quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

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O Desenvolvimento



Muita gente me pergunta como foi o meu começo na Doutrina, eu sempre dou um sorriso, mas nunca respondo só digo que passei pelo mesmo caminho que todos...
Mas vendo uma foto aqui, resolvi hoje contar este pedaço da minha história, quem sabe assim ela possa chegar até aqueles que tiveram a mesma sensação que eu no momento de fazer suas escolhas...

Pela necessidade em Manipular as Energias tive que ingressar no Desenvolvimento Mediúnico muito cedo, eu já era Mago desde pequeno e era sempre presente no Templo; como Pequeno Pajé já não tinha mais o que fazer para Manipular e as energias só aumentavam a ponto de preocupar o Adjunto responsável pelo Pajezinho do Templo Amuraçuy na época e também ao próprio Adjunto Amuraçuy Mestre Moacir, que me conhecia desde sempre e viu que não dava mais para segurar a situação...
Seguindo as recomendações da Espiritualidade Maior nos Tronos, recebi a autorização após conversar com a Dharman Oxinto, Ninfa Toninha.
Fiz minha Triagem Mediúnica como todos e passei pelos mesmos processos que todos os Doutrinadores em Desenvolvimento, Consagrei meu Emplacamento recebendo assim a minha Princesa Iracema que nunca me faltou e que sempre me guia e me acompanha nas horas precisas e curadoras e em todos os caminhos por onde tenho que passar...
Até que cheguei as Aulas de Iniciação Dharman Oxinto, quando meu Instrutor me disse que eu teria que escolher uma Ninfa Lua para ser minha Madrinha fiquei muito preocupado.
Eu tinha apenas 13 anos, mas já sabia da seriedade que era esta Doutrina então, queria alguém que fosse tão comprometido com a missão e que tivesse o mesmo amor que eu tenho por Jesus, pelo Vale do Amanhecer, por Tia Neiva e pelo Pai Seta Branca...
Fui para o meu Pajezinho no final da Aula, Rezei chorando com muita fé mesmo e muito amor no meu coração, pedi a Mãe Tildes que colocasse na minha frente alguém da confiança dela...
Quando eu saí do Pequeno Pajé dei de frente com esta Ninfa...
A convidei para ser minha Madrinha de Iniciação e no mesmo momento ela aceitou e ficou feliz, disse que eu era o primeiro afilhado dela (hoje já tem um monte, mas não importa o primeiro sou eu, kkkk).
Hoje me sinto feliz por ver a responsabilidade dela com todo o Povo do Templo Javaci do Amanhecer de Capim Branco- MG ao qual ela é a Aponara, e me sinto mais feliz ainda, porque minha Madrinha é um presente de Mãe Tildes para mim...
Pode- se passar o tempo que for eu sempre serei aquele Pequeno Pajé que um dia foi conduzido por Mãe Tildes a um Castelo Iniciático...
Salve Deus! Adjunto Ogano Mestre Willian, Filho de Devas.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Insubstituível



Em nossa missão ninguém é insubstituível! Claro que a Espiritualidade precisa de nós e na verdade investe e acredita em nós, porém, existem milhões de médiuns esperando o momento de iniciarem suas jornadas e muitos com muito mais evolução e condições para cumpri-la.

Nossos Mentores acreditam em nós: aceleram e aliviam nossos karmas, apresentam oportunidades para aqueles que permitem... Permitem? Sim! Somos nós que permitimos ser ajudados! Nosso padrão vibratório determina a frequência com a qual estamos sintonizados. Estando bem, vibrando positivamente, independente das condições da vida física, passamos a receber a emanação de nossos Mentores e consequentemente a cumprir o roteiro de nosso próprio espírito com mais naturalidade. Como todos chegam com possibilidades de serem felizes... Poderão ser felizes!

Do contrário, baixando nosso padrão, nos envolvendo em energias pesadas, não podemos ser “ajudados”. Por mais que seu Mentor queira e se esforce, você está em uma frequência diferente, e não pode captar suas vibrações, suas intuições. Com isso entra diretamente em sua faixa kármica e passa a viver seus reajustes com o peso do padrão que carrega.

Na Espiritualidade, além do Amor, impera a Razão! Nossos Mentores têm um “limite de atuação” que se chama “livre arbítrio do tutelado”. Ou seja: não vão interferir em nossas decisões, por mais erradas que sejam. Se não podem lhe intuir, devido sua frequência distante da Espiritualidade, não há maneiras de abrandarem nossas necessárias provas.

Pela Lei da Razão você fica a mercê de seu karma, e seu Mentor, entristecido, obriga-se a se afastar e recolher-se em oração para que você desperte novamente. Ele estará sempre ao seu dispor, quando seu padrão vibratório permitir...

Por isso de nada adiantam as preces repletas de desespero, pois no desespero não há fé! Por isso não adianta “cobrar dos céus uma resposta”, pois a resposta está dentro de você mesmo.

