sexta-feira, 2 de setembro de 2016

EVANGELHO QUOTIDIANO

"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68


1ª Carta aos Coríntios 4,1-5.
Irmãos: Todos nos devem considerar como servos de Cristo e administradores dos mistérios de Deus.
Ora o que se requer nos administradores é que sejam fiéis.
Quanto a mim, pouco me importa ser julgado por vós ou por um tribunal humano; nem sequer me julgo a mim próprio.
De nada me acusa a consciência, mas não é por isso que estou justificado:
quem me julga é o Senhor. Portanto, não façais qualquer juízo antes do tempo, até que venha o Senhor, que há de iluminar o que está oculto nas trevas e manifestar os desígnios dos corações. E então cada um receberá da parte de Deus o louvor que merece.

Livro de Salmos 37(36),3-4.5-6.27-28.39-40.
Confia no Senhor e pratica o bem,
possuirás a terra e viverás tranquilo.
Põe no Senhor as tuas delícias
e Ele satisfará os anseios do teu coração.

Confia ao Senhor o teu destino
e tem confiança, que Ele atuará.
Fará brilhar a tua luz como a justiça
e como o sol do meio-dia os teus direitos.

Afasta-te do mal e pratica o bem
e permanecerás para sempre;
porque o Senhor ama a justiça
e não desampara os que Lhe são fiéis.

A salvação dos justos vem do Senhor,
Ele é o seu refúgio no tempo da tribulação.
O Senhor os ajuda e defende,
porque n’Ele procuraram refúgio.



Evangelho segundo S. Lucas 5,33-39.
Naquele tempo, os fariseus e os escribas disseram a Jesus: «Os discípulos de João Baptista e os fariseus jejuam muitas vezes e recitam orações. Mas os teus discípulos comem e bebem».
Jesus respondeu-lhes: «Quereis vós obrigar a jejuar os companheiros do noivo, enquanto o noivo está com eles?
Dias virão em que o noivo lhes será tirado; nesses dias jejuarão».
Disse-lhes também esta parábola: «Ninguém corta um remendo de um vestido novo, para o deitar num vestido velho, porque não só rasga o vestido novo, como também o remendo não se ajustará ao velho.
E ninguém deita vinho novo em odres velhos, porque o vinho novo acaba por romper os odres, derramar-se-á e os odres ficarão perdidos.
Mas deve deitar-se vinho novo em odres novos. Quem beber do vinho velho não quer do novo, pois diz: ‘O velho é que é bom’».
Quem beber do vinho velho não quer do novo, pois diz: ‘O velho é que é bom’».


Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org



Comentário do dia:

São Bernardo (1091-1153), monge cisterciense, doutor da Igreja
Sermão 83 sobre o Cântico dos Cânticos
«O noivo está com eles»

De entre todos os movimentos da alma, de entre todos os sentimentos e os afetos da alma, o amor é o único que permite à criatura corresponder ao seu Criador, senão de igual para igual, pelo menos de semelhante para semelhante. [...] O amor do Noivo, ou antes, o Noivo que é amor, apenas pede amor recíproco e fidelidade. Que seja, pois, permitido à noiva corresponder a esse amor. E como poderia ela não amar, sendo noiva, e noiva do Amor? Como poderia o Amor não ser amado? Ela tem, pois, razões para renunciar a todos os outros afetos e para se entregar a um único amor, uma vez que lhe foi dado corresponder ao Amor com um amor recíproco. [...]

Mas, mesmo que ela se funda por completo no amor, o que será isso em comparação com a torrente de amor eterno que brota da própria fonte? O fluxo não corre com a mesma abundância daquele que ama e do Amor, da alma e do Verbo, da noiva e do Noivo, da criatura e do Criador; não existe a mesma abundância na fonte e naquele que vem beber à fonte. [...] Quer dizer então que os suspiros da noiva, o seu fervor amoroso, a sua espera cheia de confiança, que tudo isso é em vão, porque ela não pode rivalizar na corrida com um campeão (Sl 18,6), não pode querer ser doce como o mel, terna como o cordeiro, branca como o lírio, luminosa como sol, e tão amorosa como Aquele que é o próprio Amor? Não. Porque, se é certo que a criatura, na medida em que é inferior ao Criador, ama menos do que Ele, também é certo que pode amar com todo o seu ser; e, onde há totalidade, nada falta.

É esse o amor puro e desinteressado, o amor delicado, pacífico e sincero, mútuo, íntimo, forte, que reúne os dois amantes, não numa só carne, mas num único espírito, de modo que eles se tornam um só, nas palavras de São Paulo: «Aquele que se une ao Senhor constitui com Ele um só espírito» (1Cor 6,17).


