sábado, 4 de julho de 2020

"Meu Senhor e meu Deus!"



Preparamo-nos para rezar a Palavra, com a prece:

Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Espírito Santo, Deus de amor,
concede-me:
uma inteligência que te conheça,
uma inquietação que te procure,
uma sabedoria que te encontre,
uma vida que te agrade,
uma perseverança que,
enfim, te possua. Amém.
(Santo Tomás de Aquino)
1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente o texto: Jo 20,24-29, e observamos Tomé no seu encontro com Jesus.

Acontece que Tomé, um dos discípulos, que era chamado de "o Gêmeo", não estava com eles quando Jesus chegou. Então os outros discípulos disseram a Tomé:
- Nós vimos o Senhor!
Ele respondeu:
- Se eu não vir o sinal dos pregos nas mãos dele, e não tocar ali com o meu dedo, e também se não puser a minha mão no lado dele, não vou crer!
Uma semana depois, os discípulos de Jesus estavam outra vez reunidos ali com as portas trancadas, e Tomé estava com eles. Jesus chegou, ficou no meio deles e disse:
- Que a paz esteja com vocês!
Em seguida disse a Tomé:
- Veja as minhas mãos e ponha o seu dedo nelas. Estenda a mão e ponha no meu lado. Pare de duvidar e creia!
Então Tomé exclamou:
- Meu Senhor e meu Deus!
- Você creu porque me viu? - disse Jesus. - Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!

Refletindo

Tomé não estava presente na comunidade. Por isso teve dificuldade para crer. Não acreditou no primeiro anúncio que os apóstolos fizeram depois de estarem com o Senhor. Tomé disse, em outras palavras, que precisava ver para crer. Uma semana depois, todos estavam reunidos e, desta vez, Tomé estava também. O Ressuscitado o convida para tocar as chagas. Foi quando ele fez aquela bela oração: "Meu Senhor e meu Deus!" E Jesus disse: " Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!"
2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
Somos  pessoas que marcamos presença na comunidade? Por acaso, somos como Tomé? Precisamos ver para crer?

Meditando
Os bispos, em Aparecida, descreveram a atitude do discípulo de Jesus Cristo: "Como discípulos de Jesus reconhecemos que Ele é o primeiro e maior evangelizador enviado por Deus (cf. Lc 4,44) e, ao mesmo tempo, o Evangelho de Deus (cf. Rm 1,3). Cremos e anunciamos "a boa nova de Jesus, Messias, Filho de Deus" (Mc 1,1). Como filhos obedientes á voz do Pai queremos escutar a Jesus (cf. Lc 9,35) porque Ele é o único Mestre (cf. Mt 23,8). Como seus discípulos sabemos que suas palavras são Espírito e Vida (cf. Jo 6,63.68). Com a alegria da fé somos missionários para proclamar o Evangelho de Jesus Cristo e, n'Ele, a boa nova da dignidade humana, da vida, da família, do trabalho, da ciência e da solidariedade com a criação." (DAp 103).
3.Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Jesus Mestre,
que eu pense com a tua inteligência
e com a tua sabedoria.
Que eu ame com o teu Coração...
Que eu veja sempre com os teus olhos.
Que eu fale com a tua língua.
Que eu ouça somente com teus ouvidos.
Que eu saboreie aquilo que tu gostas.
Que as minhas mãos sejam as tuas.
Que os meus pés sigam os teus passos.
Que eu reze com as tuas orações.
Que meu tratamento seja o teu.
Que eu celebre como tu te imolaste.
Que eu esteja em ti e tu em mim,
de modo que eu desapareça.
(Bem-aventurado Tiago Alberione)

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Renovamos nosso olhar pelo encontro com Cristo, como diz o Documento de Aparecida:
"A alegria do discípulo não é um sentimento de bem-estar egoísta, mas uma certeza que brota da fé, que serena o coração e capacita para anunciar a boa nova do amor de Deus. Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria." (DAp 32).
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

É bíblica a esperança de viver para sempre na terra?


Autor: Jesús Mondragón (Saulo de Tarso)
Fonte: https://www.facebook.com/jesus.mondragon.180
Tradução: Carlos Martins Nabeto

– É bíblica a esperança terrestre? “Você pode viver para sempre na terra”, eis a falsa esperança das Testemunhas de Jeová. Você ficará surpreso em saber quem inventou essa “doutrina”.

