"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68
Livro dos Actos dos Apóstolos 11,21b-26.13,1-3.
Naqueles dias, foi grande o
número dos que abraçaram a fé e se converteram ao Senhor.
A notícia chegou aos ouvidos da Igreja de Jerusalém e mandaram Barnabé a Antioquia. Quando este chegou e viu a ação da graça de Deus, encheu-se de alegria e exortou a todos a que se conservassem fiéis ao Senhor, de coração sincero; era realmente um homem bom e cheio do Espírito Santo e de fé. Assim uma grande multidão aderiu ao Senhor. Então Barnabé foi a Tarso procurar Saulo e, tendo-o encontrado, trouxe-o para Antioquia. Passaram juntos nesta Igreja um ano inteiro e ensinaram muita gente. Foi em Antioquia que, pela primeira vez, se deu aos discípulos o nome de «cristãos». Na Igreja de Antioquia havia profetas e doutores: Barnabé, Simeão, chamado o Negro, Lúcio de Cirene, Manaen, irmão colaço do tetrarca Herodes e Saulo. Estando eles a celebrar o culto e a jejuar, disse-lhes o Espírito Santo: «Separai Barnabé e Saulo para o trabalho a que os chamei». Então, depois de terem jejuado e orado, impuseram-lhes as mãos e deixaram-nos partir. Livro de Salmos 98(97),1.2-3ab.3cd-4.5-6.
Cantai ao Senhor um cântico novo
pelas maravilhas que Ele operou. A sua mão e o seu santo braço Lhe deram a vitória. O Senhor deu a conhecer a salvação, revelou aos olhos das nações a sua justiça. Recordou-Se da sua bondade e fidelidade em favor da casa de Israel. Os confins da terra puderam ver a salvação do nosso Deus. Aclamai o Senhor, terra inteira, exultai de alegria e cantai. Cantai ao Senhor ao som da cítara, ao som da cítara e da lira; ao som da tuba e da trombeta, aclamai o Senhor, nosso Rei. Evangelho segundo S. Mateus 10,7-13.
Naquele tempo, disse Jesus aos
seus Apóstolos: «Ide e proclamai que está próximo o reino dos Céus.
Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, sarai os leprosos, expulsai os demónios. Recebestes de graça; dai de graça. Não adquirais ouro, prata ou cobre, para guardardes nas vossas bolsas; nem alforge para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem cajado; porque o trabalhador merece o seu sustento. Quando entrardes em alguma cidade ou aldeia, procurai saber de alguém que seja digno e ficai em sua casa até partirdes daquele lugar. Ao entrardes na casa, saudai-a, e se for digna, desça a vossa paz sobre ela; mas se não for digna, volte para vós a vossa paz.
Dois
apóstolos, duas vidas, uma Igreja
Pedro e João simbolizaram, cada um, uma destas duas vidas. Mas ambos passaram juntos a primeira, no tempo, pela fé; e juntos desfrutarão a segunda, na eternidade, pela visão. Foi portanto para todos os santos unidos inseparavelmente ao corpo de Cristo, e a fim de os conduzir no meio das tempestades desta vida, que Pedro, o primeiro dos apóstolos, recebeu as chaves do Reino dos Céus, com o poder de reter ou absolver os pecados (Mt 16,19). Foi também para todos os santos, e a fim de lhes dar acesso à profundidade serena da sua vida mais íntima, que Cristo deixou João repousar no seu peito (Jo 13,23.25). Pois o poder de reter ou absolver os pecados não pertence somente a Pedro, mas a toda a Igreja; e João não é o único a beber na fonte do peito do Senhor, o Verbo que desde o início é Deus junto de Deus (Jo 7,38;1,1), [...] mas o próprio Senhor dedica o seu evangelho a todos os homens do mundo, para que cada um beba consoante a sua capacidade. |
SALVE DEUS! FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES. COMAM E BEBAM; A MESA ESTÁ POSTA! SALVE DEUS
segunda-feira, 5 de junho de 2017
EVANGELHO QUOTIDIANO
sexta-feira, 2 de junho de 2017
São Bento
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quinta-feira, 1 de junho de 2017
BÍBLIA ONLINE
Existe
uma coisa que todos sentimos em alguma fase de nossas vidas: incompreendidos.