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

EVANGELHO QUOTIDIANO

"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68


1ª Carta aos Coríntios 3,18-23.
Irmãos: Ninguém tenha ilusões. Se alguém entre vós se julga sábio aos olhos do mundo, faça-se louco, para se tornar sábio.
Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus, como está escrito: «Apanharei os sábios na sua própria astúcia».
E ainda: «O Senhor sabe como são vãos os pensamentos dos sábios».
Por isso, ninguém deve gloriar-se nos homens. Tudo é vosso:
Paulo, Apolo e Pedro, o mundo, a vida e a morte, as coisas presentes e as futuras. Tudo é vosso;
mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus.

Livro de Salmos 24(23),1-2.3-4ab.5-6.
Do Senhor é a terra e o que nela existe,
o mundo e quantos nele habitam.
Ele a fundou sobre os mares
e a consolidou sobre as águas.

Quem poderá subir à montanha do Senhor?
Quem habitará no seu santuário?
O que tem as mãos inocentes e o coração puro,
que não invocou o seu nome em vão nem jurou falso.

Este será abençoado pelo Senhor
e recompensado por Deus, seu Salvador.
Esta é a geração dos que O procuram,
que procuram a face do Deus de Jacob.



Evangelho segundo S. Lucas 5,1-11.
Naquele tempo, estava a multidão aglomerada em volta de Jesus, para ouvir a palavra de Deus.
Ele encontrava-Se na margem do lago de Genesaré e viu dois barcos estacionados no lago. Os pescadores tinham deixado os barcos e estavam a lavar as redes.
Jesus subiu para um barco, que era de Simão, e pediu-lhe que se afastasse um pouco da terra. Depois sentou-Se e do barco pôs-Se a ensinar a multidão.
Quando acabou de falar, disse a Simão: «Faz-te ao largo e lançai as redes para a pesca».
Respondeu-Lhe Simão: «Mestre, andámos na faina toda a noite e não apanhámos nada. Mas, já que o dizes, lançarei as redes».
Eles assim fizeram e apanharam tão grande quantidade de peixes que as redes começavam a romper-se.
Fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco para os virem ajudar; eles vieram e encheram ambos os barcos de tal modo que quase se afundavam.
Ao ver o sucedido, Simão Pedro lançou-se aos pés de Jesus e disse-Lhe: «Senhor, afasta-Te de mim, que sou um homem pecador».
Na verdade, o temor tinha-se apoderado dele e de todos os seus companheiros, por causa da pesca realizada.
Isto mesmo sucedeu a Tiago e a João, filhos de Zebedeu, que eram companheiros de Simão. Jesus disse a Simão: «Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens».
Tendo conduzido os barcos para terra, eles deixaram tudo e seguiram Jesus.


Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org



Comentário do dia:

São Josemaría Escrivá de Balaguer (1902-1975), presbítero, fundador
«Amigos de Deus», nos. 259-260
«Daqui em diante serás pescador de homens»

«Eis que vou enviar grande número de pescadores que os pescarão, oráculo do Senhor» (Jer 16,16). Assim nos indica Deus o nosso grande trabalho: pescar. Falando ou escrevendo, às vezes compara-se o mundo com o mar. E há muita verdade nessa comparação. Na vida humana, tal como no mar, há períodos de calma e períodos de borrasca, de tranquilidade e de forte ventania. Muitas vezes, os homens nadam em águas amargas, no meio de grandes vagas; caminham no meio de tormentas; viajam cheios de tristeza, mesmo quando parece que têm alegria, mesmo quando falam ruidosamente: gargalhadas que pretendem encobrir o seu desalento, o seu desgosto, a sua vida sem caridade nem compreensão. E devoram-se uns aos outros, tanto os homens como os peixes...

É missão dos filhos de Deus conseguir que todos os homens entrem - com liberdade - dentro da rede divina, para que se amem. Se somos cristãos, temos de converter-nos nos pescadores de que fala o profeta Jeremias. Jesus Cristo também utilizou repetidamente essa metáfora: «Segui-Me e Eu vos farei pescadores de homens», diz a Pedro e a André.

Acompanhemos Jesus nesta pesca divina. Jesus está junto do lago de Genesaré e as pessoas «comprimem-se à sua volta, ansiosas por ouvirem a palavra de Deus» (Lc 5,1). Tal como hoje! Não estais a ver?

O Perispírito e as mortes prematuras

Na problemática do aborto imagina-te ansiado pelo ingresso em determinada oficina, de cujo salário e experiência necessitas para efeito de aperfeiçoamento e promoção. Alcançando-a pelo concurso de mãos amigas, alimentas a melhor esperança. Em tudo, votos de paz e renovação aguardando o futuro.


