sexta-feira, 18 de outubro de 2013

PAI TEACHER




Isolado em seu castelo na antiga Escócia, agora parte do Reino Unido, o velho Lord (título concedido pelo Rei) sentia um vazio em sua existência.

Tinha conquistado tudo o quê precisava para sentir-se verdadeiramente feliz e realizado: posses, terras (o bem mais precioso de todos os tempos), ouro e serviçais leais.

Porém o clamor de seu espírito pediu algo mais... Atribuía seu sucesso material à sua capacidade de gerenciamento de crises, e não a qualquer ser invisível que outros chamavam de deuses, ou a crendice da “sorte”.

Sua esposa lhe dedicara fiel amor durante toda sua vida, e ao partir deste plano deixou uma saudade boa, repleta de lembranças agradáveis, que não lhe permitiam a tristeza ao recordar.

Em uma de suas noites de angústia injustificada teve um sonho.

Sonhou que os pobres tomavam seu castelo e repartiam todo o seu ouro. Desesperado perguntava a um e outro: “O quê vão fazer com esse outro?” E ouvia sempre a mesma resposta: “Vamos comprar comida!”. “E depois?” insistia com o interlocutor, e novamente uma resposta igual: “Não sabemos!” Acordou suado e reflexivo no meio da noite.

Pela manhã preparou sua charrete e foi passear pelos povoados que circundavam seu castelo. Viu tanta miséria que chegou a pensar em realizar o sonho e repartir toda sua fortuna. Porém, lembrava da segunda pergunta: E depois? E a resposta: Não sabemos! Durante semanas reuniu seus leais servidores e passou a elaborar um plano de reestruturação daquela população.

Procurou os que sabiam da arte de tecer, plantar e colher. Buscou aqueles que detinham a arte de manufaturar matérias primas e os que conheciam técnicas de armazenamento. Também encontrou os que sabiam das preferências dos nobres consumidores da Corte Real. Com um planejamento estabelecido, iniciou sua missão: procurar o povo e instruir-lhes sobre como progredir na vida! Um a um dos camponeses, pequenos artesões, costureiras e tantos outros que detinham alguma habilidade, mas nenhuma instrução, técnica ou contatos comerciais, foram recebendo as valiosas lições sobre como poder progredir.

Misturava-se com o povo sem revelar sua real condição de “senhor do castelo”, de Lord.

Apresentava-se com uma boina de tecido xadrez, característica dos escoceses, um simples colete e um cachecol cuidadosamente posto. O cachimbo dava-lhe um ar de distinção que o diferenciava dos habitantes comuns. Suas instruções eram tão precisas e eficazes que todos o passaram a chamar de Professor, ou “Teacher” em inglês.

Teacher mudou a vida de todos e viu a prosperidade chegar àquela região.

Poucas vezes foi necessário “colocar algum dinheiro” extra, porém quando o fazia, exigia o compromisso de devolução. Suas técnicas, e precisas informações, eram quase sempre suficientes para que cada um cuidasse de seu próprio negócio. Em retribuição a todo o bem que praticou junto aos necessitados, aprendeu com eles sobre o Deus a quem oravam pedindo que alguém lhes fosse enviado para ajudar.Convivendo com eles aprendeu sobre sua fé e espiritualizou-se.

Mas esta é outra história. Teacher é visto como o grande protetor de nossas finanças. Não que vá ajudar você a ganhar na loteria, mas para trazer o caminho, para que com seu próprio esforço e trabalho, possa modificar sua vida e trazer a prosperidade.

Portanto, nada de fanatismo, de ficar pedindo soluções mágicas! A resposta está no conhecimento e trabalho. As oportunidades chegam a nossas mãos de acordo com nosso padrão vibratório, com o quê atraímos pelos nossos pensamentos, palavras e ações.

Disposto a trabalhar e com a mente clara, pode até receber uma “ajudinha” do professor: Teacher!

CAVERNAS



CAVERNAS
Cavernas são habitações etéricas terríveis de espíritos sem Luz, na periferia da Terra, na parte mais densa do plano etérico, onde são aprisionados e vampirizados espíritos desencarnados, usados como fonte de baixa vibração, operando em contato íntimo com a superfície física. É o mundo dos exus e dos demônios.

