segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Minha Homenagem nesta hora de Consagrações


Quando, por merecimento, um espírito encarnado consegue evoluir em sua jornada, ele sobe um degrau em sua longa trajetória, e a isso damos o nome de Consagração, pois ele se habilita a manipular mais forças, sua emissão vai mais alto, captando forças cada vez mais potentes, ampliando seu poder curador e desobsessivo. Essa Consagração é individual e lhe é concedida pela Espiritualidade Maior, certificando-o de que seu plexo está preparado para o novo passo em sua missão. Muitos serão os chamados, mas pouco serão os escolhidos! Isso nos advertiu Jesus, e sabemos que, em nossa caminhada, temos que estar alertas para tudo o que acontece em nosso redor, buscando sempre amar e aprender, compreender e perdoar, usando todo o nosso conhecimento e toda a nossa força para ajudar a quem precisa. Nosso trabalho na Lei do Auxílio vai nos dando condições para recebermos nossas Consagrações. Na elevação efetiva de um espírito, há séculos acrisolado no ódio, perdido nas Trevas, podemos receber uma Consagração! Por força de se manter a força decrescente e a hierarquia do Mestrado, foram estabelecidas Consagrações coletivas, como as de 1º de Maio, Dia do Doutrinador, as de setembro, das Falanges Missionárias, e as de outubro, dos Adjuntos e seus componentes. Embora de caráter aparentemente coletivo, são, na realidade, concedidas individualmente, cada um as recebendo de conformidade com suas reais condições e por seu merecimento. Essas Consagrações coletivas canalizam potentes raios de forças que são manipuladas e distribuídas a todos os médiuns da Corrente, estejam eles presentes ou não, pois essas forças irão atingir todo aquele que, mesmo ausente no plano físico, está ligado ao ritual por sua energia mental, concentrando-se e buscando a recepção daquelas forças. Todavia, dentro de uma Consagração coletiva permanece o conceito básico: cada médium irá receber de acordo com seu merecimento, pela capacidade que alcançou com seu próprio trabalho. Hoje, sem a presença física de Koatay 108, não sabemos o que nos chega em uma Consagração coletiva. Abre-se o ritual, é feita a chamada das forças, faz-se todo o roteiro, baseados no conhecimento e na confiança que temos em nossos Mentores. Mas, o que recebemos? Não podemos e nem temos como avaliar. Cada médium, dependendo das condições de seu Sol Interior, vai receber sua parcela, em maior ou menor intensidade, e pode, até, nada receber! Não devemos ter a pretensão de nos julgarmos merecedores de receber tudo quanto pedimos, nem mesmo das forças dos trabalhos e rituais de que participamos. Temos, sim, que atuar com amor, tolerância e humildade, mantendo equilibrados os três reinos de nossa natureza, para podermos ser dignos de receber uma partícula dessa grandeza em que se constitui uma Consagração. Toda Consagração envolve a deposição de forças no plexo do médium, de modo a potencializar sua emissão horizontal, uma vez que amplia sua recepção vertical, isto é, dos planos espirituais para si. Quando ocorre uma Consagração de Arcanos ou de Trinos Juremá ou Iramar, por exemplo, uma parte das forças é depositada no plexo daquele Doutrinador enquanto a outra permanece no espaço, à sua disposição, para ser utilizada na medida da necessidade. Se não for manipulada corretamente, isto é, se aquele mestre não corresponder aos objetivos daquela sua Consagração, elas vão se diluindo, terminando por desaparecerem. Por isso não se deve pensar em ser consagrado levianamente. 

“o pão alimenta o corpo e o amor o coração”

sábado, 8 de outubro de 2011

Filhos

Nós pais, temos tantas preocupações com relação aos filhos, mas tantas vezes, na tentativa de fazer o melhor, nos perdemos no caminho, não por falta de amor, mas por falta de atenção em aspectos importantes.


Por esse motivo, convém lembrar que nosso filho é abençoado aprendiz da vida. Não lhe dificultemos a colheita das lições, fazendo-lhe as tarefas.

Nosso filho é flor em botão nos verdes ramos da existência. Não lhe precipitemos o desabrochar, debilitando-lhe a vitalidade espontânea.