Entretanto, ainda nesta hipótese, observas-te em profundo abatimento, incapaz de comandar a própria situação. Assemelhas-te ao enfermo exausto, sem recursos para te garantires e sem palavra que te exprima, suplicando em silêncio a compaixão e a bondade daqueles aos quais a sabedoria te confiou a necessidade por algum tempo e a quem prometes reconhecimento e veneração.


Mentalizado semelhante painel reflete no desapontamento e na dor que te tomariam de assalto se te visses inesperadamente debaixo de fria e descaridosa expulsão, a pancadas de instrumentos cortantes ou a jatos de venenosos agentes químicos. Nessas circunstâncias, que sentimentos te caracterizariam a reação? (Mensagem de Emmanuel - Psicografia de Chico Xavier)


1. A Gestação como Modelagem: Quando o perispírito é danificado severamente, compromete o Espírito em várias encarnações, sempre dolorosas, quando não frustradas, pela impossibilidade da coexistência pacífica com o físico, de vez que a fôrma defeituosa não é capaz de produzir uma forma harmoniosa.

Tal acontece com o suicida, que desejando anular-se evadindo-se do desespero de que é tomado, atira-se sobre os trilhos dos trens, lança-se edifício abaixo, retalha-se à navalha, ingere ácido e demais gêneros dantescos de superlativa dor.

Seu perispírito igualmente macerado, marcado com amputações profundas, sob a ação mental que cristalizou o instante agônico, permanece neste estado anos seguidos, necessitando às vezes, de várias encarnações para que haja uma remodelagem ou reestruturação celular.

Esse Espírito ao encarnar, devido às suas vibrações danosas, pode levar a mãe ao desencarne, intoxicando-lhe o corpo, culminando em tragédia em que ambos padecem. Tal acontecimento, portanto, é de prévia programação no plano espiritual, onde Espíritos comprometidos com a lei, aceitam a maternidade nessas condições, resgatando antigas promissórias, cujo débito aguardava na contabilidade divina o instante da quitação.

Muitos desses suicidas necessitam de algumas existências momentâneas na carne, sobretudo para o contato físico, ocasião em que ocorre uma rearrumação nas moléculas perispirituais por força da formação do novo corpo, que funciona qual agente modelador, refazendo estruturas antes trituradas ou retalhadas, sendo esta a causa de muitas mortes prematuras.

Apesar de, no momento da concepção ligar-se uma fôrma perispiritual deformada ao óvulo fecundado, ela vai se revestindo com a matéria orgânica, tomando uma forma humana, forçando as deformações ajustas correções, no que melhora o aspecto anatômico-fisiológico do conjunto, a cada tentativa de encarnação.

Braços atrofiados, pernas ressequidas, cabeça desproporcional. Com as tentativas seguintes, consegue se a forma adequada. No mais, com o esquecimento promovido pela redução perispiritual, volta a supremacia do instinto de sobrevivência, dos automatismos já conquistados pelo Espírito, que são fatores condicionantes secundários a forçar uma modelação segundo as determinações harmoniosas da natureza.

2. O Aborto: Qualquer que seja o método utilizado para provocar o aborto, este atinge o perispírito do reencarnante. É comum chegarem aos hospitais do plano espiritual crianças com suas feições perispirituais totalmente deformadas. Retalhadas, queimadas, esquartejadas, pois as amputações profundas no físico, desde que o Espírito as assista e com elas se envolva entrando na faixa da revolta, vingança ou similares, provocam igualmente amputações no perispírito.

Observamos tais crianças alojadas em espécies de berçários, com seus corpos apresentando as características do método abortivo pelo qual passaram. Notamos em particular, uma criança de cerca de seis meses, apresentando cicatrizes profundas, sob algo, à semelhança de uma incubadora, dotada de canos transparentes onde se via uma substância azulada que recaía sobre seu corpo.

O efeito dessa substância, espécie de luz, era provocar a união nas aberturas epidérmicas, que se mostravam delicadas a princípio, qual tênue película, mas aos poucos se adensavam normalizando o tecido cutâneo. A criança reagia e chorava incomodada, qual se sentisse dores profundas. Explicou-me o médico (instrutor) que a atendia, que aquela substância luminosa era um misto do fluido universal com fluido vital, unido a outro tipo de fluido de natureza superior.

No mesmo hospital, em outra ala, em uma espécie de UTI, crianças deformadas jaziam em profundos sangramentos, colocadas dentro de recipientes, qual se fossem réplicas de um corpo infantil, talhadas em fôrmas para remodelagem dos seus perispíritos. Muitas delas eram apenas restos que não chegavam a separar-se totalmente, devido a leve película que os unia.

A aparência, contudo, era de haverem sido retalhadas ou esquartejadas. Esses pedaços eram colocados na referida fôrma, que funcionando qual útero artificial promovia uma gestação complementar, onde a médio prazo, fazia surgir a pele, os vasos sangüíneos, as unhas e demais órgãos.