Parece que ninguém entende e você não sabe como explicar o que sente? Você não
está sozinho! Existe
uma pessoa que lhe entende perfeitamente, mesmo se você não
consegue explicar – Jesus. E se você vier para Jesus, ele nunca lhe vai
rejeitar. Conte para Jesus e ele vai lhe ajudar!
Em que área você precisa da ajuda de Jesus?
Mandamento ignorado
Alguns dos dez mandamentos são mais fáceis de se lembrar do que outros, os que quase sempre temos na ponta da língua são os que dizem para não matar, não roubar e não cometer adultério. Mas um que é um pouco mais difícil de nos lembrarmos e que, talvez não por coincidência, é o que mais desrespeitamos é o seguinte “Não desejarás a casa de teu próximo, nem seu servo, ou serva, nem seu boi, seu asno, ou qualquer outra coisa que lhe pertença.” Casa, servos, boi e asno resumem bem as posses mais valiosas de um homem comum daquela época em que viveu Moisés, ou seja, o mandamento poderia ser muito bem ser resumido na frase: “não invejarás”. Parece então que desde os tempos remotos da sociedade tribal dos israelitas, a inveja das posses materiais daqueles próximos a nós é um problema grave, tão grave que teve de ser escrito junto a outros princípios básicos, tão óbvios como não matar ou não roubar.
O grande motor dos principais desequilíbrios em nossas vidas é o egoísmo. O egoísmo é a mania que temos de dar muita atenção e muito valor ao nosso próprio ego, ele é também o pai do orgulho, que é a mania que temos de achar que somos, ou que devemos ser, melhores do que os outros. O orgulho é o que provoca a inveja que sentimos daqueles que possuem aquilo que não possuímos. A inveja não se assemelha àquele sentimento saudável que podemos possuir ao ver uma pessoa bem sucedida, com bom emprego, família e vida razoavelmente estável e que nos faz pensar: “esta pessoa parece estar muito bem, também gostaria de ter o que ela tem e acho que preciso aprender com ela, fazer como ela fez”, a inveja, pelo contrário, é o sentimento que nos faz pensar: “aquela pessoa está melhor do que eu, eu é que merecia estar no lugar dela, preciso fazer algo para não ficar mais por baixo”. Ou seja, a inveja é um sentimento destrutivo, motivado por um orgulho ferido, que leva o homem desprezar aqueles que se destacam e a desejar alcançar um patamar acima dos outros, ou pelo menos acima da média. Para o invejoso, é mais importante estar acima da maioria do que propriamente estar bem.
É motivado por estes sentimentos inferiores que eu acabo dando muita importância em obter bens que me proporcionem status, que mostrem que estou sendo bem sucedido no meu trabalho ou que mostre que possuo bom gosto e sei apreciar bens de qualidade superior, de consumo típico dos mais abastados. Quando me alinho com este tipo de pensamento inferior, esqueço facilmente onde estaria o limite do desequilíbrio, o limite do necessário e suficiente e nem me preocupo em pensar se o meu estilo de vida requer um volume de bens e renda que não é possível para todos. Muito pelo contrário, se puder obter um estilo de vida que seja inacessível à maioria, isso agrada o meu ego invejoso que não tolera ver os outros materialmente melhores do que eu. A inveja, sendo um sentimento inferior, típico das almas ainda em estágios menos elevados de aprendizado, alimenta um certo sentimento de vingança, o invejoso deseja não apenas subir ao patamar daqueles que ele inveja, mas ultrapassa-los para poder se exibir e “se vingar” ao provocar (ele imagina) o mesmo sentimento de inveja naqueles que antes estavam acima dele.
A corrida alucinada por símbolos de status, principalmente objetos como carros, joias, roupas de grife e até aparelhos eletrônicos de marca e os trilhões que esta indústria movimenta, são o principal indicativo do quando a humanidade ainda está presa no materialismo e na armadilha da inveja. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo aprendemos que, ao contrário daquele que se dedica à vida material “O resultado da maneira espiritual de encarar a vida diminui a importância das coisas deste mundo, faz com que o homem modere seus desejos, se contente com sua posição sem invejar a dos outros, e atenua a impressão moral dos reveses e das decepções que ele experimenta. O homem adquire uma calma e uma resignação tão úteis à saúde do corpo quanto à da alma, ao passo que, pela inveja, pelo ciúme e pela ambição, tortura-se voluntariamente e assim aumenta as misérias e as angústias de sua curta existência.” (Cap. 5, 13). Como sabemos, a busca por uma vida mais confortável é algo natural e até mesmo uma necessidade para o aprendizado do espírito encarnado, mas muitas vezes esta busca se distorce e se transforma numa busca de uma vida da qual eu possa me orgulhar, que possa causar nos outros os sentimentos inferiores da inveja que carrego comigo. Conforme explicado na citação acima, aquela busca natural e saudável por condições melhores, se transforma então em tortura mental para mim e também em fonte de desequilíbrio para a sociedade como um todo.
