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Posted: 12 Jul 2017 05:21 PM
PDT
O poder de mudar o mundo está
em nossas mãos. Até as mais simples atitudes sustentáveis que adotamos podem
fazer toda a diferença na missão de tornar o mundo um lugar melhor para se
viver.
Muito tem se falado sobre sustentabilidade nos
últimos tempos. Esse termo é usado para definir ações e atividades humanas
que visam suprir as necessidades dos seres humanos sem comprometer o futuro
das próximas gerações.
Em outras palavras, é a
capacidade de nos desenvolvermos econômica e socialmente respeitando a
natureza, garantindo o uso racional dos recursos naturais.
Por muito tempo pensava-se que
os recursos naturais eram infinitos, jamais se esgotariam, porém hoje a
realidade é outra.
Sabe-se que para garantir o
futuro das próximas gerações é necessário preservar o meio ambiente por meio
de atitudes sustentáveis.
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O que nem todo mundo sabe é que
a preservação do meio ambiente não cabe apenas à indústria e ao Estado.
Muitas vezes não nos damos
conta dos impactos ambientais de nossos hábitos cotidianos, mas deveríamos.
A preservação da natureza depende de cada um de nós!
É por isso que nós do Awebic preparamos uma
lista de atitudes sustentáveis que podem ser adotadas no seu dia a dia no
trabalho, no trânsito, na escola ou em casa.
Por menores que sejam essas
atitudes, elas trazem muitos benefícios para sua rotina e seu bolso, além de
contribuir para o futuro das próximas gerações.
Então vamos lá!
1 – Apague as luzes
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Não deixe as luzes acesas
durante o dia ou quando não houver pessoas no recinto.
O desperdício de energia elétrica no Brasil
é imenso e boa parte desse desperdício é oriundo do uso residencial.
2 – Cultive plantas
em casa
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Qual é a origem do que você
comeu hoje? Pois é, pouquíssimas pessoas são capazes de responder a essa
pergunta.
Produzir seu próprio alimento é
uma atitude sustentável, pois evita o desperdício.
Ter uma horta em casa, segundo
especialistas, é resgatar a essência do ato de se alimentar.
Além disso, o cultivo de
plantas em casa faz bem para a saúde e diminui o estresse.
3 – Não deixe seus
aparelhos em Stand By
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Ótima atitude sustentável para
ser incorporada em sua casa e no escritório!
Simplesmente desligue ou tire
da tomada todos eletrodomésticos que não estão sendo usados.
A função Stand By é uma grande
vilã das contas de energia elétrica, chegando a representar 12% do consumo total de uma casa ou
escritório.
4 – Ande menos de
carro
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Existem inúmeras opções de
transportes sustentáveis (como andar a pé ou de bicicleta, por exemplo), e
mais tantas outras opções de transporte coletivo como ônibus, metrô e trem.
Sempre que puder, opte por não
usar o carro. O uso de carros não é nada sustentável, o ramo dos transportes
é um dos que mais tem potencial de redução de consumo de
energia.
5 – Compre alimentos
orgânicos
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Sempre que puder, opte pelos alimentos orgânicos.
Sua produção respeita o ciclo de vida dos animais e meio ambiente, evitando
contaminação do solo, água, vegetação.
Além disso, existem outras
inúmeras vantagens de se consumir alimentos orgânicos: são livres de
hormônios, agrotóxicos ou qualquer produto químico, absorvem mais gás
carbônico da atmosfera do que a agricultura tradicional e são extremamente
saborosos.
O único empecilho de incorporar
tal atitude sustentável no dia a dia ainda é o preço, porém com o aumento do
incentivo e demanda, a tendência é que essa realidade mude.
6 – Use a máquina de
lavar apenas quando estiver completamente cheia
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A máquina de lavar consome
bastante energia elétrica e água, procure usá-la somente em sua capacidade
máxima.
Caso precise muito lavar alguma
peça e não há roupas sujas o suficiente para enchê-la , procure optar pela
lavagem manual.
7 – Posicione bem
sua geladeira e freezer
Ao colocá-los próximo do fogão,
eles utilizam de muito mais energia para compensar o ganho de temperatura.
Além disso, mantenha-os um
pouco afastados das paredes.
E por favor, NUNCA coloque roupas para secar atrás da geladeira,
essa definitivamente não é uma atitude sustentável e inteligente.
