segunda-feira, 10 de março de 2014

Curta-metragem "O preconceito cega"


Lacordaire

Acordai, meus irmãos, meus amigos! Que a voz dos espíritos comova os vossos corações. Praticai a generosidade e a caridade, sem ostentação, isto é, fazei o bem com humildade; que cada um de vós destrua, pouco a pouco, os altares que erguestes ao orgulho; em uma palavra, sede verdadeiros cristãos e alcançareis o reino da verdade. Não duvideis mais da bondade de Deus, agora que o Senhor dela vos oferece tantas provas.



Vimos preparar os caminhos para que as profecias se realizem. Quando o Senhor vos der uma manifestação mais evidente da sua bondade, que o enviado celeste encontre em vós uma grande família; que os vossos corações, brandos e humildes, sejam dignos de ouvir a palavra divina que ele virá vos trazer; que o eleito só encontre em seu caminho as palmas deixadas pelo vosso retorno ao bem e à caridade, então vosso mundo se tornará o paraíso terrestre. (Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo VII item 11)


Jean-Baptist-Henri Dominique Lacordaire nasceu em 12 de maio de 1802 em Recey-sur-Ource, situada na região da Borgonha, França. Seu pai, médico da marinha francesa, desencarnou quando ele e seus três irmãos ainda eram bem pequenos. Por conta disso, sua mãe teve de ir para a cidade em busca do sustento da família.

Criado num ambiente tranquilo e distanciado dos acontecimentos tumultuosos daquela época, naquela região, desde tenra idade, o menino manifestava uma inteligência incomum. Com facilidade na oratória e por sua eloqüência, destacava-se perante os colegas de classe, impressionando até seus professores. Estudou no Liceu e mais tarde abraçou a escola de Direito em Dijon.

De espírito inquieto, em 1823 passa a atuar como advogado estagiário na cidade de Paris. No ano seguinte, aos 22 anos de idade, num arroubo d’alma, resolve largar tudo e entra para o seminário na Catedral de Notre Dame, como se intimamente percebesse a tarefa a que veio realizar aqui na Terra. Em 22 de setembro de 1827, é ordenado padre e, dando continuidade aos seus estudos, trabalha também como professor no Liceu Henri-IV, em Paris.

Com sua ação proeminente em seu círculo religioso, é apresentado a Lamennais e torna-se seu discípulo e amigo. Além disso, passa a escrever artigos no diário católico L’Avenir. Juntos defenderam a liberdade religiosa, a liberdade de ensino e a dissociação da Igreja ao Estado. Lacordaire realizou diversas conferências, em busca de uma nova mentalidade, nos lugares por onde passava.

Suas preleções, na Ordem dos Pregadores Dominicianos, surtiram um efeito muito grande, dividindo opiniões dentro e fora do clero católico. Apoiado pela opinião pública e contrariando os interesses tradicionalistas, num ato de coragem e fé, sustentou seus ideais até o fim.

Aos poucos foi conquistando a confiança de muitos, inclusive dos seus próprios confrades de ideal cristão. Em 1843 funda o primeiro convento da Ordem na França e, na expansão de suas atividades, sempre visando o conceito de liberdade de expressão, em 1848, lança um novo jornal, o L’Ere nouvelle (A Nova Era). Envereda também pela política como deputado, na ala esquerda da Assembléia Constituinte.

Três anos mais tarde, em 1851, após uma golpe de estado, deixa a carreira política. Entretanto, não abre mão de sua vivacidade no trato com as questões públicas e sociais. De forma inteligente troca o cenário político pelo educacional, onde passa a se dedicar plenamente à formação educacional da juventude, aceitando, em 1852, estar à frente da direção de um colégio em Oullins, localizado nos arredores da cidade de Lyon.