É como se um outro perispírito estivesse sendo formado em substituição ao antigo outrora deformado. A mente do Espírito (explica o instrutor) em nada interfere no processo modelador, de vez que se encontra em estado semelhante ao coma provocado, para que a sua atuação mental traumatizada ou quiçá cristalizada não interfira negativamente na modelagem.

Ainda em outra ala, observamos uma criança que se fazia acompanhar por uma sombra de adulto, que a ela se ligava. Esta criança (comentou o instrutor) por ocasião do esquecimento, não perdeu totalmente a consciência. Houve uma redução perispiritual sem a perda total da realidade, o que está provocando grande confusão mental no Espírito que ora age como criança e ora procede como adulto.

— Mas por que ele não passou por um esquecimento total? Defensiva contra algum gesto agressivo da mãe. Isso dificultou o esquecimento deixando certas lembranças vivas. Poder-se-ia até dizer que o seu instinto, no setor que zela pela sobrevivência, ficou em alerta, ciente de que adentraria terrenos perigosos ou porto inseguro.

A luta entre eles (filho e mãe) já vem de longe, e esta foi mais uma oportunidade perdida no difícil capítulo da reconciliação. Ele deverá passar por um novo processo de esquecimento; total desta vez, para que a sombra que o acompanha (seu corpo mental) igualmente seja reduzida, iniciando o crescimento normal como as crianças encarnadas na Terra o fazem.

— Por que Deus permitiu o reencarne se já sabia antecipadamente que ocorreria o aborto? Um sem número de criminosos matariam milhões de pessoas. Como a aprendizagem no presente estágio se faz mais sob os impositivos da dor que pelas diretrizes do amor, cada um colhe o que semeia e aprende como lhe convém.

Todavia, casos há em que o BASTA divino acaba com as querelas e insubordinações aparentemente sem limites. Se Deus não tivesse em mãos as rédeas do universo, nenhuma certeza teríamos de ver concretizados nossos projetos de paz e nossos sonhos de felicidade.

3. Desencarne no período de gestação: Em outro contato com o plano espiritual, observamos uma mulher gestante com várias perfurações a faca. O médico espiritual, Dr. Albert, procedeu ao parto. Através de exame superficial, notamos que as perfurações atingiram a criança, retirada à maneira cesariana e colocada em grande tubo de ensaio.

Ela apresentava um braço ressequido no qual destacava-se grande cicatriz. Voltando o olhar para a mãe, notei que seu braço fora decepado, e por apresentar-se cicatrizado à altura da lesão concluí que tal acidente não fora motivado pela arma que a vitimara.

Disse o médico: se ele chegasse a reencarnar, todos diriam tratar-se de um problema hereditário. Mas não é. Esses dois Espíritos comprometeram-se em encarnações passadas, quando se envolveram em relação culposa com eventos que provocaram vasta cota de sofrimentos a seus irmãos, no que lesaram seus perispíritos.

A criança deverá crescer normalmente, e quando atingir a idade de entender a razão de sua deformidade, passará por uma cirurgia reparadora. Deverá saber que aquela lesão é uma conseqüência de seus atos indignos no passado. A mãe igualmente sofrerá cirurgia restaurando suas perfurações.

No mapa cármico dessa mulher, o acontecimento estava previsto, não como ocorreu. Ela deveria sofrer as perfurações por um acidente, ou por outro método qualquer; só que a previsão não era para esta data enquanto a gestação se efetuava.

O homem que a matou, e que é um seu inimigo do passado, apenas precipitou o acontecimento. A criança deveria nascer e resgatar seus débitos. O homicida comprometeu-se por força desse ato impensado a trazer em seu mapa cármico as lesões que provocou a ambos.

Continuando a reunião, os Espíritos promoveram o desdobramento em um dos médiuns, que é levado a um hospital, espécie de maternidade no plano espiritual, para observações e estudos sobre o perispírito. O médium descreve o que presenciou em tom emocionado.

Encontro-me em um hospital. Parece especializado em problemas de gestação. Não estou mais usando a roupa com a qual me desdobrei, e sim uma bata lilás. Os técnicos que me acompanham igualmente usam a mesma vestimenta.

Estamos observando o caso de uma mulher gestante, já no sexto mês de gravidez, e que desencarnou em um acidente automobilístico. A sala onde me encontro é em tudo semelhante a um centro cirúrgico. A mulher observada encontra-se em uma cama de formato específico para parto, e a sua posição é adequada ao parto normal.