8 – Recicle
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Existem formas bem fáceis de
reciclar o lixo orgânico (como a compostagem, por exemplo) e diversas
instituições que reciclam materiais como alumínio, plástico, papel, etc.
Procure separar o lixo orgânico
do reciclável e use e abuse da coleta seletiva de sua cidade.
9 – Use um
ventilador ao invés do ar condicionado
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Pode parecer bobeira, mas optar
pelo ventilador ao invés do ar condicionado é uma atitude sustentável das
grandes.
O ventilador chega a gastar 90% menos
energia do que o ar condicionado.
10 – Regue suas
plantas no horário certo
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Regar suas plantas entre o
final da manhã e o começo de tarde pode não ser uma boa ideia.
O calor do horário faz com que
a água evapore muito rapidamente, gerando desperdício de água.
Procure regar suas plantas no
começo do manhã ou no final da tarde.
11 – Prefira as
escadas ao invés do elevador
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Além de colaborar com o meio
ambiente economizando energia, optar pelas escadas ao invés do elevador é uma
ótima alternativa para queimar calorias no seu dia a dia.
12 – Desligue o
computador
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Hoje em dia inúmeras pessoas
têm o hábito de deixar o computador ligado e tantas outras acreditam que
ligar e desligar o computador pode ser prejudicial, o que gera um desperdício
muito grande de energia elétrica.
Os computadores de hoje
aguentam milhares e milhares de ciclos de ligar e desligar.
Procure desligar seu computador
sempre que for ficar algumas horas sem utilizá-lo e faça o mesmo com seu
monitor sempre que for sair de perto dele.
13 – Lave seu carro
à seco
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Muita água é consumida na
lavagem convencional de carros. Uma ótima opção sustentável é a lavagem à
seco de seu veículo.
A lavagem à seco utiliza em
média apenas 300 ml
de água por lavagem e, além disso, não casa nenhum dano a pintura do veículo.
14 – Use pilhas e
baterias recarregáveis
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Todo ano, bilhões de pilhas e
baterias são produzidas e vendidas no mundo, mas a maioria delas ainda não é
recarregável.
Uma pilha/bateria recarregável
chega a durar o equivalente a mil
descartáveis.
Isso significa menos produtos
químicos e matérias-primas que seriam utilizadas na produção, muito menos
resíduos descartados de forma inadequada, além de economia para o consumidor.
15 – Tome banho de
chuveiro
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Isso mesmo! Tomar banho de
banheira não é nada sustentável.
Um banho de banheira chega a
gastar quatro vezes mais energia e água do que um banho convencional de
chuveiro.
Além disso, procure diminuir o
tempo de chuveiro ligado, pois o mesmo é um dos aparelhos que mais gastam
energia dentro de uma casa.
16 – Prefira
alimentos frescos ao invés dos congelados
Alimentos congelados consomem
muito mais energia em sua produção e armazenagem.
Além disso, costumam custar
muito mais caro que os alimentos fresquinhos.
17 – Escolha bem
seus eletrodomésticos
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Sempre opte pelos
eletrodomésticos mais eficientes e economize muita energia a longo prazo.
Os produtos nacionais ou
estrangeiros com melhor desempenho energético em sua categoria são
etiquetados com o selo PROCEL.
18 – Tampe suas
panelas enquanto cozinha
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Ao tampar as panelas enquanto
você cozinha muito calor que simplesmente se perderia no ar é aproveitado.
Dessa forma, economiza-se GLP (gás de cozinha) e
tempo.
19 – Use menos água
quente
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Aquecer a água gasta muita
energia!
Procure utilizar água fria para
lavar suas mãos, louças e roupas.
20 – Consuma menos
carne
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A produção de carne em escala
global é um dos principais responsáveis pelo efeito estufa, isso devido ao
metano oriundo da flatulência das reses.
O setor da agropecuária também
é um dos principais responsáveis pelo desmatamento de florestas, pois
necessita-se de uma grande área de pastagem para a criação de gado.
Além disso, consome-se muita
água e energia durante todo o processo.
Saiba mais sobre o assunto clicando aqui.
21 – Reutilize a
água da sua máquina de lavar
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A máquina de lavar é um dos
aparelhos domésticos que mais desperdiçam água.
Um sistema para reutilizar a água de sua máquina de lavar
é algo muito atrativo para o meio ambiente e para o bolso.
22 – Evite talheres
e copos descartáveis
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Muita água é usada na produção
desse tipo de produto, a maioria deles não será reciclada devido ao seu baixo
preço de mercado e são produtos que demora muito para se decompor na
natureza.