Ao desencarnar, o Homem que foi, quando encarnado na Terra, uma pessoa de bem, um bom pai de família, culto, cientista, enfim, um membro de posição acima da média na sociedade, porém irrealizado, cheio de pretensões, agnóstico, descrente das palavras de Jesus, libera seu espírito que, por não aceitar as coisas mais simples, em nada crê, e se torna presa fácil para entidades experientes na manipulação de forças empregadas para tristes fins. Aquele espírito se transforma em um exu.

Assim, na visão de nossa Doutrina do Amanhecer, o exu é um espírito que não encontrou o caminho de Deus e se perde na vã esperança de conseguir sua ascensão somente pela astúcia, pela sabedoria científica e pelas fortes ligações com as sensações materiais. Não é um espírito das Trevas, mas também não tem Luz. É um sofredor que age no plano invisível da Terra.

Os exus são líderes, sábios e inteligentes, que organizam escolas e universidades, que possuem numerosas falanges, se agrupando para agir em “linhas”, e mercenários, exigindo pagamento por seus trabalhos, que são feitos tanto para o Bem como para o Mal. Seu pagamento é feito pelos despachos e oferendas, de onde retiram as energias negativas que os alimentam.

Como no mundo físico, a organização desses membros das Trevas vive da força e da energia individual. Pelos “terreiros”, os exus formam linhas de relacionamento entre o plano invisível e o físico, ampliando sua força na relação direta da quantidade de espíritos que são escravizados.

Na Doutrina do Amanhecer, devemos ter amor e carinho com todos os espíritos, inclusive os exus, embora nada queiramos deles, nada há que possam fazer por nós, a não ser a oportunidade de exercermos nossa fé, nossa capacidade missionária.

Não podemos evitá-los nem fugir deles.  Os exus são atraídos ao Trono Milenar, onde precisam ser trabalhados com muito amor e abnegação, para que possam ser doutrinados e recebam vibrações de amor e luz, despertando a consciência de suas mentes para a Doutrina Crística.

Em geral, os exus são considerados verdadeiros demônios, mas, na realidade, são apenas espíritos sem noção do que seja certo ou errado, agindo de acordo com seus contratos, firmados com aqueles que buscam sua ajuda, nos locais onde se utilizam suas forças, até para a realização das mais terríveis obras.

Existem os Exus Caçadores, que obsidiam e escravizam espíritos que se perdem na recusa de aceitar seus destinos cármicos, saindo da Pedra Branca revoltados ou desequilibrados.



“Ora, um exu é um espírito como outro qualquer, geralmente um homem de bem, um pai de família que desencarnou normalmente.

O que os torna diferentes no mundo dos espíritos é que são cultos, cientistas, doutores, enfim, pessoas de posição. Desencarnam irrealizados, cheios de pretensões, agnósticos, descrentes das leis do Cristo. Como não crêem em coisa alguma, não aceitam as coisas simples. Tão pronto desencarnam, são atraídos para a companhia de entidades experientes na manipulação de forças…

Não existem forças do mal ou forças do bem. Existem, simplesmente, forças, que são empregadas no bem ou no mal. Depende de quem as controla, e como as controla…

Depende do plano de trabalho, da camada onde eles operam. Geralmente, esses espíritos não conseguem atingir mais que um plano inferior, próximo da superfície terrestre, onde as forças são densas, animalizadas. Não aceitando o Cristo, a Lei do Amor e do Perdão, não sintonizam com as forças do astral.

A não ser aqueles que lidam com a Magia Negra, que manipulam forças extraordinárias – às vezes com a bênção de Deus – a maioria deles trabalha mesmo é com o magnético animal – ectoplasma humano, mediunidade.
(Tia Neiva – “Sob os Olhos da Clarividente”)

Espíritos Sofredores
Denominamos “sofredor” o espírito sem Luz, desencarnado em tristes condições, que não consegue seguir sua jornada e fica pairando nos planos baixos Terra, porém sem luz solar, sem sons ou quaisquer outras formas energéticas do plano físico, influenciando espíritos encarnados com suas vibrações pesadas, especialmente os médiuns de incorporação, que sentem seus efeitos com sua aproximação. Ele se liga ao ser humano pelo padrão vibratório e só tem acesso quando a vibração do encarnado desce até a sua. Geralmente o espírito sofredor continua com as impressões do mal que o levou ao desencarne - dores de doenças terminais, de desastres - e tem grande apego pelas coisas materiais que lhe pertenceram em vida. Na verdade, ele não tem consciência do desencarne, e sofre, em sua mente, dores que lhe acometiam o corpo físico.