Um fato curioso sela a vidad deste nobre seareiro do Cristo com as manifestações espíritias. Em uma carta particular endereçada à Sra. Swetchine, em 29 de junho de 1853, ele interroga à sua destinatária se ela já vira ou ouvira falar das mesas girantes. Pois que ele já tivera contato e até mesmo se comunicado com os espíritos através dos fenômenos das mesas.

Nessa mesma carta, ele ainda revela que nutria a certeza de que, por essa forma, Deus queria proporcionar ao homem o desenvolvimento das forças espirituais e materiais. Ou seja, Lacordaire atesta a certeza do mundo espiritual e suas relações com o mundo físico. Esses relatos foram selecionados por Kardec e publicados na Revista Espírita do mês de fevereiro de 1867, no artigo intitulado Lacordaire e as Mesas Girantes.

Eleito com 21 votos, no dia 2 de fevereiro de 1860, torna-se membro da Academia Francesa. Uma das maiores honras concedidas por seu país, a coroar sua trajetória pela vida física. Permaneceu neste cargo durante pouco tempo, pois que os sinais do corpo, através da lentidão dos movimentos, já atestavam que não teria condições de permanecer por muito tempo encarnado na Terra.

Ao rezar uma missa é acometido por um derrame cerebral que o impossibilita de dar continuidade às suas atividades. Meses depois, em 21 de novembro de 1861, retorna à pátria espiritual. “Pensar é mover-se no infinito”, se expressou numa de suas inúmeras frases, assim como também perante à vida. Coragem, ousadia e persistência são marcas características desse Espírito.

Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo” encontramos três mensagens suas: O bem e o mal sofrer (capítulo V item 18), O orgulho e a humildade (capítulo VII item 11), e o Desprendimento dos bens terrenos (capitulo XVI item 14). Interessante observarmos que, traçando um paralelo dessas três comunicações, verificaremos que ele nos concita a um patamar de liberdade de pensamento muito mais amplo do que estamos acostumados a realizar.

Faz citações à fé, à perseverança e à submissão à vontade de Deus ante os enfrentamentos e as dores humanas. Concita-nos também à prática da caridade e humildade, para não repetirmos velhos comportamentos farisaicos. Mostra-nos a transitoriedade dos bens da Terra, apontando os males que o sentimento de apego e posse acarretam quando não conseguimos nos desprender dessas amarras e, ainda, nos faz entrever as alegrias e glórias da vida espiritual. Enfim, sustentar essas afirmativas é um ato de coragem.

Allan Kardec também publica mensagens e instruções espirituais de Lacordaire na Revista Espírita com os seguintes títulos: Instrução Moral (março 1862); A Chave do Céu (agosto 1865); Respeito devido às Crenças Passadas (março 1867) e os Messias do espiritismo (fevereiro 1868).

Texto de Carlos Cunha - Revista de Estudos Espíritas – CELD

quinta-feira, 6 de março de 2014

Aprendendo a Pensar




Meus irmãos e minhas irmãs,
Salve Deus!

Uma das máximas de Tia Neiva que mais tempo levei para verdadeiramente assimilar é a que hoje mais repito: “seu padrão vibratório é a sua sentença”.

Incansavelmente sigo buscando maneiras de explanar como é possível ser feliz, ainda neste terceiro plano, quando compreendemos o processo natural da reciprocidade das energias pela nossa capacidade vibracional.

Nossa alma, nossa psique, emite ondas vibracionais, por meio de nossos pensamentos, e recebe na mesma intensidade e frequência, como se fosse um aparelho de rádio sintonizado em uma determinada estação. Nossos pensamentos são estas ondas vibracionais, emitidas em uma frequência positiva, negativa ou neutra. São nossos pensamentos que determinam a “estação” em que estamos sintonizados e que “tipo de música vamos ouvir”.

Imagine que cada pessoa é um aparelho de rádio, recebendo as transmissões na sua sintonia pessoal, e que também cada uma é uma estação emissora, emitindo (vibrando) em favor de alguém, em alguma sintonia específica.