23 – Dê e pegue
caronas
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Evite tirar o carro da garagem
para andar sozinho!
Dar e pegar caronas é uma
atitude sustentável que segue os mesmos princípios do transporte público,
veículos cheios diminuem a quantidade de veículos nas ruas e,
consequentemente, a emissão de gases poluentes.
Quer saber tudo sobre caronas?
Então clique aqui.
24 – Não use sacolas
plásticas
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Use sempre uma ecobag para carregar
suas compras.
Sacolas plásticas são grandes vilãs do meio ambiente.
Elas são produzidas com
matérias-primas oriundas do petróleo ou gás natural (não renováveis) e não
são biodegradáveis.
Além disso, são umas das
principais causas de entupimento de bueiros.
25 – Use menos papel
Usar papel significa consumir
florestas e ecossistemas inteiros.
Hoje em dia não é necessário o
uso de papel impresso, muitas impressões podem ser substituídas pelo uso de
tablets, celulares, notebooks e afins.
Caso o papel seja mesmo
necessário, utilize sempre folhas
recicladas.
26 – Instale uma
válvula regulador em sua descarga
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Nem toda descarga precisa da
mesma quantidade de água!
A instalação de uma válvula
reguladora é uma forma de economizar bastante água no dia a dia.
É interessante notar que tal
atitude sustentável pode ser introduzida em qualquer lugar, como casas,
empresas, escolas, locais públicos, entre outros.
A regra é simples: uma
quantidade menor de água para o número 1 e uma quantidade maior para o número
2.
27 – Use a panela de
pressão para cozinhar
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Muita gente tem medo de panela
de pressão, mas elas são nossas aliadas na economia de gás de cozinha.
Sempre que possível, use
panelas de pressão para cozinhar seus alimentos, pois a temperatura de
cozimento desse tipo de panela é muito mais alta do que de uma panela
convencional, fazendo com que consumam menos gás.
28 – Cozinhe em fogo
mínimo
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A água não ultrapassa 100º C (no nível do
mar) em uma panela comum.
Portanto, sempre que estiver
cozinhando algo e notar que a água começou a borbulhar, abaixe o fogo.
O fogo alto não irá cozinhar os
alimentos mais rapidamente, apenas irá desperdiçar gás de cozinha.
29 – Substitua suas
lâmpadas
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Essa é uma atitude sustentável
ideal para ser usada em casa, no escritório, nas escolas e até mesmo em
locais públicos.
Não use lâmpadas incandescentes
de forma alguma, pois elas gastam muita energia.
Entre as lâmpadas fluorescentes
e as de LED, opte pelas lâmpadas de
LED sempre que possível. Elas são muito mais econômicas e
possuem vida útil bem maior.
30 – Lave sua louça
em uma bacia de água
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Use uma bacia ou até mesmo a
própria pia (tapando a passagem de água) para ensaboar a louça sem deixar a
torneira aberta.
Pode parecer bobeira, mas
segundo o Instituto Akatu tal ação pode gerar uma
economia de 170 litros
de água por lavagem.
Ao longo de um ano, você poderá
economizar água o suficiente para abastecer sua casa por mais de dois meses.
Além de preservar o meio
ambiente, tal atitude gera muita economia.
31 – Escolha muito
bem qual carro comprar
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Carros movidos a álcool, em
geral, poluem menos que os movidos a gasolina.
Ambos lançam CO2 nas mesmas
quantidades na atmosfera, porém o etanol é renovável e durante o
desenvolvimento da planta (no caso do Brasil, cana-de-açúcar), ela sequestra
carbono da atmosfera.
Uma ótima opção para reduzir a
poluição causada por automóveis são os carros elétricos, porém no Brasil
ainda existem poucas opções desses veículos.
Lembre-se também que carros
menores, com motores menos potentes, poluem menos.
Você deve escolher muito bem
qual carro comprar, de acordo com suas necessidades e estilo de vida (não faz
muito sentido ter um carro muito potente se você passa boa parte do dia preso
em congestionamentos, por exemplo).
Outra dica sustentável bastante
importante é sempre manter seu veículo sempre regulado.
32 – Diminua o uso
de embalagens e dê preferência às recicláveis
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Evite sempre sacolas plásticas
e embrulhos, procure sempre as maiores embalagens, de preferência com refil,
pois isso é sinônimo de economia de recursos naturais.