Atualmente existem cerca de 70.000 seitas e denominações “cristãs”, e ainda que as suas doutrinas sejam bastante diferentes umas das outras, há uma doutrina em que em maior ou menor medida todas coincidem: falamos da ressurreição, pois como disse São Paulo:
“E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé” (1Coríntios 15,13-14).

Contudo, isto que hoje nos é tão claro, não o era na época de Jesus Cristo. A Escritura nos fala dos fariseus e dos saduceus – as duas principais seitas do Judaísmo. Quanto aos saduceus, a Bíblia nos diz:
“No mesmo dia chegaram junto dele os saduceus, que dizem não haver ressurreição, e o interrogaram” (Mateus 22,23).

Na época de Jesus e dos Apóstolos, a Bíblia era composta apenas pelo Antigo Testamento, já que o Novo Testamento ainda não havia sido escrito, de modo que os judeus, em boa parte da sua história, não acreditavam na ressurreição porque, simnplesmente, o Antigo Testamento não a mencionava. Acreditavam que, ao morrer, o homem inteiro ia para o “Sheol”, a “região dos mortos”:
“Assim como a nuvem se desfaz e passa, assim aquele que desce ao Sheol nunca tornará a subir” (Jó 7,9).

Entretanto, o ser humano intuía que não poderia terminar inteiramente nesta vida. Os escritores sagrados expressam como uma pergunta, como um anseio, esse deseja de vida eterna:
“Quem dera que me escondesses no Sheol, e me ocultasses até que a tua ira se fosse; e me pusesses um limite, e te lembrasses de mim! Morrendo o homem, porventura tornará a viver? Todos os dias de meu combate esperaria, até que viesse a minha mudança. Chamar-me-ias, e eu te responderia, e terias afeto à obra de tuas mãos” (Jó 14,13-15).

Há muitas luzes da vida eterna no Antigo Testamento, porém, mais do que um ensinamento, se trata mais de um desejo expresso da parte do homem e não de uma promessa revelada por Deus. O livro do Eclesiastes, p.ex., busca dar uma resposta a essa pergunta, sem encontrá-la, pois repete 27 vezes a frase “sob o sol”, para se referir a como as coisas aparentam ser aqui na terra, para nós. O livro acaba sem oferecer uma resposta para o que ocorre após a morte: o escritor sagrado não continua a sua dissertação porque o céu está bem além do sol e o Eclesiastes não consegue explicar senão somente aquilo que está “sob o sol”:
“E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu” (Eclesiastes 12,7).

O homem também intuía que haveria um castigo para os maus e um prêmio para os bons, mas tanto o castigo quanto o prêmio eram expressos ocorrendo aqui mesmo, na terra, na vida presente.
O castigo: “E esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearam contra Jerusalém: a sua carne apodrecerá, estando eles em pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e a língua lhes apodrecerá na sua boca” (Zacarias 14,12).
O prêmio: “Pois ainda um pouco, e o ímpio não existirá; olharás para o seu lugar, e não aparecerá. Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz” (Salmo 37,10-11); “E ele julgará entre as nações, e repreenderá a muitos povos; e estes converterão as suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices; uma nação não levantará espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerrear” (Isaías 2,4).

Faltava ainda mais revelação, mais luz da parte de Deus, para saber que nada disso seria o fim e que o castigo ou prêmio para o homem iria além desta terra.

A doutrina da ressurreição é relativamente recente, pois o povo judeu chegou ao seu conceito apenas dois séculos antes de Cristo. O primeiro livro do Antigo Testamento a mencioná-la, como uma promessa revelada por Deus, é o livro do Profeta Daniel, escrito tão somente 165 anos antes de Cristo:
“E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno” (Daniel 12,2).

A FALSA ESPERANÇA

Hoje em dia nos apresentam essas pessoas que se autodenominam “testemunhas cristãs de Jeová”, tocando nas portas das nossas casas, prometendo o seguinte, segundo o seu livro “O que a Bíblia realmente ensina”:

1) Deus converterá novamente a terra em paraíso terrestre:
“Como vimos no capítulo 3, Deus tem o propósito de converter toda a terra em um paraíso” (p.72/16).

2) Há duas esperanças de ressurreição: uns têm esperança de ressuscitar na terra e apenas 144.000 ressuscitarão no céu:
“Portanto, os mortos não tornarão à vida em um mundo cheio de guerras, crimes e doenças. Melhor: terão a oportunidade de serem felizes e viverem em paz na terra por toda a eternindade” (p. 72/16).
“A Bíblia ensina que há outra espécie de ressurreição. Trata-se da ressurreição como ser espiritual, para viver no céu” (p. 73/21).
“A estes 144.000 cristãos – entre os quais estão os apóstolos fiéis de Jesus – Deus os ressuscita para que vivam no céu” (p.74/24).