Noto que ela sente dor. Diz o técnico, que realmente vai ocorrer o parto, porque ambos desencarnaram com o choque e não conseguiram se desvencilhar um do outro. A mulher não sabe que desencarnou nem vai saber por enquanto. Vejo a criança nascendo, da mesma maneira que os nossos bebês na Terra; ele já está todo formado. (Meu Deus! Que coisa linda!).

Explicam-me que esse perispírito, devido à redução pela qual passou para ser acoplado ao útero, ao esquecimento a que foi submetido e ao alongamento da gestação fazendo com que ele estivesse apto a viver na Terra, deverá passar por um retorno ao estágio pré-encarnatório, quando era consciente e adulto.

Algo como se ele tivesse que esquecer o que esqueceu, voltando a ser simplesmente Espírito, aqui no mundo espiritual.

— Pergunto-lhes a razão de todo esse trabalho, de vez que a criança estava predestinada a não nascer. Respondem que não me precipite, pois saberei de tudo em breve. A criança, prosseguem, vai ter um crescimento diferente daquelas que reencarnam, vivem algum tempo, e desencarnam. Ficará em uma incubadora e seu crescimento será mais rápido por não ter havido uma vinculação com a matéria de maneira prolongada.

O crescimento dessa criança será acelerado pelos técnicos, que atuarão em sua mente, fazendo-a inclusive reassumir a sua personalidade já firmada antes do esquecimento para nascer. Agora respondem à minha indagação anterior. Foi uma prova necessária para esse Espírito, em razão de um suicídio cometido por ele no passado. Ele teria que submeter-se ao processo do nascer de novo, somente para harmonizar partes do seu perispírito, o que, graças a Deus, dizem os instrutores, aconteceu.

No entanto, ele necessita reencarnar brevemente. Quando estiver despertando aqui no mundo espiritual, ele terá que tentar novamente o reencarne, mas agora com grande probabilidade de sucesso graças à modelagem pela qual passou. Sou levado nesse instante até a mãe da criança.

Ela viu o filho. Sente-se aliviada e mostra aquela ternura que toda mãe demonstra ao olhar o filho pela primeira vez. Os técnicos vão submetê-la a um transe hipnótico, para que ela não lembre do ocorrido e possa refazer-se, no que será levada às reuniões mediúnicas para ser auxiliada e tomar conhecimento do seu drama.

Ela não poderia receber a notícia do seu desencarne de maneira brusca, afirmam os técnicos. A carga de fluidos tóxicos gerada pela dor e o desespero, sufocaria a ela e a criança.

4. O Crescimento do perispírito: Perguntei ao instrutor sobre o crescimento do perispírito em crianças. Como ele ocorre no plano espiritual?

— Após a morte física, o perispírito obedece ao ritmo do crescimento terreno, retomando com o tempo a sua estatura de adulto. As crianças desencarnadas continuam a crescer, despertando a mente e desvencilhando-se da forma reduzida, na razão direta do seu poder mental.

Os Espíritos mais evoluídos imprimem à sua vontade uma maior rapidez no crescimento, o que não ocorre com os menos evoluídos. Temos aqui entre nós, técnicos de aceleração do crescimento, onde o perispírito dentro de alguns dias, sai de sua aparência infantil para transformar-se em jovem, como se houvesse envelhecido nesse espaço de tempo, dez ou quinze anos. Nesse processo, que envolve regressão de memória, o Espírito assume seus conhecimentos anteriores.
  
5. Obsessão pós-parto: Perguntei ainda qual seria a condição do Espírito após ser vítima do aborto, quando tolhida a sua encarnação, passando este a proceder como feroz inimigo daquela que lhe seria mãe, iniciando severa obsessão. Ele perseguiria sua mãe como criança ou adulto? E o esquecimento a que fora submetido, permaneceria?

— Se uma gestação é interrompida, quer no primeiro ou no nono mês, o Espírito é acolhido em hospitais para tratamento e desenvolvimento normais. Contudo, em alguns casos de abortos provocados, notadamente quando não é a primeira vez para aquele Espírito, a depender do seu estado evolutivo, ele pode rebelar-se e ficar junto da candidata e fracassada mãe para obsidiá-la ou não.

Casos há em que o ódio gera um desbloqueio no processo de esquecimento, e o Espírito, lúcido quanto à realidade do fato, mas, perturbado quanto a seus efeitos, inicia tenaz perseguição. Ocorre algumas vezes nesses casos de mais de uma tentativa frustrada, de o Espírito reencarnante, mesmo submetido ao esquecimento, manter-se intimamente de sobreaviso, em expectativa silenciosa, vigilante, como se algum aviso secreto o mantivesse alerta para a culminância do fato.

A depressão causada pelo fracasso anterior e a ansiedade que o acompanha não favorecem um esquecimento profundo, permanecendo ele em rogativas mentais à mãe. Caso não seja ouvido em seus apelos, ele pode sintonizar a mágoa e a revolta por ocasião do aborto, gerando este ato, o rompimento do dique que guardava as recordações, desfazendo o esquecimento, pelo menos parcialmente.