Mas evitar a cobiça não significa abandonar o trabalho e as posses materiais necessárias a uma vida normal. Muitos são os exemplos de pessoas que, chocadas com os desvios do materialismo, resolveram adotar um outro caminho radicalmente inverso, se afastando da vida em sociedade e dos deveres que ela impõe, adotando a vida do religioso isolado no mosteiro, do hippie despreocupado ou do mendigo pedinte. Devemos lembrar que o próprio Cristo não escolheu vir à terra como um mendigo, ele trabalhava e vivia como uma pessoa simples de sua época, somente adotando o estilo de vida típico dos religiosos em peregrinação evangelizadora aos 30 anos de idade. O mesmo podemos dizer de Chico Xavier, que permaneceu trabalhando como funcionário público de nível subalterno até se aposentar, vivendo uma vida simples mas não miserável, devido à sua vocação para a caridade escolheu uma vida de sacrifício e humildade que beirava a pobreza, mesmo podendo reivindicar dezenas de milhões de reais em direitos autorais de seus livros. Novamente em o Evangelho Segundo o Espiritismo encontramos no capítulo 16 item 14: “O Senhor não ordena a ninguém desfazer-se do que possua para se reduzir a mendigo voluntário, porque, então, se tornaria uma carga para a sociedade. Agir desse modo seria compreender mal o desprendimento aos bens terrenos; é um egoísmo de outro modo. Seria fugir à responsabilidade que a riqueza faz pesar sobre aquele que a possui.” e ainda no capítulo 17 item 10: “Não acrediteis, contudo, que, incentivando vossa dedicação à prece e à evocação mental, desejamos vos levar a viver uma vida mística, que vos coloque fora das leis da sociedade, onde estais obrigados a viver. Não; vivei com os homens de vossa época, como devem viver os homens. Mas se renunciardes às necessidades, ou mesmo às banalidades do dia-a-dia, fazei-o com um sentimento de pureza que possa santificá-las.”
O grande motor dos principais desequilíbrios em nossas vidas é o egoísmo. O egoísmo é a mania que temos de dar muita atenção e muito valor ao nosso próprio ego, ele é também o pai do orgulho, que é a mania que temos de achar que somos, ou que devemos ser, melhores do que os outros. O orgulho é o que provoca a inveja que sentimos daqueles que possuem aquilo que não possuímos. A inveja não se assemelha àquele sentimento saudável que podemos possuir ao ver uma pessoa bem sucedida, com bom emprego, família e vida razoavelmente estável e que nos faz pensar: “esta pessoa parece estar muito bem, também gostaria de ter o que ela tem e acho que preciso aprender com ela, fazer como ela fez”, a inveja, pelo contrário, é o sentimento que nos faz pensar: “aquela pessoa está melhor do que eu, eu é que merecia estar no lugar dela, preciso fazer algo para não ficar mais por baixo”. Ou seja, a inveja é um sentimento destrutivo, motivado por um orgulho ferido, que leva o homem desprezar aqueles que se destacam e a desejar alcançar um patamar acima dos outros, ou pelo menos acima da média. Para o invejoso, é mais importante estar acima da maioria do que propriamente estar bem.
É motivado por estes sentimentos inferiores que eu acabo dando muita importância em obter bens que me proporcionem status, que mostrem que estou sendo bem sucedido no meu trabalho ou que mostre que possuo bom gosto e sei apreciar bens de qualidade superior, de consumo típico dos mais abastados. Quando me alinho com este tipo de pensamento inferior, esqueço facilmente onde estaria o limite do desequilíbrio, o limite do necessário e suficiente e nem me preocupo em pensar se o meu estilo de vida requer um volume de bens e renda que não é possível para todos. Muito pelo contrário, se puder obter um estilo de vida que seja inacessível à maioria, isso agrada o meu ego invejoso que não tolera ver os outros materialmente melhores do que eu. A inveja, sendo um sentimento inferior, típico das almas ainda em estágios menos elevados de aprendizado, alimenta um certo sentimento de vingança, o invejoso deseja não apenas subir ao patamar daqueles que ele inveja, mas ultrapassa-los para poder se exibir e “se vingar” ao provocar (ele imagina) o mesmo sentimento de inveja naqueles que antes estavam acima dele.