Os donos das cavernas e seus povos atuam de forma intensa, também, sobre os encarnados, provocando confusões, brigas, bebedeiras, acidentes, enfim, tudo o que possa gerar energias pesadas resultantes da desarmonia, da violência e do sangue.

O sangue, em contato com o ar, libera ectoplasma de campo vibracional muito pesado, verdadeiro manjar para os espíritos das Trevas. Essa energia pesada é também produzida pela ingestão do álcool e de drogas, de forma que a pessoa viciada se torna verdadeira mina de força para as Trevas. Aqueles irmãos se fortalecem com isso, mantendo prisioneiros espíritos encarnados e desencarnados geradores desse tipo de energia, que se perdem na incompreensão, no desespero ou na revolta.

Sendo etéricas, as cavernas não ocupam espaço físico, mas permanecem sempre num mesmo ponto ou local correspondente a um lugar no plano físico da Terra, que podem ser percebidos pelo ambiente pesado que formam ao seu redor. Assim se explicam locais pesados, até mesmo fatais, sendo um bom exemplo a localização de “pontos negros” em diversas estradas, onde, sem explicação científica, ocorre grande número de desastres, com vítimas fatais.

Há lares em que a vibração de seus moradores se torna tão baixa que propicia ali a instalação de uma caverna!

Um grande trabalho é feito pelos Cavaleiros e pelas Guias Missionárias, que procuram retirar esses prisioneiros das cavernas, com suas redes magnéticas, quando, pelo despertar de suas consciências, passam a desejar a Luz, libertando-se das Trevas.

Como descreveu Koatay 108, as Muruaicys vão à frente, abrindo os portões magnéticos do Vale das Sombras e das cavernas, onde se encontram espíritos que, por sua força e ferocidade, se apresentam deformados pelo ódio, por sua vibração negativa, assumindo tristes formas animalizadas e até mesmo monstruosas. As Muruaicys jogam seus charmes, emitindo lindos mantras que vão iluminando aqueles espíritos e estes, como que hipnotizados, vão deixando os negros abismos e se aproximando dos portões.

Junto aos portões, as Madalenas fazem uma espécie de poços de lama etérica, escura e pegajosa, nos quais mergulham, ficando irreconhecíveis, com aspecto semelhante ao daqueles espíritos sem luz. Quando os espíritos sofredores as vêem, tentam agarrá-las, supondo serem da mesma concentração que eles. É o momento em que as Cayçaras lançam suas redes magnéticas, aprisionando-os e, com a proteção dos Cavaleiros de Ypuena, os levam para serem atendidos, sob a força do Cavaleiro da Lança Vermelha, na Estrela Candente, onde recebem o choque da força magnética animal emitida pelos médiuns escaladores e a doutrina - o ectoplasma dos Doutrinadores -, sendo elevados aos planos de acordo com seus merecimentos. São, então, conduzidos às Casas Transitórias para se recuperarem e prosseguir suas jornadas.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Aramê