Em situações como esta, o Espírito diante da agressão sofrida, pode ainda imantado ao útero materno, que deveria servir como o santuário da vida e não a porta da morte, provocar inúmeros desarranjos no organismo da infeliz que o abrigava, que vão desde hemorragias graves, até parada cardíaca, culminando com o desencarne.

Após o seu desligamento, reassumindo o domínio mental de antanho, este lhe faculta mesmo à sua revelia a condição perispiritual anterior, pois a mente sendo a artesã do perispírito se faz obedecer em generosa plasticidade. Não é, portanto, o tempo de gestação que determina ao Espírito, assumir determinada faixa de idade, e sim, a condição inerente a ele, sua orientação no tempo e no espaço, e ainda o seu relacionamento com os possíveis pais, levando-se em conta as leis de causa e efeito.

6. Gestação frustrada: O aborto provocado, além de gerar problemas físicos na abortadeira, tais como: nascimentos prematuros, nascimento de filhos defeituosos, esterilidade, problemas de fator Rh, gravidez nas trompas, perfuração do útero caracterizando peritonite, irregularidades na menstruação, tonteiras e dores abdominais, deixa inúmeras sequelas psíquicas nas quais se destacam o remorso, a monoideia motivada pelo crime, a obsessão ou auto-obsessão, angústia, solidão e outras neuroses.

Mas pode igualmente, em encarnações posteriores, determinar esterilidade, devido ao desajuste que o aborto provoca no centro genésico. Em alguns casos, a mulher nutrindo o desejo de ser mãe, impregna as células reprodutivas com acentuada carga magnética de atração, a qual dirigida pela mente ansiosa, promove o encontro do espermatozóide com o óvulo, ficando a recapitular a cada instante a formação fetal, o que concretiza no plano carnal a criação de um feto sem que haja um Espírito*.

Esse fato obedece às leis da Genética, que condiciona as células a se agruparem gerando uma forma humana. Concorre também para isso a intensa atuação mental da mãe, que auxiliando o processo biológico, faz culminar o nascimento de um ser com vitalidade celular, mas incapacitado de viver devido à ausência do Espírito e do perispírito naquele corpo.

No sentido inverso, lembramos que a gestação pode não ser levada a termo, o que não é comum, pela recusa deliberada à gravidez, onde a mulher, pela sua atuação mental, desarticula os processos celulares do feto, interferindo negativamente na modelagem do novo corpo, que não consegue, apesar da fôrma perispiritual, ordenar-se em sua anatomia e fisiologia, sobrevindo-lhe a morte.

Nesse caso, a mãe promove o aborto através de sua atuação mental. Se no desejo de ser mãe a mente ajuda na construção e modelação do feto, no sentido oposto, ela desarticula a modelagem, comprometendo-se em futuras encarnações.

7. Consequências do Aborto: O aborto provoca no perispírito da mulher desarmonias variadas, de repercussões imediatas e posteriores. O chacra esplênico e o genésico, são invadidos por toxinas que se acumulam em forma de antígenos, a provocar em futuros retornos à carne, divergências sangüíneas, moléstias nos órgãos genitais, deslocamento da placenta, hipocinesia uterina, salpingite tuberculosa, degeneração cística do cório, tumores na trompa e no ovário e numerosas patologias catalogadas ou não nos tratados de patogenia das nossas universidades.

O Espírito guarda em minudências e cores vivas, os dramas vividos, aferindo de maneira milimétrica nossa participação na ventura ou na desgraça, alheia ou nossa, revertendo-a em felicidade ou desdita a ele incorporadas.

Quanto ao perispírito, refletor incorruptível da mente, através das impressões que deixa plasmar em obediência ao seu comandante, o Espírito, abre as portas do paraíso e as do "inferno", cabendo a cada um a escolha dos caminhos onde deixar impressas suas pegadas.

Mas, há séculos os homens sabem que o farol é Jesus. Perde-se quem o abandona.