A corrida alucinada por símbolos de status, principalmente objetos como carros, joias, roupas de grife e até aparelhos eletrônicos de marca e os trilhões que esta indústria movimenta, são o principal indicativo do quando a humanidade ainda está presa no materialismo e na armadilha da inveja. Em O Evangelho Segundo o Espiritismo aprendemos que, ao contrário daquele que se dedica à vida material “O resultado da maneira espiritual de encarar a vida diminui a importância das coisas deste mundo, faz com que o homem modere seus desejos, se contente com sua posição sem invejar a dos outros, e atenua a impressão moral dos reveses e das decepções que ele experimenta. O homem adquire uma calma e uma resignação tão úteis à saúde do corpo quanto à da alma, ao passo que, pela inveja, pelo ciúme e pela ambição, tortura-se voluntariamente e assim aumenta as misérias e as angústias de sua curta existência.” (Cap. 5, 13). Como sabemos, a busca por uma vida mais confortável é algo natural e até mesmo uma necessidade para o aprendizado do espírito encarnado, mas muitas vezes esta busca se distorce e se transforma numa busca de uma vida da qual eu possa me orgulhar, que possa causar nos outros os sentimentos inferiores da inveja que carrego comigo. Conforme explicado na citação acima, aquela busca natural e saudável por condições melhores, se transforma então em tortura mental para mim e também em fonte de desequilíbrio para a sociedade como um todo.
Mas evitar a cobiça não significa abandonar o trabalho e as posses materiais necessárias a uma vida normal. Muitos são os exemplos de pessoas que, chocadas com os desvios do materialismo, resolveram adotar um outro caminho radicalmente inverso, se afastando da vida em sociedade e dos deveres que ela impõe, adotando a vida do religioso isolado no mosteiro, do hippie despreocupado ou do mendigo pedinte. Devemos lembrar que o próprio Cristo não escolheu vir à terra como um mendigo, ele trabalhava e vivia como uma pessoa simples de sua época, somente adotando o estilo de vida típico dos religiosos em peregrinação evangelizadora aos 30 anos de idade. O mesmo podemos dizer de Chico Xavier, que permaneceu trabalhando como funcionário público de nível subalterno até se aposentar, vivendo uma vida simples mas não miserável, devido à sua vocação para a caridade escolheu uma vida de sacrifício e humildade que beirava a pobreza, mesmo podendo reivindicar dezenas de milhões de reais em direitos autorais de seus livros. Novamente em o Evangelho Segundo o Espiritismo encontramos no capítulo 16 item 14: “O Senhor não ordena a ninguém desfazer-se do que possua para se reduzir a mendigo voluntário, porque, então, se tornaria uma carga para a sociedade. Agir desse modo seria compreender mal o desprendimento aos bens terrenos; é um egoísmo de outro modo. Seria fugir à responsabilidade que a riqueza faz pesar sobre aquele que a possui.” e ainda no capítulo 17 item 10: “Não acrediteis, contudo, que, incentivando vossa dedicação à prece e à evocação mental, desejamos vos levar a viver uma vida mística, que vos coloque fora das leis da sociedade, onde estais obrigados a viver. Não; vivei com os homens de vossa época, como devem viver os homens. Mas se renunciardes às necessidades, ou mesmo às banalidades do dia-a-dia, fazei-o com um sentimento de pureza que possa santificá-las.”