No período de sua Prisão, mestres e ninfas ficam sob a ação dos cobradores, o que os leva a um estado mais sensível e irritadiço, além de achaques e perturbações físicas que aparecem nessa fase. Os espíritos, perdidos no ódio, na vingança, nos rancores, chegam ao recinto do trabalho já emanados pela Espiritualidade Maior, que os mantém contidos durante todo o período da Prisão.
Apenas têm o desejo de cobrar por todo o mal que lhes foi feito, mas seu ódio já está enfraquecido pela emanação de amor que lhes chega, contentando-se, então, em verificar se houve realmente transformação, uma verdadeira mudança de sentimentos, em seus algozes do passado, e se satisfazem com uma cobrança muito reduzida. Este mínimo cobrado é que tem que ser satisfeito pelo médium durante seu trabalho de Prisão. Com amor e humildade, o médium prisioneiro deve colher seus bônus e trabalhar o máximo que puder na Lei do Auxílio, aceitando, com tolerância, as dificuldades que lhe forem criadas pelo cobrador nesse período.
Ao se iniciar o Aramê, todos os nossos cobradores se fazem presentes, ficando contidos pelas redes magnéticas lançadas pelos Cavaleiros Verdes. Ali está, também, toda a energia recolhida pelos bônus, separados médium por médium. Essa energia tem que ser classificada, separada, manipulada e depositada de acordo com cada prisioneiro e seu respectivo cobrador, porque cada um receberá de acordo com seu merecimento.
Os Pretos Velhos fazem a primeira manipulação da energia concentrada pelos cantos e emissões da abertura do trabalho, unificando e filtrando as forças.
O canto do representante do 1º Cavaleiro da Lança Vermelha projeta uma intensa força desobsessiva que ilumina as mentes dos cobradores, eliminando a ação negativa de outros espíritos desencarnados.
Em seguida, os Caboclos e os Cavaleiros de Oxóssi projetam poderosa força que vai permitir aos cobradores abrirem seus olhos e enxergar, pela primeira vez, após tantos séculos de escuridão.
Com a Contagem, os cobradores recebem as forças recuperadoras de seus sentimentos, de sua razão, fazendo com que perdoem aqueles que julgavam ser seus inimigos, e, pelas Elevações dos Doutrinadores, são conduzidos para planos espirituais superiores, onde são recolhidos em albergues e hospitais para sua recuperação e posterior continuação de suas jornadas.
O Aramê é um trabalho onde a libertação de prisioneiros é feita em grupos, uma vez que se caracteriza por faltas cometidas em coletividades, isto é, combates e campanhas que envolveram o desencarne de muitos inocentes e indefesos, em demandas territoriais, pelas ocupações violentas, questões de terras e posse de bens materiais, sem a característica de confrontos pessoais, transcendentais, que devem ser resolvidos no Julgamento.
No Aramê, de modo geral, o espírito só conhece aquele que foi sua vítima do passado no momento do reencontro, porque não havia individualização nos confrontos. Reis, nobres, governantes, generais, senhores de engenho e outras figuras de destaque e de poder, empenhados em suas ações guiadas pela ambição, pela vaidade e pelo orgulho, devastaram plantações e povoados, mataram ou mandaram matar milhares de pessoas inocentes, cuja única falta foi estarem atravessados em seus caminhos, ocupando habitações e terras objeto da cobiça desses poderosos, o que lhes custou perseguições, violências e morte.
No Aramê se juntam grupos de combatentes e perseguidores de uma mesma época, de uma mesma campanha, com o objetivo de obterem o perdão e a consequente libertação de suas vítimas.
Isso deve estar bem claro para o comandante do trabalho, especialmente no que diz respeito à fase final, na hora da Contagem, que deve ser voltada para o esclarecimento e iluminação das mentes dos que ali estão, encarnados e desencarnados, visando obter o perdão daqueles que ficaram perdidos, por tanto tempo, no ódio, no rancor e na vingança.

sábado, 12 de outubro de 2013

PALAVRAS





Quando assumimos o compromisso de embarcar nesta viagem viemos equipados do bem, assumimos o compromisso para o reajuste de um débito, o qual não somos obrigados a assumir. Porém, tão logo chegamos, pagamos centil por centil o que prometemos. Tenha esta cartinha como um despertar da MÃE EM CRISTO! (TIA NEIVA, 4.9.77).


Jamais irei exigir, nos vossos aparelhos, os anjos do céu, porém, irei sempre às matas frondosas do XINGU em busca das mais puras energias para o conforto e harmonia da cura do corpo e do espírito e desenvolvimento material de vossas vidas. Força do XINGU, FORÇA VITAL, EXTRA CÓSMICA. A LEI FÍSICA QUE NOS CHAMA Á RAZÃO É A MESMA QUE NOS CONDUZ A DEUS!


Perguntei pelo casal que encontramos de uniforme e me respondeu que todos nós temos um grande amor, um grande amor na nossa vida, que diz ser a nossa alma gêmea e, na realidade, estão separadas, reajustando o que desajustaram, por amor, e, pela benção de Deus, se encontram e se fortalecem. Triste é quando uma está presa no UMBRAL e a outra na Terra. Não têm o direito de se encontrarem.


Quando estamos em paz com a gente mesmo nada nos atinge. Vamos, filhos, equilibrar os três reinos de nossa natureza e pagarmos com amor o que destruímos por não sabermos amar.


Deus fez o homem para viver cem anos neste mundo e ser feliz no livre arbítrio, onde ninguém é de ninguém, na liberdade total da alma que aspira nas afinidades do sentimentalismo; onde o sol e a lua, a chuva e o vento, tão distintamente controlados afetam. Assumimos o compromisso de uma encarnação. Juntos partimos não só pelas dívidas em reajustes como também pelos prazeres que este planeta nos oferece. Sim, estando no espaço, devemos na Terra. Sentimo-nos desolados e inseguros, porque estamos ligados pelas vibrações contrárias. E neste exemplo, Jesus nos afirma que só reajustaremos por amor.