Além disso, dê preferência à
produtos com embalagens recicláveis e lembre-se sempre de separá-las para a
reciclagem.
33 – Incentive o
comércio local
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Prefira comprar produtos
fabricados perto de você, isso diminui a quantidade de gás carbônico emitida
no transporte.
Incentivar o comércio local
também ajuda a contribuir com o crescimento de seu bairro ou cidade.
Além de ser uma atitude
sustentável, incentivar o comércio local tem grande importância social.
34 – Não crie
animais silvestres
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Muitas vezes essa é uma prática
criminosa!
A criação de animais silvestres
contribui para a extinção das espécies e, consequentemente o desequilíbrio de
todo um ecossistema.
Pense que para cada animal
silvestre vendido, muitos outros morreram durante o transporte.
35 – Aproveite ao
máximo todo alimento
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Você sabia que cerca de um quinto de toda a
produção mundial de alimentos é jogada fora?
Pois é, o é desperdício é imenso.
Procure sempre consumir tudo o
que compra e, em vez de jogar fora os restos, faça compostagem.
36 – Descarte
corretamente seus resíduos nocivos (pilhas, baterias, lixo hospitalar, óleo…)
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Todos os resíduos que geramos
devem ser descartados de forma correta.
Procure sempre locais
apropriados para o descarte de resíduos nocivos ao meio ambiente, a fim de
evitar efeitos negativos ao ecossistema, como contaminação da água e do solo,
transmissão de doenças, etc…
37 – Plante árvores
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Plantar árvores contribui para
a purificação do ar e conservação da água, auxiliam na recuperação da
capacidade produtiva do solo, no combate à erosão e no aumento da diversidade
biológica.
Além disso, as árvores deixam
os ambientes mais frescos e bonitos.
38 – Faça
compostagem
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Aproximadamente 3% da emissão de
metano (gás causador do efeito estufa) é gerado pelo lixo orgânico doméstico.
Aprenda a fazer compostagem,
além de ser uma atitude sustentável, deixará seu jardim bonito e saudável.
39 – Economize nas
mídias físicas
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CD’s e DVD’s são sem dúvidas
mídias eficientes e baratas, porém são feitos de materiais não biodegradáveis
e, ao serem incinerados, voltam como chuva ácida.
Procure utilizar mídias
regraváveis, drives USB, FTP’s, ou ainda coloque seus arquivos na nuvem.
Hoje em dia, são poucos
arquivos que não podem ser compartilhados virtualmente.
40 – Exerça seus
direitos
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Sempre que perceber violações
às leis ambientais, denuncie!
Está pronto para
adicionar essas atitudes sustentáveis à sua rotina?
Você já pratica alguma dessas
atitudes sustentáveis? Tem alguma que você adota que não está nessa lista?
Deixe a sua contribuição nos
comentários e não se esqueça de compartilhar
essa lista com os seus amigos e familiares.
O post 40 simples
atitudes sustentáveis para você adicionar ao seu dia a dia
apareceu primeiro em Awebic.
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SALVE DEUS! FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES. COMAM E BEBAM; A MESA ESTÁ POSTA! SALVE DEUS
quinta-feira, 13 de julho de 2017
VIVER - A sustentabilidade.
terça-feira, 11 de julho de 2017
A Carne é fraca
Há tendências viciosas que são, evidentemente, inerentes ao Espírito, porque se prendem mais ao moral do que ao físico; outras parecem antes a consequência do organismo, e, por este motivo, delas se pode crer menos responsável; tais são as predisposições à cólera, à moleza, à sensualidade, etc.
Está perfeitamente reconhecido hoje, pelos filósofos espiritualistas, que os órgãos cerebrais correspondentes às diversas aptidões, devem seu desenvolvimento à atividade do Espírito; que esse desenvolvimento é assim um efeito e não uma causa. Um homem não é músico porque tem a bossa da música, mas ele não tem a bossa da música senão porque seu Espírito é músico.
Se a atividade do Espírito reage sobre o cérebro, ela deve reagir igualmente sobre as outras partes do organismo. O Espírito é, assim, o artífice de seu próprio corpo, que ele configura, por assim dizer, a fim de apropriá-lo às suas necessidades e às manifestações de suas tendências. Estando isto posto, a perfeição do corpo nas raças avançadas seria o trabalho do Espírito que aperfeiçoa o seu aparelhamento à medida que as suas faculdades aumentam.