Compilado do livro: O Perispírito e suas Modelações
Autor: Luiz Gonzaga Pinheiro

¡Empieza el curso!


pizarra
Comienza septiembre y, con él, nuevo curso. Mochilas preparadas, babis impolutos, estuches en regla. Nervios, dudas, reencuentros, ilusión, futuro. Eso es precisamente lo que nos jugamos: el futuro. Bien lo sabemos los padres que procuramos, con nuestros errores, dar a nuestros hijos una educación sólida, unas bases consistentes con las que puedan ir armando su estructura mental, competencias, valores, aptitudes y actitudes. Las suyas, aquellas que les ayuden a desenvolverse en su mundo, a ir transformando y consolidando su mundo, el mundo.
Desde la propia familia y en la escuela. La escuela, el colegio, no es un lugar al que los padres mandamos a nuestros hijos para delegar nuestras funciones en los profesores. Los niños han de salir educados de casa, aunque el centro escolar sea apoyo y "co-laborador". En los centros escolares aprenden. Aprenden a desenvolverse, a socializar, a ser ellos mismos y mostrarse como realmente son, fuera del nido. Aprenden conocimientos y desarrollan habilidades.
En un mundo en constante y vertiginoso cambio los métodos no pueden ser como “toda la vida”. En una sociedad global y tan diferente a la de mi generación los sistemas deben ser por fuerza otros. En esto, el “toda la vida” es en sí mismo un error, porque hoy en día la vida es otra y es la suya.
Quiero hacer hoy un pequeño homenaje a tantos maestros, tantos profesores que con una vocación REAL se esfuerzan cada día dando lo mejor de sí mismos y de la mejor manera a nuestros hijos. Personas entregadas, imaginativas y tan poco valoradas. Esos profesores que se meten en el bolsillo a sus alumnos, que son capaces de atraer su atención y despertarles el ansia por el conocimiento y el aprendizaje. Alejados de una cátedra altiva, alejados de aquellos tediosos discursos en los que la autoridad dictaba y el niño escuchaba porque sí. Aplaudo y homenajeo a quienes contra viento y marea, a pesar de las leyes de educación, han sabido y saben sacar lo mejor de cada niño y hacerlo de la mejor manera. Que cuenten con el apoyo y aplauso de cada padre.
De entre ellos, homenaje especial para los profesores de religión en entornos hostiles. Y son muchos. Homenaje y oración por todos aquellos profesores de religión que no simplemente enseñan contenidos, si no que, muy posiblemente, sean la única imagen cercana que muchos alumnos conservarán de Cristo y su Evangelio. Aplauso fervoroso, ánimo y agradecimiento.
Por los niños una oración para que se adapten rápido a la entrada del curso, para que lo aprovechen con ilusión y ganas. Oración redoblada por los más rezagados, por los que tienen más dificultades y por quienes tienen unas capacidades especiales que tantas veces les hacen ser incomprendidos. Por tantos talentos ocultos, por descubrir. Es tarea de todos ayudar a que afloren, se desarrollen y sepan darlos al bien común. Que, inmersos en la realidad de su tiempo y la suya propia, no sean contaminados por adoctrinamientos ideológicos.
Y llegarán los deberes. Esperemos que sean menos, u otros o, al menos, con sentido. Llegarán los deberes que, en demasiadas, ocasiones serán compartidos por toooooda la familia. No alarguemos la jornada de nuestros pequeños más tiempo aún que la nuestra; no les carguemos de más obligaciones que las propias de su edad. No les privemos de juegos y tiempo libre. Son niños.
Yo, hoy, soy un niño. Y con esa ilusión que les deseo a ellos comienzo el curso en el iBlog. Por nosotros, los iBlogueros, os pido también una oración.

EVANGELHO QUOTIDIANO

"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna". João 6, 68


1ª Carta aos Coríntios 3,1-9.
Irmãos: Não pude falar-vos como a pessoas espirituais, mas como a pessoas demasiado naturais, como a crianças em Cristo.
Por isso vos dei leite a beber e não alimento sólido, porque não podíeis suportá-lo. Mas nem sequer o podeis suportar agora,
porque ainda sois demasiado naturais. De facto, se entre vós há inveja e discórdia, não é certo que sois demasiado naturais e procedeis segundo critérios humanos?
Pois, quando alguém diz: «Eu sou de Pedro», e outro: «Eu sou de Apolo», não julgais apenas por critérios humanos?
Então, quem é Apolo? Quem é Paulo? Apenas servos de Deus, por meio dos quais alcançastes a fé, cada um na medida em que o Senhor lhe concedeu.
Eu plantei, Apolo regou; mas Deus é que fez crescer.
Assim, nem o que planta nem o que rega são coisa alguma; só Deus é que conta, pois é Ele que faz crescer.
Entretanto, quem planta e quem rega trabalham como um só, mas cada qual receberá a recompensa, segundo o esforço do seu trabalho.
Nós somos colaboradores de Deus e vós sois o campo de Deus, o edifício de Deus.

Livro de Salmos 33(32),12-13.14-15.20-21.
Feliz a nação que tem o Senhor por seu Deus,
o povo que Ele escolheu para sua herança.
Do Céu o Senhor contempla
e observa todos os homens.

Do lugar onde habita,
contempla todos os habitantes da terra.
Ele que formou o coração de cada homem
está atento a todas as suas obras.