A emissão vibracional é extremamente sutil! A velocidade de nossos pensamentos ultrapassa a da luz, pois são instantâneos. E o poder vibracional é dinâmico, chegando a todos que pensamos, se estes estiverem “na sintonia adequada”.

Agora lembremos que tudo isso não se passa apenas com os humanos encarnados, é uma lei universal a qual todos os espíritos estão sujeitos: sejam encarnados, desencarnados sofredores ou Espíritos de Luz.

Unimos nossas vibrações em uma frequência positiva, atraindo e permitindo o auxilio de nossos Mentores, trazendo mais harmonia, felicidade e realização pessoal; ou nos unimos aos sofredores encarnados e desencarnados, ainda presos em suas invejas, ciúmes, apegos e tristezas...

Estando em equilíbrio, escolhendo nossos pensamentos, podemos verdadeiramente mudar nossas vidas!

Tia Neiva nos tranquilizava ao afirmar que não deviríamos nos preocupar com a quantidade de pensamentos que passam por nossas cabeças, pois temos milhares de pensamentos inúteis e alguns bastante perigosos, e só precisamos nos preocupar em não dar força a eles. Não permitir que o quê não nos faz bem prolifere em nossas mentes! Mudar de canal, de frequência, de sintonia assim que nos damos conta de que nossa mente está divagando na inutilidade.

Não podemos controlar todos nossos pensamentos, mas podemos escolher quais deles emitirão uma vibração, e o nível em que estará esta vibração.

Nossos pensamentos determinam nosso padrão vibratório, e não nossas atitudes. É fácil deixar de praticar maldades, mas é preciso deixar de pensar em maldades, deixar de dar forças aos pensamentos negativos que tentam nos invadir.

Encontraremos pessoas mais equilibradas em nossas vidas, ao buscarmos mais equilíbrio!

Entraremos na mesma frequência de outros seres, encarnados e desencarnados e deles receberemos o mesmo nível de transmissão. Por isso “quando tudo está bem, nada falta”, e “quando está ruim, vai de mal a pior”. Nossos pensamentos nos conduzem a pessoas com a mesma frequência vibracional que nós.

Semelhante atrai semelhante. Rejeitamos ou absorvemos os pensamentos de acordo com nosso mundo interno. Estando positivos, assimilamos pensamentos positivos, de prosperidade, alegria. Estando negativos, nossa mente torna-se receptiva às vibrações negativas e assimila pensamentos de medos, tristeza, raiva, inquietação.

Meus irmãos e minhas irmãs, somos Jaguares! Médiuns preparados com um plexo Iniciático dotado de um poder imenso! Nossos pensamentos, nossas vibrações, são potencializadas, multiplicadas exponencialmente. Por isso nosso poder ao vibrar positivamente é infinitamente maior; e, por outro lado, nosso padrão negativo nos leva tão rapidamente ao desespero e ao caos.

Não somos mais crianças inocentes! Temos que parar de criticar, de vibrar negativamente entre nós mesmos e potencializemos tudo o quê for positivo. Pois, o que é negativo deve ser imediatamente descartado. Este é o motivo porque me calo quando vejo coisas tristes acontecendo: jamais alimento o quê não irá me fazer bem!

Lembremos das três perguntas que sempre procuro manter vivas: O quê vou fazer, falar ou pensar, irá resolver a situação? O quê vou fazer, falar ou pensar, irá me fazer bem? O quê vou fazer, falar ou pensar, irá fazer bem par alguém?

Salve Deus!


Kazagrande

PRECE DO PÃO

O Momento de Luz de hoje traz uma oração feita por Meimei, no livro “A Luz da Oração” que nos clama pela extinção da fome.

Em uma sociedade consumista, ainda é alarmante perceber que não nos preocupamos com o fato de que muito não tem, ao menos, o “pão nosso de cada dia”.
Que tal nos sensibilizarmos e orarmos juntos.