Por uma consequência natural deste princípio, as disposições morais do Espírito devem modificar as qualidades do sangue, dar-lhe mais ou menos atividade, provocar uma secreção mais ou menos abundante de bile ou outros fluidos. É assim, por exemplo, que o guloso sente vir a saliva, ou, como se diz vulgarmente, a água à boca à vista de uma comida apetitosa.
Não é a comida que pode superexcitar o órgão do gosto, uma vez que com ele não tem contato; é, pois, o Espírito cuja sensualidade é despertada, que age pelo pensamento sobre esse órgão, ao passo que, sobre um outro Espírito, a visão dessa comida nada produz. Ocorre o mesmo com todas as cobiças, todos os desejos provocados pela visão.
A diversidade das emoções não pode se explicar, numa multidão de casos, senão pela diversidade das qualidades do Espírito. Tal é a razão pela qual uma pessoa sensível derrama facilmente lágrimas; não é a abundância das lágrimas que dá a sensibilidade ao Espírito, mas a sensibilidade do Espírito que provoca a secreção abundante das lágrimas. Sob o domínio da sensibilidade, o organismo é modelado sob essa disposição normal do Espírito, como é modelado naquela do Espírito guloso.
Seguindo esta ordem de idéias, compreende-se que o Espírito irascível deve levar ao temperamento bilioso; de onde se segue que um homem não é colérico porque é bilioso, mas que ele é bilioso, porque é colérico. Assim ocorre com todas as outras disposições instintivas; um Espírito mole e indolente deixará o seu organismo num estado de atonia em relação com o seu caráter, ao passo que se for ativo e enérgico, dará ao seu sangue, aos seus nervos, qualidades muito diferentes.
A ação do Espírito sobre o físico é de tal modo evidente, que se vêem, frequentemente, graves desordens orgânicas se produzirem pelo efeito de violentas comoções morais. A expressão vulgar: A emoção lhe revirou o sangue não é também destituída de sentido quanto se poderia crê-lo; ora o que pôde revirar o sangue, se não as disposições morais do Espírito? Este efeito é sobretudo sensível nas grandes dores, nas grandes alegrias e nos grandes medos, cuja reação pode ir até causar a morte.
Vêem-se pessoas que morrem do medo de morrer; ora, que relação existe entre o corpo do indivíduo e o objeto que causa seu pavor, objeto que, frequentemente, não tem nenhuma realidade? É, diz-se, o efeito da imaginação; seja; mas que é a imaginação senão um atributo, um modo de sensibilidade do Espírito?
Parece difícil atribuir a imaginação aos músculos e aos nervos, porque, então, não se explicaria porque esses músculos e esses nervos não têm sempre imaginação; por que não o têm mais depois da morte; porque o que causa em uns um pavor mortal, superexcita a coragem em outros.
De qualquer sutileza que se use para explicar os fenômenos morais unicamente pelas propriedades da matéria, cai-se, inevitavelmente num impasse, no fundo do qual percebe-se, em toda a sua evidência, e como a única solução possível, o ser espiritual independente, para quem o organismo não é senão um meio de manifestação, como o piano é o instrumento das manifestações do pensamento do músico.
Do mesmo modo que o músico afina o seu piano, pode-se dizer que o Espírito afina o seu corpo para colocá-lo no diapasão de suas disposições morais.
É verdadeiramente curioso ver o materialismo falar, sem cessar, da necessidade de levantar a dignidade do homem, então que se esforça em reduzi-la a um pedaço de carne que apodrece e desaparece sem deixar nenhum vestígio; de reivindicar para ele a liberdade como um direito natural, quando dela faz uma mecânica caminhando como uma pessoa encarregada de girar o espeto, sem responsabilidade de seus atos.
Com o ser espiritual independente, preexistente e sobrevivente ao corpo, a responsabilidade é absoluta; ora, para o maior homem, o primeiro, o principal móvel da crença no nada é o pavor que causa essa responsabilidade, fora da lei humana, e à qual se crê escapar tapando os olhos.
Até hoje esta responsabilidade nada tinha de bem definida; não era senão um temor vago, fundado, é preciso muito reconhecê-lo, sobre crenças que não eram sempre admissíveis pela razão; o Espiritismo a demonstrou como uma realidade patente, efetiva, sem restrição, como uma consequência natural da espiritualidade do ser; é porque certas pessoas têm medo do Espiritismo que lhes perturbaria em sua quietude, levantando diante delas o temível tribunal do futuro.