Nova Terra
“As obsessões campeiam de forma pandêmica, confundindo-se com os transtornos psicopatológicos que trazem os processos afligentes e degenerativos. Sucede que a Terra vivencia neste período, a grande transição de mundo de provas e expiações para mundo de regeneração. Nunca houve tanta conquista da ciência e da tecnologia, e tanta hediondez do sentimento e das emoções. As glórias das conquistas do intelecto esmaecem diante do abismo da crueldade, da dissolução dos costumes, da perda da ética, e da decadência das conquistas da civilização e da cultura... Não seja, pois, de estranhar que a dor, sob vários aspectos, espraia-se no planeta terrestre não apenas como látego, mas, sobretudo, como convite à reflexão, como análise à transitoriedade do corpo, com o propósito de convocar as mentes e os corações para o ser espiritual que todos somos. Fala-se sobre a tragédia do cotidiano com razão. As ameaças de natureza sísmica, a cada momento tornam-se realidade tanto de um lado como de outro do planeta. O crime campeia a solta e a floração da juventude entrega-se, com exceções compreensíveis, ao abastardamento do caráter, às licenças morais e à agressividade. Sucede meus filhos, que as regiões de sofrimento profundo estão liberando seus hóspedes que ali ficaram, em cárcere privado, por muitos séculos e agora, na grande transição, recebem a oportunidade de voltarem-se para o bem ou de optar pela loucura a que se têm entregado. E esses, que teimosamente permanecem no mal, a benefício próprio e do planeta, irão ao exílio em orbes inferiores onde lapidarão a alma auxiliando os seus irmãos de natureza primitiva, como nos aconteceu no passado. Por outro lado, os nobres promotores do progresso de todos os tempos passados também se reencarnam nesta hora para acelerar as conquistas, não só da inteligência e da tecnologia de ponta, mas também dos valores morais e espirituais. Ao lado deles, benfeitores de outra dimensão emboscam-se na matéria para se tornarem os grandes líderes e, sensibilizarem esses verdugos da sociedade”. Mensagem extraída de parte do texto psicografado por Divaldo Pereira Franco, ditado pelo Espírito Bezerra de Menezes, que achamos oportuno divulgar em razão do momento preocupante que passa não só o Brasil, mas o mundo todo. É triste, mas estamos todos apreensivos e ansiosos em razão da violência que impera; instabilidade política em razão dos escândalos de ordem moral; e ameaça de guerra em larga escala. Que Jesus possa nos intuir na melhor maneira de nos conduzirmos para enfrentar tais intempéries e tomara que sejamos merecedores da
“nova terra”
mencionada no apocalipse
“nova terra”
mencionada no apocalipse
O AMOR
O amor é a suprema felicidade do místico, é a alma acesa em todas as dimensões da vida, é a força concêntrica do cosmo, é a luz de Deus que se expande em todas as latitudes da criação. A escola do amor é infinita, como infinito é o poder do Pai Celestial. O amor canta, na força eletrostática do átomo, e torna-se uma melodia universal, na mecânica do cosmo. Ele é um conjunto de fios invisíveis que partem do Criador ligando toda a criação. O amor é a vida.
O amor é Deus, o amor é a caridade, o amor é a paciência, a tolerância, o perdão, a amizade, o trabalho, a fraternidade. Descendo infinitamente para o mundo, o amor se manifesta-nos próprios instintos, impulso irresistível e misterioso que direciona os animais. E por lei da evolução, ele parte da simples afinidade entre pessoas e coisas e esplende como flor da mais rara beleza.
Nada resiste ao amor. Se porventura estais cansados e oprimidos, pensai no amor, começai com alegria a pensar nele, a vivê-lo na sua mais pura radiação, que notareis logo uma diferença no vosso estado psicológico: a mente mais ativa, o coração mais ritmado e os olhos mais vivos.. E, se esse exercício for cultivado de vez em quando, a alma se habitua, com as bênçãos de Deus, a sentir amor por tudo que existe, pois nada foi feito sem ele. As vibrações são constituídas de sons, e as emissões dos pensamentos são reconhecidas, quando provêm de almas que dignificam a vida pelas portas do amor. A melodia é harmoniosa e divina. A mente, acostumada na ginástica do amor, é capaz de curar seus próprios desequilíbrios, ou pelo menos, aliviar os outros. O Cristo quando andou pela Terra foi a personificação do amor. Por isso, as suas vestes eram disputadas, para que os enfermos pelo menos tocassem nelas, e quando assim acontecia - afirma o Evangelho - eles saíam curados. O amor lhes conferia uma profusão de fluidos superiores, que a inteligência de Jesus sabia repartir com os famintos e os desesperados. Em muitos casos, eram os anjos que O acompanhavam, que faziam essa distribuição de bênçãos, em nome de Deus e, em outros, a própria fé do paciente absorvia o fluido de luz que circundava o Divino Mestre. Jesus valorizou a fé, por saber que ela remove montanhas de imperfeições para atingir a essência da vida. Se não temos, na atualidade, o Cristo frente a frente para nos curar, se não temos os anjos, Seus agentes, mais de perto para nos aliviar, temos todavia o poder da fé que, de certo modo. Ele nos deixou, para que pudéssemos usar, e temos testemunho de sua eficácia. A fé nos faz reportar à época do Cristianismo primitivo, encontrando-nos com o Senhor e os anjos, e tornando-nos livres de todas as enfermidades. O amor é também fé, por unificar todas as virtudes do Evangelho. Fazei experiências, meus filhos, experimentai o poder do amor e vereis. Concentrai-vos no amor, sem que o devaneio da mente divida. a meditação. Senti no coração, e deixai que o rosto denuncie esse estado.superior. Descei a cortina dos olhos e uns dez minutos bastarão para que, pondo as vossas mãos em alguém que padece, restabeleçase-lhe o ânimo. A farmacopeia universal está dentro do vosso coração em tamanho compatível com a vossa estrutura, mas, elástica, até o infinito. Uma mente educada opera maravilhas, e uma mente que ama é o próprio céu na alma, onde Deus habita visivelmente com os anjos.