Ouvir a voz do espírito é seguir o caminho que naturalmente se apresenta. Nada de “forçar a barra”, ou ceder aos nossos impulsos. Saímos de nossa trajetória pelos nossos quereres, pela nossa pressa.

Quantas vezes abandonamos oportunidades que a vida oferece, porque acreditamos que “é muito pouco”, que “eu mereço mais”? Nas oportunidades mais simples é que as grandes vitórias se revelam! Na humildade requerida é que se prova ter condições de ter mais. Recordo minha própria experiência, quando estava em um momento da vida em que “seria impossível” ou demoraria muito tempo para recuperar tudo que já havia perdido; e na simplicidade, na humildade em aceitar o trabalho que a vida naturalmente me apresentava, o impossível aconteceu! Inexplicavelmente tudo mudou! No ano passado, tentei por diversas vezes “fazer contas” de tudo que havia feito no ano... Desisti! As contas nunca fechavam, mas realizei tudo que havia planejado.

Meus irmãos e irmãs, jamais pensem que podem chantagear a Espiritualidade, que se pode barganhar com um Mentor. Ninguém é insubstituível! Se você não tem fé, não consegue vibrar positivamente ou ainda acha que “muito importante” para a missão... Salve Deus! Logo outro estará em seu lugar e provavelmente muito mais agradecido que você, pois já chega com a compreensão do sofrimento que você ainda terá que passar.


Kazagrande

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Um pouco de HUMILDADE



Meus irmãos e  irmãs,
Salve Deus!

O Jaguar tem a característica da liderança, por isso costuma-se dizer que em nossa tribo tem “muito cacique e pouco índio”.

Somos espíritos com uma herança transcendental de conquistas, revoluções. Estivemos presentes em grandes mudanças na história de nosso planeta. Somos aqueles que vieram trazer a civilização na Grécia e Roma. Mudamos os destinos da Humanidade com a Revolução Francesa... e reencarnamos como pobres ciganos, repletos de magia e reajustes.

Muitos ainda voltaram como escravos, para redimirem-se das atrocidades das guerras. Muitos evoluíram, chegaram à condição de Cavaleiros de Oxosse, outros agora se apresentam como nossos Mentores, na singela roupagem de Pretos Velhos e Pretas Velhas.

Hoje, na Doutrina do Amanhecer, “a rapa do tacho” encarnou! Aqueles que ainda não conseguiram suas evoluções, que estão atrelados aos seus karmas e que ainda possuem muita terra no coração. Ainda apresentamos uma “natural arrogância de caráter”, proveniente das eras passadas. Temos a consciência adormecida no espírito da missão a ser cumprida, mas ainda nos deixamos levar pelo fascínio da vida terrestre.

Encantamo-nos com a Doutrina e sentimos claramente a oportunidade que nos foi concedida: desta ser nossa última passagem pela Terra!

Temos uma grande bagagem, um conhecimento profundo da Espiritualidade e sua missão neste terceiro plano, e com isso aprendemos rápido, ou melhor, recordamos, ao estar mediunizados, tudo o quê é necessário para o cumprimento da missão que nos foi confiada.

Muitos recém-chegados mergulham nas Leis e decoram o Livro de Leis, visando executar com precisão todos os trabalhos. “Sabem tudo!”. Criticam os veteranos que julgam “não saber nada”. É natural! Eu também já fui assim, conhecia o Livro de Leis, em suas quatro edições, sabendo as diferenças de cada um e, pasmem, citando até mesmo as páginas em que estava cada Lei ou observação! Porém, confesso: não entendia as Cartas de Tia Neiva! Ou seja, não via a essência da Doutrina.

Foi preciso muita dor, muitas perdas, para abrandar meu coração! Para fazer com que os olhos do espírito estivessem presentes em minha vida. Para que eu pudesse compreender as três palavras que continuo tentando transformar em norte para minha vida: Amor, Humildade e Tolerância!

O tempo é cada vez mais curto não me canso de escrever para tentar evitar que meus irmãos e irmãs precisem passar tudo que passei para poder despertar!

Leiam as Cartas de Tia, escutem seus áudios e sintam a emoção sempre presente em suas palavras!

O Livro de Leis é importante, pela necessária precisão de Trabalhos Iniciáticos, mas nas Cartas de Tia encontraremos a paz para nosso espírito e as respostas para nossa felicidade! É tão simples! Não demorem como eu para despertar a consciência e serem felizes.

Sempre agradecendo ao Pai, todos os dias, registro meu fraterno abraço!


Kazagrande

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Harmonia espiritual: As mentiras do cérebro

Harmonia espiritual: As mentiras do cérebro: Descubra as mentiras que o seu cérebro conta para você Por Alexandre de Santi - Bianca Carneiro - Cristine Kist Publicado na revista Su...