  • Senhor !

Entre aqueles que te pedem proteção, estou eu também, servo humilde a quem mandaste extinguir o flagelo da fome.
Partilhando o movimento daqueles que te servem, fiz hoje igualmente o meu giro. Vi-me freqüentemente detido, em lares faustosos, cooperando nas alegrias da mesa farta, mas vi pobres mulheres que me estendiam, debalde, as mãos !...
Vi crianças esquálidas que me olhavam ansiosas, como se estivessem fitando um tesouro perdido.
Encontrei homens tristes, transpirando suor, que me contemplavam agoniados, rogando em silêncio para que lhes socorresse os filhinhos largados ao extremo infortúnio...
Escutei doentes que não precisavam tanto de remédio, mas de mim, para que pudessem atender ao estômago torturado !...
Vi a penúria cansada de pranto e reparei, em muitos corações desvalidos, mudo desespero por minha causa.
Entretanto, Senhor, quase sempre estou encarcerada por aquelas mesmas criaturas que te dizem honrar.
Falam em teu nome, confortadas e distraídas na moldura do supérfluo, esquecendo que caminhaste no mundo, sem reter uma pedra em que repousar a cabeça.
Elogiam-Te a bondade e exaltam-Te a glória, sem perceberem junto delas, seus próprios irmãos fatigados e desnutridos.
E, muitas vezes, depois de formosas dissertações em torno de teus ensinos, aprisionam-me em gavetas e armários, quando não me trancam sob a tela colorida de vitrines custosas ou no recinto escuro dos armazéns.
Ensina-lhes, Senhor, nas lições da caridade, a dividir-me por amor, para que eu não seja motivo à delinqüência.
E, se possível, multiplica-me, por misericórdia, outra vez, a fim de que eu possa aliviar todos os famintos da Terra, porque um dia, Senhor, quando ensinavas o homem a orar, incluíste-me entre as necessidades mais justas da vida, suplicando também a Deus:
“O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.”

pelo Espírito Meimei - Do livro: A Luz da Oração, Médium: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Que máscara usou



Qual foi sua máscara?

Esteve na Individualidade, lembrando-se dos milhares de espíritos a sua espera, precisando da verdadeira caridade no Templo?

Esteve na Personalidade, lembrando-se da família, dos seres queridos e fazendo-se presente com seu carinho, respeito e tolerância?

Esteve na Animalidade, entregando-se aos desejos do corpo físico?

Ou conseguiu o equilíbrio... Soube dividir seu tempo entre o Templo, a Família e as necessidades do físico?

Lembre-se: Qualquer extremismo gera desequilíbrio! Todo desequilíbrio semeia ventos, e a colheita da tempestade é inevitável.

Kazagrande


Meu filho Jaguar, Salve Deus!

Sabemos que a alma tenta fabricar e modificar o organismo através dos séculos.

Em geral, a sensibilidade fluídica do ser, é proporcional ao seu grau de pureza e de adiantamento moral.

Nesta regra, vivemos no meio de uma multidão que assiste, silenciosamente, atenta, às mesquinharias de nossa existência, participam pelo pensamento, de nosso trabalho, de nossas alegrias e de nossas penas.

Lembre-se filho, de que não é possível animar o corpo se a alma esta ausente.

Se sua alma busca as coisas distantes de sua Doutrina, não há calor para a Doutrina.

Sim, filho, além do períspirito, que vive dentro do nosso corpo (centro nervoso), temos partículas do sistema fluídico, que vivem dentro de nós, e que, na realidade, como anti-matéria, sustentam-nos e se transmutam pela alma.

Estas partículas que adquirimos, é a própria vida e nos dão todas as variedades de percepções sensoriais – calor e frio, se temos muitas partículas -, e são também, a energia dos rituais. Contudo, os materialistas grosseiros não acreditam nos mundos anti-matéria. No entanto, até hoje ainda não conseguiram cortar ou queimar coisa alguma das que lhes incomodam. No entanto, a prece, o nosso canto, lhe faz sentir ou perceber uma presença explicada mais claramente.