Nosso filho é discípulo da existência. Não lhe impeçamos a produtividade, tomando sobre nossos ombros os misteres que lhe competem.

Nosso filho é lâmpada em crescimento de luz. Não lhe coloquemos o óleo viscoso da bajulação para que não afogue o pavio onde crepita a chama da esperança.

Nosso filho é fruto em formação para o futuro. Não procuremos colher, antes do tempo, o benefício que não nos pertence.



Lembremo-nos de que somos e que o nosso filho também é filho de Deus.

Nós poderemos caminhar ao seu lado na estrada apertada, mas ele só terá honra quando conseguir chegar ao objetivo conduzido pelos próprios pés.

Nós temos o dever de lhe apontar os abismos à frente; mas a ele compete contornar os obstáculos e descer às baixadas da existência para testar a fortaleza do próprio caráter.

Nós devemos ministrar-lhe os ensinamentos do Evangelho; mas a ele compete o murmúrio das orações, na prece continuada das ações nobres.

Nosso filho é o discípulo amado que Deus pôs ao alcance do nosso coração enternecido, no entanto, a nossa tarefa não pode ir além daquele amor que o pai propicia a todos, ensinando, corrigindo e educando, através da disciplina, para a felicidade.

Mostremos-lhe a vida, mas deixemo-lo viver.

Falemos-lhe das trevas, mas demos-lhe a luz do conhecimento.

Mandemo-lo à escola, mas façamo-nos mestres dele no lar.

Apresentemos-lhe o mundo, mas deixemo-lo construir o próprio mundo.

Tomemos-lhe as mãos e as coloquemos no trabalho, ensinando com o nosso exemplo, mas não lhe desenvolvamos a inutilidade, realizando as tarefas que lhe competem.

Nosso filho é vida da nossa vida que vai viver na vida da Humanidade inteira.

Cumpramos o nosso dever amando-o, mas exercitemos o nosso amor ensinando-o a amar e fazendo que no serviço superior ele se faça um homem para que o possamos bendizer, mais tarde.

Amemos, em nosso filho, o filho de todas as mães e amemos nos filhos das outras o nosso próprio filho, para que ele, honrado pelo amor de outras mães, possa enobrecer o mundo, amando outros filhos.

Nosso filho é semente Divina; não lhe neguemos, por falso carinho, a cova escura da fertilidade, pretextando devotamento, porque a semente que não morrer jamais será fonte de vida.



Nosso filho é a esperança do mundo; não o asfixiemos no egoísmo dos nossos anseios, esquecendo-nos que viemos à Terra sem ele e retornaremos igualmente a sós, entregando-o a Deus consoante as Leis sábias e justas da Criação.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pai Seta Branca

PAI SETA BRANCA
 (Renato Sebastião Christo)




 EXISTE NO BRASIL UMA LUZ
QUE A TODO MUNDO ALCANÇA
ESTA LUZ BENDITA DE AMOR
É NOSSO PAI SETA BRANCA.
PAI DE AMOR E BONDADE
QUE NENHUM FILHO RECLAMA
NA HORA DO DESESPERO
SEU NOME ELE CLAMA.
 DA MINHA DOUTRINA QUERIDA
DE AMOR CARIDADE E LUZ
NÓS SEUS FILHOS TE AMAMOS
SETA BRANCA IRMÃO DE JESUS.

SALVE DEUS

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Mulher

Jerusalém a 360º


 http://www.360tr.com/kudus/kiyamet_eng/index.html

Irmão

Irmão é todo aquele que perdoa
Setenta vezes sete a dor da ofensa,
Para quem não há mal que o bem não vença,
Pelas mãos da humildade atenta e boa.

É aquele que de espinhos se coroa
Por servir com Jesus sem recompensa,
Que tormentos e lágrimas condensa,
Por ajudar quem fere e amaldiçoa.

Irmão é todo aquele que semeia
Consolação e paz na estrada alheia,
Espalhando a bondade que ilumina;

É aquele que na vida transitória
Procura, sem descanso, a excelsa glória
Da eterna luz na Redenção Divina.



pelo Espírito João de Deus - Do livro: Correio Fraterno, Médium: Francisco Cândido Xavier

Liríios do campo

http://www.forumespirita.net/fe/power-point/olhai_os_lirios_do_campo/?action=dlattach;attach=40135