrar-se.
Se aspiramos a viver melhor, escolhamos o lugar de servir na
causa do bem de todos.
Para isso, não precisa você condicionar-se a alheios pontos de
vista...
Engaje-se na fileira de servidores que se lhe afine com as aptidões.
Aliste-se em qualquer serviço no bem comum.
É tão importante colaborar na higiene do seu bairro ou na
construção de uma escola, quanto auxiliar a uma criança necessitada
ou prestar apoio a um doente.
Procure a Paz, garantindo a Paz onde esteja.
Viva em segurança, cooperando na segurança dos outros.
Aprendamos a entregar o melhor de nós à vida que nos rodeia
e a vida nos fará receber o melhor dela própria.
Seja feliz, fazendo os outros felizes.
Saia de você mesmo ao encontro dos outros, mas não resmungue,
nem se queixe contra ninguém. E os outros nos farão
encontrar Deus.[/u]
Não julgue que semelhante instrução seja assunto unicamente
para você que ainda se acha na Terra. Se você acredita que os
chamados mortos estão em paz gratuita, engano seu, porque os
mortos se quiserem paz que aprendam a sair de si mesmos e a
servirem também.
Salve Deus
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