O homem vive a buscar a destruição do outro. Falta de visão. A teima em não aceitar, porém, que a sua vida é a sua anti-matéria. E na busca nuclear, está destruindo a sua matéria. Na realidade, vivemos a nos destruir.

Salve Deus!
Vale do Amanhecer, 14 de agosto de 1981.
Com carinho, a Mãe em Cristo.
Tia Neiva

segunda-feira, 3 de março de 2014

Sanday de Tronos



Meus irmãos e minhas irmãs,
Salve Deus!

Já repararam na seriedade do Sanday de Tronos? Na grandeza que temos presente nesta realização? Que é o único trabalho deixado por nossa Mãe Clarividente que necessitamos “coletar bônus” para poder trabalhar?

Sendo um trabalho Iniciático, obviamente só pode ser realizado em Templos que dispõem de Corrente Mestre, mas vamos mais além...

Além de dispor da Corrente Mestre o Templo precisa dispor de uma grande quantidade de médiuns para poder “avinhar*” este trabalho (*termo usado por Tia Neiva), pois deverá ser aberto ANTES do atendimento nos Tronos, portanto durante a realização da primeira Mesa Evangélica do Segundo Intercâmbio. Então: teremos médiuns realizando a Mesa, e mais os médiuns de Indumentárias preparando-se para o trabalho e ainda pelo menos uns 50 médiuns disponíveis no Templo para poderem ceder os bônus aos participantes do trabalho.

Entendo que os Coordenadores do Sanday de Tronos devem ser Mestres com a consciência do Trabalho Transcendental que estão realizando. São os responsáveis para que tudo corra bem, dentro da Lei e em harmonia. Providenciar cadernos, sal, perfume, e verificar a presença da quantidade mínima de componentes são sua responsabilidade, bem como organizar a corte e a entrada no Aledá do Sanday. Embora não realizem a abertura, nem encerramento, a harmonia está sob sua responsabilidade. São assistidos diretamente pelo seu Ministro e podem inclusive ter a oportunidade de falar com ele.

O Trabalho é direcionado aos pacientes! O Ministro incorporado estará distribuindo sua energia a todos os Pretos Velhos e Pretas Velhas presentes, regendo todo aquele setor. Discretamente, muitas vezes sem sequer serem percebidos, são os Ajanãs que “comandam” aquela grande realização, e a responsabilidade da mentalização, dos objetivos de caridade verdadeira, pesará sobre eles.

A Lei do Sanday de Tronos é clara e creio que não precisa ser transcrita aqui novamente.

Cabe somente o registro de algumas orientações de nossa Mãe Clarividente:

“Quero que vocês, Doutrinadores e médiuns de incorporação, que tanto bem vêm fazendo a esta Humanidade, nos Tronos ou onde estiverem lembrem-se somente de uma coisa: que ali estão manipulando uma força cristã, transformada no Cristianismo, para uma Nova Era.

Quando chegar um paciente perto de vocês, não se preocupem com a mensagem do Preto Velho... Doutrinária, somente doutrinária! E lembrem-se de que, acima deste trabalho, o trabalho de atender a uma pessoa, ali vocês estão fazendo uma caridade transcendental.

E é só abrir seus olhos físicos e ver:  um homem doente, desajustado, ao qual vocês estão fazendo a caridade, procurando reajustar aquele paciente, com toda a consciência.
Graças a Deus, vocês estão fazendo um trabalho transcendental.

Muitas vezes, deste paciente vocês estão tirando um monstro, um impostor, que está desfazendo e desajustando, às vezes, dezenas de famílias... Um só!”
Tia Neiva, 27 de junho de 1976

Kazagrande