A nossa alma espera o Senhor,
Ele é o nosso amparo e protetor.
N’Ele se alegra o nosso coração,
em seu nome santo pomos a nossa confiança.



Evangelho segundo S. Lucas 4,38-44.
Naquele tempo, Jesus saiu da sinagoga e entrou em casa de Simão. A sogra de Simão estava com febre muito alta e pediram a Jesus que fizesse alguma coisa por ela.
Jesus, aproximando-Se da sua cabeceira, falou imperiosamente à febre, e a febre deixou-a. Ela levantou-se e começou logo a servi-los.
Ao pôr do sol, todos os que tinham doentes com diversas enfermidades traziam-nos a Jesus e Jesus, impondo as mãos sobre cada um deles, curava-os.
De muitos deles saíam demónios, que diziam em altos gritos: «Tu és o Filho de Deus». Mas Jesus, em tom severo, impedia-os de falar, porque sabiam que Ele era o Messias.
Ao romper do dia, Jesus dirigiu-Se a um lugar deserto. A multidão foi à procura d’Ele e, tendo-O encontrado, queria retê-l’O, para que não os deixasse.
Mas Jesus disse-lhes: «Tenho de ir também às outras cidades anunciar a boa nova do reino de Deus, porque para isto fui enviado».
E pregava pelas sinagogas da Judeia.


Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org



Comentário do dia:

Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (norte de África), doutor da Igreja
Solilóquios
«A multidão foi à procura dele»

Desde agora, Senhor, só a Ti amo, a Ti somente me prendo, a Ti somente procuro, a Ti somente estou disposto a servir, porque só Tu ordenas com justiça. Às tuas ordens desejo submeter-me; ordena, peço-Te, ordena o que quiseres, mas cura-me, abre os meus ouvidos, a fim de que eu possa ouvir as tuas palavras. […]

Recebe-me como um fugitivo, Senhor, ó Pai excelente. Sofri tempo demais; tempo demais estive submetido aos teus inimigos e fui joguete de mentiras. Recebe-me como teu servo que quer afastar-se de todas as coisas vãs. […] Sinto que tenho necessidade de regressar a Ti; estou a bater, abre-me a porta, ensina-me a chegar a Ti. […] É para junto de Ti que pretendo ir, dá-me pois os meios de chegar até Ti. Se Te afastares, pereceremos! Mas Tu a ninguém abandonas, porque és o Soberano Bem; todos quantos Te procuram retamente Te encontram. És Tu que nos mostras como havemos de procurar-Te com retidão. Ó meu Pai, faz com que Te procure, liberta-me do erro, não permitas que, na minha busca, encontre outra coisa senão a Ti. Se nada mais desejo senão a Ti, faz com que apenas Te encontre a Ti, ó meu Pai.


TESTEMUNHO DE FÉ-LIMITAÇÕES



01-09-2016


 




Cem crianças recebem a Primeira Comunhão sob as ameaças islâmicas

Luis Dufaur (*)



Primeira Comunhão de cem crianças em Alqosh, Iraque.

As massacres, depredações, profanações de igrejas, mosteiros e locais sagrados feitas pelos membros do Estado Islâmico adeptos religiosamente estritos do Corão não conseguiram tudo o que se tinham proposto.

Exemplo característico aconteceu em Alqosh, aldeia permanentemente ameaçada pelos sequazes do Estado Islâmico. Na igreja paroquial, por volta de cem crianças fizeram a primeira comunhão, numa missa celebrada por Mons. Basil Yaldo, bispo auxiliar muito próximo ao Patriarca Católico de Babilônia dos Caldeus D. Luis Rafael Sako.
Assistiram à missa do bispo, todos os sacerdotes e religiosos da cidade e mais de setecentos católicos. A cidadinha de Alqosh, no Curdistão iraquiano, recebeu centenas de perseguidos vítimas dos islamitas
O vigário de Bagdá comemorou a melhoria na frente militar, onde tropas nacionais e milícias locais assistidas por instrutores e tropas de elite ocidentais  estão recuperando o terreno aos jihadistas. Esses fogem cada vez mais e a planície de Nínive está cada vez mais segura enquanto as tropas iraquianas estão fechando o cerco em torno de Mosul, cidade transformada em capital temporária do Estado Islâmico.

Alqosh no Iraque permanece católica malgrado os ataques do Estado Islâmico

O Patriarca Sako pediu às crianças não abandonarem sua terra e ficar para reconstruí-la em torno de sua herança católica. E um dos meninos lhe respondeu: “quando eu seja grande, eu vou ser padre para servir melhor”. O Patriarca não pôde esconder sua emoção.
Em qual igreja de Ocidente, do Brasil, deu-se um fato mais bonito nestes dias que correm?
          ( * ) Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional e colaborador da ABIM






Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)