Provar que o homem é responsável por todos os seus atos é provar a sua liberdade de ação, e provar a sua liberdade, é levantar a sua dignidade. A perspectiva da responsabilidade fora da lei humana é o mais poderoso elemento moralizador: é o objetivo ao qual o Espiritismo conduz pela força das coisas.
Segundo as observações fisiológicas que precedem, pode-se, pois, admitir que o temperamento é, pelo menos em parte, determinado pela natureza do Espírito, que é causa e não efeito. Dizemos em parte, porque há casos em que o físico influi evidentemente sobre o moral: é quando um estado mórbido ou anormal é determinado por uma causa externa, acidental, independente do Espírito, como a temperatura, o clima, os vícios hereditários de constituição, uma doença passageira, etc.
O moral do Espirito pode então ser afetado em suas manifestações pelo estado patológico, sem que a sua natureza intrínseca seja modificada. Desculpar-se de seus defeitos sobre a fraqueza da carne não é, pois, senão uma fuga falsa para escapar à responsabilidade. A carne é fraca porque o Espírito é fraco, é em que se torna a questão, e deixa ao Espírito a responsabilidade de todos os seus atos.
A carne, que não tem nem pensamento nem vontade, não prevalece jamais sobre o Espírito, que é o ser pensante e que quer, é o Espírito que dá à carne as qualidades correspondentes aos seus instintos, como o artista imprime à sua obra material a marca de seu gênio.
O Espírito liberto dos instintos da bestialidade, forma um corpo que não é mais um tirano para as suas aspirações na direção da espiritualidade de seu ser; é quando o homem come para viver, porque viver é uma necessidade, mas não vive mais para comer.
A responsabilidade moral dos atos da vida, portanto, permanece inteira; mas a razão diz que as consequências desta responsabilidade devem estar em razão do desenvolvimento intelectual do Espírito; quanto mais o Espírito é esclarecido, mais é indesculpável, porque com a inteligência e o senso moral, nascem as noções do bem e do mal, do justo e do injusto.
O selvagem, ainda vizinho da animalidade, que cede ao instinto do animal comendo seu semelhante, é, sem contradita, menos culpável que o homem civilizado que comete uma simples injustiça.
Esta lei encontra ainda sua aplicação na medicina, e dá a razão de seu insucesso em certos casos. Desde que o temperamento é um efeito e não uma causa, os esforços tentados para modificá-lo podem ser paralisados pelas disposições morais do Espírito que opõe uma resistência inconsciente e neutraliza a ação terapêutica.
E, pois, sobre a causa primeira que se deve agir; chegando-se a mudar as disposições morais do Espírito, o temperamento se modificará por si mesmo sob o império de uma vontade diferente, ou, pelo menos, a ação do tratamento médico será secundada em lugar de contrariá-la. Daí se for possível, coragem ao covarde, e vereis cessar os efeitos fisiológicos do medo; ocorre o mesmo com as outras disposições.
Mas, dir-se-á, o médico do corpo pode se fazer o médico da alma? Está em suas atribuições tornar-se o moralizador de seus doentes? Sim, sem dúvida, num certo limite; é mesmo um dever que um bom médico não negligência jamais, desde o instante que vê, no estado da alma, um obstáculo ao restabelecimento da saúde do corpo; o essencial é aplicar o remédio moral com tato, prudência e com propósito, segundo as circunstâncias.
Desse ponto de vista, sua ação está forçosamente circunscrita, porque, além de que não tem sobre seu doente senão um ascendente moral, uma transformação do caráter é difícil em certa idade; é, pois, à educação, e sobretudo à educação primeira, que incumbem os cuidados dessa natureza.
Quando a educação for, desde o berço, dirigida nesse sentido; quando se aplicar em abafar, em seu germe, as imperfeições morais, como se faz para as imperfeições físicas, o médico não encontrará mais, no temperamento, um obstáculo contra o qual a sua ciência, muito frequentemente, é impotente.
Como se vê, é todo um estudo; mas um estudo completamente estéril enquanto não se tiver em conta a ação do elemento espiritual sobre o organismo. Participação incessantemente ativa do elemento espiritual nos fenômenos da vida, tal é a chave da maioria dos problemas contra os quais a ciência se choca; quando a ciência fizer entrarem linha de conta a ação desse princípio, verá abrir-se diante dela horizontes todos novos. É a demonstração desta verdade que o Espiritismo traz.
