Disse o Mestre: "buscai e achareis".
Mesmo nos céus, você pode fixar a atenção na sombra da nuvem
ou no brilho da estrela.
Afirmou o Senhor: "cada árvore é conhecida pelos frutos."
Alimentar-se com laranja ou intoxicar-se com pimenta é problema seu.
Proclamou o Cristo: "orai e vigiai para não entrardes em tentação, porque o espírito, em verdade, está pronto, mas a carne é fraca."
O espírito é o futuro e a vitória final, mas a carne é o nosso próprio passado, repleto de compromissos e tentações.
Ensinou o Mentor Divino: "não condeneis e não sereis condenados".
Não critique o próximo, para que o próximo não critique a você.
Falou Jesus: "quem se proponha conservar a própria vida, perdê-la-á".
Quando o arado descansa, além do tempo justo, encontra a ferrugem que o desgasta.
Disse o Mestre: "não vale para o homem ganhar o mundo inteiro, se perder sua alma".
A criatura faminta de posses e riquezas materiais, sem trabalho e sem proveito, assemelha-se, de algum modo, a pulga que desejasse reter um cão para si só.
Afirmou o Senhor: "não é o que entra pela boca que contamina o homem".
A pessoa de juízo são, come o razoável para rendimento da vida, mas os loucos ingerem substâncias desnecessárias para rendimento da morte.
Ensinou o Mentor Divino: "andai enquanto tendes luz".
O corpo é a máquina para a viagem do progresso e todo relaxamento corre por conta do maquinista.
Proclamou o Cristo: "orai pelos que vos perseguem e caluniam".
Interessar-se pelo material dos caluniadores é o mesmo que se adornar você, deliberadamente, com uma lata de lixo.
Falou Jesus: "a cada um será concedido segundo as próprias obras".
Não se preocupe com os outros, a não ser para ajudá-los; pois que a lei de Deus não conhece você pelo que você observa, mas simplesmente através daquilo que você faz.
Salve Deus
SALVE DEUS! FAÇAM O FAVOR DE SEREM FELIZES. COMAM E BEBAM; A MESA ESTÁ POSTA! SALVE DEUS
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Herança da imortalidade
Olá,
Quem parte leva saudades de alguém que fica chorando de dor... Os versos da canção popular traduzem o que, ainda hoje, acontece no mundo.
A morte prossegue a ser vista com horror e a vestir-se de negro. O que deveria ser um momento de reflexão e de prece, transforma-se em grande lamentação.
Contudo, o mundo, com raras excepções, se diz espiritualista. O que equivale dizer que acredita no Espírito, que algo existe para além da tumba, sobrevivendo à morte do corpo.
Há mais de dois mil anos, um suave cantor, nas terras da Galiléia, cantou a imortalidade.
Mais do que conviver com os Espíritos, falar com eles, amá-los, o que atestam os escritos dos evangelistas, Ele mesmo retornou após a morte.
Ele disse que, se destruído fosse o templo de Seu corpo, em três dias Ele retornaria. E o fez.
Esteve com os Seus apóstolos, entrando no cenáculo totalmente fechado. Sou Eu, não temais!
Permite que o incrédulo Lhe toque a chaga aberta no peito.
Aos discípulos que seguem a Emaús, igualmente Se identifica. Durante quarenta dias, esteve com eles, intensamente, em variados momentos.
Exortando-os à coragem, ao trabalho, ao dever.
Amigo incondicional, assegurou que onde houvesse duas ou mais pessoas, reunidas em Seu nome, Ele ali se faria presente.
E assim tem sido ao longo dos séculos que se dobraram, no tempo.
Ele, o Mestre, nos deu a lição imortalista, demonstrando que a morte não é o fim.
Vou à frente, preparar-vos o lugar, também prometeu. Que mais desejamos como prova?
* * *
Cabe-nos, então, reflectir um tanto mais a respeito desse fenómeno que a todos alcança, sem excepção alguma: a morte.
A morte que chega devagar, após enfermidades longas e dolorosas.
A morte que vem de rompante, levando os nossos amores.