Livro:Horizontes da Mente
Autor:João Nunes Maia-Miramez
O amor é Deus, o amor é a caridade, o amor é a paciência, a tolerância, o perdão, a amizade, o trabalho, a fraternidade. Descendo infinitamente para o mundo, o amor se manifesta-nos próprios instintos, impulso irresistível e misterioso que direciona os animais. E por lei da evolução, ele parte da simples afinidade entre pessoas e coisas e esplende como flor da mais rara beleza.
Nada resiste ao amor. Se porventura estais cansados e oprimidos, pensai no amor, começai com alegria a pensar nele, a vivê-lo na sua mais pura radiação, que notareis logo uma diferença no vosso estado psicológico: a mente mais ativa, o coração mais ritmado e os olhos mais vivos.. E, se esse exercício for cultivado de vez em quando, a alma se habitua, com as bênçãos de Deus, a sentir amor por tudo que existe, pois nada foi feito sem ele. As vibrações são constituídas de sons, e as emissões dos pensamentos são reconhecidas, quando provêm de almas que dignificam a vida pelas portas do amor. A melodia é harmoniosa e divina. A mente, acostumada na ginástica do amor, é capaz de curar seus próprios desequilíbrios, ou pelo menos, aliviar os outros. O Cristo quando andou pela Terra foi a personificação do amor. Por isso, as suas vestes eram disputadas, para que os enfermos pelo menos tocassem nelas, e quando assim acontecia - afirma o Evangelho - eles saíam curados. O amor lhes conferia uma profusão de fluidos superiores, que a inteligência de Jesus sabia repartir com os famintos e os desesperados. Em muitos casos, eram os anjos que O acompanhavam, que faziam essa distribuição de bênçãos, em nome de Deus e, em outros, a própria fé do paciente absorvia o fluido de luz que circundava o Divino Mestre. Jesus valorizou a fé, por saber que ela remove montanhas de imperfeições para atingir a essência da vida. Se não temos, na atualidade, o Cristo frente a frente para nos curar, se não temos os anjos, Seus agentes, mais de perto para nos aliviar, temos todavia o poder da fé que, de certo modo. Ele nos deixou, para que pudéssemos usar, e temos testemunho de sua eficácia. A fé nos faz reportar à época do Cristianismo primitivo, encontrando-nos com o Senhor e os anjos, e tornando-nos livres de todas as enfermidades. O amor é também fé, por unificar todas as virtudes do Evangelho. Fazei experiências, meus filhos, experimentai o poder do amor e vereis. Concentrai-vos no amor, sem que o devaneio da mente divida. a meditação. Senti no coração, e deixai que o rosto denuncie esse estado.superior. Descei a cortina dos olhos e uns dez minutos bastarão para que, pondo as vossas mãos em alguém que padece, restabeleçase-lhe o ânimo. A farmacopeia universal está dentro do vosso coração em tamanho compatível com a vossa estrutura, mas, elástica, até o infinito. Uma mente educada opera maravilhas, e uma mente que ama é o próprio céu na alma, onde Deus habita visivelmente com os anjos.
Livro:Horizontes da Mente
Autor:João Nunes Maia-Miramez
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