Fonte: Revista Espirita – 1869
Compilado por Harmonia Espiritual
terça-feira, 4 de julho de 2017
segunda-feira, 3 de julho de 2017
Atmosfera espiritual
O Espiritismo nos ensina que os Espíritos constituem a população invisível do globo, que estão no espaço e entre nós, nos vendo e nos acotovelando sem cessar, de tal sorte que, quando, nos acreditamos sós, temos constantemente testemunhas secretas de nossas ações e de nossos pensamentos. Isto pode parecer incômodo para certas pessoas, mas uma vez que assim é não se pode impedir que o seja; cabe a cada um fazer como o sábio que não tinha medo de que sua casa fosse de vidro.
Sem dúvida nenhuma, é a esta causa que é preciso atribuir a revelação de tantas torpezas e más ações que se cria enterradas na sombra. Além disso sabemos que, além dos assistentes corpóreos, há sempre ouvintes invisíveis; que sendo a permeabilidade uma das propriedades do organismo dos Espíritos, estes podem se encontrar em número ilimitado num espaço dado.
Frequentemente, nos foi dito que, em certas sessões, estavam em quantidades inumeráveis. Na explicação dada ao Sr. Bertrand a propósito das comunicações coletivas que obteve, foi dito que o número dos Espíritos presentes era tão grande, que a atmosfera estava, por assim dizer saturada de seus fluidos. Isto não é novo para os Espíritas, mas não se deduziu disto talvez todas as conseqüências.
Sabe-se que os fluidos emanados dos Espíritos são mais ou menos salutares segundo o grau de sua depuração; conhece-se o seu poder curativo em certos casos, e também seus efeitos mórbidos de indivíduo a indivíduo.
Ora, uma vez que o ar pode estar saturado desses fluidos, não é evidente que segundo a natureza dos Espíritos que proliferam em um lugar determinado, o ar ambiente se acha carregado de elementos salutares ou malsãos, que devem exercer uma influência sobre a saúde física tão bem quando sobre a saúde moral?
Quando se pensa na energia da ação que um Espírito pode exercer sobre um homem, pode-se admirar daquela que deve resultar de uma aglomeração de centenas ou de milhares de Espíritos? Esta ação será boa ou má conforme os Espíritos derramem no meio dado um fluido benfazejo ou malfazejo, agindo à maneira das emanações fortificantes ou dos miasmas deletérios, que se esparramam no ar.
Assim podem se explicar certos efeitos coletivos produzidos sobre as massas de indivíduos, o sentimento de bem-estar ou de mal-estar que se sente em certos meios, e que não têm nenhuma causa aparente conhecida, o arrastamento coletivo para o bem ou o mal, os impulsos gerais, o entusiasmo ou o desencorajamento, por vezes espécie de vertigem que se apodera de toda uma assembléia, de todo um povo mesmo.
Cada indivíduo, em razão do grau de sua sensibilidade, sofre a influência dessa atmosfera viciada ou vivificante. Por este fato, que parece fora de dúvida, e que confirmam, ao mesmo tempo, a teoria e a experiência, encontramos nas relações do mundo espiritual com o mundo corpóreo, um novo princípio de higiene que a ciência, sem dúvida um dia fará entrar em linha de conta.
Podemos, pois, subtrair-nos a essas influências emanando de uma fonte inacessível aos meios materiais? Sem nenhuma dúvida; porque do mesmo modo que saneamos os lugares insalubres destruindo-lhes a fonte dos miasmas pestilentos, podemos sanear a atmosfera moral que nos cerca, subtraindo-nos às influências perniciosas dos fluidos espirituais malsãos, e isto mais facilmente do que não podemos escapar às exalações pantanosas, porque isto depende unicamente de nossa vontade, e ali não estará um dos menores benefícios do Espiritismo quando for universalmente compreendido e sobretudo praticado.
Um princípio perfeitamente averiguado por todo Espírita, é que as qualidades do fluido perispiritual estão em razão direta das qualidades do Espírito encarnado ou desencarnado; quanto mais seus sentimentos são elevados e livres das influências da matéria, mais seu fluido é depurado.
Segundo os pensamentos que dominam num encarnado, ele irradia raios impregnados desses mesmos pensamentos que os viciam ou os saneiam, fluidos realmente materiais, embora impalpáveis, invisíveis para os olhos do corpo, mas perceptíveis para os sentidos perispirituais, e visíveis para os olhos da alma, uma vez que impressionam fisicamente e tomam aparências muito diferentes para aqueles que estão dotados da visão espiritual.