A morte que não faz diferença entre raças, idade, posição social. A todos ela abraça.
Naturalmente, que sempre se terá a dor da separação. A partida já é a dor da antecipada saudade. A dor da ausência de quem parte.
No entanto, da mesma forma que nos despedimos no aeroporto, na rodoviária, nos lares, dos afectos que buscam outras terras, em férias, não cabe desespero.
Chora-se sim, pela ausência. Sem lamentar, no entanto.
Porque guardamos a certeza que logo mais voltaremos a nos encontrar.
Da mesma forma que vamos ao encontro de quem está em férias, depois de um período, também acontece com a morte.
Um dia, mais cedo ou mais tarde, tornaremos a nos encontrar. Quando partirmos, eles estarão nos aguardando na fronteira da Espiritualidade.
Na Terra, quando estamos distantes, vamos utilizando o correio, o telefone, o e-mail, e todas as demais formas de comunicação para arrefecer a saudade.
Quando os amores partem para a pátria espiritual, utilizemos os fios mentais da evocação dos tempos felizes juntos, a oração, para a comunicação.
E nos será, então bastante comum, sonharmos com os amores que se foram e continuam a nos amar.
Serão momentos gratificantes de abraços, de reencontros.
Momentos que irão envolvendo a nossa imensa saudade, em suaves lembranças.
Um dia, tornaremos a estar juntos, neste mundo ou no outro.
Somos imortais, filhos da Luz, herdeiros do Universo. Confiemos: ninguém morre. Todos retornamos à Casa do Pai, destino final de todos os que fomos criados pelo Seu amor soberanamente justo e bom.
Pensemos nisso e enxuguemos nossas lágrimas de revolta, deixando que escorram somente as da saudade, do amor, das lembranças de tantos momentos bem vividos.
Transformemos nossos adeuses em até breve!
Quem parte leva saudades de alguém que fica chorando de dor... Os versos da canção popular traduzem o que, ainda hoje, acontece no mundo.
A morte prossegue a ser vista com horror e a vestir-se de negro. O que deveria ser um momento de reflexão e de prece, transforma-se em grande lamentação.
Contudo, o mundo, com raras excepções, se diz espiritualista. O que equivale dizer que acredita no Espírito, que algo existe para além da tumba, sobrevivendo à morte do corpo.
Há mais de dois mil anos, um suave cantor, nas terras da Galiléia, cantou a imortalidade.
Mais do que conviver com os Espíritos, falar com eles, amá-los, o que atestam os escritos dos evangelistas, Ele mesmo retornou após a morte.
Ele disse que, se destruído fosse o templo de Seu corpo, em três dias Ele retornaria. E o fez.
Esteve com os Seus apóstolos, entrando no cenáculo totalmente fechado. Sou Eu, não temais!
Permite que o incrédulo Lhe toque a chaga aberta no peito.
Aos discípulos que seguem a Emaús, igualmente Se identifica. Durante quarenta dias, esteve com eles, intensamente, em variados momentos.
Exortando-os à coragem, ao trabalho, ao dever.
Amigo incondicional, assegurou que onde houvesse duas ou mais pessoas, reunidas em Seu nome, Ele ali se faria presente.
E assim tem sido ao longo dos séculos que se dobraram, no tempo.
Ele, o Mestre, nos deu a lição imortalista, demonstrando que a morte não é o fim.
Vou à frente, preparar-vos o lugar, também prometeu. Que mais desejamos como prova?
* * *
Cabe-nos, então, reflectir um tanto mais a respeito desse fenómeno que a todos alcança, sem excepção alguma: a morte.
A morte que chega devagar, após enfermidades longas e dolorosas.
A morte que vem de rompante, levando os nossos amores.
A morte que não faz diferença entre raças, idade, posição social. A todos ela abraça.
Naturalmente, que sempre se terá a dor da separação. A partida já é a dor da antecipada saudade. A dor da ausência de quem parte.
No entanto, da mesma forma que nos despedimos no aeroporto, na rodoviária, nos lares, dos afectos que buscam outras terras, em férias, não cabe desespero.