A seguir, veremos que tais afirmações não são bíblicas, nem tampouco o produto da fantasia dos dirigentes das Testemunhas de Jeová; sua origem é muito mais obscura.

Os líderes jeovistas têm verdadeira mania de empregar textos do Antigo Testamento; se encantam ao citar os livros do Eclesiastes, Isaías, Salmos etc. – quando o povo de Israel ainda se encontrava desorientado em sua infatil ignorância e não possuía conhecimento sobre a vida que há após a vida, nem sobre o céu e o inferno -, confundindo as pessoas que não estão familiarizadas com a Bíblia.

Em primeiro lugar: Deus não planejou reconstruir a terra como paraíso terrestre, onde viveram Adão e Eva:
“O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar” (Mateus 24,35).
“Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios. (…) Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade, aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão? Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça” (2Pedro 3,7.11-13).

É óbvio que esta terra deixará de existir, segundo as palavras de Jesus Cristo, que é muito, muito mais confiável que as mal-chamadas Testemunhas de Jeová. Também o Apóstolo São Pedro afirma o desaparecimento da terra, porém não nos dá maiores informações, apenas nos fala de “novos céus e nova terra”, em uma clara referência aos textos veterotestamentários. Foi São Paulo que, arrebatado ao 3º Céu além do sol, ouviu palavras “inefáveis”, ou sejam, que não podem ser pronunciadas. O que ele nos diz, porém, é que o paraíso encontra-se no Céu e não na terra:
“Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei – Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro céu. E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei – Deus o sabe) foi arrebatado ao Paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar” (2Coríntios 12,2-4).

O Apóstolo São João também lançou um olhar bem além do sol, onde ouviu palavras que não deveriam ser escritas:
“Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: ‘Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer'” (Apocalipse 4,1).
“E, quando os sete trovões acabaram de emitir as suas vozes, eu ia escrever; mas ouvi uma voz do céu, que me dizia: ‘Sela o que os sete trovões emitiram, e não o escrevas'” (Apocalipse 10,4).

É natural que ao não poderem descrever o que há no Céu, os escritores sagradas empreguem figuras terrenas para que nos dessem uma ideia do que há ali para nós:
“Mas, como está escrito: ‘As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam'” (1Coríntios 2,9).

O que há no Céu não pode ser explicado senão com o que nos é familiar: com coisas terrenas, pois o próprio Jesus Cristo nos disse:
“Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?” (João 3,12).

No tocante a haver duas esperanças para a ressurreição – a esperança terrestre e a esperança celeste – apenas podemos dizer que é fruto da mentira, pois jamais a Bíblia fala de duas esperanças, mas muito pelo contrário:
“Porque em esperança fomos salvos. Ora a esperança que se vê não é esperança; porque como esperar o que se vê?” (Romanos 8,24).
“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1Pedro 1,3).
“Tendo esperança em Deus, como estes mesmos também esperam, de que há de haver ressurreição de mortos, assim dos justos como dos injustos” (Atos 24,15).
“Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação” (Efésios 4,4).

O que realmente ensina a Bíblia contradiz os falsos ensinamentos das Testemunhas de Jeová. A Bíblia é clara: “Uma ressurreição, uma esperança”.

Então, de onde nasce a doutrina jeovista de viver para sempre em uma paraíso na terra?

Toda corrente ideológica sempre tem seus antecedentes na História. Que nos respondam: por que isso agora?

A bondade ou maldade dos criadores de tais doutrinas e ideologias nos ajudam a restabelecer a veracidade ou falsidade dos seus postulados. Quem, em toda História da Criação, foi o primeiro a prometer que viveríamos para sempre na terra?

Vamos ao início: ao livro do Gênesis. Adão e Eva viviam em um paraíso na terra, criado por Deus, sendo o que Senhor lhes havia dito:
“E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: ‘De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás'” (Gênesis 2,15-17).

Indo contra a ordem e a palavra de Deus, Adão e Eva desobedecem, seduzidos pela promessa de não morrerem e viverem para sempre no Éden e serem como Deus:
“Então a serpente disse à mulher: ‘Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal'” (Gênesis 3,4-5).