Unicamente pelo fato da presença dos encarnados numa assembléia, os fluidos ambientes serão, pois, salubres ou insalubres, segundo os pensamentos dominantes sejam bons ou maus. Quem traz consigo pensamentos de ódio, de inveja, de ciúme, de orgulho, de egoísmo, de animosidade, de cupidez, de falsidade, de hipocrisia, de maledicência, de malevolência, em uma palavra, pensamentos hauridos na fonte das más paixões, espalha ao seu redor eflúvios fluídicos malsãos, que reagem sobre aqueles que o cercam.
Numa assembléia, ao contrário, onde todos não trouxessem senão sentimentos de bondade, de caridade, de humildade, de devotamento desinteressado, de benevolência e de amor ao próximo, o ar estará impregnado de emanações saudáveis no meio das quais sente-se viver mais comodamente.
Se se considera agora que os pensamentos atraem os pensamentos da mesma natureza, que os fluidos atraem os fluidos similares, compreende-se que cada indivíduo conduz consigo um cortejo de Espíritos simpáticos, bons ou maus, e que assim o ar está saturado de fluidos em relação com os pensamentos predominantes.
Se os maus pensamentos estão em minoria, eles não impedirão as boas influências de se produzirem, mas as paralisam. Se eles dominam, enfraquecem a irradiação fluídica dos bons Espíritos, ou mesmo por vezes, impedem os bons fluídos de penetrar nesse meio, como o nevoeiro enfraquece ou detém os raios do sol.
Qual é, pois, o meio de se subtrair à influência dos maus fluidos? Este meio ressalta da própria causa que produz o mal. Que se faz quando se reconheceu que um alimento é contrário à saúde? É rejeitado, e se os substitui por um alimento mais sadio. Uma vez que são os maus pensamentos que engendram os maus fluidos e os atraem, é preciso se esforçar e deles não ter senão bons, repelindo tudo o que é mau, como se repele um alimento que pode nos tornar doentes, em uma palavra, trabalhar pela sua melhoria moral, e, para nos servir de uma comparação do Evangelho, "não só limpar o vaso por fora, mas limpá-lo, sobretudo, por dentro".
A Humanidade, em se melhorando, verá se depurar a atmosfera fluídica no meio da qual ela vive, porque não a rodeará senão de bons fluidos, e que estes últimos oporão uma barreira à invasão dos maus. Se um dia a Terra chegar a não ser povoada senão por homens praticando entre eles as leis divinas, de amor e de caridade, ninguém duvida que não se encontrem nas condições de higiene física e moral diferentes daquelas que existem hoje.
Esse tempo está ainda longe sem dúvida, mas em esperando-o, estas condições podem existir parcialmente, e é nas assembléias espíritas que cabe dar-lhe o exemplo.
Aqueles que tiverem possuído a luz, serão um tanto mais repreensíveis quanto terão tido entre as mãos os meios de se esclarecer; incorrerão na responsabilidade dos atrasos que seu exemplo e sua má vontade terão levado na melhoria geral.
Isto é uma utopia, uma má declamação? Não; é uma dedução lógica dos próprios fatos que o Espiritismo nos revela a cada dia. Com efeito, o Espiritismo nos prova que o elemento espiritual, que, até o presente, foi considerado como antítese do elemento material, tem, com este último, uma conexão íntima, de onde resulta uma multidão de fenômenos inobservados ou incompreendidos.
Quando a ciência tiver assimilado os elementos fornecidos pelo Espiritismo, ela nele haurirá novos e importantes recursos para a própria melhoria material da Humanidade. Assim, cada dia vemos se estender o círculo das aplicações da doutrina que está longe, como alguns o crêem ainda, de estar restrita ao pueril fenômeno das mesas girantes ou outros efeitos de pura curiosidade.
O Espiritismo, realmente, não foi tomado em seu vôo, senão do momento em que entrou na via filosófica; é menos divertido para certas pessoas, que nele não procuravam senão uma distração, mas é melhor apreciado pelas pessoas sérias, e o será ainda mais, à medida que for melhor compreendido em suas conseqüências.
Compilado por Harmonia Espiritual
Fonte.: Revista Espírita – Allan Kardec
Maio de 1867
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