Chora-se sim, pela ausência. Sem lamentar, no entanto.
Porque guardamos a certeza que logo mais voltaremos a nos encontrar.
Da mesma forma que vamos ao encontro de quem está em férias, depois de um período, também acontece com a morte.
Um dia, mais cedo ou mais tarde, tornaremos a nos encontrar. Quando partirmos, eles estarão nos aguardando na fronteira da Espiritualidade.
Na Terra, quando estamos distantes, vamos utilizando o correio, o telefone, o e-mail, e todas as demais formas de comunicação para arrefecer a saudade.
Quando os amores partem para a pátria espiritual, utilizemos os fios mentais da evocação dos tempos felizes juntos, a oração, para a comunicação.
E nos será, então bastante comum, sonharmos com os amores que se foram e continuam a nos amar.
Serão momentos gratificantes de abraços, de reencontros.
Momentos que irão envolvendo a nossa imensa saudade, em suaves lembranças.
Um dia, tornaremos a estar juntos, neste mundo ou no outro.
Somos imortais, filhos da Luz, herdeiros do Universo. Confiemos: ninguém morre. Todos retornamos à Casa do Pai, destino final de todos os que fomos criados pelo Seu amor soberanamente justo e bom.
Pensemos nisso e enxuguemos nossas lágrimas de revolta, deixando que escorram somente as da saudade, do amor, das lembranças de tantos momentos bem vividos.
Transformemos nossos adeuses em até breve!
Salve Deus
Inheritance of immortality!
Hello,Who takes part longing for someone who is crying in pain ... The verses of the folk song is what is even now happening in the world.Death continues to be viewed with horror and dress in black. What should be a moment of reflection and prayer becomes a great mourning.However, the world, with rare exceptions, they say spiritualist. Which is to say he believes in the Spirit, that something exists beyond the tomb, surviving the death of the body.Over two thousand years, a sweet singer in the land of Galilee, sang immortality.Rather than live with the spirits, talk to them, love them, which attest to the writings of the evangelists, he returned even after death.He said that if it were destroyed the temple of His body, He would return in three days. And he did.He was with His apostles, entering the upper chamber completely closed. I'm not afraid!Allows him an infidel touch the open wound in the chest.The disciples who follow the Emmaus also identifies Himself. For forty days, he was with them intensely, in various moments.Exhorted them to courage, to work, to duty.Unconditional friend, said that where there were two or more people gathered in His name, He would be present there.And so it has been over the centuries that have doubled in time.He, the Master gave us a lesson immortality, demonstrating that death is not the end.Go ahead, prepare a place for you, also promised. What most want as proof?* * *We must then reflect a bit more about this phenomenon that reaches everyone, without exception: death.The death comes slowly, after long and painful illnesses.The death that comes thundering, taking our loves.The death makes no distinction between races, age, social position. To all it embraces.Of course, you always have the pain of separation. The game is already anticipated the pain of longing. The pain of the absence of those who leave.However, just as we said goodbye at the airport, on the road, at home, affection seeking other lands, on vacation, it is not despair.Chora is yes, for the absence. Without regret, however.Because we keep sure that soon we will return to find us.Just as we reach out to those who are on vacation, after a period, it is with death.One day, sooner or later, we met. When we left, they'll be waiting for us at the border of spirituality.On Earth, when we're apart, we use mail, telephone, email, and all other forms of communication to cool to miss.When the lovers depart for the spiritual homeland, the wires we use mental recall of happy times together, praying, for communication.And we will then very common dream of the loves that were and continue to love us.Will be gratifying moments of hugs, the reunions.Moments that will involve our deep ache in soft memories.One day, we will make to be together in this world or the next.We are immortal, sons of Light, heirs of the universe. Entrust: nobody dies. All returned to Father's House, the ultimate fate of all who were created in His love sovereignly just and good.Think about it and wiped our tears of anger, leaving only the runoff of longing, love, memories of many moments well lived.Transform our goodbyes to you soon!
God Save
God Save
Assinar:
Postagens (Atom)