O resto da história todos nós a conhecebemos, bem como as consequências. Pois bem: agora você já sabe quem inventou essa mentira – ele mesmo: Satanás!

Satanás foi o primeiro a prometer “podeis viver para sempre no paraíso na terra”!

Eu tenho esperança de ir para o Céu. E você?

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Tertúlia Conscienciologia 5264 - Isolamento Social Pandêmico (Adaptaciol...

O que os Apóstolos ensinaram


O jejum dos Apóstolos (Parte 1):

Autor: https://melkite.org/
Fonte: Página Teologia Mística das Igrejas do Oriente no Facebook
Tradução: Mateus de Abreu Alves

O que os Apóstolos ensinaram

O Jejum dos Apóstolos, o tempo após a Grande Festa de Pentecostes, nos convida a olharmos para o que os primeiros seguidores de Cristo fizeram após terem recebido o Espírito Santo em Pentecostes. Para descobrirmos o que eles fizeram, precisamos olhar para aqueles Livros do Novo Testamento que seguem os quatro Evangelhos em nossas Bíblias. O primeiro deles, os Atos dos Apóstolos, foi escrito por São Lucas como uma sequência de seu Evangelho. Ele descreve a vinda do Espírito e o impacto que teve em suas vidas.

O Espírito desceu sobre os Apóstolos durante uma importante festa judaica em Jerusalém – Shavuoth, que relembra a entrega da Lei a Moisés. Essa era uma festa com peregrinação, quando os judeus de diversas cidades e países vinham a Jerusalém. Nós lemos nos Atos que, quando o Espírito veio sobre os Apóstolos, muitos desses peregrinos ouviram a comoção e vieram ver o que estava acontecendo. A primeira coisa que os Apóstolos fizeram foi contar a eles sobre a morte e ressurreição de Cristo.

O livro dos Atos diz que São Pedro se adiantou para falar com os peregrinos curiosos. Ele lhes disse que Cristo havia ressuscitado dos mortos:
“Jesus de Nazaré, homem de quem Deus tem dado testemunho diante de vós com milagres, prodígios e sinais que Deus por ele realizou no meio de vós como vós mesmos o sabeis, depois de ter sido entregue, segundo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de ímpios. Mas Deus o ressuscitou, rompendo os grilhões da morte, porque não era possível que ela o retivesse em seu poder” (Atos 2,22-24).

A segunda coisa que São Pedro disse foi que seus ouvintes precisavam responder à essa mensagem:
“Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo, pois a promessa é para vós, para os vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor, nosso Deus” (Atos 2,38-39).

Pelo resto de suas vidas, os Apóstolos foram de cidade em cidade com a mesma mensagem: Cristo ressuscitou; convertei-vos e sede batizados! Assim foi o nascimento da Igreja.
Procure no Calendário Litúrgico pelas datas da Semana de Pentecostes e do início do Jejum dos Apóstolos. Determine como você observará esse período com sua família.
Leia o Sermão de São Pedro do dia de Pentecostes por inteiro (Atos 2,14-40). Observe o quanto a pregação dos Apóstolos aos judeus dava ênfase à realização plena do Antigo Testamento em Cristo.
Leia Atos 14,8-18 e Atos 17,22-31 para ver o que os Apóstolos enfatizaram quando ensinando aos Gentios.
Ajude as crianças a lembrar quem falou ao povo curioso em Pentecostes e quais foram as duas coisas que ele lhes instou a fazer.
Rezem para que o Senhor preserve e fortaleça as Igrejas que sofrem no Oriente Médio, que foi Evangelizado pelos Apóstolos.
Rezem juntos os seguintes versos: “Trabalhando através dos divinos Apóstolos e enfatizando os Profetas, Cristo, com o auxílio do Espírito Santo, levou as nações ao conhecimento de Deus. Como prometestes, ó Salvador, concedestes grandes milagres aos Vossos discípulos, enviando-os a pregar a Vossa glória pelo mundo todo. A todos os povos, eles anunciaram a graça de Vossa Encarnação e Vossa santa Ressurreição.”

Milagres acontecem!



Preparamo-nos para a Leitura rezando, ao Espírito:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Espírito de verdade, 
a ti consagro a mente e meus pensamentos: 
ilumina-me.
Que eu conheça Jesus Mestre
e compreenda o seu Evangelho

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente, o texto Mt 9,1-8.