Veja: na maioria das vezes, reclamamos, sentindo-nos injustiçados, só conhecemos quando estamos sendo vibrados, e nem uma só vez nos lembramos de fazer um exame de consciência para ver se não estamos fazendo alguma injustiça. Saiba que o maior desajuste é o julgamento. A preocupação de estar sendo vibrado acaba por vibrar o outro, que nada tendo contra, se isenta, voltando contra ti mesmo. Quantas vezes, eu consulto pessoas que me afirmam estarem sendo vibradas, no entanto, elas mesmas captam as más influências, porque sem qualquer análise vão se jogando contra os que dizem ser os seus inimigos.


Realmente, eu vim para ensinar e não corrigir o que já está feito. Mudar a filosofia de um homem é o mesmo que ter a pretensão de transformar a natureza.


A CENTÚRIA significa, para o mestre Apará, a chave de um PORTAL DE DESINTEGRAÇÃO aos mundos ainda desconhecidos nesta encarnação a vocês. Com esta chave você vai adquirir mil conhecimentos, como eu recebi há vinte anos atrás. Busque sempre em suas origens e heranças, as energias necessárias para cumprir com perfeição sua tarefa cármica e possa sentir-se um homem plenamente realizado, possuindo sempre a paz interior, que é indispensável para que seu SOL INTERIOR possa irradiar e iluminar sua LUZ por todo este Universo.


vamos unidos num só pensamento, por este Universo tão perfeito, impregnando o amor, a fé e a humildade de espírito em todos os instantes. Somos MAGOS DO EVANGELHO e, como espadas luminosas, vamos transformando e ensinando, com nossa força e conhecimento aqueles que necessitam de esclarecimento. É somente pela força do JAGUAR, nesta DOUTRINA DO AMANHECER, e na dedicação constante de nossas vidas por amor, que podemos manipular as energias e transformar o ódio, a calúnia e a inveja, em amor e humildade, nos corações que, doentes de espíritos, permanecem no erro. Quantos se perdem por falta de CONHECIMENTO e por não terem a lei. Nós temos a nossa Lei! Nós temos a nossa Lei, que é o amor e o espírito da verdade.


Vamos levar mais a sério o nosso compromisso e busquemos sempre em nossas origens e em nossas heranças a energia e a segurança para que possamos seguir com perfeição a trajetória que escolhemos quando assumimos vir a este planeta para redimir as nossas culpas e débitos contraídos em outras encarnações.


O homem equilibrado é a presença divina na Terra, realizando, com sua MENTE SÁBIA, uma constante conjunção dos dois planos, levando sua vida na simplicidade e disponibilidade a iluminar com o seu trabalho espiritual constante. Sinto, a cada instante, as vibrações de cada um de meus filhos e estou sempre procurando aliviar as suas dores. Sei que dores e angústias afligem o seu coração e que pesado é o seu fardo.


Meu filho, os nossos destinos cármicos têm exigido de nós momentos de grandes sofrimentos, mas confiantes vamos prosseguindo em nossa caminhada, em busca de mais evolução e das realizações que desejamos. É somente pela dedicação, cheia de amor. de nossas vidas, na Lei do Auxílio, que conseguiremos aliviar os nossos momentos cármicos. Com o nosso trabalho espiritual podemos nos evoluir e dar tudo de nós. É curando as dores dos nossos irmãos que curamos as nossas dores e sofrimentos.



Na vida nada acontece por acaso. Tudo tem a sua explicação, seu motivo, a sua causa e a sua razão de ser. Ninguém pode aprender somente com o êxito, somente pela felicidade. A saúde não seria suficiente. A doença, no entanto, é o veículo feliz para os espíritos endurecidos, e nos distúrbios psíquicos, físicos, única força que favorece a volta da paz.

Tia Neiva!

TODA CRIANÇA É ESPECIAL

TAARE ZAMEEN PAR 

  

O Momento de Luz de hoje apresenta o filme “Somos Todos Diferentes - Como estrelas na Terra - Toda criança é especial” (Taare Zameen Par - Every child is special, 2007).
Educadores, pais e todos aqueles que já foram criança (rss...) devem assistir, pois se trata de um filme sensível, profundo , cheio de ensinamentos! 
Uma joia que deveria ser compartilhada com todos aqueles que trabalham e lidam com crianças.
Esperamos que gostem e compartilhem.

TAARE ZAMEEN PAR - TODA CRIANÇA É ESPECIAL