Jesus entrou num barco, voltou para o lado oeste do lago e chegou à sua cidade. Então algumas pessoas trouxeram um paralítico deitado numa cama. Jesus viu que eles tinham fé e disse ao paralítico:
- Coragem, meu filho! Os seus pecados estão perdoados. Aí alguns mestres da Lei começaram a pensar: 
- Este homem está blasfemando contra Deus. 
Porém Jesus sabia o que eles estavam pensando e disse: 
- Por que é que vocês estão pensando essas coisas más? O que é mais fácil dizer ao paralítico: "Os seus pecados estão perdoados" ou "Levante-se e ande"? Pois vou mostrar a vocês que eu, o Filho do Homem, tenho poder na terra para perdoar pecados. Então disse ao paralítico: 
- Levante-se, pegue a sua cama e vá para casa. 
O homem se levantou e foi para casa. Quando o povo viu isso, ficou com medo e louvou a Deus por dar esse poder a seres humanos.


Refletindo
Jesus liberta o homem dos pecados, vendo que os que o carregavam tinham fé. Mas, alguns mestres da Lei viram isto como blasfêmia. Jesus sabia o que eles estavam pensando e os questiona dizendo-lhes: O que é mais fácil: dizer ao paralítico,“Levante-se e ande” ou “Os teus pecados dão perdoados”? E manda que o paralítico se levante. Para os que acreditavam em Jesus, o milagre era manifestação da bondade de Deus. Mas, para os que se recusavam a crer, ele enganava o povo e blasfemava.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
Em que grupo nos colocamos: naquele que crê ou naquele que acredita que Jesus engana?
Milagres de Deus acontecem a cada instante. Nós os enxergamos ou para nós tudo é muito natural? Os bispos, em Aparecida, assim se expressaram “Desejamos que a alegria que recebemos no encontro com Jesus Cristo, a quem reconhecemos como o Filho de Deus encarnado e redentor, chegue a todos os homens e mulheres feridos pelas adversidades; desejamos que a alegria da boa nova do Reino de Deus, de Jesus Cristo vencedor do pecado e da morte, chegue a todos quantos jazem à beira do caminho, pedindo esmola e compaixão (cf. Lc 10,29-37; 18,25-43).” (DAp 32.)

3.Oração (Vida)

O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Rezamos, com toda a Igreja, a 
Oração 

Senhor, Deus da vida e do amor,
enviastes o vosso Filho 
para nos libertar das forças da morte
e conduzir-nos no caminho da esperança.

Movei-nos pelo dom do vosso Espírito!
Fazei-nos discípulos, 
comprometidos com o anúncio do Evangelho em
nosso Pátria, em comunhão com a Missão Continental.
Fazei-nos missionários,
caminhando ao encontro de nossos irmãos e irmãs,
acolhendo a todos, sobretudo os jovens, 
os afastados, os pobres, os excluídos.
Virgem Mãe Aparecida,
Intercedei junto ao vosso Filho,
para que sejamos fiéis ao nosso compromisso
de discípulos missionários . Amém!


4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Nosso novo olhar coincide com o olhar da Igreja que afirma:
 “Desejamos que a alegria da boa nova do Reino de Deus, de Jesus Cristo vencedor do pecado e da morte, chegue a todos quantos jazem à beira do caminho, pedindo esmola e compaixão (cf. Lc 10,29-37; 18,25-43).” (DAp 32.)
Bênção 
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.


QUEM SOU EU?!

  • Tudo é Deus
  • Deus é amor, então tudo é amor
  • Informação é luz, luz é informação (apenas informações verdadeiras, mentiras não são)
  • Todos são iguais
  • Mas o que acontece aqui neste plano terrestre é uma questão de escolha antes de encarnar
  • Reencarnação é verdadeira
  • Você não tem idade
  • Você não é quem você foi levado a acreditar que é
  • Você é um aspecto poderoso de Deus, você tem os poderes de Deus à sua disposição
  • Você é um criador e tem livre arbítrio para criar o que quiser
  • Medo é uma mentira; isso não existe, mas parece que somos tão poderosos que podemos nos convencer de que é real
  • Como você colhe, você deve semear
  • Não faz diferença se você pensa ou age sobre ele – ambos têm igual construção ou destruição
  • A morte é uma transição
  • Você é energia; tudo é energia, não massa ou matéria
  • O único momento é agora; o passado e o futuro não existem

Epicentrismo em Debate 17 - Sinergismo Parapsiquismo Intelectual–Holocic...